O vídeo educativo da TV Bandeirantes, entrevista o antropólogo Carlos Augusto da Rocha Freira, do Museu do Índio, que expõe sobre a programação da Semana do Índio de 1999, e comenta também, sobre o acervo do Museu do Índio. O Jornal Sala e notícias da TV
Canto
175 Descrição arquivística resultados para Canto
Madrugada. Morte da onça pintada
Sem títuloMeia-noite. Primeira flauta, experimentando taquaras, fez zero, pedindo para ararinha e passarinho tocar, experimentar a flauta
Sem títuloMadrugada. Kamaywhalo (senhora) tinha criado uma arara vermelha no pé da justa-conteira
Sem títuloReza de Enore. Reza completa tem quatro partes: utyahaliti (espiritual), Enore, kore e Toloa. Essa só a parte de Enore
Sem títuloCanto de zolane meia noite. Formiguinha puxando ripa pra casa, Amolyahare, do outro lado do rio. Saracura colocou palha na casa. Morcego também. Terminaram a casa
Sem títuloMenina Taehirose, Zorezolose, chegando, bebendo chicha
Sem títuloZolane madrugada. Koyhalawa (pai do mato) em cima do pau, tirou fruta, jogou pra menina que tinha ido a roça apanhar mandioca. Marido Koymenare tinha ido caçar peixe. Pai do mato comeu a menina até o pescoço, ficou só a cabeça pra fora. Cabeça saiu rolando
Sem títuloOferecimento antes da entrada de zolane, oferecimento a Wakomone
Sem títuloZolane entrada, oferecimento de chicha, Zalakakwa, quarto canto
Sem títuloZolane meia-noite, kamayhie, cipume, waxinakolanero
Sem títuloZolane madrugada, toakayhore (folha=toakahanã)
Sem títuloZolane madrugada, zolane pedindo pra sair da casa. Pescaria. Sogra pedindo, chegando a hora. Zonoidy (gaviãozinho)
Sem títuloSaída de zolane, saída de zolane da casa. Amanhecendo, meninada acordando, indo banhar no rio, finalização de zolane.
Sem títuloTahihidyo (flauta ualalo de Marinho)
Sem títuloIyamaka no começo da festa chegando no terreiro. Alyauhete, Zomoyhete, embaixo da figueira. Andorinhas rodeando, cocar balançando
Sem títuloBicho chegando, filho do veado
Sem títuloKaymare, oferecendo peixe
Sem títuloZalukaweyrore bateu com borduna, raio, quebrou a trava das sereias
Sem títuloMulher Zaulowekolo
Sem títuloMulher Makwanero
Sem títuloCanto de amore
Sem títuloAconselhamento ritual
Sem títuloCanto de zeratyalo
Sem títuloCanto de zolane
Sem títuloCanto de zolane
Sem títuloCanto de iyamaka
Sem títuloWazare historia ponte de pedra
Sem títuloZolykixiho, irmão mais novo tendo relação com a própria irmã. Queriam mata-los. Fugiram. “quem esta fazendo o cesto bonito pendurado?”. Pode entrar. Entraram. Pegou fogo porque tinham pecado. Escaparam do fogo e seguiram. Viram passarinho, flechou ele, mas errou, flecha caiu em cima da cobra. Guri foi atrás da flecha, gritou, jogaram ele para cobra comer. Correu, cansou. Deixou o outro irmão, cobriu, pediu pra queimar que ira virar milho. Correu, encontrou o avô, mudou de aldeia, queimou o irmão. Criou milho do dente, cara do saco, amendoim da unha, urucum do sangue, cebola do olho, cabaça da cabeça, cana dos braços. Ossada criou todas as plantas. Kolayberone (irmão mais velho). Mazerohoko (avó do menino que virou milho)
Sem títuloEntrada de zolane. Um velho, entrando na casa da velha, sem pedir licença, com uma flautinha. Avó (Alaulydio)
Sem títuloIyamaka dos antigos. Velho cego, mulher dele chamada Mazero. Comeram a anta dele, ficou bravo, fechou a casa, mulherada passou frio
Sem títuloCanto da formiga, zokozoko
Sem títuloMadrugada
Sem títuloCanto de xihali
Sem títuloCanto de zolane. Halo-halo, viram a arvore, pessoal chorando
Sem títuloCanto de imokolo, Matinhaye engulido por Zoloizokemae
Sem títuloCanto de entrada de zolane na casa. Iyanakakware
Sem títuloAprendeu com João Batista Zoloizomae
Sem títuloMúsicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
Sem títuloCantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Flauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sem títuloMúsicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
Sem títuloFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sem títuloFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sem títuloFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sem títuloReza de waloko. Reza quando banha com waloko (espuma) durante a festa
Sem títuloCanto de chegada de txeyru no terreiro. Roubo das flautas de Kaymare
Sem títuloCanto de amore meia noite (maior flauta, grande). Neta viu justa-conta (árvore) do vô dela, brilhando. Kyzokare (avô) e Tomayero (menina)
Sem títuloChegada no terreiro. Flauta de Kalaytewe ta chegando, bebedor de chicha de fruta
Sem títuloMesma música de txeyru cantada no ritmo de ualalosé
Sem títuloCanto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar
Sem títuloReza de zeratyalo. Como surgiu o algodão (enfeites da flauta), pena de arara vermelha, cascavel, surucucu são cuidadores da flauta
Sem títuloReza de zero. Nare saindo com flauta zero, dançando, cantando bem bonito. Wazare ficou triste, não saiu tão animado
Sem títuloCanto de amore. Pessoal chegando das aldeias Mataloza, Kotyaza, Alohete
Sem títuloReza de oferecimento para amore. Oferecendo beiju, chicha, tatu, para amore e teixykhare. Pra ser dono tem que cuidar bem, a família toda
Sem títuloCanto de zolane meia noite. Takazaurero tinha um filho, Zozomakwane (bebê), mãe acanhou leite materno, por isso bebe criou asas e saiu voando
Sem títuloZolane madrugada. Ema andando na beira do rio e sucuri sondando. Correu, escutando assobio da sucuri. Ganharam flecha dele
Sem títuloZolane entrada, gafanhoto, terceiro canto
Sem títuloZolane meia-noite, sequencia da história de Xinikalore, Waidiatyare
Sem títuloZolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Joãozinho sogro de antonio. Haliti wayese. Caçando pra festa, recebem as pessoas. Comeram sem oferecer, yakane subiu e comeu a todos
Sem títuloZolane madrugada, Kazaulonehena, Mayzolo e Zamore (morros sagrados, lugares sagrados de onde chamam para curar)
Sem títuloXihali. Amorekokoytoli. Gaviãozinho vindo pra pegar pintura, desenho. Kokoy
Sem títuloChegada de iyamaka para tomar chicha no terreiro. Onekinwhaeta. Debaixo do rio, vem vindo, tomando chicha de abacaxi e não fica embriagado
Sem títuloWakomone descendo com pozinho (xirixiriroré, faquerero, olokomayho) da pedra de quando rachou pedra com o raio, respeitar a festa para tomar chicha debaixo da figueira
Sem títuloIyamaka madrugada. Enokwa (céu). Zokowikwa, Halatakwa weteko (aldeia de Enore)
Sem títuloDos antigos. Alaulydio
Sem títuloKolayberone, Matayahore
Sem títuloCanto de zolane
Sem títuloCanto de zolane
Sem títuloCanto de iyamaka
Sem títuloCanto historia de Wazare amanhecendo
Sem títuloZozolokero (mãe). Bebê ficou sem espírito. Enore colocou o espírito e criou ele de novo. Enore diz que ele só vai sobreviver junto com ele. Mãe só fica fazendo chicha e oferecendo
Sem títuloEnoharese pintando borduna debaixo da figueira. Duas meninas vem vindo fugindo da mãe da água. Makalikwalo e Makuyalo (nome das meninas). Colocou elas como um esteio, no alto, Enoharese cuidando embaixo. Mae dagua (Himesezaulohare) vem vindo atrás. Bateu borduna na agua e matou ela. Meninas pediram pra ficar com ele, que salvou elas. Ele aceitou, mas condição de ficar fazendo chicha e oferecendo porque salvou a vida delas. Foram morar com Enore
Sem títuloCanto de saída de zolane do jeito que os antigos cantavam . Meu pai, meu tio, meu avô já dormiram. Estou com sono, vamos dormir
Sem títuloXinikalore. História da onça. Irmãos viviam com a avó. Decidiram vingar a morte dos pais que a onça e o gavião tinham comido. Velha era cega. Alama, costela grudada no jatobá. Sangue da onça, queimaram a casa, criou os Nambikwara e os negros. Toakayhore, subiram no carretel flechando a figueira
Sem títuloEheroware, dono dos desenhos. Netos azedaram peixe e pediram para ele descer do céu e ensinar os desenhos. Comer na vasilha para não esquecer os desenhos. Kamayhie só que aprendeu pois comeu na vasilha. História de tohidy e abali
Sem títuloToakayhore (1º vivente). Toaka (folha). O cunhado, Eheroware, perguntou sobre o espírito que manda
Sem títuloZalatoré. Pessoas invadindo, levou miçangas, pode passar. Koxikwahete, Marikwahete (aldeias). Zalatoré escapou da guerra, trocaram mulher para acabar com a guerra
Sem títuloIyamaka dos antigos. Zoymanare. Flauta de pedra, mulher podia ver, era igual brinquedo
Sem títuloCanto de tiyrama, Korekwahete, Morekwahete
Sem títuloCanto de amore. Arara ajuntando terra pra marcar território, fazendo um morro. Halawa, kalo (arara vermelha)
Sem títuloChegada dos festeiros (manati), pedindo respeito, convidando, recebendo, dando conselho. Harekahare vai fazer o convite nas outras aldeias. Conversa entre dono de festa e festeiros é cantada, musicada, ritmada
Sem títuloCanto de zolane amanhecendo
Sem títuloAmanhecendo. Gavião foi vingar a morte matando a cobra. Desenhos na pele com jenipapo
Sem títuloAmanhecendo. Tinha um pasarinho (bombinha) cantando. Zatyama. Kokotero
Sem títuloReza do zolane oferecendo chicha. Dois irmãos que não erram flechadas, as rezas contam a história deles, de cada um deles. Foram lá no céu, pra testar, colocaram uma anta pra ele flechar, ratinho virou anta
Sem títuloReza de xihali. Beouro-pessoa, genro dele matou ele, sobrou só três, por isso só tem três xihali que tocam juntos
Sem títuloCanto da história de Wazare saindo da pedra. Himazahare. Zokozokoiro
Sem títuloWarere saiu da Chapada do Itamarati, depois que juntou com haliti. Iranxe saiu com flauta zero
Sem títuloCanto de amore do final, terminando, guardando na casa de flautas. Já ganharam carne, beiju, vai guardar. Antes do zolane pedindo respeito ao zolane, dando conselho. História do roubo de iyamaka, mulherada rouba flautas de Kaymare (lua), as mulheres Zozolokero, Taywenamalo, Kozaulotyolo
Sem títuloCanto de zolane saindo da casa. Na roça, nambuzinho (pássaro) cantando, amanhecendo. Zolozolo (abelha). Urucum ta plantado, florescendo, beija flor chegando e chupando a flores
Sem títuloZolane entrada, final da entrada, oferecimento
Sem títuloZolane meia-noite. Toakayhore
Sem títuloZolane madrugada, Tawenamalo, Zozolokero, Kaymare, Taemaylozozonekero. Mãe embebedou o filho Kaymare e fugiu com sua iyamaka
Sem títuloHistória de Kaymare e Oloyalo. Mexeu na irmã, queria matar, fugiu
Sem títuloIyamaka chegando na porta da casa
Sem títuloCanto de zeratyalo
Sem títuloMenina com saudade de Waymare, que é um pássaro, espírito
Sem títuloEntrada de zolane na casa. Kalaytewe, "que bicho ta entrando de noite? No escuro? Nosso tio Kalaytewe entrando meia noite, tem o nariz vermelho igual caju"
Sem títuloXinikalore
Sem título