Objetiva conhecer o universo conceitual e prático referente aos fenOmenos de saúde, doenças e cura entre os grupos da família lingüística Nambiquara que habitam o Vale do Guaporé
Sem títuloXamanismo
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Aponta diretrizes para a elaboração de propostas de comunicação educativa em saúde, na situação de confronto intercultural da sociedade nacional com uma sociedade indínena
Sem títuloEsta dissertação constitui a primeira etapa de um estudo do movimento religioso de San Miguel, ocorrido na década de 1970 entre os Arekuna, Kamarakoto e Taurepang (subgrupos Pemon), índios de língua Carib, habitantes da região de Gran Sabana venezuelana (estado Bolívar)
Sem títuloAuxilia na realização de uma evangelização junto aos índios Bororo, e a objetiva efetuar contatos de catequeses com outros grupos indígenas
Sem títuloAnalisa o sistema médico Tupi-Mondé e o processo de administração das doenças com o uso de medicamentos tradicionais baseando na medicina ocidental
Sem títuloResultado dos estudos sobre o uso da jurema entre os índios nordestinos, o livro mostra através da pesquisa pioneira um aprofundamento na realidade social, étnica, médica e mágica desses índios
Sem títuloOs índios Tumbalalá do norte da Bahia são, como qualquer coletivo social, uma população heterogênea reunida em torno de memórias locais relativas à participação histórica nas redes regionais interindígenas de trocas; Essas redes de relações sociais que integram populações do médio, submédio e baixo Rio São Francisco são, simultaneamente, o vetor principal das etnogêneses na região, fonte de produção e reprodução de classificações cosmológicas e o lugar aonde é possível encontrar permanência, durabilidade e contigüidade morfológicas associadas a uma história regional de longa duração
Sem títuloA primeira vista, trata-se de uma etnografia nos moldes clássicos sobre os Parakanã, povo tupi-guarani que vive entre os rios Xingu e Tocantins. No entanto, como as boas monografias clássicas, o alcance do livro vai muito além da descrição do objeto em si e traz aportes para a abordagem antropológica dos processos históricos vivenciados por sociedades indígenas. Ao se defrontar com o desafio de explicar porque dois ramos dos Parakanã – de origem comum porém cindidos no final do século XIX em decorrência de uma "briga por mulheres" – apresentavam, na época do contato (década de 1970), formas sociais "significativamente distintas", o autor procura "mostrar como as transformações foram produto da intersecção de determinações internas e externas, interesecção que se deu em situações históricas particulares, conformando e sendo conformada pela ação dos agentes". Transitando entre estrutura e processo, esta etnografia apresenta uma sofisticada apreciação das "formas na história" e da "história das formas", manejando com destreza documentos históricos, narrativas indígenas, observações pessoais e uma extensa bibliografia etnológica
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