Cultura material
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Compreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena
COSTA, Maria Heloisa FenelonHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
COSTA, Maria Heloisa FenelonApresenta a arte do trançado e a conduta cultural das populaçOes indígenas brasileiras
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Apresenta a arte do trançado e a conduta cultural das populaçOes indígenas brasileiras
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)Escrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período
COUTO, JorgeEstuda e analisa a cestaria dos índios Wayana Apalaí, inserida no contexto das culturas indígenas
VELTHEM, Lucia Hussak vanIconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana
VELTHEM, Lucia Hussak vanSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIAInterpreta e investiga a dimensão estética, a produção da teoria antropológica e a etnografia da arte indígena
PASSETTI, Dorothea VoegeliApresentação do Projeto Arte e Cultura Xokleng realizada pela Coordenação Regional do Litoral Sul - FUNAI entre os índios Xokleng. São mostrados os resultados de diversas oficinas de confecção de artesanato tradicional
Apresenta uma introdução da história da arte, seu significado histórico e estético. Define a arte pré-histórica, primitiva, americana, brasileira e caracteriza seus ambientes paleontológicos, grupos históricos e grupos tribais atuais
PINTO, Odorico PiresA publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Prodocult Krahô. O projeto, em parceria com a associação Centro Cultural Kàjre e com o grupo audiovisual Mentuwajê Guardiões da Cultura da aldeia Pedra Branca, surge da demanda dos Krahô em aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do Cerrado.
LIMA, Ana Gabriela Morim deVídeo didático apresentado pela servidora Diana Pinheiro Marinho que narra a história do museu passeando pelo jardim. Em seguida faz uma visita a exposição inaugurada em 1978, por ocasião da inauguração da sede na Rua da Palmeiras, e desmontada em 1991. E
Imagem de crianças visitando o Museu do Índio. Maricá, índio Kuikuru fala sobre os utensílios dentro da casa indígena, construída pelos Kuikuru. Imagens com detalhes, de uma casa indígena construída nos jardins do Museu do Índio, pelos índios Wajãpi. Imag
O catálogo é o resultado de oficinas de registro e documentação da arte da tecelagem praticadas pelas mulheres Tiriyó e Kaxuyana, realizada pelo Iepé em parceria com a Apitikatxi, com apoio do Museu do Índio/Funai e da Embaixada na Noruega no Brasil
Sua contribuição é fundamental para o estudo dos povos indígenas da Amazônia, seus mitos e suas lendas. Suas observações e relatos de viagem constituem uma importante fonte para a antropologia, a etnologia e a história indígena. Os mitos transcritos por Koch-Grunberg também foram utilizados por Mário de Andrade no seu Macunaíma – o herói sem nenhum caráter (1928), que transcreveu, às vezes literalmente, as narrativas registradas pelo etnólogo ao narrar muitos dos episódios vividos por Macunaíma e por outros personagens desse romance marco do modernismo brasileiro
KOCH-GRÜNBERG, Theodor