Brasil
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O livro foi organizado pelo autor em três partes. A primeira, com seis capítulos, destinou-se à análise do tráfico de africanos escravizados, tratando de sua origem (Capítulo I), dos empreendimentos intelectuais, políticos e diplomáticos para sua contenção (Capítulos II, III. IV e V) e, finalmente, de sua extinção (Capítulo VI). A Parte II, nos dois capítulos que a compõem, aborda a Lei de 28 de setembro de 1871 – a Lei do Ventre Livre. Nesta divisão da obra, o autor retoma alguns projetos emancipadores que, apresentados ao Parlamento brasileiro após 1850, foram rejeitados na totalidade; recupera o processo de instituição da Lei de 1871, desde a apresentação das propostas de Pimenta Bueno ao Conselho de Estado, em 1866, até a conformação do Projeto Rio Branco em 1871; são abordados também os debates e as cisões que este projeto ensejou na Câmara dos Deputados e sua passagem pelo Senado
Sans titreUm estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil
Sans titreEste clássico do pai da antropologia reúne narrativas de povos sul-americanos diversos, apresentando a teoria de que os mitos ameríndios formam uma estrutura de pensamento
Sans titreOs mitos heróicos ocupam posição de destaque no conjunto das tradições culturais de muitas nações indígenas sul-americanas, ao exercerem a função primordial de exprimir o “valor social” da cultura do grupo e também de legitimar o padrão de comportamento tribal, os parâmetros morais e as instituições fundamentais da sociedade, além de fornecer aos membros do grupo o senso de unidade e de oposição a outros grupos. Ao lado da reflexão teórica, este estudo pioneiro detalha a análise do papel do herói-civilizador na vida religiosa e nos surtos messiânicos dos apapokúva-guarani, da presença do herói mítico entre os kaduvéo, e das relações entre a mitologia e o sistema de vida de outros povos, tais como os kaigáng, os borôro e os mundurukú
Sans titreDurante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise
Sans titreReunidos, neste volume, diversos escritos inéditos de Darcy Ribeiro. "Os escritos espelham seus autores, refletindo sentimentos, idéias e manias. Os meus também. Neles me expresso com minha visão do mundo, que é a de antropólogo metido na militância política. Apaixonado pelos índios e pelos brasileiros, especialmente os negros e mulatos. Interessados em todas as culturas e civilizações. É, também, a visão do plantador de centenas de boas escolas e modernas universidades. Inclusive a Universidade do Terceiro Milênio, que criei e acaba de ser fundada"
Sans titreO objetivo deste trabalho é esclarecer as possibilidades e limites da educação formal para que os indígenas do sul do País encontre melhores condições de vida, considerada sua situação de convívio com componentes da sociedade nacional
Sans titreEsta é uma reedição da coletânea de artigos, depoimentos e textos históricos dos séculos XVII a XX, reunidos por Luís da Câmara Cascudo na década de 1970. Em Antologia da alimentação no Brasil, conhecemos histórias saborosas da vida cotidiana brasileira: da introdução do sorvete no Brasil ao cotidiano de bares e cozinhas de negros e brancos, escravos e livres, baianos e mineiros
Sans titreAnalisando as relações das sociedades indígenas com o Estado brasileiro, desde o tempo da colônia até os dias atuais, o autor mostra como os índios estão crescendo numericamente nos últimos anos
Sans titreHans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana
Sans titreO texto, do início do século XVII, é composto de diálogos entre Brandônio, um português experiente em assuntos da terra, e Alviano, recém-chegado ao Novo Mundo. No último diálogo, Brandônio explica várias questões relacionadas aos índios, proporcionando um resumo do estado do conhecimento da época
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