Livro que apresenta os cantos do repertório mõgmõgka dos povos gaviões-espíritos. Os autores dos cantos são os pajés, os jovens professores bilíngues, os ilustradores, as mulheres e as lideranças tikmü`un, povos falantes da língua Maxakali, que hoje vivem em quatro terras ao nordeste de Minas Gerais. Também compóe o trabalho um DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e um filme sobre o longo processo de gravação deste repertório que acompanham o volume
Tugny, Rosângela Pereira (estudo, organização & versão final)Canto indígena
82 Descrição arquivística resultados para Canto indígena
Gravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioCantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioCantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai na Missão Salesiana de São Marcos de Mato Grosso em 1961, com os índios Xavántes. Esta presente na gravação o cacique Xavánte chamado Apoena. Há também o canto de índios Tiriyó gravado pela irmã Luzia na Missão dos Tiriyós em 1969. Passagem das Gravações didáticas nº14, 1969. Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras. Cadeira de Antropologia
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
AYTAI, DesidérioDocumentário mostrando o cotidiano dos índios Txukahamãe
Gravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
AYTAI, DesidérioLivro contendo contos dos índios Maxakali
Tugny, Rosângela Pereira [Estudo & organização]Faixa 1: (03 seg. - 1 min.) Ilustrações para a palestra sobre a música Xavánte. Fonograma nº1.; (1 min. 01 seg. - 1 min. 57 seg.) Uso da [pentatônica?]. Transcrição número 13 do livro de [Bela Barto?] [?].; (1 min. 58 seg. - 2 min. 22 seg.) A escala [pentatônica?] usada nesta peça é a seguinte.; (2 min. 23 seg. - 2 min. 55 seg.) Fonograma 74. Exemplo para uma melodia composta com três sons.; (2 min. 56 seg. - 3 min. 27 seg.) Fonograma 75. Exemplo para uma melodia composta com cinco sons.; (3 min. 31 seg. - 6 min. 35 seg.) Cento e vinte e um. Uma melodia composta de um único tipo de som. Número 121. 14 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e comigo estão Jerônimo e Paulo que vão cantar o canto do [?]. Diga mais uma vez melhor, como é que é? [?]. Agora foi, disse certo. E este é um canto que esta cantado junto com aparelho, um instrumento musical que é uma vara de buriti de mais de 2 metros de comprimento e uns 5 centímetros de diâmetro. Na ponta superior da qual está fixado um punhado 8,9 até 11,12 cascos... De que animal? Cascos de servo. Amarrados por um barbante de algodão e pintado de urucum. Agora eles dois vão executar este canto; (6 min. 40 seg. - 7 min. 47 seg.) Exemplo para uma melodia composta de dois sons. Número 14. Alexandre vai cantar aquele canto que usam quando a moça também na ocasião da festa da iniciação recebe um nome. Nome esta sendo escolhido pelo cunhado dela ou às vezes pelo pai ou irmão. Os meninos recebem um nome com três, quatro anos enquanto as moças recebem só quando estão sendo iniciadas. Quer dizer, na ocasião da puberdade.; (7 min. 55 seg. - 9 min. 01 seg.) Número 29.; (9 min. 03 seg. - 10 min. 29 seg.) Exemplo para a mudança dos compassos. Número 13. 14 de julho de 1969. Sangradouro. Vamos gravar cantos que Alexandre Xavánte vai cantar.; (10 min. 33 seg. - 11 min. 48 seg.) Exemplo para a estrutura progressiva e repetitiva. Número 28.; (11 min. 53 seg. - 14 min. 13 seg.) Exemplo para o valor semântico da sílaba i ou ri que significa tristeza, choro. Número 125. Jerônimo agora vai cantar um choro de saudade pelos mortos, sonhado por seu falecido tio [?].; (14 min. 17 seg. - 15 min. 41 seg.) [?] ou [?], canto do meio dia. Número 116. Jerônimo vai cantar um [?] sonhado por ele mesmo.; (15 min. 44 seg. - 17 min. 57 seg.) Canto de pedido de ajuda para a construção de uma nova cabana. Número 138. Vamos ouvir um canto Xavánte gravado na Missão de Sangradouro em outubro de 1975. 29 de setembro de 1975. Missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto
AYTAI, DesidérioMúsica e cantoria indígena Xavánte realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há um depoimento do cacique Apoena
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (03 seg. - 1 min.) Ilustrações para a palestra sobre a música Xavánte. Fonograma nº1.; (1 min. 01 seg. - 1 min. 57 seg.) Uso da [pentatônica?]. Transcrição número 13 do livro de [Bela Barto?] [?].; (1 min. 58 seg. - 2 min. 22 seg.) A escala [pentatônica?] usada nesta peça é a seguinte.; (2 min. 23 seg. - 2 min. 55 seg.) Fonograma 74. Exemplo para uma melodia composta com três sons.; (2 min. 56 seg. - 3 min. 27 seg.) Fonograma 75. Exemplo para uma melodia composta com cinco sons.; (3 min. 31 seg. - 6 min. 35 seg.) Cento e vinte e um. Uma melodia composta de um único tipo de som. Número 121. 14 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e comigo estão Jerônimo e Paulo que vão cantar o canto do [?]. Diga mais uma vez melhor, como é que é? [?]. Agora foi, disse certo. E este é um canto que esta cantado junto com aparelho, um instrumento musical que é uma vara de buriti de mais de 2 metros de comprimento e uns 5 centímetros de diâmetro. Na ponta superior da qual está fixado um punhado 8,9 até 11,12 cascos... De que animal? Cascos de servo. Amarrados por um barbante de algodão e pintado de urucum. Agora eles dois vão executar este canto; (6 min. 40 seg. - 7 min. 47 seg.) Exemplo para uma melodia composta de dois sons. Número 14. Alexandre vai cantar aquele canto que usam quando a moça também na ocasião da festa da iniciação recebe um nome. Nome esta sendo escolhido pelo cunhado dela ou às vezes pelo pai ou irmão. Os meninos recebem um nome com três, quatro anos enquanto as moças recebem só quando estão sendo iniciadas. Quer dizer, na ocasião da puberdade.; (7 min. 55 seg. - 9 min. 01 seg.) Número 29.; (9 min. 03 seg. - 10 min. 29 seg.) Exemplo para a mudança dos compassos. Número 13. 14 de julho de 1969. Sangradouro. Vamos gravar cantos que Alexandre Xavánte vai cantar.; (10 min. 33 seg. - 11 min. 48 seg.) Exemplo para a estrutura progressiva e repetitiva. Número 28.; (11 min. 53 seg. - 14 min. 13 seg.) Exemplo para o valor semântico da sílaba i ou ri que significa tristeza, choro. Número 125. Jerônimo agora vai cantar um choro de saudade pelos mortos, sonhado por seu falecido tio [?].; (14 min. 17 seg. - 15 min. 41 seg.) [?] ou [?], canto do meio dia. Número 116. Jerônimo vai cantar um [?] sonhado por ele mesmo.; (15 min. 44 seg. - 17 min. 57 seg.) Canto de pedido de ajuda para a construção de uma nova cabana. Número 138. Vamos ouvir um canto Xavánte gravado na Missão de Sangradouro em outubro de 1975. 29 de setembro de 1975. Missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto
AYTAI, DesidérioMúsica e cantoria indígena Xavánte realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há um depoimento do cacique Apoena
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
AYTAI, DesidérioFita 1: (2 seg. - 1 min. 52 seg.) K-7 número 1 - Karajá. Peça número 1. Canto Karajá cantado por homem. Cópia do disco Anthology in Brazilian Indian Music [?] by Harald Schultz and [?]. Lado 1.; (1 min. 55 seg. - 3 min. 08 seg.) Número 2 - Karajá. 14 de dezembro de 1976, em nossa casa em [Mont Mor?]. [?] Karajá vai cantar agora um [?], quer dizer um canto de crítica que foi descrito também no livro do Serviço de Proteção aos Índios "Índios do Brasil" segundo tomo.; (3 min. 13 seg. - 5 min. 35 seg.) Peça número 3K - Karajá. Agora, [?] continua cantando. Vai cantar outro [?] que é uma crítica que os Karajá de Fontoura fazem contra os [?]. Ele vai cantar este canto.; (5 min. 38 seg. - 6 min. 12 seg.) 21 de dezembro de 1974. [?] agora vai repetir a primeira parte do canto K-3 que é um [?]. (6 min. 13 seg. - 7 min. 27 seg.) Agora [?] vai cantar mais uma vez o canto K-2 e uma parte do canto K-3.; (7 min. 28 seg. - 9 min. 55 seg.) Canto K-4. [?] vai cantar agora um [?] cujo autor é [?] e que se refere a história de pacu que pulou fora da água e ficou enroscado num galho de uma árvore e depois ficou coberto de abelhas selvagens que fizeram seu cacho em volta do peixe.; (9 min. 56 seg. - 11 min. 14 seg.) Houve um pequeno erro no canto de [?] e ele esta querendo cantar mais uma vez o mesmo canto.; (11 min. 17 seg. - 12 min. 47 seg.) 4 de janeiro de 1977. [?] vai cantar agora um canto [?] cujo autor é desconhecido. Se trata de um canto bastante velho que se cantam na festa [?] e [?].; (12 min. 50 seg. - 12 min. 21 seg.) [?] vai cantar o canto K-6, o [?]. Um tipo de lamentação que a mãe daquela moça esta cantando que teve a primeira menstruação. Ela canta já no primeiro dia do acontecimento e canta dia inteiro. Pode haver variação tanto na melodia, como no texto, na letra, no canto e também [?] não sabe cantar com muita certeza porque o canto unicamente cantado por mulheres.; (14 min. 25 seg. - 15 min. 18 seg.) O fim de cada estrofe... o canto é cantado com muito pouco volume, muito baixo. E eu pedi a [?] para que ele cantasse o canto com mais volume na sua [?] total para facilitar a transcrição desta música.; (15 min. 22 seg. - 17 min. 11 seg.) 18 de janeiro de 1967. Esqueci de dizer a data para o canto K-6. Agora no mesmo dia vamos ouvir [?] cantar o canto K-7 que é um lamento de um velho Karajá que perdeu a mulher.; (17 min. 15 seg. - 17 min. 48 seg.) [?] vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam como canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (17 min. 51 seg. - 18 min. 38 seg.) 25 de janeiro de 1977. [?] vai repetir as primeiras três linhas do canto K-7 que é o lamento do homem.; (18 min. 42 seg. - 19 min. 21 seg.) [?] vai cantar agora o canto K-9 que é um [?].; (19 min. 24 seg. - 20 min. 26 seg.) [?] vai cantar o canto número K-10 que é um [?]. Um canto para dança. O autor é desconhecido, o canto é velho.; (20 min. 32 seg. - 26 min. 18 seg.) [?] vai cantar agora uma história referente ao arco-iris, naturalmente em língua portuguesa.; (26 min. 22 seg. - 29 min. 58 seg.) [?] agora vai cantar, vai contar uma lenda que se refere a um macaco. E há Karajás que se tornaram macacos. Faixa 2: (04 seg. - 58 seg.) 8 de fevereiro de 1977. [?] vai cantar o canto K-11 que é um [?]. (1 min. 03 seg. - 2 min.) O próximo canto é K-12, um [?].; (2 min. 05 seg. - 18 min. 42 seg.) 15 de fevereiro de 1977. [?] vai contar para nós o mito número 3, referente a origem da chuva. Primeiro em português, depois em Karajá.; (18 min. 46 seg. - 20 min. 55 seg.) [?] canta agora o K-13 que é um [?].; (20 min. 57 seg. - 30 min. 04 seg.) [?] vai contar agora o mito 4 que se refere a um segredo descoberto pelos [?].; (30 min. 05 seg. - 30 min. 14 seg.) [?] agora vai contar o mesmo mito em Karajá, mas na outra fita, porque esta já acabou
AYTAI, DesidérioFita 1: (2 seg. - 1 min. 52 seg.) K-7 número 1 - Karajá. Peça número 1. Canto Karajá cantado por homem. Cópia do disco Anthology in Brazilian Indian Music [?] by Harald Schultz and [?]. Lado 1.; (1 min. 55 seg. - 3 min. 08 seg.) Número 2 - Karajá. 14 de dezembro de 1976, em nossa casa em [Mont Mor?]. [?] Karajá vai cantar agora um [?], quer dizer um canto de crítica que foi descrito também no livro do Serviço de Proteção aos Índios "Índios do Brasil" segundo tomo.; (3 min. 13 seg. - 5 min. 35 seg.) Peça número 3K - Karajá. Agora, [?] continua cantando. Vai cantar outro [?] que é uma crítica que os Karajá de Fontoura fazem contra os [?]. Ele vai cantar este canto.; (5 min. 38 seg. - 6 min. 12 seg.) 21 de dezembro de 1974. [?] agora vai repetir a primeira parte do canto K-3 que é um [?]. (6 min. 13 seg. - 7 min. 27 seg.) Agora [?] vai cantar mais uma vez o canto K-2 e uma parte do canto K-3.; (7 min. 28 seg. - 9 min. 55 seg.) Canto K-4. [?] vai cantar agora um [?] cujo autor é [?] e que se refere a história de pacu que pulou fora da água e ficou enroscado num galho de uma árvore e depois ficou coberto de abelhas selvagens que fizeram seu cacho em volta do peixe.; (9 min. 56 seg. - 11 min. 14 seg.) Houve um pequeno erro no canto de [?] e ele esta querendo cantar mais uma vez o mesmo canto.; (11 min. 17 seg. - 12 min. 47 seg.) 4 de janeiro de 1977. [?] vai cantar agora um canto [?] cujo autor é desconhecido. Se trata de um canto bastante velho que se cantam na festa [?] e [?].; (12 min. 50 seg. - 12 min. 21 seg.) [?] vai cantar o canto K-6, o [?]. Um tipo de lamentação que a mãe daquela moça esta cantando que teve a primeira menstruação. Ela canta já no primeiro dia do acontecimento e canta dia inteiro. Pode haver variação tanto na melodia, como no texto, na letra, no canto e também [?] não sabe cantar com muita certeza porque o canto unicamente cantado por mulheres.; (14 min. 25 seg. - 15 min. 18 seg.) O fim de cada estrofe... o canto é cantado com muito pouco volume, muito baixo. E eu pedi a [?] para que ele cantasse o canto com mais volume na sua [?] total para facilitar a transcrição desta música.; (15 min. 22 seg. - 17 min. 11 seg.) 18 de janeiro de 1967. Esqueci de dizer a data para o canto K-6. Agora no mesmo dia vamos ouvir [?] cantar o canto K-7 que é um lamento de um velho Karajá que perdeu a mulher.; (17 min. 15 seg. - 17 min. 48 seg.) [?] vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam como canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (17 min. 51 seg. - 18 min. 38 seg.) 25 de janeiro de 1977. [?] vai repetir as primeiras três linhas do canto K-7 que é o lamento do homem.; (18 min. 42 seg. - 19 min. 21 seg.) [?] vai cantar agora o canto K-9 que é um [?].; (19 min. 24 seg. - 20 min. 26 seg.) [?] vai cantar o canto número K-10 que é um [?]. Um canto para dança. O autor é desconhecido, o canto é velho.; (20 min. 32 seg. - 26 min. 18 seg.) [?] vai cantar agora uma história referente ao arco-iris, naturalmente em língua portuguesa.; (26 min. 22 seg. - 29 min. 58 seg.) [?] agora vai cantar, vai contar uma lenda que se refere a um macaco. E há Karajás que se tornaram macacos. Faixa 2: (04 seg. - 58 seg.) 8 de fevereiro de 1977. [?] vai cantar o canto K-11 que é um [?]. (1 min. 03 seg. - 2 min.) O próximo canto é K-12, um [?].; (2 min. 05 seg. - 18 min. 42 seg.) 15 de fevereiro de 1977. [?] vai contar para nós o mito número 3, referente a origem da chuva. Primeiro em português, depois em Karajá.; (18 min. 46 seg. - 20 min. 55 seg.) [?] canta agora o K-13 que é um [?].; (20 min. 57 seg. - 30 min. 04 seg.) [?] vai contar agora o mito 4 que se refere a um segredo descoberto pelos [?].; (30 min. 05 seg. - 30 min. 14 seg.) [?] agora vai contar o mesmo mito em Karajá, mas na outra fita, porque esta já acabou
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 41 seg.). 1969, Sangradouro. Vamos ouvir um canto cantado por Alexandre Xavánte. É um canto que ele mesmo fez em língua Xavánte, em louvor de nosso senhor e de São José; (1 min. 45 seg. - 3 min. 57 seg.) Canto também Xavánte em louvor de São José; (4 min. 01 seg. - 10 min. 58 seg.) Estamos em Sangradouro e de tarde, ao meu lado esta sentado Alexandre e eu perguntei: Alexandre... para explicar de onde que veio o milho. Ele vai explicar para nós, a história do milho; (11 min. 07 seg. - 21 min. 56 seg.) Agora, Alexandre vai contar uma história referente as estrelas.; (21 min. 59 seg. - 31 min.) 15 de julho de 1969, Sangradouro. Ontem à noite, Elisabete ensaiou duas vezes com vários moços Xavántes na igreja e conseguiu ensiná-los a cantar em duas vozes. Hoje cedo, na missa, já vão cantar enquanto Elisabete esta acompanhando com um velho harmônio. Vamos tentar fazer esta gravação daqui a cinco, dez minutos quando começar a missa das seis horas. (32 min. 30 seg. - 33 min. 20 seg.) 16 de julho de 1969. Estamos no quarto de hóspedes da missão Salesiana do Sangradouro e no quarto vizinho [?] no quarto do vizinho um forro. Estamos ouvindo falar um jovem Xavánte que catequista e esta dando ensinamentos religiosos a mulheres Xavántes em língua Xavánte. (33 min. 22 seg. - 38 min. 36 seg.) Julho de 1969. Estamos na escola Salesiana das meninas Xavántes. Elas estão cantando e dançando.; (38 min. 37 seg. - 44 min. 49 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro, à noite. Estamos entrando na aldeia Xavánte onde vários grupos dançam e cantam. Sua fase crescente e estamos ouvindo o canto do próximo grupo. Estamos a uns trinta, quarenta metros do primeiro grupo que canta. Estou vendo algum fogo. Agora paramos perto de uma outra choupana. Os moços, mais ou menos trinta ou quarenta, formaram um círculo de vão cantar já. Atravessando a praça redonda no meio das choupanas para chegar ao outro grupo formado por maiores moços. As estrelas são tão bonitas que só em Mato Grosso podem ser. Faixa 2: (7 seg. - 5 min. 36 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro. Continua o canto dos Xavánte na aldeia à noite. Vamos a um terceiro grupo, formado só por moços grandes. O grupo é bem menor. Os grupos são totalmente circulares, virando o corpo para o centro do círculo e inclinado um pouco para frente, abrindo os pés. E fazendo movimentos [?] com os joelhos. É impossível não acreditar que esta dança tenha a função principal de um exercício militar para reforçar a união do grupo dos jovens.; (5 min. 38 seg. - 7 min. 12 seg.) Como vai? Tá um pouco melhor? Tá mesmo? Já tomou injeção hoje? Na veia? A enfermeira picou. Doeu muito? Muito, muito? Mas, agora, aqui atrás não dói tanto? Dói menos? E aquela dor de cabeça, melhorou? Parou de tudo [sic]? Não tem mais nada na cabeça? Tem ainda um pouco? Mas melhorou bem, não? Precisa tomar mais remédio? Aqui dói ainda, aqui? Aqui dói? Não melhorou? Perna não dói? E barriga, não dói? Por que deu risada, rara, por quê? Não dói aqui? Dói pouco. (7 min. 14 seg. - 10 min. 35 seg.) No cruzeiro, quase no centro da aldeia, os Xavántes estão cantando agora a sua língua.; (10 min. 37 seg. - 19 min. 57 seg.) [Índio falando sobre a saúde dos índios].; (20 min. 01 seg. - 23 min. 09 seg.) 20 de julho de 1969, Sangradouro. Hoje devem os americanos chegar na Lua. Neste instante, tem aqui dois Xavántes perto de nós e vão tocar na flauta feita por uma pequena cabaça enfeitada.; (23 min. 11 seg. - ) Esta música parece que esta sendo tocada para a corrida do Buriti. (34 min. 57 seg. - ) 21 de julho de 1969, Sangradouro. Depois do almiço, Elisabete esta ensaiando com oito, dez moços Xavántes na escola Salesiana, onde ela esta tentando ensinar cantos da igreja para os moços Xavántes.; (38 min. 52 seg. - ) 23 de julho de 1969. Estamos no quarto 69 do grande hotel Gaspar de Campo Grande. Ontem cedo saímos de [Pochoréu?] e chegamos em duas horas e meia, mais ou menos, em Rondonópolis, depois de ter passado uns vinte minutos numa ponte que estava quebrada e que funcionários aparentemente do governo estavam consertando para podermos passar de ônibus.Em Rondonópolis passamos o dia inteiro, visitando a moderna igreja, passeando, almoçando, encontrando um velho amigo, o pai do senhor Jofre que por acaso passou nas ruas de Rondonópolis e que nos deu a oportunidade deste encontro quase milagrosoe mais ou menos as sete horas da noite embarcamos no ônibus que nos trouxe até aqui, Campo Grande, onde chegamos mais ou menos as oito horas da manhã. Tendo viajado a noite inteira e dormido mais ou menos nos assentos não muito confortáveis. Hoje conversamos com o padre Angelo e reservei a passagem para amanhã à tarde para voltar a Campinas porque não podemos fazer a escavação do cemitério em Corumbá. O padre tendo pouco tempo, porque ele tem que aproveitar para preparar uma conferência em Brasília. Assim praticamente terminou nossa viagem deste ano aos índios. Hoje almoçamos com o padre Angelo numa pizzaria romana e esta noite vamos jantar com ele no mesmo restaurante e depois voltamos a Campinas para recomeçarmos as tarefas de todos os dias
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 41 seg.). 1969, Sangradouro. Vamos ouvir um canto cantado por Alexandre Xavánte. É um canto que ele mesmo fez em língua Xavánte, em louvor de nosso senhor e de São José; (1 min. 45 seg. - 3 min. 57 seg.) Canto também Xavánte em louvor de São José; (4 min. 01 seg. - 10 min. 58 seg.) Estamos em Sangradouro e de tarde, ao meu lado esta sentado Alexandre e eu perguntei: Alexandre... para explicar de onde que veio o milho. Ele vai explicar para nós, a história do milho; (11 min. 07 seg. - 21 min. 56 seg.) Agora, Alexandre vai contar uma história referente as estrelas.; (21 min. 59 seg. - 31 min.) 15 de julho de 1969, Sangradouro. Ontem à noite, Elisabete ensaiou duas vezes com vários moços Xavántes na igreja e conseguiu ensiná-los a cantar em duas vozes. Hoje cedo, na missa, já vão cantar enquanto Elisabete esta acompanhando com um velho harmônio. Vamos tentar fazer esta gravação daqui a cinco, dez minutos quando começar a missa das seis horas. (32 min. 30 seg. - 33 min. 20 seg.) 16 de julho de 1969. Estamos no quarto de hóspedes da missão Salesiana do Sangradouro e no quarto vizinho [?] no quarto do vizinho um forro. Estamos ouvindo falar um jovem Xavánte que catequista e esta dando ensinamentos religiosos a mulheres Xavántes em língua Xavánte. (33 min. 22 seg. - 38 min. 36 seg.) Julho de 1969. Estamos na escola Salesiana das meninas Xavántes. Elas estão cantando e dançando.; (38 min. 37 seg. - 44 min. 49 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro, à noite. Estamos entrando na aldeia Xavánte onde vários grupos dançam e cantam. Sua fase crescente e estamos ouvindo o canto do próximo grupo. Estamos a uns trinta, quarenta metros do primeiro grupo que canta. Estou vendo algum fogo. Agora paramos perto de uma outra choupana. Os moços, mais ou menos trinta ou quarenta, formaram um círculo de vão cantar já. Atravessando a praça redonda no meio das choupanas para chegar ao outro grupo formado por maiores moços. As estrelas são tão bonitas que só em Mato Grosso podem ser. Faixa 2: (7 seg. - 5 min. 36 seg.) 8 de julho de 1969, Sangradouro. Continua o canto dos Xavánte na aldeia à noite. Vamos a um terceiro grupo, formado só por moços grandes. O grupo é bem menor. Os grupos são totalmente circulares, virando o corpo para o centro do círculo e inclinado um pouco para frente, abrindo os pés. E fazendo movimentos [?] com os joelhos. É impossível não acreditar que esta dança tenha a função principal de um exercício militar para reforçar a união do grupo dos jovens.; (5 min. 38 seg. - 7 min. 12 seg.) Como vai? Tá um pouco melhor? Tá mesmo? Já tomou injeção hoje? Na veia? A enfermeira picou. Doeu muito? Muito, muito? Mas, agora, aqui atrás não dói tanto? Dói menos? E aquela dor de cabeça, melhorou? Parou de tudo [sic]? Não tem mais nada na cabeça? Tem ainda um pouco? Mas melhorou bem, não? Precisa tomar mais remédio? Aqui dói ainda, aqui? Aqui dói? Não melhorou? Perna não dói? E barriga, não dói? Por que deu risada, rara, por quê? Não dói aqui? Dói pouco. (7 min. 14 seg. - 10 min. 35 seg.) No cruzeiro, quase no centro da aldeia, os Xavántes estão cantando agora a sua língua.; (10 min. 37 seg. - 19 min. 57 seg.) [Índio falando sobre a saúde dos índios].; (20 min. 01 seg. - 23 min. 09 seg.) 20 de julho de 1969, Sangradouro. Hoje devem os americanos chegar na Lua. Neste instante, tem aqui dois Xavántes perto de nós e vão tocar na flauta feita por uma pequena cabaça enfeitada.; (23 min. 11 seg. - ) Esta música parece que esta sendo tocada para a corrida do Buriti. (34 min. 57 seg. - ) 21 de julho de 1969, Sangradouro. Depois do almiço, Elisabete esta ensaiando com oito, dez moços Xavántes na escola Salesiana, onde ela esta tentando ensinar cantos da igreja para os moços Xavántes.; (38 min. 52 seg. - ) 23 de julho de 1969. Estamos no quarto 69 do grande hotel Gaspar de Campo Grande. Ontem cedo saímos de [Pochoréu?] e chegamos em duas horas e meia, mais ou menos, em Rondonópolis, depois de ter passado uns vinte minutos numa ponte que estava quebrada e que funcionários aparentemente do governo estavam consertando para podermos passar de ônibus.Em Rondonópolis passamos o dia inteiro, visitando a moderna igreja, passeando, almoçando, encontrando um velho amigo, o pai do senhor Jofre que por acaso passou nas ruas de Rondonópolis e que nos deu a oportunidade deste encontro quase milagrosoe mais ou menos as sete horas da noite embarcamos no ônibus que nos trouxe até aqui, Campo Grande, onde chegamos mais ou menos as oito horas da manhã. Tendo viajado a noite inteira e dormido mais ou menos nos assentos não muito confortáveis. Hoje conversamos com o padre Angelo e reservei a passagem para amanhã à tarde para voltar a Campinas porque não podemos fazer a escavação do cemitério em Corumbá. O padre tendo pouco tempo, porque ele tem que aproveitar para preparar uma conferência em Brasília. Assim praticamente terminou nossa viagem deste ano aos índios. Hoje almoçamos com o padre Angelo numa pizzaria romana e esta noite vamos jantar com ele no mesmo restaurante e depois voltamos a Campinas para recomeçarmos as tarefas de todos os dias
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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Cowell, Adrian (director)Livro contendo contos dos índios Maxakali
Tugny, Rosângela Pereira [estudo, organização & versão final]