Cultura indigena
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É fácil escrever alguma coisa sobre os Fulni-ô. Aparentemente Basta folhear as páginas da “Bibliografia Fulni-ô” no final desta coletânea para ter uma impressão imediata de que já foram produzidos muitos textos sobre os mais diversos aspectos de cultura, história, política e sociedade desse povo indígena. Então, não é novidade e muito original escrever alguma coisa sobre os Fulni-ô.; É difícil escrever sobre os Fulni-ô. Esta declaração não só se refere à política de diversos segredos culturais e linguísticos praticada pelos Ful-ni-ô, uma verdadeira barreira bastante eficiente para impedir conhecer muitos aspectos da vida indígena em Águas Belas, no Agreste pernambucano
SCHRÖDER, Peter(org)Catálogo produzido no âmbito do Projeto Índio no Museu, terceira edição, com os Iny Mahãdu
WHAN, ChangO livro apresenta uma compilação da legislação indígena municipal, estadual e brasileira e um ensaio fotográfico do povo guarani (Mbyá Guarani), de autoria do fotógrafo Danilo Christids. A obra destaca também a influência dos índios na formação de Porto Alegre e adjacências. Um exemplo é o título da obra, que destaca o lago Guaíba, importante referência da Capital cujo nome tem origem indígena; A existência territorial indígena no contexto urbano de Porto Alegre e a incomprensão dos índios em relação aos limites geopolíticos impostos pela sociedade são evidenciadas na publicação. De acordo com os autores, para os índios, elementos naturais como matas, florestas e rios são reconhecidos como base simbólica de suas vidas
PORTO ALEGRE. Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança UrbanaTratando dos Nambiquara, povo indígena habitante do Noroeste do Mato Grosso, e amparada por anos de pesquisa e vivência do cotidiano Nambiquara, a autora desta tese de doutorado analisa o papel do pajé (Wanintesu), importante membro da sociedade Nambiquara, através de seu discurso, enquanto elemento central do sistema social deste povo. Ela mostra como este, o pajé, é o principal mediador da cultura do grupo, e em seu papel, performático (e não institucional), como ele representa a resistência à desterritorialização representada pelo esquecimento de si e pela adoção da cultura ocidental.; Longe de ser apenas um estudo etnológico, embora não o deixe de ser, este livro nos traz outra concepção de sensibilidade humana, tão cara aos Nambiquaras
COSTA, Anna Maria Ribeiro F. Moreira da