Neste trabalho é realizado um estudo sobre a atuação de duas agências no campo de ação indigenista: A Missão São Francisco do rio Cururú e o Serviço de Proteção aos Índios - SPI, a partir das açOes empreendidas para a consolidação do projeto de civilização dos indígenas Munduruku, tendo como pressuposto a catequese, a nacionalização e a inserção os mesmos no extrativismo a borracha. Os estuos demonstram que a atuação das agências delineada por meio de normas e modelos diferentes e institucionalmente edfinidos não está isenta, ao contrário, é tributária ads representaçOes sobre a AmazOnia e as populaçOes indigenas marcadas pela concepção evolucionista, pressupondo a assertiva das práticas adotadas. Traz também para discussão questionamentos sobre os saberes históricos difundidos eplas agências e estudiosos que atribuiram o deslocamento dos Mundurukú de suas comunidades tradicionais para a formação de aldeias nas margens dos rios unicamente à atração exercida pelas mercadorias levadas pelos civilizados, apresentando como contradiscurso as representaçOes os indigenas a respeito da atuação dos agentes sociais recém-chegados e a interpretação da história a partir de seus proprios significados
RAMOS, André Raimundo FerreiraAção missionária
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BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / R175 / 2000
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Item
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2000
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1975
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Item
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1975
Parte de Bibliográfico
Claude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614
D'ABREVILLE, Claude
BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M517S / 1970
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Item
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1970
Parte de Bibliográfico
Analisa e interpreta o sistema social KrahO
MELATTI, Julio Cezar