Gravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
Sans titreÁudio
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Gravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
Sans titreGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
Sans titreGravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreCantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreGravação sobre a cultura japonesa
Sans titreMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de sons em flauta pré-histórica do Museu da Lapinha. Faixa 2: Música de índios norte-americanos
Sans titreGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreExplicação em alemão e música indígena gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica vocal e instrumental de diversos etnias indígenas. Dentre elas, os índios Tukúna da Colômbia. Faixa 2: Cantos de baleias copiadas de um disco que apareceu em janeiro de 1979 da National Geographic Magazine
Sans titreGravação realizada no dia 20 de abril de 1979 numa aldeia Karajá, realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação do dia 22 de abril de 1979 de história dos índios Karajá realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas não identificadas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreExplicação sobre os nomes etnicos e músicas Xavánte pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também a explicação do Funeral Bororo e música
Sans titreExplicação em alemão gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
Sans titreMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
Sans titreGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
Sans titreProblemas indígenas e antropológicos gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (1 seg. - 58 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.1 - 1965. Esta gravação será usada para fins didáticos num grupo restrito de alunos. Seu uso para outros fins ou para grupos para além da Universidade Católica de Campinas é proibido. Genética dos índios norte-americanos e problema do homem americano. Trabalho apresentado pelo senhor William [?], da Universidade de Boston, Escola de Medicina, no segundo encontro intelectual de São Paulo em 1961 [...]; (3 min. 45 seg. - 4 min.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.2 - 1965.; (14 min. 46 seg. - 15 min. 12 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.3 - 1965. Fatores universais de cultura, George [?]. Tradutora: Selma [?] Ramos. Professora: Neuza de Barros Ramalho.; (21 min. 33 seg. - 29 min. 01 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Série de gravações didáticas n.4 - 1965. Cem por cento americano. Autor [?]. Tradutora: Marina Freitas Vale Germano. Locutora: Maria Lúcia de Oliveira, terceiro ano de Ciências Sociais.; (29 min. 13 seg. - 35 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1965. Gravações didáticas n.5. Página 434 da Enciclopédia Bororo do padre Cesar Albisetti e padre Angelo Jayme Venturelli.; (35 min. 13 seg. - 43 min. 03 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.6. 1965. Faixa 2: (03 seg. - 2 min. 41 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.7. 1965. O que os achados nas cavernas de Pequim nos contam. Autor: [?]. Tradutora: Maura [?]. Locutora: [?} Matos.; (2 min. 49 seg. - 6 min. 15 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.8. 1965. Imagem do homem. Autor: [?]. Tradutora: Maria Lúcia de Oliveira. Locutora: [?]; (6 min. 21 seg. - 17 min. 38 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.9. Terapeutica e conhecimentos medicinais dos Tupi-Guarani. Autor: Cristovão [?]. Locutora: [?].; (17 min. 47 seg. - 28 min. 25 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. Gravações didáticas n.10. 1965. [?] entre os índios norte-americanos. Autor: [?]. Locutora: [?].; (28 min. 32 seg. - 34 min. 13 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Gravações didáticas n.11. 1965. Por que os psicólogos devem estudar antropologia? Seleções do trabalho de Estevão Pinto. Introdução a História da Antropologia. Locutora: [?]. (34 min. 19 seg. - 46 min. 10 seg.) Universidade Católica de Campinas. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Cadeira de Antropologia. 1966. Gravações didáticas n.12. Locutores: Márcia [?] e Antônio Soares de Abreu. Raças e diferenças raciais. Declaração de um grupo de antropólogos e genéticos em junho de 1951 reunidos sob os auspícios da UNESCO
Sans titreFita 1: (2 seg. - 1 min. 52 seg.) K-7 número 1 - Karajá. Peça número 1. Canto Karajá cantado por homem. Cópia do disco Anthology in Brazilian Indian Music [?] by Harald Schultz and [?]. Lado 1.; (1 min. 55 seg. - 3 min. 08 seg.) Número 2 - Karajá. 14 de dezembro de 1976, em nossa casa em [Mont Mor?]. [?] Karajá vai cantar agora um [?], quer dizer um canto de crítica que foi descrito também no livro do Serviço de Proteção aos Índios "Índios do Brasil" segundo tomo.; (3 min. 13 seg. - 5 min. 35 seg.) Peça número 3K - Karajá. Agora, [?] continua cantando. Vai cantar outro [?] que é uma crítica que os Karajá de Fontoura fazem contra os [?]. Ele vai cantar este canto.; (5 min. 38 seg. - 6 min. 12 seg.) 21 de dezembro de 1974. [?] agora vai repetir a primeira parte do canto K-3 que é um [?]. (6 min. 13 seg. - 7 min. 27 seg.) Agora [?] vai cantar mais uma vez o canto K-2 e uma parte do canto K-3.; (7 min. 28 seg. - 9 min. 55 seg.) Canto K-4. [?] vai cantar agora um [?] cujo autor é [?] e que se refere a história de pacu que pulou fora da água e ficou enroscado num galho de uma árvore e depois ficou coberto de abelhas selvagens que fizeram seu cacho em volta do peixe.; (9 min. 56 seg. - 11 min. 14 seg.) Houve um pequeno erro no canto de [?] e ele esta querendo cantar mais uma vez o mesmo canto.; (11 min. 17 seg. - 12 min. 47 seg.) 4 de janeiro de 1977. [?] vai cantar agora um canto [?] cujo autor é desconhecido. Se trata de um canto bastante velho que se cantam na festa [?] e [?].; (12 min. 50 seg. - 12 min. 21 seg.) [?] vai cantar o canto K-6, o [?]. Um tipo de lamentação que a mãe daquela moça esta cantando que teve a primeira menstruação. Ela canta já no primeiro dia do acontecimento e canta dia inteiro. Pode haver variação tanto na melodia, como no texto, na letra, no canto e também [?] não sabe cantar com muita certeza porque o canto unicamente cantado por mulheres.; (14 min. 25 seg. - 15 min. 18 seg.) O fim de cada estrofe... o canto é cantado com muito pouco volume, muito baixo. E eu pedi a [?] para que ele cantasse o canto com mais volume na sua [?] total para facilitar a transcrição desta música.; (15 min. 22 seg. - 17 min. 11 seg.) 18 de janeiro de 1967. Esqueci de dizer a data para o canto K-6. Agora no mesmo dia vamos ouvir [?] cantar o canto K-7 que é um lamento de um velho Karajá que perdeu a mulher.; (17 min. 15 seg. - 17 min. 48 seg.) [?] vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam como canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (17 min. 51 seg. - 18 min. 38 seg.) 25 de janeiro de 1977. [?] vai repetir as primeiras três linhas do canto K-7 que é o lamento do homem.; (18 min. 42 seg. - 19 min. 21 seg.) [?] vai cantar agora o canto K-9 que é um [?].; (19 min. 24 seg. - 20 min. 26 seg.) [?] vai cantar o canto número K-10 que é um [?]. Um canto para dança. O autor é desconhecido, o canto é velho.; (20 min. 32 seg. - 26 min. 18 seg.) [?] vai cantar agora uma história referente ao arco-iris, naturalmente em língua portuguesa.; (26 min. 22 seg. - 29 min. 58 seg.) [?] agora vai cantar, vai contar uma lenda que se refere a um macaco. E há Karajás que se tornaram macacos. Faixa 2: (04 seg. - 58 seg.) 8 de fevereiro de 1977. [?] vai cantar o canto K-11 que é um [?]. (1 min. 03 seg. - 2 min.) O próximo canto é K-12, um [?].; (2 min. 05 seg. - 18 min. 42 seg.) 15 de fevereiro de 1977. [?] vai contar para nós o mito número 3, referente a origem da chuva. Primeiro em português, depois em Karajá.; (18 min. 46 seg. - 20 min. 55 seg.) [?] canta agora o K-13 que é um [?].; (20 min. 57 seg. - 30 min. 04 seg.) [?] vai contar agora o mito 4 que se refere a um segredo descoberto pelos [?].; (30 min. 05 seg. - 30 min. 14 seg.) [?] agora vai contar o mesmo mito em Karajá, mas na outra fita, porque esta já acabou
Sans titreFaixa 1: (06 seg. - 10 min. 14 seg.) Continuamos as gravações de [?] de música Karajá. Agora vamos ouvir imitação de vozes de animais.; (10 min. 15 seg - 11 min. 53 seg.) O próximo número é gravação de cantos religiosos em língua Karajá gravados por [?].; (11 min. 55 seg. - 13 min. 13 seg.) O próximo canto é uma gravação de [?]. Música Karajá acompanhada de chocalho.; (13 min. 15 seg. - 14 min. 20 seg.) Vamos ouvir algumas palavras da linguagem de assobio dos Karajá gravada por [?].; (14 min. 22 seg. - 23 min. 54 seg.) Vamos ouvir cantos Karajá gravados por [?] e cantado por meninos ou talvez por mulheres, não dá para decidir.; (23 min. 57 seg. - 26 min.) 14 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira esta aqui de meu lado e vai cantar um [ibru?]. Vai cantar um [ibru?], que é um lamento da mulher.; (26 min. 01 seg. - 29 min. 40 seg.) [História contada por um índio].; (29 min. 41 seg. - 30 min. 16 seg. - continua na faixa 2, até aos 45 seg.) Pequena Karajá esta mamando e a mamãe vai cantar o canto de ninar.; Faixa 2: (48 seg. - 2 min. 09 seg.) 11 de janeiro de 1978. Jandira vai cantar o canto Kayapó que ela aprendeu do marido que esta muito tempo junto com Kayapós. Pode cantar. (2 min. 10 seg. - 5 min. 16 seg.) Provavelmente Kayapó. Os Karajás não entendem esta letra. [?] vai cantar um [ibru?].; (5 min. 17 seg. - 6 min. 31 seg.) Vai cantar um canto [?] que é uma oração a Deus.; (6 min. 33 seg. - 8 min. 13 seg.) Agora vai cantar um [?].; (8 min. 14 seg. - 8 min. 47 seg.) Jandira vai demonstrar a linguagem do assobio Karajá. A primeira palavra que ela vai assobiar é [?].; (8 min. 48 seg. - 9 min. 20 seg.) a segunda expressão [?] é a minha casa, esta é a minha casa. (9 min. 21 seg. - 9 min. 44 seg.) Número 3, [?]. Significa o rio esta muito cheio.; (9 min. 45 seg. - 10 min. 03 seg.) [?], minha filha dormiu.; (10 min. 05 seg. - 12 min. 03 seg.) Aproveitando o espaço que existe na fita, [?] vai cantar um [?]. Data: 11 de maio de 1978. Lugar: sítio de [Monte Mo?] [?].; (12 min. 05 seg. - 13 min. 15 seg.) [?] vai agora cantar um [?].; (13 min. 16 seg. - 14 min. 38 seg.) O próximo canto de [?] é um [?].; (14 min. 42 seg. - 15 min. 54 seg.) [?] vai cantar um [?].; (15 min. 57 seg. -18 min.) [?] vai cantar outro [?].; (18 min. 07 seg. - 19 min. 42 seg.) 15 de junho de 1978, sítio de [Monte Mor]. [?] vai cantar agora. O canto que vai cantar é um [?].; (19 min. 44 seg. - 21 min. 31 seg.) [?] vai cantar agora outro [?].; (21 min. 34 seg. - 23 min. 26 seg.) 22 de junho de 1978, no sítio de [Monte Mor]. [?] está sentado aqui de meu lado e vai cantar um [?].; (23 min. 30 seg. - 24 min. 35 seg.) [?] vai continuar cantando. Desta vez um [?].; (24 min. 40 seg. - 26 min. 20 seg.) [?] vai voltar no [?] interior e vai cantar o mesmo canto, mas desta vez acompanhado de um chocalho.; (26 min. 27 seg. - 28 min. 45 seg.) [?] lembrou-se de mais um [?] que vai cantar acompanhado de chocalho que ele mesmo maneja.; (28 min. 50 seg. - 30 min. 02 seg.) [?] vai cantar um [?], com chocalho
Sans titreFaixa 1: (06 seg. - 10 min. 14 seg.) Continuamos as gravações de [?] de música Karajá. Agora vamos ouvir imitação de vozes de animais.; (10 min. 15 seg - 11 min. 53 seg.) O próximo número é gravação de cantos religiosos em língua Karajá gravados por [?].; (11 min. 55 seg. - 13 min. 13 seg.) O próximo canto é uma gravação de [?]. Música Karajá acompanhada de chocalho.; (13 min. 15 seg. - 14 min. 20 seg.) Vamos ouvir algumas palavras da linguagem de assobio dos Karajá gravada por [?].; (14 min. 22 seg. - 23 min. 54 seg.) Vamos ouvir cantos Karajá gravados por [?] e cantado por meninos ou talvez por mulheres, não dá para decidir.; (23 min. 57 seg. - 26 min.) 14 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira esta aqui de meu lado e vai cantar um [ibru?]. Vai cantar um [ibru?], que é um lamento da mulher.; (26 min. 01 seg. - 29 min. 40 seg.) [História contada por um índio].; (29 min. 41 seg. - 30 min. 16 seg. - continua na faixa 2, até aos 45 seg.) Pequena Karajá esta mamando e a mamãe vai cantar o canto de ninar.; Faixa 2: (48 seg. - 2 min. 09 seg.) 11 de janeiro de 1978. Jandira vai cantar o canto Kayapó que ela aprendeu do marido que esta muito tempo junto com Kayapós. Pode cantar. (2 min. 10 seg. - 5 min. 16 seg.) Provavelmente Kayapó. Os Karajás não entendem esta letra. [?] vai cantar um [ibru?].; (5 min. 17 seg. - 6 min. 31 seg.) Vai cantar um canto [?] que é uma oração a Deus.; (6 min. 33 seg. - 8 min. 13 seg.) Agora vai cantar um [?].; (8 min. 14 seg. - 8 min. 47 seg.) Jandira vai demonstrar a linguagem do assobio Karajá. A primeira palavra que ela vai assobiar é [?].; (8 min. 48 seg. - 9 min. 20 seg.) a segunda expressão [?] é a minha casa, esta é a minha casa. (9 min. 21 seg. - 9 min. 44 seg.) Número 3, [?]. Significa o rio esta muito cheio.; (9 min. 45 seg. - 10 min. 03 seg.) [?], minha filha dormiu.; (10 min. 05 seg. - 12 min. 03 seg.) Aproveitando o espaço que existe na fita, [?] vai cantar um [?]. Data: 11 de maio de 1978. Lugar: sítio de [Monte Mo?] [?].; (12 min. 05 seg. - 13 min. 15 seg.) [?] vai agora cantar um [?].; (13 min. 16 seg. - 14 min. 38 seg.) O próximo canto de [?] é um [?].; (14 min. 42 seg. - 15 min. 54 seg.) [?] vai cantar um [?].; (15 min. 57 seg. -18 min.) [?] vai cantar outro [?].; (18 min. 07 seg. - 19 min. 42 seg.) 15 de junho de 1978, sítio de [Monte Mor]. [?] vai cantar agora. O canto que vai cantar é um [?].; (19 min. 44 seg. - 21 min. 31 seg.) [?] vai cantar agora outro [?].; (21 min. 34 seg. - 23 min. 26 seg.) 22 de junho de 1978, no sítio de [Monte Mor]. [?] está sentado aqui de meu lado e vai cantar um [?].; (23 min. 30 seg. - 24 min. 35 seg.) [?] vai continuar cantando. Desta vez um [?].; (24 min. 40 seg. - 26 min. 20 seg.) [?] vai voltar no [?] interior e vai cantar o mesmo canto, mas desta vez acompanhado de um chocalho.; (26 min. 27 seg. - 28 min. 45 seg.) [?] lembrou-se de mais um [?] que vai cantar acompanhado de chocalho que ele mesmo maneja.; (28 min. 50 seg. - 30 min. 02 seg.) [?] vai cantar um [?], com chocalho
Sans titreFaixa 1: (0 seg. - 1 min. 53 seg.) 14 de janeiro de 1978, aldeia Karajá em [Aruanã]. Jandira que esta aqui de meu lado vai cantar outro [ibru?].; (1 min. 56 seg. - 3 min. 22 seg.) Agora Jandira vai cantar um [?], quer dizer um canto de ninar.; (3 min. 23 seg. - 4 min. 13 seg.) Um [?] que é o lamento do homem, mas agora Jandira, quer dizer mulher, vai cantar.; (4 min. 16 seg. - 5 min. 25 seg.) Jandira vai cantar outro [?], lamento do homem.; (5 min. 27 seg. - 6 min. 28 seg.) Jandira vai cantar mais um [?], cujo autor é [?], há muito tempo falecido. Tio de Jacinto. Fez o canto pela morte de sua filha.; (6 min. 31 seg. - 8 min. 35 seg.) Jandira vai cantar mais um [ibru?], lamento da mulher. Autora é [?], ainda viva. Fez o choro pela morte de sua neta.; (8 min. 39 seg. - 10 min. 23 seg.) 16 de janeiro de 1978. Estamos na aldeia Karajá de [Aruanã?]. Desde ontem choveu tanto que resolvemos voltar para São Paulo amanhã. Mais agora o informante [?], João, de setenta anos de idade, o Karajá mais velho da aldeia vai cantar um [?]. Eu vou dar um sinal do som básico, senão me engano, ré sustenido.; (10 min. 24 seg. - 11 min. 20 seg.) João agora vai cantar um [?]. (11 min. 21 seg. - 12 min. 36 seg.) Agora João vai cantar um [?], quer dizer um canto para a festa do mel.; (12 min. 37 seg. - 12 min. 43 seg.) Vai cantar agora um [?].; (12 min. 45 seg. - 15 min. 13 seg.) Mário [?] vai cantar um [?].; (15 min. 18 seg. - 17 min. 35 seg.) Mário [?] vai cantar agora um [?].; (17 min. 37 seg. - 18 min. 54 seg.) Agora [?] vai cantar um [?].; (18 min. 55 seg. - 19 min. 43 seg.) Agora Jandira vai demonstrar a linguagem de assobio, por exemplo, a palavra [?].; Faixa 2: (21 seg. - 2 min. 36 seg.) 29 de março de 1984, na aldeia de [Aruanã]. Estamos na casa de [?], Karajá e ele vai contar duas histórias referentes ao trovão e ao relampago.; (2 min. 38 seg. - 9 min. 51 seg.) 30 de março de 1984, [Aruanã]. Estou na casa de [?] e ele vai contar como os primeiros Karajás saíram debaixo da terra. Faixa 3: [música indígena]
Sans titreFaixa 1: (01 seg. - 18 min. 13 seg.) 12 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e está aqui comigo Paulo [?], que vai dar algumas explicações sobre como o canto esta sendo sonhado e depois ensinado para os outros. Então os moços estão dormindo na casa dos moços e de repente um começa a sonhar um canto qualquer. E agora que o próximo dia o moço já sabe o canto. Ele não vai cantar para ninguém por enquanto[...].; (18 min. 19 seg. - 19 min. 11 seg.) Agora vamos ouvir aquele canto que antigamente quando tinha guerra cantaram indo de casa em casa e parando em frente de cada casa, cantando este canto que é um convite para se juntar ao grupo que vai a guerra. Os cantores são Paulo, José e Moisés. Vai começar o canto.; (19 min. 14 seg. - 23 min. 52 seg.) Agora vamos conversar sobre aquele chocalho que se chama [?]. É... se trata da festa de nome [...]. Agora Paulo vai entoar o canto [?], que é um canto para curar doença.; (23 min. 55 seg. - 26 min. 27 seg.) Às vezes acontece que o canto que um moço canta para os outros não esta sendo aceito pelos outros. Não gostam. Para poder estudar os motivos, por que que rejeitam um canto, não gostam de um canto. Paulo agora vai cantar um canto que não foi aceito.; (26 min. 28 seg. - 27 min. 59 seg.) Paulo agora vai cantar um canto de guerra contra civilizados ou contra outro índio não Xavánte.; (28 min. - 28 min. 54 seg.) Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (28 min. 56 seg. - 29 min. 26 seg.) Um canto, cantado por Paulo que cantam quando chegam da caçada sem terem encontrado animais.; Faixa 2: (0 seg. - 34 seg.) Paulo vai cantar agora um canto que as mães, as avós costumam cantar para criança pequena para dormir. (38 seg. - 2 min. 06 seg.) [?] agora vai cantar o canto do Mutum é geralmente cantado cedo, em volta das sete horas da manhã, pelos moços e meninos misturados que entram em cada casa em volta do fogo cantam este canto e depois pegam e tiram um pouco de milho com aquela outra comida. O dono da casa deixa tirar este canto. Ah, estou retificando. Não é da manhã, é sete horas da noite. E depois vão de cabana em cabana, de casa em casa e continuam o canto.; (2 min. 08 seg. -2 min. 41 seg.) Agora Paulo vai cantar o canto do jacaré que faz parte do começo da cerimônia [?].; (2 min. 43 seg. - 8 min. 18 seg.) Agora Jerônimo vai cantar aquele canto das mulheres que entoaram quando foram guerrear contra os maus espíritos e voltando depois da vitória e chegaram na aldeia e começaram a cantar o seguinte canto.; (8 min. 23 seg. - 11 min. 24 seg.) [?] ver a segunda parte deste canto foram contra os civilizados também, naturalmente venceram os civilizados também e voltando na aldeia, entoaram o seguinte canto agora cantado por Jerônimo.; (11 min. 27 seg. - 15 min. 50 seg.) 13 de abril de 1965, Missão Sangradouro. Jerônimo e Paulo vão cantar agora um canto para luta que se chama [?].; (15 min. 53 seg. - 19 min. 31 seg.) Agora Jerônimo e Paulo vão cantar o canto do Jabuti que costumasse cantar depois da luta.; (19 min. 33 seg. - 20 min. 47 seg.) Agora Paulo e mais tarde Jerônimo vão cantar um [?] sonhado por Zeferino, pai de [?].; (20 min. 48 seg. - 21 min. 58 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] por ele mesmo.; (21 min. 59 seg. - 23 min. 50 seg.) Jerônimo vai cantar um canto da [?], sonhado pelo cunhado falecido dele, que faleceu faz muito tempo.; (23 min. 51 seg. - 26 min. 26 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um [?], quer dizer canto para o início da caçada comunal.; (26 min. 28 seg. - 28 min. 12 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?] feito para o acampamento temporário durante uma caçada comunal. Ele mesmo sonhou este canto.; (28 min. 13 seg. - 29 min. 53 seg.) Jerônimo vai cantar agora um [?], um canto para bate água. Um primo dele já falecido sonhou este canto.;
Sans titreMúsicas indígenas Xavánte gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas Xavánte gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas clássicas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas clássicas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas clássicas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica clássica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas instrumentais gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólgo Desidério Aytai na Missão Salesiana do Sangradouro em julho de 1969 com os índios Xavánte
Sans titreHistória contada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai do contato com os índios Nambikwára do Sararé; faixa 8: música clássica
Sans titreO etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena
Sans titreO etnomusicólogo Desidério Aytai realizando lições de inglês e música indígena
Sans titreVocabulário indígena gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 7, há uma história do pesquisador em busca dos sambaquis e música clássica
Sans titreHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 é gravada uma orquestra de sapo
Sans titreMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
Sans titreGravação realizada em 8 de setembro de 1973 pelo etnomusicólogo Desidério Aytai no aeroporto de Congonhas em destino para Manaus a fim de realizar palestras para sociólogos e assistentes sociais da SUDAM
Sans titreGravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo
Sans titreGravação realizada no dia 20 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas músicas indígenas Xavánte executada pelo índio Jerônimo
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
Sans titreGravação realizada em 14 de outubro de 1974 em Sangradouro pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. São gravadas cantos dos índios Xavánte
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreFlauta tocada na corrida de buriti gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação também de choro de saudade dos índios Xavánte, músicas indígenas e cantos
Sans titreMúsicas indígenas gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Gravação de 16 de outubro de 1974
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreCanto Karajá que as mães cantam para os seus filhos dormirem, gravado pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também o canto Xavánte e de outros grupos indígenas
Sans titreMúsica clássica e lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreMúsica instrumental gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
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