Descreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens
Sin títuloCosmologia
161 Descripción archivística resultados para Cosmologia
Relata uma descrição etnográfica generalizada dos índios Maku da AmazOnia brasileira
Sin títuloAnalisa o sistema médico Tupi-Mondé e o processo de administração das doenças com o uso de medicamentos tradicionais baseando na medicina ocidental
Sin títuloOs índios Tumbalalá do norte da Bahia são, como qualquer coletivo social, uma população heterogênea reunida em torno de memórias locais relativas à participação histórica nas redes regionais interindígenas de trocas; Essas redes de relações sociais que integram populações do médio, submédio e baixo Rio São Francisco são, simultaneamente, o vetor principal das etnogêneses na região, fonte de produção e reprodução de classificações cosmológicas e o lugar aonde é possível encontrar permanência, durabilidade e contigüidade morfológicas associadas a uma história regional de longa duração
Sin títuloEscrito entre dezembro de 1983 e abril de 1985, A Oleira Ciumenta é o mais recente trabalho de Lévi-Strauss. Neste livro ele percorre todo o pensamento mítico do continente americano, analisa a figura da ceramista (a oleira) e as relações deste seu ofício com a personalidade humana, em especial com o ciúme
Sin títuloHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
Sin títuloImportante coletânea traz 15 estudos sobre história, organização social, cosmologia e natureza, enfocando várias sociedades indígenas na Amazônia. Na parte sobre "História e Historicidade", destacam-se os trabalhos de Terence Turner sobre a relação entre história e cosmologia entre os Kayapó, de Bruna Franchetto sobre os discursos cerimoniais dos Kuikuro e de Rafael Menezes Bastos sobre a relação entre música e história entre os Kamayurá. Os textos ilustram de forma representativa algumas das tendências atuais da antropologia histórica
Sin títuloEsse livro apresenta a complexidade e beleza dos símbolos, dos rituais, das crenças e das cerimônias que compõem a religião baseada no uso do cipó sagrado utilizado pelas culturas milenárias indígenas da Amazônia para estimular a imaginação religiosa
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
Sin títuloA tese foca a interação do xamã indígena com o ambiente da metrópole onde se encontra, além de clientes, os grupos praticantes do denominado xamanismo urbano, ou neo-xamanismo - segmento peculiar do movimento Nova Era
Sin títuloEste livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena
Sin títuloPrêmio de melhor tese de doutorado no Concurso CNPq-ANPOCS de 2002, este livro oferece leituras instigantes de um vasto repertório documental. Dividido entre o século XVI e o XVII, entre o litoral e o sertão, entre os Tupi e os Kariri, entre a Antropologia e a História, o trabalho explora as múltiplas dimensões da tradução, não apenas no plano lingüístico como também (e sobretudo) no espaço do encontro entre horizontes cosmológicos distintos. Na primeira parte, ao refazer a trajetória do "profetismo tupi-guarani", a autora mostra a necessidade de reler as fontes à luz de uma crítica às leituras de outros estudiosos; na segunda, ao evocar a riqueza das missões do sertão nordestino, demonstra as possibilidades (e limites) do rico acervo de escritos missionários, que muito podem informar sobre a disputa entre índios e missionários em torno do poder simbólico
Sin títuloO texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff
Sin títuloFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
Sin títuloEsta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar
Sin títuloCatálogo da exposição organizada em torno do Quinto Centenário da viagem de Colombo, este livro inclui excelentes artigos que buscam introduzir o leitor leigo à temática indígena. Fartamente ilustrada, o livro torna acessível aspectos da história e da cultura das sociedades indígenas, mostrando a diversidade e a complexidade do tema
Sin títuloPor meio de considerações acerca do território, da economia, do parentesco, da organização política e da religião, a autora fornece uma visão geral das sociedades indígenas no continente sul-americano, chamando a atenção para semelhanças entre sociedades indígenas distintas
Sin títuloO DVD apresenta inicialmente a distribuição do livro "Tastevin, Parrissier: fontes sobre índios e seringueiros do Alto Juruá" de autoria da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha para em seguida exibir a palestra proferida pela supracitada autora. O evento
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
Sin títuloOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras e duas mesas redondas dadas entre os dias 21 a 25 e 28 a 31 de julho
Sin títuloO propósito deste trabalho é analisar um fenOmeno relativamente conhecido na cena pública do indigenismo brasileiro: as incursOes Xavante à sede da FUNAI, em Brasília; As incursOes Xavante se iniciam antes da ocupação de gabinetes no prédio, ainda na aldeia, não se podendo afirmar com certeza onde tais empreendimentos Xavante têm seu término. A melhor forma de se visualizar de modo típico-ideal o processo no qual se inclui a ocupação da FUNAI é um ciclo: ainda na aldeia constata-se a necessidade de se obter determinado tipo de bens (cargos, carros, combustível, dinheiro, etc), sonha-se com a viagem, expOe-se a necessidade de se viajar no conselho da aldeia e, a partir daí, faz-se o planejamento da viagem
Sin títuloAnalisa a posição particular da humanidade no universo Wayampi. Enfoca o domínio da pessoa do ponto de vista de seus elementos constitutivos. Descreve as concepçOes relativas à doença e analisa o contágio e a agressão xamanística
Sin títuloReflete sobre a complexidade do contato entre os indígenas colonizados e os europeus colonizadores. Verifica como dezesseis grupos indígenas, que habitam a região ao norte do Rio Amazonas, interpretam seu encontro com os brancos. Revela as representações simbólicas nativas sobre doenças infecciosas e trabalho indígena escravo. O volume dá voz ao indígena na história colonial, reconstrói as histórias de contato do ponto de vista do nativo e mostra o potencial dos índios brasileiros de se apropriar sócio-simbolicamente das instituições governamentais e das tecnologias de comunicação
Sin títuloEssencialmente uma etnografia dos Karipuna, este livro inclui uma problematização da história indígena, em dois sentidos: primeiro, na utilização de "dados históricos" sobre a região do Uaçá para mostrar como a dinâmica das relações interétnicas forneceu as condições para a configuração de identidades étnicas e para a manutenção de uma relativa autonomia dos povos indígenas; segundo, na utilização de histórias de vida e testemunhos indígenas para compreender como os Karipuna construíram concepções acerca da categoria de "misturados", a qual caracteriza a sua singularidade. O livro é muito bem ilustrado, não apenas com fotografias etnográficas contemporâneas mas também com algumas imagens antigas, inclusive do livro de viagem de Jean Mocquet (1617), com uma ilustração de mulheres Karipuna
Sin títuloSe até o início dos anos 60 muito pouco se sabia sobre o mundo indígena nas Guianas, nos anos 70 e 80, com o avanço dos estudos etnográficos, a região se via predominantemente caracterizada pelo minimalismo de suas instituições e pela xenofobia de seus povos. A imagem que surgia era a de sociedades demograficamente pequenas, geograficamente isoladas e com uma organização social extremamente simples. Essas sociedades passavam a ser conhecidas como atomatizadas e fechadas, compostas de grupos locais auto-suficientes
Sin títuloDepois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão
Sin títuloOs funerais Bororo engendram a cooperação vitalícia entre os índios em luto e os que lhes prestaram serviços cerimoniais. Ao final, celebra-se uma refeição, quando panelas fumegantes e bandejas com saborosos alimentos são alegremente oferecidas aos que, atuando como representantes dos mortos durante os funerais, são chamados de "almas". A Refeição das Almas estuda essa e outras práticas dos Bororo do Mato Grosso ao dispensarem cuidados aos mortos e enlutados
Sin títuloO mundo inacabado é prioritariamente uma etnografia. Sua aborgagem às questões mais fundamentais do pensamento pirahã sobre o mundo parte dos próprios conceitos e categorias deste povo amazônico; Procura novos caminhos para interpretar um material que, por diverso e diversidade em virtude de o diverso propor sempre novas questões para se pensarem os conceitos gerais e teóricos que orientam o debate antropológico; Ao tratar a ação como conceito que engloba tanto predação quanto produção, este livro é antes de tudo uma tentativa de síntese entre o que é, usualmente, considerado antiético e excludente: destruição/criação, exterior/interior, violência/pacificidade; Além de ser uma contribuição à etnologia amazônica, O mundo inacabado trata de questões centrais da antropologia, como a teoria da ação, a noção de corpolidade, a problemática relação entre natureza e cultura e a construção dos sistemas classificatórios
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