Tapuia
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Artigo de Marlene Castro Ossami de Moura que analisa a importância do território da comunidade indígena Tapuia a partir da representação do Aldeamento Carretão
MOURA, Marlene Castro Ossami deEste livro reproduz as entrevistas – na verdade, conforme explica a autora, conversas – realizadas com os habitantes do antigo aldeamento de Carretão ou Pedro III, em Goiás. Voltados inicialmente para informar a FUNAI sobre os conflitos na região e, em seguida, para subsidiar a dissertação de mestrado da autora, os levantamentos aqui apresentados fornecem detalhes bastante interessantes sobre a identidade étnica, sobre a história fundiária e sobre a memória. Além de depoimentos de Tapuios, também há entrevistas com posseiros e fazendeiros que contam outra história. O livro traz, ainda, um pequeno anexo documental
ALMEIDA, Rita Heloísa de (org.)Este livro apresenta relatos e causos contados pelos índios tapuios do Carretão ao antropólogo Cristhian durante uma pesquisa de campo realizada no interior de Goiás após um longo processo de reconhecimento étnico promovido pela Funai. Essas histórias são analisadas e retratadas de forma a capturar o sentido das falas indígenas como práticas retóricas ritualizadas. O valor desta obra reside precisamente nesta fusão de horizontes obtida no texto etnográfico que permitirá ao leitor ou leitora sair com uma visão sensibilizada para a estética das narrativas indígenas, bem como para o vigor da resistência de um povo
SILVA, Cristhian Teófilo daO ensaio Indios da Amazônia, de maioria a minoria (1750-1850) cobre um período considerado "vazio" na história da Amazônia: depois das missões e antes do período da borracha
MOREIRA NETO, Carlos de Araujo (1930-2007)Descendentes de índios Xavante, Carajá, Javaé e Kayapó (do sul), que foram assentados no aldeamento de Pedro III no noroeste de Goiás no século XVIII, os “Tapuios do Carretão” passaram a reivindicar o reconhecimento da indianidade e direitos territoriais no final dos anos de 1970, resultando na homologação da Terra Indígena Carretão em 1990. Este livro enfoca mais particularmente a questão da educação escolar, porém traz vários depoimentos nos quais os Tapuios entrevistados comentam de maneira muito instigante as suas relações com o passado
JOSÉ NETO, JoaquimEste trabalho é um estudo sobre o processo de ocupação ocorrido sobre as áreas do interior da Capitania de Minas Gerais durante a Segunda metade do século XVIII. Naquele momento o contexto nesta região estava condicionado a necessidade de se encontrar terras para aumentar as extraçOes de ouro, aumentar a agricultura e consequentemente, incrementar a arrecadação dos impostos devido à Metrópole
AMANTINO, MarciaA história das grandes nações indigenas da antiga Pindorama, hoje Brasil, é resgatada nas páginas deste livro, como forma de conhecer e entender um pouco mais de nossa história.; Vamos viajar por este imenso pais descobrindo as muitas formas de resistencia ds populações indigenas para preservarem ao longo do tempo sua cultura e seu modo de viver em sintonia com a natureza
ALBUQUERQUE, AmeliaAnalisa a etnogênese do grupo indígena Tapuio, entendida enquanto processo de formação cultural e diferenciação social, cujas origens se encontram na política colonial de aldeamentos indígena. Atualmente os Tapuios habitam a Área Indígena Carretão, localizada nos municípios de Nova América e Rubiataba, no Estado de Goiás; Os Tapuios são descendentes de quatro grupos indígenas que foram transplantados para o Aldeamento Carretão, construído pela Coroa portuguesa em 1788 e desativado no final do século XIX
MOURA, Marlene Castro Ossami dePrêmio de melhor tese de doutorado no Concurso CNPq-ANPOCS de 2002, este livro oferece leituras instigantes de um vasto repertório documental. Dividido entre o século XVI e o XVII, entre o litoral e o sertão, entre os Tupi e os Kariri, entre a Antropologia e a História, o trabalho explora as múltiplas dimensões da tradução, não apenas no plano lingüístico como também (e sobretudo) no espaço do encontro entre horizontes cosmológicos distintos. Na primeira parte, ao refazer a trajetória do "profetismo tupi-guarani", a autora mostra a necessidade de reler as fontes à luz de uma crítica às leituras de outros estudiosos; na segunda, ao evocar a riqueza das missões do sertão nordestino, demonstra as possibilidades (e limites) do rico acervo de escritos missionários, que muito podem informar sobre a disputa entre índios e missionários em torno do poder simbólico
POMPA, Cristina