Alguma vez você já ouvir falar que os nossos índios faziam poesia? Pois entre outras tantas revelações surpreendentes sobre a vida, a cultura, os costumes e o sofrimento dos nossos índios, você vai descobrir, nesse livro, que eles também eram poetas, com sensibilidade para cantar o amor, a esperança e a dor, como neste poema sobre a morte de uma criancinha.; A pequena rede de Akéle está vazia. A mãe como cestinho trançado saio para o monte. Akéle está com frio mas não treme. Tem medo mas não chora. Está só mas não foge. Atrás de grande Pedra Negra desponta a lua e vê Akéle. Somente o tigre o esquenta com seu hálito. A mãe volta à cabana em silêncio. Olha a lua alta sobre o monte. A pequena rede está vazia; só um raio de lua a faz balançar.; Nossos índios sempre tiveram muitas coisas para nos ensina
SAMPAIO, Mário ArnaudGuarani
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Fruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
CHAMORRO, GracielaNessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos
CLASTRES, PierreEstudo do acervo de imagens do Museu das MissOes de São Miguel, RS, a dissertação faz uma reflexão sobre a “mestiçagem cultural” que estes objetos sugerem. A dissertação traz a reprodução fotográficas de uma parte do acervo
BOFF, ClaudeteLenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua
JEKUPÉ, OlívioInvestiga as origens e os desdobramentos do conflito "branco-índio" na região de Bauru
LIMA, João Francisco TideiO livro apresenta um panorama das coleções plumárias do acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos plumários entre os indígenas e sua comunicação em exposições de divulgação científica. O sentido da arte plumária para seus produtores é o de pôr em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito. Apreciar este rico acervo, imobilizado e em conjunto, permite contrastá-lo e perceber as mudanças de estilos e finalidades e as transformações da própria sociedade indígena quando em contato com outras etnias ou com o branco. Dispostos assim no tempo, esses artefatos nos fazem ver que os índios têm história e que ela foi sempre a história do contato
DORTA, Sonia FerraroA partir da leitura das cartas Anuas dos jesuítas, o autor documenta a trajetória desta redução que enfrentou as incursOes dos bandeirantes e a resistência dos Guarani ao modelo colonizador. O trabalho inclui mapas e tabelas bastante informativos
SOUSA, Neimar Machado dePublicação da dissertação de mestrado do autor, o livro enfoca uma das missões jesuíticas na Província do Itatim. Ao sublinhar a ação das lideranças e xamãs Guarani, o autor aborda a resistência indígena nesta área de fronteira da América Espanhola, área que envolveu também a presença de sertanistas oriundos da América Portuguesa
SOUSA, Neimar Machado deMito da terra sem males dos índios Guarani
Alencar, Jakson deEm edição bilíngue – português e guarani –, Olívio Jekupé conta a história de Vera, um indiozinho que queria estudar na escola dos não índios. As aquarelas de Rodrigo Abrahim captam a atmosfera alegre e corajosa dos indígenas, em sua luta para defender-se dos não índios
JEKUPÉ, Olívio“Principal maloca do aldeamento Maraú.”
“Principal maloca do aldeamento Maraú.”
Continuação do vídeo 29. Imagens de interior de casa, índios conversando, índia comendo, índia descascando legumes e conversando, crianças brincando e correndo dentro da casa. Crianças em volta da índia mais velha da aldeia. Índia de novo descascando legu
Trabalho produzido pela Comunicação Social/Sacd para o Jornal Museu ao Vivo no. 18. Vista da terra indígena dos Guarani da Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo. Imagens de crianças Guarani tomando banho da água que cai da caixa d'água. Casa in
Grupo de alunos da escola indígena durante o hasteamento da Bandeira
FOERTHMANN, HeinzGrupo de alunos da escola indígena durante o hasteamento da Bandeira
FOERTHMANN, HeinzGrupo de alunos da escola indígena durante o hasteamento da Bandeira
FOERTHMANN, HeinzGrupo de alunos da escola indígena durante o hasteamento da Bandeira
FOERTHMANN, HeinzApresentação do ritual xâmanico Xondaro dos índios Guarani da aldeia Sapucay de Angra dos Reis nos dias 19 e 20 de abril de 2013 em virtude da comemoração do dia do índio e dos 60 anos do Museu do Índio
Esta tese busca compreender a construção dos relacionamentos entre os índios estabelecidos no sul da América e os portugueses. Estes, durante a segunda metade do século XVIII, empreenderam uma vigorosa tentativa de expansão das suas fronteiras com o fim de aumentar os seus domínios americanos. Para viabilizar tal expansão, os portugueses valeram-se do expediente de buscar entabular relações amistosas com as populações indígenas, para com isto possibilitar o seu estabelecimento na região. Além entabular relações amistosas com as populações indígenas, os portugueses também buscavam atrair para os seus domínios os índios vassalos do Rei de Espanha, principalmente os habitantes das missões jesuíticas situadas na margem oriental do rio Uruguai. Com tal estratégia, pretendiam aumentar as suas forças na região e, paralelamente, debilitar as espanholas. Para atrair os índios, os lusitanos desenvolveram uma série de políticas, chamadas genericamente de "bom tratamento", as quais deveriam convencê-los da superioridade dos portugueses em relação aos espanhóis. Perceber, portanto, como os índios que eram alvo destas disputas por vassalos utilizaram aquelas políticas para satisfazer os seus próprios interesses é a principal questão colocada neste trabalho
GARCIA, Elisa FruhaufPor Província do Paraguai entendeu-se de meados do século XVI a meados do século XVIII um vasto território, abrangendo as atuais República do Paraguai e partes da Argentina, Brasil e Uruguai. Nele, desenvolveu-se um extraordinário projeto social, envolvendo padres jesuítas e índios guaranis
FELKER, ReginaldPublicação que trata de captar, através de alguns aspectos fundamentais da cultura, a maneira pela qual se chocam a configuração cultural Guarani e as diversas formas de vida ligada à civilização ocidental
Schaden, EgonFolheto contendo contos dos índios Guarani, Kaingang, Waurá e Wayana
Continuação da fita MIVI045. Teatro infantil no pátio do Museu do Índio, com pintura facial nas crianças. Brincadeiras com crianças. Contador de História. Loja Artídia do MI. Criança Indígena. Carlos Augusto, antropólogo, manuseando a máquina de projeção
Imagens do Museu do Índio, escolas visitando o MI. Índios Guarani de Bracuí, do Estado do Rio de Janeiro, vendendo artesanato nos jardins do MI. Os troncos do Quarup, ainda no jardim maior, antes de ser transferido para o outro jardim. O índio Sampaim Kam
As antropólogas Sheila Sá e Elisabeth Bréa na sala de trabalho, no Serviço de Pesquisa. Casa de Reza Guarani. Alguns funcionários no corredor do prédio de madeira. Vista do Museu. O antropólogo Carlos Augusto. Crianças visitando o MI. Os troncos do Quarup
Dia da criança no Museu do Índio. Entrevista com o índio Carlos Tukano. Ele conta histórias do seu povo, e em seguida senta com os visitantes para contar histórias de sua comunidade. Faz brincadeiras com as crianças, cantam e dançam. Oficina de origami, n
Atividades do Museu do Índio. Inauguração da Roça. Atividade para a Terceira Idade. O índio Maksuara faz palestra no auditório do Museu do Índio. Exposição “Cada Povo Tem Seu Jeito De Viver” e Exposição dos Índios Yanomami, no jardim. Oficina de argila, b
Apresentação de Peça Infantil no Museu no Índio, em comemoração ao mês do índio (abril). Muitas crianças na platéia assistindo a peça. Visitantes no Museu do Índio. O Índio Marcelo Guarani, da aldeia Boa Esperança, no Espirito Santo, fazendo atividades co
O índio Marcelo Guarani canta e conta histórias para estudantes, dentro da Casa Guarani, construída no jardim do MI. Imagens de peças de cerâmica do acervo do Museu do Índio. Imagem do laboratório de restauração, jardim do MI, imagem do busto de Rondon no
A cartografia é uma linguagem ilustrativa que permite mostrar a espacialização da ocupação de um território em diferentes temas e épocas. É por tanto uma ferramenta que, na forma de mapa ou Atlas, permite análises e reflexões, levando; ao conhecimento e orientando na tomada de decisões. Assim a pesquisa, que fundamenta este trabalho, busca validar o uso da cartografia na educação ambiental,como instrumento de gestão ambiental, em terras indígenas. Este trabalho relata o processo participativo que envolveu professores, alunos, lideranças e outros moradores; da Aldeia Te’ýikue, localizada na região sul do Estado de Mato Grosoo do Sul, bem como, professores e pesquisadores da Universidade Católica Dom Bosco-UCDB vinculados ao Programa Kaiowá/Guarani e ao Núcleo de Estudos e Pesquisas de Populações Indígenas-NEPPI, e que culminou na elaboração do “Atlas Sócioambiental da Terra Indígena Te’ýikue”. Contou com o apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente-FNMA, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, por meio dos recursos; financeiros provenientes do Projeto “Plano de Gestão Ambiental na Área Indígena de Caarapó”. A pesquisa desenvolvida teve por objetivo criar um instrumento de apoio ao trabalho desenvolvido nas escolas indígenas da Aldeia e de subsídio à comunidade indígena nas reflexões acerca do território e sua gestão ambiental. Estudou-se o espaço físico, legalmente delimitado como terra indígena e ocupado pelos Guarani e Kaiowá,; abrangendo aspectos históricos e socioambientais que, ao final, foram expressos na; forma de um Atlas composto de mapas, textos e outras ilustrações. Os mapas buscam; representar a localização, abrangência e distribuição das ocorrências na superfície física.; Textos e ilustrações complementam os dados mapeados. A metodologia empregada envolveu levantamento bibliográfico e de campo, utilização de imagens aéreas e orbitais, georreferenciamento e geoprocessamento de dados, e oficinas realizadas em Campo Grande, e principalmente, em Caarapó na Aldeia
SMANIOTTO, Celso RubensCatálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Cury, Marília XavierMatéria jornalística de entrevista sobre índios, e em particular sobre os índios Guarani do Rio de Janeiro
“Toldo do Faxinal, [PR]. Candinho, cacique do toldo, e sua mulher.”
“Toldo do Faxinal, [PR]. Candinho, cacique do toldo, e sua mulher.”
“Toldo do Erechim, [RS]. Cacique do toldo.”
“Toldo do Erechim, [RS]. Cacique do toldo.”
O caderno de imagens é um trabalho concebido pelo Museu do Índio e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que tem por objetivo constituir um recurso didático para os professores utilizarem em sala de aula