Terras indígenas
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Utilizando uma variedade considerável de fontes, a tese busca documentar a expulsão de grupos indígenas de suas terras pelo avanço da economia do gado. Um aspecto importante do trabalho reside na discussão da resistência indígena, o que passa necessariamente por uma discussão da atuação dos beneditinos no início do século XX e dos missionários inspirados pela Teologia da Libertação na década de 1970
Sin títuloLeitura crítica da bibliografia dos Kanamari e elata o pano de fundo onde se desenvolve as relaçOes interétnicas e sociais tanto com a população regional quanto com as agências indigenistas
Sin títuloEstuda a situação de contato da sociedade Tuxá com a sociedade inclusiva não-indígena. Identifica aspectos que caracteriza a identidade étnica dos Tuxá
Sin títuloApresenta a exploração exercida pelo Estado sobre o patrimOnio indígena, dentro de um quadro de expansão do capitalismo. Cita o posto indígena Chapecó como exemplo
Sin títuloA dissertação procura refletir sobre algumas questOes que envolve o processo administrativo de legitimação(e legalização) de terras indígenas, adotado na FUNAI
Sin títuloA noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve
Sin títuloTrata-se de uma obra de grande atualidade e relevante interesse social, especialmente por refletir sobre os impactos causados com a implantação de grandes projetos hidrelétricos nas populações e localidades cujas condições e histórias de vida são radicalmente modificadas
Sin títuloProduto de um levantamento etno-histórico feito pelo autor em meados dos anos 80 para o CIMI com o intuito de iniciar o processo de identificação de uma área indígena Ofaié Xavante, o livro costura textos do autor, depoimentos de lideranças indígenas, entrevistas e documentos históricos referentes aos Ofaié, grupo hoje radicado no município de Brasilândia MS. Apesar do caráter descontínuo do livro, o volume traz uma grande quantidade de informações históricas sobre os Ofaíé, oferecendo um amplo painel da luta desse povo contra as agressões de sertanistas e fazendeiros, contra a doença e a miséria, contra o descaso das autoridades republicanas. A Parte V reproduz uma série importante de documentos produzidos durante a gestão do SPI
Sin títuloPor meio de considerações acerca do território, da economia, do parentesco, da organização política e da religião, a autora fornece uma visão geral das sociedades indígenas no continente sul-americano, chamando a atenção para semelhanças entre sociedades indígenas distintas
Sin títuloOs quatro ou cinco séculos de presença dos brancos nesta área são marcados por sucessivas disputas de fronteiras. Em conformidade com o Tratado de Tordesilhas, ela cabia inteiramente à Espanha, mas em 1639 a expedição de Pedro Teixeira tentava empurrar a fronteira para oeste, erigindo, segundo alguns, o marco portuguguês na foz do Aguarico, afluente do Napo. Jesuítas espanhóis desciam o Solimões criando missões, enquanto colonos portugueses em direção contrária destruíam aldeias indígenas e escravizavam seus habitantes. Mesmo após os Tratados de Madrid (1750) e de Santo Ildefonso (1777), que reformularam as fronteiras entre o domínio espanhol e o português para algo muito próximo aos atuais limites do Brasil, tropas espanholas ainda tentavam sustentar posição em Ega (hoje Tefé, AM), de 1781 a 1791, à espera de que os portugueses abandonassem Tabatinga, o que não conseguiram. Um século depois, a intensificação da extração da borracha tornou premente a definição das fronteiras entre Peru e Colômbia, entre Peru e Equador e de um deles, aquele que viesse a tocar a linha geodésica entre a foz do Apapóris e a do Javari, com o Brasil. A primeira foi resolvida em 1922, pelo tratado que criou o trapézio colombiano de Letícia, e confirmada após o conflito de 1932. Coube pois à Colômbia confirmar seus limites com o Brasil, o que foi feito em 1928. O Protocolo do Rio de Janeiro de 1942 pôs fim ao conflito armado entre Equador e Peru, sem resolver de modo completo suas fronteiras. Jean-Pierre Chaumeil (1992) faz interessantes considerações sobre a imagem que deixaram dessa fronteira os cronistas que por ela transitaram no período anterior ao clímax da produção de borracha, sobretudo pela comparação da povoação peruana de Loreto com a brasileira de Tabatinga
Sin títuloReconstitui o processo expropriação aos povos indígenas. Analisa as políticas de terras indígenas, quanto ao tratamento a ser dado o direito histórico aos indígenas
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