Índia Xavánte chamada Keretê, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreXavánte
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Índia Xavánte chamada Keretê, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreÍndio Xavánte com expedicionário
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte com expedicionário
Sans titreHomem trabalhando em aparelho de comunicação
Sans titreÍndio provavelmente Xavánte
Sans titreÍndio provavelmente Xavánte
Sans titreÍndio provavelmente Xavánte
Sans titreHomens à beira do rio não identificados
Sans titreHomens não identificados reunidos
Sans titreHomens não identificados reunidos
Sans titreFaixa 1: (03 seg. - 1 min.) Ilustrações para a palestra sobre a música Xavánte. Fonograma nº1.; (1 min. 01 seg. - 1 min. 57 seg.) Uso da [pentatônica?]. Transcrição número 13 do livro de [Bela Barto?] [?].; (1 min. 58 seg. - 2 min. 22 seg.) A escala [pentatônica?] usada nesta peça é a seguinte.; (2 min. 23 seg. - 2 min. 55 seg.) Fonograma 74. Exemplo para uma melodia composta com três sons.; (2 min. 56 seg. - 3 min. 27 seg.) Fonograma 75. Exemplo para uma melodia composta com cinco sons.; (3 min. 31 seg. - 6 min. 35 seg.) Cento e vinte e um. Uma melodia composta de um único tipo de som. Número 121. 14 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e comigo estão Jerônimo e Paulo que vão cantar o canto do [?]. Diga mais uma vez melhor, como é que é? [?]. Agora foi, disse certo. E este é um canto que esta cantado junto com aparelho, um instrumento musical que é uma vara de buriti de mais de 2 metros de comprimento e uns 5 centímetros de diâmetro. Na ponta superior da qual está fixado um punhado 8,9 até 11,12 cascos... De que animal? Cascos de servo. Amarrados por um barbante de algodão e pintado de urucum. Agora eles dois vão executar este canto; (6 min. 40 seg. - 7 min. 47 seg.) Exemplo para uma melodia composta de dois sons. Número 14. Alexandre vai cantar aquele canto que usam quando a moça também na ocasião da festa da iniciação recebe um nome. Nome esta sendo escolhido pelo cunhado dela ou às vezes pelo pai ou irmão. Os meninos recebem um nome com três, quatro anos enquanto as moças recebem só quando estão sendo iniciadas. Quer dizer, na ocasião da puberdade.; (7 min. 55 seg. - 9 min. 01 seg.) Número 29.; (9 min. 03 seg. - 10 min. 29 seg.) Exemplo para a mudança dos compassos. Número 13. 14 de julho de 1969. Sangradouro. Vamos gravar cantos que Alexandre Xavánte vai cantar.; (10 min. 33 seg. - 11 min. 48 seg.) Exemplo para a estrutura progressiva e repetitiva. Número 28.; (11 min. 53 seg. - 14 min. 13 seg.) Exemplo para o valor semântico da sílaba i ou ri que significa tristeza, choro. Número 125. Jerônimo agora vai cantar um choro de saudade pelos mortos, sonhado por seu falecido tio [?].; (14 min. 17 seg. - 15 min. 41 seg.) [?] ou [?], canto do meio dia. Número 116. Jerônimo vai cantar um [?] sonhado por ele mesmo.; (15 min. 44 seg. - 17 min. 57 seg.) Canto de pedido de ajuda para a construção de uma nova cabana. Número 138. Vamos ouvir um canto Xavánte gravado na Missão de Sangradouro em outubro de 1975. 29 de setembro de 1975. Missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreExpedicionário e índios Xavánte trocando brindes
Sans titreExpedicionário e índios Xavánte trocando brindes
Sans titreÍndio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor. Francisco Meireles aparece na fotografia à direita
Sans titreÍndio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor. Francisco Meireles aparece na fotografia à direita
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte
Sans titreÍndios Xavánte
Sans titreÍndios Xavánte
Sans titreCampo com árvores
Sans titreHomens não identificados em canoa
Sans titreÍndia Xavánte chamada Keretê, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, sobre a cultura Xavánte
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreÍndios Xavánte
Sans titreÍndio Xavánte
Sans titreÍndio Xavánte
Sans titreÍndio Xavánte
Sans titreÍndio Xavánte
Sans titreExpedicionário montando no cavalo
Sans titreFaixa 1: (03 seg. - 1 min.) Ilustrações para a palestra sobre a música Xavánte. Fonograma nº1.; (1 min. 01 seg. - 1 min. 57 seg.) Uso da [pentatônica?]. Transcrição número 13 do livro de [Bela Barto?] [?].; (1 min. 58 seg. - 2 min. 22 seg.) A escala [pentatônica?] usada nesta peça é a seguinte.; (2 min. 23 seg. - 2 min. 55 seg.) Fonograma 74. Exemplo para uma melodia composta com três sons.; (2 min. 56 seg. - 3 min. 27 seg.) Fonograma 75. Exemplo para uma melodia composta com cinco sons.; (3 min. 31 seg. - 6 min. 35 seg.) Cento e vinte e um. Uma melodia composta de um único tipo de som. Número 121. 14 de abril de 1975. Estamos na Missão Salesiana do Sangradouro e comigo estão Jerônimo e Paulo que vão cantar o canto do [?]. Diga mais uma vez melhor, como é que é? [?]. Agora foi, disse certo. E este é um canto que esta cantado junto com aparelho, um instrumento musical que é uma vara de buriti de mais de 2 metros de comprimento e uns 5 centímetros de diâmetro. Na ponta superior da qual está fixado um punhado 8,9 até 11,12 cascos... De que animal? Cascos de servo. Amarrados por um barbante de algodão e pintado de urucum. Agora eles dois vão executar este canto; (6 min. 40 seg. - 7 min. 47 seg.) Exemplo para uma melodia composta de dois sons. Número 14. Alexandre vai cantar aquele canto que usam quando a moça também na ocasião da festa da iniciação recebe um nome. Nome esta sendo escolhido pelo cunhado dela ou às vezes pelo pai ou irmão. Os meninos recebem um nome com três, quatro anos enquanto as moças recebem só quando estão sendo iniciadas. Quer dizer, na ocasião da puberdade.; (7 min. 55 seg. - 9 min. 01 seg.) Número 29.; (9 min. 03 seg. - 10 min. 29 seg.) Exemplo para a mudança dos compassos. Número 13. 14 de julho de 1969. Sangradouro. Vamos gravar cantos que Alexandre Xavánte vai cantar.; (10 min. 33 seg. - 11 min. 48 seg.) Exemplo para a estrutura progressiva e repetitiva. Número 28.; (11 min. 53 seg. - 14 min. 13 seg.) Exemplo para o valor semântico da sílaba i ou ri que significa tristeza, choro. Número 125. Jerônimo agora vai cantar um choro de saudade pelos mortos, sonhado por seu falecido tio [?].; (14 min. 17 seg. - 15 min. 41 seg.) [?] ou [?], canto do meio dia. Número 116. Jerônimo vai cantar um [?] sonhado por ele mesmo.; (15 min. 44 seg. - 17 min. 57 seg.) Canto de pedido de ajuda para a construção de uma nova cabana. Número 138. Vamos ouvir um canto Xavánte gravado na Missão de Sangradouro em outubro de 1975. 29 de setembro de 1975. Missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto
Sans titreDossiê do álbum Documentário Rio das Mortes
Sans titreÍndio provavelmente Xavánte
Sans titreHomens não identificados em cavalos
Sans titreCampo com árvores
Sans titreCasa não identificada
Sans titreHomem trabalhando em aparelho de comunicação
Sans titreÍndio provavelmente Xavánte
Sans titreHomens não identificados em cavalos
Sans titreCasa não identificada
Sans titreHomens à beira do rio não identificados
Sans titreMulher tocando instrumento musical
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreImagens de índio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena, recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor
Sans titreExpedicionário e índios Xavánte trocando brindes
Sans titreÍndio Xavánte no primeiro encontro com a equipe chefiada por Francisco Meireles. O chefe dos índios chamado Apoena recebe os brindes ofertados pela equipe que descia o rio das Mortes em barco a motor. Francisco Meireles aparece na fotografia à direita
Sans titreÍndio Xavánte com expedicionário
Sans titreÍndio Xavánte com expedicionário
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte às margens do rio, no primeiro contato com a equipe do sertanista Francisco Meireles
Sans titreÍndios Xavánte
Sans titreExpedicionário em novos contatos com índio Xavánte
Sans titreÍndios Xavánte com expedicionário
Sans titreÍndio Xavánte com expedicionário
Sans titreÍndio Xavánte
Sans titreÍndia Xavánte chamada Pentie com aproximadamente 60 anos, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreÍndia Xavánte chamada Pentie com aproximadamente 60 anos, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreÍndia Xavánte chamada Keretê, aprisionada quando moça por outro grupo e viveu muitos anos no Posto Icatu, entre os índios Kaingang
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, sobre a cultura Xavánte
Sans titre