Belo Horizonte

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              139 Descrição arquivística resultados para Belo Horizonte

              139 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / W412c / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Este livro discute questões centrais do pensamento de Sérgio Buarque de Holanda e interpreta inicialmente Raízes do Brasil para depois estabelecer vínculos entre este clássico e a reflexão que Sérgio desenvolve acerca da noção de fronteira no Brasil. Tal reflexão é examinada em comparação com debate norte-americano sobre a idéia de expansão para este e com as contribuições de Visões do Paraíso, destacando-se, então, que o conceito de modernidade, com o qual opera, jamais exclui o diálogo com as tradições culturais do país

              WEGNER, Robert
              Alguns conhecimentos sobre agricultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-631.5 (81) / O42 / 2013 · Item · 2013
              Parte de Bibliográfico

              O livro é resultado de duas oficinas sobre agricultura realizadas em 2007, durante a execução do projeto "Fortalecimento Cultural e Sustentabilidade na Produção e Consumo de Alimentos dos Wajãpi do Amapari". O projeto foi desenvolvido pelo Iepé em parceria com o Conselho das Aldeias Wajãpi - Apina, com financiamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)

              Oliveira, Joana Cabral de (coordenação das oficinas, organização e edição dos textos)
              Alguns conhecimentos sobre alimentação
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2978 / 2013 · Item · 2013
              Parte de Bibliográfico

              Os textos produzidos na publicação pretende ajudar professores, alunos e outros integrantes das comunidades indígenas a conhecer, discutir e evitar os riscos envolvidos na mudança de seus hábitos alimentares

              Rosalen, Juliana (org)
              Amazônia: a ilusão de um paraíso.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-577.4(811) / M497aP 2.ed / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Betty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País

              Meggers, Betty J
              Antropologias, histórias, experiências
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / A636 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Fruto maduro do Seminário Antropologia da Antropologia: Desafios e Perspectivas, realizado entre 26 e 28 de agosto de 2003, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da USP, este livro propõe-se a refletir sobre algumas das diversas possibilidades analíticas acessadas pelos antropólogos. Os ensaios que o constituem se alinhavam em torno da experiência: são relatos pessoais e intelectuais; situações de guerra em contextos distintos; militância política - tudo em simbiose com o percurso e a produção dos intelectuais, brasileiros e estrangeiros, aqui reunidos. Ainda que tome a antropologia como eixo e ponto de partida, visa lançar uma reflexão que transborda fronteiras disciplinares, pensando o cruzamento entre distintas áreas: antropologia, sociologia, história e literatura

              Peixoto, Fernanda Arêas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / L179a / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              O quarto volume da série Historiando a Arte Brasileira, assinado pela; etnóloga Els Lagrou, apresenta ao leitor um rico exame das concepções; ameríndias sobre arte, mostrando como nesses universos a categoria está; associada não exatamente à contemplação estética, mas à produção de corpos e; pessoas. Tal enquadramento nos aproxima do pensamento ameríndio, descentrando; o olhar ocidental, mas ao mesmo tempo suscita, em razão da complexidade; etnográfica e sutileza analítica, assim como pela riqueza das imagens que; acompanham o texto, a seguinte questão: ao serem reapropriados em outros; contextos socioculturais e institucionais, objetos e imagens não podem também; servir a propósitos de contemplação estética? Trata-se de um belo texto, que; nos faz percorrer, sob o permanente risco de sermos seduzidos, esse; fascinante e poderoso universo da arte indígena amazônica

              LAGROU, Els
              As lendas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2247 / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico
              BREGUÊS, Sebastião
              Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / D395b / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico
              DENIS, Ferdinand
              Brasil indígena: herança e arte.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3048 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              Catálogo da exposição "Brasil indígena - Herança e Arte" realizada no Centro de Arte Popular - Cemig em Belo Horizonte entre os dias 4 de junho a 5 de outubro de 2014

              Brasilidade: cultura Popular/memória nacional.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3182 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              Catálogo da exposição "Brasilidade: cultura popular/memória nacional" realizada no Centro de Arte Popular - Cemig entre os dias 10 de junho a 14 de agosto de 2016

              Cantos dos povos morcego e hemex-espíritos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.8 (81=1-82) Maxakali / T915 / 2013 · Item · 2013
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta uma centena e meia de cantos do repertório do xunim, traduzidos como povos-morcegos-espíritos e dos povos-espíritos hemex, cujos nomes não possuem tradução na língua portuguesa. A publicação acompanha DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e de um filme que apresenta momentos do processo da escrita

              Tugny, Rosângela Pereira (estudo, organização & versão final)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.51 / M433c vol.1 / 1981 · Item · 1981
              Parte de Bibliográfico

              Corografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história

              MATOS, Raimundo José da Cunha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.51 / M433c vol.2 / 1981 · Item · 1981
              Parte de Bibliográfico

              Corografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história

              MATOS, Raimundo José da Cunha
              COSTUMES e tradições do povo Yawanawá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yawanawá / C842 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Costumes e Tradições aborda fatos e acontecimentos do povo Yawa, surgimento e fortalecimento das artes, dos rituais, dos mitos, das lendas, da pajelança, uso das plantes medicinais, cantos sagrados, caçadas e pescarias tradicionais. As informações foram obtidas através de depoimentos e entrevistas com os velhos sábios e conhecedores da cultura e da história do povo Yawanawá, também de outros grupos étnicos que formam as comunidades da terra indígena

              Cronistas em viagem e educação indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74:981.02 / M772c / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Há pouco mais de meio milênio, um vasto mosaico de povos indígenas ocupava, de forma plena, o extenso território que depois seria nomeado Brasil. Hoje, fração pequena dessa sociodiversidade sobrevive, em estado de alerta. A educação escolar indígena tem sido um dos lugares de batalha contra e a favor dos processos de revitalização e desaparecimento de toda essa riqueza. Nietta Lindenberg nos apresenta os bastidores da história de jovens indigenistas brasileiros, chamando-os de cronistas de viagem. Ela foca as atividades de documentação e reflexão sobre o trabalho de campo realizado por esses viajantes - a assessoria e a formação de indígenas como professores e agroflorestais, em especial no Acre e no sul do Amazonas. Debruçada sobre alguns dos relatórios de viagem escritos por esses indivíduos, reproduzindo e analisando seus textos, narra as experiências vividas em campo pela voz de seus autores

              MONTE, Nietta Lindenberg
              Da diáspora: identidades e mediações culturais.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316 / H179d / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Formado na Jamaica e em Oxford para fazer parte da elite colonial, Stuart Hall mora na Grã Bretanha desde 1951 e considera que ser migrante é a condição arquetípica da modernidade tardia. Escreve a partir da diáspora pós-colonial, de um engajamento com o marxismo e com teóricos culturais contemporâneos e de uma visão de cultura impregnada pelos meios de comunicação. Sua obra é delicada em sua empatia com interlocutores teóricos e atores na cena cultural e incisiva em sua afirmação da importância social de pensar, para deslocar as disposições do poder e democratizá-las. O pensamento de Hall passa por convicções democráticas e pela aguçada observação da cena cultural contemporânea. A maioria de seus textos teóricos é ligada a uma conjuntura específica, incluindo aí um momento da discussão teórica sobre cultura

              HALL, Stuart (1932-2014)
              Darcy Ribeiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / D214 / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico
              COELHO, Haydée Ribeiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(817) / P964d / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              A idéia de construção deste livro surgiu durante a realização do Projeto Açai, curso de formação dos professores indígenas de várias etnias do estado de Rondônia e Mato Grosso. Durante este curso, fomos construindo este belo livro de histórias, escritas e desenhadas por nós, professores, para usarmos nas escolas das nossas aldeias como material didático. Aqui está a escrita em língua materna e em língua portuguesa de algumas de nossas histórias

              Professores Indígenas de Rondônia e noroeste do Mato Grosso
              Duas viagens ao Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d 1974 / 1974 · Item · 1974
              Parte de Bibliográfico

              Duas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil

              STADEN, Hans
              Guarani Mbya: aspectos de gramática de língua.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R809.81-5TUPI / M754 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              Breve exposição de alguns aspectos gramaticais da língua Guarani que foram discutidos e trabalhadores coletivamente durante as várias etapas do Programa de Formação de Professores Indígenas Guarani das regiões sul e sudeste do Brasil

              MONSERRAT, Ruth
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.035 / M837h / 1979 · Item · 1979
              Parte de Bibliográfico

              Durante 30 anos (1624-1654), os holandeses ocuparam territórios no Nordeste brasileiro. Hoje, os; eventos são considerados como um dos mais importantes capítulos da história brasileira. Na; Holanda, pelo contrário, a experiência brasileira funciona como um ponto cego na historiografia; nacional. Todavia, a colonização do Brasil resultava num arsenal de manuscritos e imagens. O; “relato de Roulox Baro” faz parte desta produção. Aos sete anos de idade, foi enviado às Índias; Ocidentais. Conviveu durante toda a juventude com os tupis. Adulto, tornou-se interprete a serviço; da Companhia das Índias Ocidentais e comandou algumas expedições no interior. O registro da; expedição de 1647 sobrevive. Vamos apresentar uma análise cultural e histórica do relato

              MOREAU, Pierre
              Iara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-93(81=1-82) / G963 / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico

              Publicação infanto-juvenil sobre a índia Iara

              Guimarães, Márcia Meyer
              Índios Maxakali: resistência ou morte.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)MAXAKALI / I39 / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico

              O volume constitui, de certa maneira, uma homenagem ao falecido Marcos Magalhães Rubinger, cuja carreira de professor e pesquisador, na Universidade Federal de Minas Gerais, foi bruscamente interrompida logo no início do Movimento de 1964, que o levou à prisão e ao exílio, o que sem dúvida contribuiu para sua morte prematura em 1975.; Ainda que os três textos tenham todos por tema o contato interétnico, em pouca coisa se sobrepõem e podem ser tomados como complementares, uma vez que lidam com aspectos diferentes das relações entre os Maxakalí e os brancos

              RUBINGER, Marcos Magalhães
              Jãlijãkje Walatãjetjany
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74 (81=1-82) / W253 / 2013 · Item · 2013
              Parte de Bibliográfico

              O livro tem por objetivo contribuir para a valorização e permanência da língua original do povo Manoki, a língua Irantxe

              Warakuxi, Bartolomeu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI KAIWÁ / L656k / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Por que se matam os índios guaranis do Brasil? Para um psiquiatra, que significa o suicídio? E quando ele é epidêmico, circunscrito a uma etnia e a um momento particular da história dessa cultura? O "país dos buracos", mesmo entorpecido pela violência quotidiana e pelo vil mercadejar de todos os bens simbólicos, assiste perplexo ao auto-extermínio dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz. Por que se matam? Que explicações são possíveis para o suicídio? Psiquiatria, sociologia, psicanálise. como entender o que leva os humanos a se matarem? Buscando lançar luz sobre o enigma da epidemia de suicídio entre os índios brasileiros, o autor, psiquiatra e psicanalista no Rio de Janeiro, realiza um dos mais importantes estudos de pesquisa social psiquiátrica em nosso país. O trabalho recebeu o prêmio anual (1997) da Associação Brasileira de Psiquiatria

              LEVCOVITZ, Sergio
              Kaweesadu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / T639 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              Livro didático do povo indígena Mayoungong

              Tödönnamo`jödö (Organização)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca

              Wagley, Charles
              Medicina popular
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2248 / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico
              TRÓPIA, Luiz Fernando Vieira
              Músicas africanas e indígenas no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-781.7 / M987 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Livro elaborado a partir do 'Encontro Internacional de Etnomusicologia - Músicas Africanas e Indígenas no Brasil' realizado em outubro de 2000 em Belo Horizonte. A obra discute conceitos de cultura e propriedade intelectual por meio de textos de especialistas consagrados no mundo acadêmico. Para falar das práticas musicais dos índios e negros no Brasil, transcreve falas e manifestações orais dos participantes indígenas, incluindo essas vozes, antes inaudíveis, no debate

              TUGNY, Rosângela Pereira de (org)
              Narrativas e memorias
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1(815.1) / S587n / 1924 · Item · 1924
              Parte de Bibliográfico
              SILVEIRA, Alvaro Astolpho da
              Narrativas e memorias
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1(815.1) / S587n 2vol / 1924 · Item · 1924
              Parte de Bibliográfico
              SILVEIRA, Alvaro Astolpho da
              Ñe`é tee rekove: palavra verdadeira viva.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI / F634 / 2020 · Item · 2020
              Parte de Bibliográfico

              Este livro é um intento de colaborar para a maior visibilização dos inúmeros conhecimentos e formas filosóficas que intelectuais indígenas detêm e de sua luta pela terra, por direitos, pelas condições de fazer viver tais conhecimentos

              Flores, Valdomiro
              Nhe`kudu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / N576 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              Livro didático do povo indígena Mayoungong

              Nuku Tsãy Shawãdawa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(811.2) / A849 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico
              ASSOCIAÇÃO do Povo Arara do Igarapé Humaitá
              O Bem Comum Diamantina: 15 a 26 de julho de 2012.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3241 / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Publicação do 44º Festival de Inverno da UFMG realizado no período de 15 a 26 de julho de 2012 em Diamantina que recebeu diversos mestres das culturas afrodescendentes e indígenas

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Maxakali / A474c / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A comunidade indígena Maxakali reside em Minas Gerais, em duas reservas – Água Boa e; Pradinho. É composta por aproximadamente 850 índios, onde nada menos que a metade de; sua população é constituída por indivíduos na faixa etária compreendida entre 0 e 12; anos. O grupo mantém muitas de suas tradições culturais, inclusive a língua. O objetivo; perseguido por esta pesquisa foi a compreensão dos sentidos e significados de corpo e; lúdico presentes nos indivíduos da comunidade em questão

              ALVES, Vânia de Fátima Noronha
              O Rio antes do Rio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / S586r / 2020 · Item · 2020
              Parte de Bibliográfico
              SILVA, Rafael Freitas da
              O selvagem
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M188s 1975 / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              O autor, que pode ser considerado um precursor do Gen. Rondon no tratamento dos índios, advoga o conhecimento e estudo de suas línguas, costumes e organização social como meio de transmitir-lhes o nosso idioma e de incorporá-los à sociedade brasileira. O livro, publicado originalmente em 1876, quando eram diminutos os contatos com a população indígena da Amazônia e do Centro-Oeste, é completado pelo curso de língua tupi ou nheengatu

              MAGALHÃES, Couto de Gen.