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              O homem e a serra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-911.5(815.3) / L228h / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.71 / M444c / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Vencedor do Concurso EDUSC-ANPOCS em 2003, este estudo inovador acompanha a trajetória dos Botocudos dos vales do Doce e Mucuri, enfocando particularmente a fundação, consolidação e desagregação do aldeamento capuchinho de Itambacuri (1873-1911). Fruto de uma ampla pesquisa documental, o estudo é enriquecido pelo olhar etnográfico da autora, que faz uma leitura instigante das cartas e relatos dos padres, documentos esses que não apenas informam sobre o projeto de "catequese e civilização" como também permitem entrever um "modelo indígena de historicidade" que conduzia as ações dos Botocudos diante das transformações profundas em curso. A revolta de 1893 em Itambacuri condensa, segundo a autora, "significados das transformações históricas" e das políticas de "misturas" nesse momento crucial na formação da nacionalidade

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karibe / B277f / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Fruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa

              Sem título
              Aldeias Guarani Mbya na cidade de São Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbiá / A357 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S586t / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Ao realizar uma abordagem histórico-cultural de três literaturas de viagens européias; ao Brasil, o autor evita a biografia laudatória, a explicação economicista ou a crítica; literária, enfatizando permanências e mudanças, explícitas ou sutis, em diferentes; formas de descrição do país. Obras do calvinista Jean de Léry, fascinado pela língua; tupi-guarani; do padre jesuíta André João Antonil, pragmático em sua análise das; riquezas nacionais; e do aventureiro Richard Francis Burton, com uma inesgotável; energia para compreender e classificar tudo o que via no Novo Mundo, são analisadas; como autênticas e complexas percepções da realidade, que abarcam do século XVI ao XIX

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).013 / G195 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A História da província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo, foi a primeira obra publicada em língua portuguesa sobre o Brasil. Sua primeira edição data de 1576 e, além de inaugurar a historiografia e a geografia brasileiras - uma preocupação consciente de seu autor -, foi pioneira também ao apresentar a nova terra como um local aprazível e habitável, e não como um exótico palco de aventuras e perigos; Ainda hoje, é um texto saboroso, vivo e surpreendente. Trata-se do relato de um viajante do Renascimento. Homem multifacetado e empreendedor, conhecedor do latim, Gândavo foi excelente historiador, atento aos aspectos botânicos, zoológicos, etnológicos e geológicos. Descreve engenhos, vilas e aldeias indígenas, bem como elementos da fauna e da flora locais ainda fantásticos a um primeiro olhar europeu. Registra ainda expedições aos sertões em busca de ouro, caracterizando um Brasil entre o selvagem e o civilizado, em que índios, colonos e jesuítas se enfrentam no desafio de habitar a terra; Esta nova edição traz o texto modernizado - a partir do original de 1576 - por Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz, responsáveis também pelas inúmeras notas esclarecedoras. Um verdadeiro esmero, completado pelo fac-símile de diversas páginas da edição original

              Sem título
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              Sem título
              Fronteiras: paisagens, personagens, identidades.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / G983f / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Os textos que compõem esta coletânia traduzem a polissemia contida na palavra fronteira, problematizada a partir das questões vinculadas ao estudo de identidades americanas. Definições geográficas e culturais presentes na formação das nações do Novo Continente evidenciam a concepção de fronteiras como campo de espaço móvel e fluido, moldado pelas transformações econômicas, políticas e sociais. Além de abordarem o debate historiográfico sobre a temática, os textos aqui reunidos trazem novas perpectivas analíticas, percorrendo a partir de relatos de viajantes, os caminhos do imaginário político que anima definições identitárias

              Sem título
              Origens e expansão das sociedades indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986o / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              Nova história militar brasileira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-355.48(81) / N935 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta o resultado de pesquisas originais recentes sobre a história da instituição militar no Brasil e sua interação com a sociedade. Utilizando fontes inéditas ou pouco exploradas, essas pesquisas abrangem a origem social, os vínculos de sociabilidade, as hierarquias formais e informais, a participação em guerras e no processo de unificação territorial, os episódios de violência coletiva e as questões de gênero, incluindo a identidade masculina, o homossexualismo e a participação de mulheres nos contingentes

              Sem título
              História Geral da Arte no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7(091)(81) / H673 v2 / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico
              1. A arte no período pré-colonial Arte Índia do século XVI desenho industrial. comunicaÇÃo visual. 2. Início do século XIX maneirismo, barroco e rococó. 3. século XVII e o Brasil holandês os pintores de Nassau. 4. Século XIX transição e início do século XX Art-Noveau 5. Modernismo, ecletismo e industrialismo. 6. Arte contemporânea arquitetura contemporânea Fotografia 7. Desenho Industrial comunição visual Arte afro-brasileira 8. Artesanato arte educação 9. Arte e arquitetura contemporâneas fotografia
              Sem título
              A Amazônia de Ermanno Stradelli
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / F679a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata de um aventureiro e desbravador da Amazônia: o italiano Ermanno Stradelli

              Sem título
              Estudos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A871e / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / P125s / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              As conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais. Pauta do dia? Sim, desde 1786; Muito antes do que se costuma imaginar, já se criticava no Brasil, de forma consistente e criativa, a destruição do meio-ambiente. Nomes como José Bonifácio e Joaquim Nabuco, entre vários outros, dedicaram-se ao debate ambiental e perceberam que a superação das práticas devastadoras passava necessariamente pela implementação de reformas socioeconômicas profundas, que rompessem com o legado do colonialismo: o tripé escravidão-latifúndio-monocultura; Analisando cerca de 150 textos da época, produzidos por mais de 50 autores, Um sopro de destruição reconstitui pela primeira vez, de maneira lúcida e abrangente, a crítica ambiental nos séculos XVIII e XIX, praticamente esquecida na história do pensamento social brasileiro. Um alerta para a questão ambiental no Brasil

              Sem título
              [Diálogos]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Diálogos - 2009 - 13 - 1 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico
              [Habitus]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Habitus - 2004 - 2 - 1 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico
              [Histórica]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Histórica - 1972 - 2 · Item · 1972
              Parte de Bibliográfico