Esta dissertação parte de um recorte lingüístico, privilegiando as famílias não-guarani do tronco tupi, para propor a discussão de algumas questOes, cujo rendimento parece ser maior entre tais povos
ARAÚJO, Carolina PucuTupi
56 Descrição arquivística resultados para Tupi
Reportagem sobre o idioma Tupi
Angelo, ClaudioO acampamento na floresta às vezes era invadido por índios Tupi do Gi-Paraná
Rondon, BenjaminPensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
FREIRE, José Ribamar BessaO livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
CABRAL, Ana Suelly Arruda Câmara (org)O livro traz contribuições inéditas sobre a pré-história e sobre a história das línguas e culturas Tupi, assim como sobre diversos aspectos culturais e lingüísticos da realidade atual dos seus respectivos povos; Com este livro concretiza-se a associação de estudiosos da antropologia e da lingüística de diferentes orientações teóricas e de diferentes partes do mundo, num esforço de cooperação para a ampliação e consolidação do conhecimento científico sobre os povos indígenas de filiação Tupi; A obra reúne quase 40 contribuições de uma dezena de antropólogos e mais de duas dezenas de lingüistas, tratando-se da mais ampla coletânea de trabalhos sobre línguas Tupí já publicada no Brasil. A coletânea traz três trabalhos que traçam visões ou apanhados panorâmicos: de Roque Laraia: Etnologia Tupi: 22 anos depois; de Stephen Baines: Línguas ameaçadas; e de Ruth Monserrat: Observações sobre o estado de saúde atual das línguas Tupi; Cinco outros trabalhos constituem valiosas abordagens gerais e abrangentes para determinada sociedade, tronco, família ou região lingüística. São eles:; – do antropólogo Waud Kracke: A posição histórica dos Parintintin na evolução das culturas Tupí-Guaraní; – do lingüista Aryon Rodrigues: As consoantes do Proto-Tupi; – dos lingüistas Lucy Seki e Frank Brandon: Uma reconstrução parcial do sistema interrogativo Tupi; – da antropóloga Betty Mindlin: A escrita recente e a literatura indígena: povos Tupi e outros de Rondônia; -lingüistas Ana Suelly Cabral, Beatriz Corrêa da Silva, Maria Risoleta Julião e Marina Magalhães: Linguistic diffusion in the Tocantins-Mearim area
CABRAL, Ana Suelly Arruda Câmara (org)A abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)
FREIRE, José Ribamar Bessa (Org)Publicação de Salvador Pires Pontes sobre a gramática Tupi
Pontes, Salvador PiresO autor, que pode ser considerado um precursor do Gen. Rondon no tratamento dos índios, advoga o conhecimento e estudo de suas línguas, costumes e organização social como meio de transmitir-lhes o nosso idioma e de incorporá-los à sociedade brasileira. O livro, publicado originalmente em 1876, quando eram diminutos os contatos com a população indígena da Amazônia e do Centro-Oeste, é completado pelo curso de língua tupi ou nheengatu
MAGALHÃES, Couto de Gen.