Meia-noite. Primeira flauta, experimentando taquaras, fez zero, pedindo para ararinha e passarinho tocar, experimentar a flauta
Anézio ZezonezokemaeCanto
175 Descrição arquivística resultados para Canto
Canto de amore
João Batista ZoloizomaeCanto de amore meia noite (maior flauta, grande). Neta viu justa-conta (árvore) do vô dela, brilhando. Kyzokare (avô) e Tomayero (menina)
Anézio ZezonezokemaeChegada no terreiro. Flauta de Kalaytewe ta chegando, bebedor de chicha de fruta
Anézio ZezonezokemaeCanto de amore. Pessoal chegando das aldeias Mataloza, Kotyaza, Alohete
João Daniel ZanezokaeCanto de amore. Arara ajuntando terra pra marcar território, fazendo um morro. Halawa, kalo (arara vermelha)
Maurinho NezokieCanto de amore do final, terminando, guardando na casa de flautas. Já ganharam carne, beiju, vai guardar. Antes do zolane pedindo respeito ao zolane, dando conselho. História do roubo de iyamaka, mulherada rouba flautas de Kaymare (lua), as mulheres Zozolokero, Taywenamalo, Kozaulotyolo
João Daniel ZanezokaeCanto de amore chegando no terreiro. Kanawilinã (aldeia), Zozasekola (aldeia), Nareka (turma) chegando. Tononhi (lança), zalayserawa (frutinha pra fazer chocalho de perna). Kolataha (seriema)
João Daniel ZanezokaeDesrespeito dos brancos para com a cultura indígena. Referência à história de uma machadinha que desapareceu há muito tempo de sua tribo. Ele denuncia também, a construção de uma estrada de ferro que, provavelmente, passará em suas terras. No final da ent
Reza de Enore. Reza completa tem quatro partes: utyahaliti (espiritual), Enore, kore e Toloa. Essa só a parte de Enore
Anézio ZezonezokemaeReza de waloko. Reza quando banha com waloko (espuma) durante a festa
Anézio ZezonezokemaeReza de zeratyalo. Como surgiu o algodão (enfeites da flauta), pena de arara vermelha, cascavel, surucucu são cuidadores da flauta
Anézio ZezonezokemaeReza de zero. Nare saindo com flauta zero, dançando, cantando bem bonito. Wazare ficou triste, não saiu tão animado
Anézio ZezonezokemaeReza de oferecimento para amore. Oferecendo beiju, chicha, tatu, para amore e teixykhare. Pra ser dono tem que cuidar bem, a família toda
João Daniel ZanezokaeReza do zolane oferecendo chicha. Dois irmãos que não erram flechadas, as rezas contam a história deles, de cada um deles. Foram lá no céu, pra testar, colocaram uma anta pra ele flechar, ratinho virou anta
Anézio ZezonezokemaeReza de xihali. Beouro-pessoa, genro dele matou ele, sobrou só três, por isso só tem três xihali que tocam juntos
Anézio ZezonezokemaeZolane entrada, final da entrada, oferecimento
Fernando OmoizokieReza de iyamaka, chegada no terreiro, conversando com iyamaka, pedindo ajuda
Maurinho NezokieReza de oferecimento para zolane
Maurinho NezokieReza de oferecer chicha pros festeiros de iyamaka (primeira reza). Se não tiver iyamaka na festa, oferece só para zolane. Inclui todas iyamakas nessa reza
Anézio ZezonezokemaeReza de oferecer primeira chicha para zolane (meia noite, dentro da casa, depois de cinco voltas dançando na casa)
Anézio ZezonezokemaeReza de oferecer para imokolo, contanto sua história. Na chegada de imokolo usa esse pra oferecer
Anézio ZezonezokemaeReza para animais de caça, de madrugada, enquanto mensageiro está dormindo na aldeia convidada para caçar. História da caça, pedindo convidados para caçar (explicação 003)
Anézio ZezonezokemaeCanto de imokolo, Matinhaye engulido por Zoloizokemae
Maurinho NezokieCanto de imokolo
João Batista ZoloizomaeEntrevista com liderança Krahô que nos conta sobre a organização do seu grupo e também da corrida de tora. O significado desse esporte, do ritual de passagem para a idade adulta, quando o homem já poderá se casar. Manda uma mensagem para jogador Ronaldinh
Canto de iyamaka
João Titi AkonozokaeWazare historia ponte de pedra
João Titi AkonozokaeZolykixiho, irmão mais novo tendo relação com a própria irmã. Queriam mata-los. Fugiram. “quem esta fazendo o cesto bonito pendurado?”. Pode entrar. Entraram. Pegou fogo porque tinham pecado. Escaparam do fogo e seguiram. Viram passarinho, flechou ele, mas errou, flecha caiu em cima da cobra. Guri foi atrás da flecha, gritou, jogaram ele para cobra comer. Correu, cansou. Deixou o outro irmão, cobriu, pediu pra queimar que ira virar milho. Correu, encontrou o avô, mudou de aldeia, queimou o irmão. Criou milho do dente, cara do saco, amendoim da unha, urucum do sangue, cebola do olho, cabaça da cabeça, cana dos braços. Ossada criou todas as plantas. Kolayberone (irmão mais velho). Mazerohoko (avó do menino que virou milho)
Justino ZomoizokaeIyamaka dos antigos. Velho cego, mulher dele chamada Mazero. Comeram a anta dele, ficou bravo, fechou a casa, mulherada passou frio
Justino ZomoizokaeChegada de iyamaka para tomar chicha no terreiro. Onekinwhaeta. Debaixo do rio, vem vindo, tomando chicha de abacaxi e não fica embriagado
Fernando OmoizokieWakomone descendo com pozinho (xirixiriroré, faquerero, olokomayho) da pedra de quando rachou pedra com o raio, respeitar a festa para tomar chicha debaixo da figueira
Fernando OmoizokieCanto de iyamaka
João Titi AkonozokaeIyamaka dos antigos. Zoymanare. Flauta de pedra, mulher podia ver, era igual brinquedo
Justino ZomoizokaeCanto de iyamaka
João Titi AkonozokaeWazare historia ponte de pedra
João Titi AkonozokaeUrubuzinho (tidyaure) que gosta de comer marimbondo. Foi na festa, experimentando chicha pra ver se é bom. Pegaram varinha de iyamaka iohoho e foram experimentar junto com seu tio
Justino ZomoizokaeYolaware, construtor de hati. Tem o cipó para amarrar. Corda de tucum não dá. Pediu pra wayare, chegou, destruiu a casa. Os passarinhos botaram as penas no lugar, tudo misturado. Construíram a casa de novo
Justino ZomoizokaeCasinha de jararaca, tinha uma cabeça de yakane atrás escondida. Não pode ver, proibido, mulher não pode ver, só homem
Justino ZomoizokaeCanto de saída de iyamaka do pátio para guardar na casa
Anézio ZezonezokemaeChegada, chicha, embaixo da arvore (figueira) tem chicha, andorinha ta arrodeando, zoe (gaviaozinho) ta arrodeando
Fernando OmoizokieWazare historia ponte de pedra
João Titi AkonozokaeHistória de Wakomone, Kerakwama e Toakayhore (irmãos)
Justino ZomoizokaeIyamaka dos antigos. Koytale, atravessar o rio. Azama. Rio grande. Avô Ruginero
Justino ZomoizokaeAconselhamento ritual
João Batista ZoloizomaeChegada dos festeiros (manati), pedindo respeito, convidando, recebendo, dando conselho. Harekahare vai fazer o convite nas outras aldeias. Conversa entre dono de festa e festeiros é cantada, musicada, ritmada
Maurinho NezokieChegando para convidar outras aldeias para festa
Anézio ZezonezokemaeConvidados chegando na festa, no terreiro. Depois desse manati “pode festar”
Anézio ZezonezokemaeMúsicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioCantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Cantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Flauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
AYTAI, DesidérioO vídeo educativo da TV Bandeirantes, entrevista o antropólogo Carlos Augusto da Rocha Freira, do Museu do Índio, que expõe sobre a programação da Semana do Índio de 1999, e comenta também, sobre o acervo do Museu do Índio. O Jornal Sala e notícias da TV
Canto de tiyrama, Korekwahete, Morekwahete
Maurinho NezokieMadrugada. Morte da onça pintada
Anézio ZezonezokemaeIyamaka no começo da festa chegando no terreiro. Alyauhete, Zomoyhete, embaixo da figueira. Andorinhas rodeando, cocar balançando
Joãozinho AkonoizokaeBicho chegando, filho do veado
Joãozinho AkonoizokaeCanto de chegada de txeyru no terreiro. Roubo das flautas de Kaymare
Anézio ZezonezokemaeAmanhecendo. Gavião foi vingar a morte matando a cobra. Desenhos na pele com jenipapo
Anézio ZezonezokemaeHistória de Kaymare e Oloyalo. Mexeu na irmã, queria matar, fugiu
Fernando OmoizokieIyamaka chegando na porta da casa
Joãozinho AkonoizokaeCanto de txeyru. Korezarene, Kamayhie
Maurinho NezokieAo redor da casa. Enore descendo com mancha de sangue de Xinikalore
Anézio ZezonezokemaeMadrugada. Ahozay pedindo cesto para ir na festa de yakane. “não vá la que eles comem você"
Anézio ZezonezokemaeFilha indo buscar abacaxi no mato, mãe dela rindo
Fernando Omoizokie“Sereia”, aldeia yolaza, debaixo d’água, Mazayero, terreiro da gente da água
Joãozinho AkonoizokaeTahihidyo (flauta ualalo de Marinho)
Fernando OmoizokieKaymare, oferecendo peixe
Joãozinho AkonoizokaeZalukaweyrore bateu com borduna, raio, quebrou a trava das sereias
Joãozinho AkonoizokaeMesma música de txeyru cantada no ritmo de ualalosé
Anézio ZezonezokemaeCanto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar
Anézio ZezonezokemaeCanto de ualalose. Kotyoyhoré (gente da água)
Maurinho NezokieMúsica gravada por Milton Nascimento do jeito que haliti canta
Maurinho NezokieCanto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele
Anézio ZezonezokemaeCanto de xihali
Maurinho NezokieXihali. Amorekokoytoli. Gaviãozinho vindo pra pegar pintura, desenho. Kokoy
Fernando OmoizokieCanto de zeratyalo
João Batista ZoloizomaeIyamaka madrugada. Enokwa (céu). Zokowikwa, Halatakwa weteko (aldeia de Enore)
Fernando OmoizokieDos antigos. Alaulydio
Joãozinho AkonoizokaeEnoharese pintando borduna debaixo da figueira. Duas meninas vem vindo fugindo da mãe da água. Makalikwalo e Makuyalo (nome das meninas). Colocou elas como um esteio, no alto, Enoharese cuidando embaixo. Mae dagua (Himesezaulohare) vem vindo atrás. Bateu borduna na agua e matou ela. Meninas pediram pra ficar com ele, que salvou elas. Ele aceitou, mas condição de ficar fazendo chicha e oferecendo porque salvou a vida delas. Foram morar com Enore
Justino ZomoizokaeCanto da história de Wazare saindo da pedra. Himazahare. Zokozokoiro
Benedito AnizokaiCanto de zeratyalo
Joãozinho Akonoizokae