Canto de imokolo
UntitledCanto
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Canto de zolane
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de iyamaka
UntitledWazare historia ponte de pedra
UntitledUrubuzinho (tidyaure) que gosta de comer marimbondo. Foi na festa, experimentando chicha pra ver se é bom. Pegaram varinha de iyamaka iohoho e foram experimentar junto com seu tio
UntitledSaída de zolane do jeito dos antigos. Yakane invadia muito. Vamos quebrar a travessa deles e acabar com eles. Bateu raio. Assim acabaram as enchentes
UntitledYolaware, construtor de hati. Tem o cipó para amarrar. Corda de tucum não dá. Pediu pra wayare, chegou, destruiu a casa. Os passarinhos botaram as penas no lugar, tudo misturado. Construíram a casa de novo
UntitledZokowie, matador de peixe, caçava, matava peixe com flecha. Wayare, seu avô, pediu um peixe, ele não deu. Pediu para os peixes subirem o rio. Onemakoretaza (nome da água). Flechou o dourado no rabo, fugiu com a flecha dele. Foi atrás e encontrou o dono (“rei”) dos peixes Kotamohykidyare. Vingaram e mataram ele. Peixes fugiram. Zokowie disse que o pai ia vingar sua morte, pai pegou só os ossos (canto, história triste)
UntitledCasinha de jararaca, tinha uma cabeça de yakane atrás escondida. Não pode ver, proibido, mulher não pode ver, só homem
UntitledZolane madrugada (mais lento, mais suave)
UntitledCanto de ualalose. Kotyoyhoré (gente da água)
UntitledCanto de txeyru. Korezarene, Kamayhie
UntitledReza de iyamaka, chegada no terreiro, conversando com iyamaka, pedindo ajuda
UntitledReza de oferecimento para zolane
UntitledMúsica gravada por Milton Nascimento do jeito que haliti canta
UntitledPrimeiro canto de zeratyalo, chegando no terreiro. “Estou chegando pra tomar chicha”. Nahorekase, da aldeia Zotyakware
UntitledReza de oferecer chicha pros festeiros de iyamaka (primeira reza). Se não tiver iyamaka na festa, oferece só para zolane. Inclui todas iyamakas nessa reza
UntitledReza de oferecer primeira chicha para zolane (meia noite, dentro da casa, depois de cinco voltas dançando na casa)
UntitledReza de oferecer para imokolo, contanto sua história. Na chegada de imokolo usa esse pra oferecer
UntitledCanto da história de nare, que saiu com zero, dono de zero
UntitledChegando para convidar outras aldeias para festa
UntitledMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
UntitledMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledDesrespeito dos brancos para com a cultura indígena. Referência à história de uma machadinha que desapareceu há muito tempo de sua tribo. Ele denuncia também, a construção de uma estrada de ferro que, provavelmente, passará em suas terras. No final da ent
Reza para animais de caça, de madrugada, enquanto mensageiro está dormindo na aldeia convidada para caçar. História da caça, pedindo convidados para caçar (explicação 003)
UntitledConvidados chegando na festa, no terreiro. Depois desse manati “pode festar”
UntitledCanto de saída de iyamaka do pátio para guardar na casa
UntitledAprendeu com Maurício
UntitledAo redor da casa. Enore descendo com mancha de sangue de Xinikalore
UntitledMadrugada. Ahozay pedindo cesto para ir na festa de yakane. “não vá la que eles comem você"
UntitledCanto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele
UntitledCanto de amore chegando no terreiro. Kanawilinã (aldeia), Zozasekola (aldeia), Nareka (turma) chegando. Tononhi (lança), zalayserawa (frutinha pra fazer chocalho de perna). Kolataha (seriema)
UntitledCanto de zolane amanhecendo. Fez chicha de abacaxi, mais forte, ficou bêbado, já matou
UntitledZolane entrada, milho para chicha, segundo canto
UntitledZolane meia-noite, história da saída da pedra
UntitledZolane meia-noite - história de Xinikalore. Mataram, queimaram sua casa
UntitledZolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Antônio. História do passarinho assobiando, tinha taquara. Wayetanotolini, Xiritoá. Não vê, só escuta o assobio dele. Pajé conversa com ele
UntitledZero, história de Nare, dono de zero, saiu bonito e Wazare e Zaluya olhando admirados. Com zero e chocalho nos tornozelos
UntitledChegada, chicha, embaixo da arvore (figueira) tem chicha, andorinha ta arrodeando, zoe (gaviaozinho) ta arrodeando
UntitledFilha indo buscar abacaxi no mato, mãe dela rindo
UntitledContinuação história de Kaymare. Peneira, beiju, towhidy, ralo, pegar peixinho
UntitledAmanhecendo na aldeia (Kanahyhete, Konohyhete, Makahete), cantor pedindo pra iyamaka, avisando que vai viajar, voltar pra casa
Untitled“Sereia”, aldeia yolaza, debaixo d’água, Mazayero, terreiro da gente da água
UntitledCascavel, surucucu, rondando a casa
UntitledKamaykozare
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zolane
UntitledCanto de zeratyalo
UntitledXinikalore
UntitledCanto de zolane
UntitledWazare historia ponte de pedra
UntitledCanto historia de Kokotero e Tihueroce
UntitledUltimo canto de zolane
UntitledMenino recém nascido perguntava pelo pai. Mãe enganava ele. Pai tinha ido para festados avós. Menino foi atrás. Wayare peloteou no seu joelho, caiu aos pés de seu pai. Avós voaram em cima e comeram o pai. Guri foi embora com o vento. Festa de yakane, gente da água
UntitledEntrada de zolane. Ararinha acordando, dando bom dia, sol iluminando tudo
UntitledHistória de Wakomone, Kerakwama e Toakayhore (irmãos)
UntitledZolane madrugada
UntitledIyamaka dos antigos. Koytale, atravessar o rio. Azama. Rio grande. Avô Ruginero
UntitledCanto de zeratyalo. Kamalalo (homem do mato)
UntitledCanto de zero
UntitledEntrevista com liderança Krahô que nos conta sobre a organização do seu grupo e também da corrida de tora. O significado desse esporte, do ritual de passagem para a idade adulta, quando o homem já poderá se casar. Manda uma mensagem para jogador Ronaldinh
Cantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Músicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
UntitledFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
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