Guarani
249 Descripción archivística resultados para Guarani
Investiga as origens e os desdobramentos do conflito "branco-índio" na região de Bauru
Sin títuloCartilha sobre a IV Assembléia Nacional da Ñemboaty Guasu Guarani para subsidiar as comunidades Guarani nos novos desafios políticos
Índios Gurarani colhendo algodão
Sin títuloCasa de índio Guarani
Sin títuloFamília Guarani em frente a casa
Sin títuloFamília Guarani em frente a casa
Sin títuloMulher Guarani com crianças
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloÍndia Guarani fazendo esteira
Sin títuloÍndia Guarani fazendo esteira
Sin títuloMulher idosa Guarani fiando algodão
Sin títuloMulher idosa Guarani fiando algodão
Sin títuloMulher idosa Guarani fiando algodão
Sin títuloMulher idosa Guarani fiando algodão
Sin títuloFamília Guarani em frente a sua casa
Sin títuloFamília Guarani em frente a sua casa
Sin títuloHomem Guarani com aproximadamente 65 anos
Sin títuloHomem Guarani com aproximadamente 65 anos
Sin títuloHomem Guarani com aproximadamente 65 anos
Sin títuloMulher Guarani com aproximadamente 31 anos
Sin títuloMulher idosa Guarani com aproximadamente 75 anos
Sin títuloMulher idosa Guarani com aproximadamente 75 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
Sin títuloMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
Sin títuloMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
Sin títuloMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
Sin títuloMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
Sin títuloDuas professoras com uma índia Guarani
Sin títuloDuas professoras com uma índia Guarani
Sin títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sin títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sin títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sin títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sin títuloCrianças Guarani brincando no recreio depois das aulas
Sin títuloÍndio Guarani transportando uma tora de madeira numa carreta de bois
Sin títuloTora de madeira sendo transportada para casa das máquinas
Sin títuloVista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro
Sin títuloCasa de índio Guarani
Sin títuloÍndio Guarani de Araribá com colar de sementes de milho e chocalho
Sin títuloÍndio Guarani de Araribá com colar de sementes de milho e chocalho
Sin títuloNa trilha da cidadania reúne 14 iniciativas voltadas para a promoção dos direitos dos povos indígenas, desenvolvidas por suas próprias comunidades ou com sua decisiva participação. São experiências premiadas ao longo dos oito ciclos anuais de premiação do Programa Gestão Pública e Cidadania, realizados entre 1996 e 2003
Sin títuloPublicação sobre músicas indígenas dirigidos a professores, educadores musicais e demais interessados pela temática indígena
Sin títuloTrata sobre a degradação do ecossistema onde vivem as comunidades indígenas Guarani, o aleitamento materno, a prevalência de anemia, parasitose intestinal e infecção múltipla
Sin títuloFilme documentário da Seção de Estudos do SPI sobre os postos Curt Nimuendajú e Icatú (ex-Araribá) na IR5, em São Paulo, onde está localizado o grupo indígena Kaingang. As sequências das imagens mostra o cotidiano desses postos, como a criação de gado, a vida agrícola, criança na escola, como algumas sequências de mulheres indígenas na lavoura de café e no trabalho de tecelagem. Imagens de mapas: 345 Postos Indígenas de Atração / 12 Postos Índigenas de Tratamento / 40 Postos Indígenas de Nacionalização / 08 Postos Indígenas de Criação / 12 Postos Índígenas de Fronteira. Num total de 09 Inspetorias Regionais do SPI e 106 Postos Indígenas
Sin títuloFruto subsidiário de uma pesquisa sobre o universo botânico dos Kaiowá, este livro reúne um grande número de cântigos, narrativas e depoimentos de índios enfocando sobretudo o tema da origem dos Kaiowá e de suas práticas culturais. Apesar de um índice temático abrangente, o livro é difícil de manusear e de apreciar. Há informações e perspectivas interessantes sobre a história dos Kaiowá, porém o organizador não deixa claro quem são os narradores, que ficam diluídos numa categoria geral de “informantes”. Ainda assim, conforme salienta Sílvia Carvalho na orelha do livro, a obra tem uma escala monumental que reflete a longa experiência do organizador entre os índios e, ademais, através da colaboração do tradutor Kaiowá Aniceto Ribeiro, a edição bilíngue contribui para colocar um material ao alcance de estudantes indígenas.
Sin títuloO livro apresenta um panorama das coleções plumárias do acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos plumários entre os indígenas e sua comunicação em exposições de divulgação científica. O sentido da arte plumária para seus produtores é o de pôr em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito. Apreciar este rico acervo, imobilizado e em conjunto, permite contrastá-lo e perceber as mudanças de estilos e finalidades e as transformações da própria sociedade indígena quando em contato com outras etnias ou com o branco. Dispostos assim no tempo, esses artefatos nos fazem ver que os índios têm história e que ela foi sempre a história do contato
Sin títuloPor Província do Paraguai entendeu-se de meados do século XVI a meados do século XVIII um vasto território, abrangendo as atuais República do Paraguai e partes da Argentina, Brasil e Uruguai. Nele, desenvolveu-se um extraordinário projeto social, envolvendo padres jesuítas e índios guaranis
Sin títuloEm edição bilíngue – português e guarani –, Olívio Jekupé conta a história de Vera, um indiozinho que queria estudar na escola dos não índios. As aquarelas de Rodrigo Abrahim captam a atmosfera alegre e corajosa dos indígenas, em sua luta para defender-se dos não índios
Sin títuloLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
Sin títuloMito da terra sem males dos índios Guarani
Sin títuloNa primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, como mostrou Gonçalves Dias, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio. D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata. Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão. A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem. Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio. Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo. Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar "in loco" contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado. Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro (a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília) consegue heroicamente salvar Peri. Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés. Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo. Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor. O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses. Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas. A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira
Sin títuloÍndios Guarani trabalhando na máquina de cortar cana para alimentação dos cavalos
Sin títuloÍndios Guarani trabalhando na máquina de cortar cana para alimentação dos cavalos
Sin títuloÍndios Guarani consertando a estrada
Sin títuloPlantações de milho e algodão tendo ao centro crianças Guarani
Sin títuloFamília Guarani em frente a casa
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloMulher idosa Guarani
Sin títuloFamília Guarani em frente a sua casa
Sin títuloFamília Guarani em frente a sua casa
Sin título