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              A Amazônia de Ermanno Stradelli
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / F679a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata de um aventureiro e desbravador da Amazônia: o italiano Ermanno Stradelli

              FONTANA, Riccardo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.3 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.2 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / M539 v.1 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A documentação reunida por Marcos Carneiro de Mendonça refere-se ao extremo-norte do Brasil (Grão-Pará, Maranhão, Mato Grosso, Piauí e São José do Rio Negro) que compunha então o Estado do Grão-Pará e Maranhão, e compreende a correspondência ativa do Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado com o irmão, o Marquês de Pombal, com o Secretário de Estado para os negócios de ultramar de Portugal e com algumas pessoas da intimidade daquele governante, a propósito dos problemas que teve de enfrentar como administrador daquela extensa área do Brasil Colônia e chefe da comissão portuguesa de limites com os territórios espanhóis. Por esta correspondência o leitor tomará conhecimentos dos primeiros e principais problemas que surgiram na Amazônia para a administração pombalina; de como nasceram as grandes Companhias Gerais de Comércio, então criadas pelo Gabinete Pombal; e verificará o que ali foi feito pelo mesmo Gabinete e pelos seus representantes autorizados, agindo naquela região; visando todos a realização do sonho de D. José e de Pombal, de fundação do grande Império Português na América

              MENDONÇA, Marcos Carneiro de
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
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              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              DAOU, Ana Maria
              A colonização do Oeste Catarinense
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.64 / W489c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esta obra do professor Alceu Antonio Werlang é uma boa contribuição para o entendimento do processo de colonização do oeste catarinense. Mesmo que a pesquisa tenha sido realizada há mais de uma década, mantém seu significado e importância e, felizmente, é disponibilizada aos profissionais da área e ao público em geral. Sem deixar de lado as exigências acadêmicas, o autor constrói um texto agradável e de fácil compreensão, o que se constitui grande mérito

              WERLANG, Alceu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.07 / C331f / 1997 · Item · 1997
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              O que dizem sobre a história de um país os monumentos erguidos em praça pública? Ou as bandeiras e hinos nacionais? Ou, ainda, caricaturas e charges tiradas das páginas de um jornal? José Murilo de Carvalho mostra, com a sensibilidade característica dos bons pesquisadores, como esse material pode ser de grande utilidade para se decifrar a mitologia e a simbologia de um sistema político.Por meio de imagens, o autor nos oferece um curioso passeio pelo momento de implantação do regime republicano. Entre texto e ilustrações, aprendemos como os mitos de origem criados para a República, seus heróis, a bandeira verde-amarela e o nosso hino traduzem com fidelidade as batalhas travadas pela construção de um rosto para a República brasileira.Prêmio Jabuti 1991 de Melhor Ensaio e Biografia

              CARVALHO, José Murilo de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.732(72) / G891 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Quarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana

              GRUZINSKI, Serge
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / P984g / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si

              PUNTONI, Pedro
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              QUINTILIANO, Aylton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / H673 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Pensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história

              MALERBA, Jurandir (org)
              A imaginária Guarani: o acervo do museu das missoes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / B673 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Estudo do acervo de imagens do Museu das MissOes de São Miguel, RS, a dissertação faz uma reflexão sobre a “mestiçagem cultural” que estes objetos sugerem. A dissertação traz a reprodução fotográficas de uma parte do acervo

              BOFF, Claudete
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.1 / L638n / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Este livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único

              LESSER, Jeffrey
              A nova história cultural
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / H942n / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              A Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado

              HUNT, Lynn
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).013 / G195 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A História da província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo, foi a primeira obra publicada em língua portuguesa sobre o Brasil. Sua primeira edição data de 1576 e, além de inaugurar a historiografia e a geografia brasileiras - uma preocupação consciente de seu autor -, foi pioneira também ao apresentar a nova terra como um local aprazível e habitável, e não como um exótico palco de aventuras e perigos; Ainda hoje, é um texto saboroso, vivo e surpreendente. Trata-se do relato de um viajante do Renascimento. Homem multifacetado e empreendedor, conhecedor do latim, Gândavo foi excelente historiador, atento aos aspectos botânicos, zoológicos, etnológicos e geológicos. Descreve engenhos, vilas e aldeias indígenas, bem como elementos da fauna e da flora locais ainda fantásticos a um primeiro olhar europeu. Registra ainda expedições aos sertões em busca de ouro, caracterizando um Brasil entre o selvagem e o civilizado, em que índios, colonos e jesuítas se enfrentam no desafio de habitar a terra; Esta nova edição traz o texto modernizado - a partir do original de 1576 - por Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz, responsáveis também pelas inúmeras notas esclarecedoras. Um verdadeiro esmero, completado pelo fac-símile de diversas páginas da edição original

              GÂNDAVO, Pero de Magalhães de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325(817) / V331 / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Baseado sobretudo nos relatórios dos Diretores Gerais dos Índios e dos Presidentes da Província, este estudo mapeia várias questões subjacentes à política indigenista do Império. Em anexo, traz uma transcrição do "Parecer" de Ricardo Franco de Almeida Serra sobre os Guaikuru e Guaná (1803) e um ofício do Presidente da Província de MT sobre a criação da Diretoria Geral dos Índios (1846), com informações sobre os povos indígenas da Província

              VASCONCELOS, Claudio Alves de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-972(=1-82) / O48r / 1974 · Item · 1974
              Parte de Bibliográfico

              A antropóloga mexicana Josefina Oliva de Coll fala neste livro dos índios que habitavam as regiões ao sul do Rio Grande. Ela faz um apanhado dos principais focos de resistência, batalhas, massacres e guerra de guerrilhas organizadas pelos índios do México à Patagônia. Seu relato, pungente e emocionado, traz uma outra visão da história das Américas - a dos vencidos; A presente obra encontra-se em bom estado de conservação, contém, apenas, algumas manchas amareladas causadas pelo tempo

              OLIVA DE COLL, Josefina
              A sombra de Hervaes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.172 / C824s / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              A terceira caixa com três livros da coleção “Documentos para a história de Mato Grosso do Sul” O conjunto contém reedições de originais publicados no século passado dos volumes: Ulrico Schimidl no Brasil Quinhentista; Na Era das Bandeiras – Affonso Taunay; e À Sombra dos Hervaes – Virgílio Correa Filho; A coleção resgata a história de Mato Grosso do Sul. As obras, de grande valor científico e cultural, são consideradas raras pelo conteúdo apresentado, pela antiguidade e número de publicações existentes. “Esta coleção está selecionando livros e documentos impressos que são de fundamental importância para a escrita da história de Mato Grosso do Sul sob um olhar sul-mato-grossense”, Para o professor, a disponibilidade bibliográfica sobre o Estado foi feita sob o olhar paulista e mato-grossense e a coleção se propõe a mostrar um outro contexto do momento vivido

              CORRÊA FILHO, Virgilio
              A transformação histórica do Tocantins
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).089 / T772 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              No momento histórico atual, em que a crescente globalização parece nos levar a uma visão cada vez mais homogeneizadora (universal) da humanidade, vivem-se também movimentos heterogeneizadores (particulares) da história e da cultura. Para uma região como Tocantins, cuja população vivenciou mais de dois séculos de isolamento, esta mundialização aconteceu com as transformações advindas da criação do Estado em 1988. No entanto, que histórias foram feitas durante aqueles duzentos anos que contribuiram para formar o atual Tocantins? O presente livro é uma tentativa de dar algumas respostas para esta questão

              GIRALDIN, Odair (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.22 / M382v / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, a autora deslinda alguns dos segredos da formação do Estado no Brasil oitocentista. Ela percebe que no Conselho de Estado havia diálogo entre o pensamentodo governo e os interesses dos grupos dirigentes e suas vastas redes clientelares provinciais. Acompanhando o dia-a-dia daquela espécie de assembléia de notáveis, é demonstrada a possibilidade de coexistência de aspectos informais com as estruturas formais de ordenamento político e social

              MARTINS, Maria Fernanda Vieira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L628V / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Esta tese tem como objetivo tentar reconstruir a história da viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, obra em três volumes, publicada pelo artista francês Jean-Baptiste Debret(1768-1848), entre 1834-1839

              LIMA, Valéria Alvez Esteves
              Acta final
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2492 / 1968 · Item · 1968
              Parte de Bibliográfico
              Aldeias Guarani Mbya na cidade de São Paulo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbiá / A357 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias

              TRONCARELLI, Maria Cristina
              Amazônia: etnologia e história indígena.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / A489 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              Importante coletânea traz 15 estudos sobre história, organização social, cosmologia e natureza, enfocando várias sociedades indígenas na Amazônia. Na parte sobre "História e Historicidade", destacam-se os trabalhos de Terence Turner sobre a relação entre história e cosmologia entre os Kayapó, de Bruna Franchetto sobre os discursos cerimoniais dos Kuikuro e de Rafael Menezes Bastos sobre a relação entre música e história entre os Kamayurá. Os textos ilustram de forma representativa algumas das tendências atuais da antropologia histórica

              CASTRO, Eduardo Viveiros de
              Anais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-375.42(81):061.3 / S471a / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico