Índio Tapirapé do Posto Redenção Indígena
Serviço de Proteção aos Índios
152805 Description archivistique résultats pour Serviço de Proteção aos Índios
Expedicionários oferecendo presentes aos índios Tapirapé no Posto Redenção Indígena
Índio Tapirapé do Posto Redenção Indígena com arraia
Casas no Posto Redenção Indígena
Alunos de escolas profissionais do Posto Redenção Indígena
Entrada de plantação no Posto Redenção Indígena
Crianças indígenas em frente a armazém para cereais do Posto Redenção Indígena
Índios na construção da casa do engenho no Posto Redenção Indígena
Índios construindo chaminé no Posto Redenção Indígena
Casa das fornalhas em construção no Posto Redenção Indígena
Índios construindo cerca de arame farpado no Posto Redenção Indígena
Time de futebol dos índios Karajá no Posto Redenção Indígena
Juiz do jogo de futebol realizado no Posto Redenção Indígena
Tropa chegando ao Posto Redenção Indígena vindo de Leopoldina
Expedicionários com animais no Posto Redenção Indígena
Índios do Posto Redenção Indígena em embarcação
Armas dos índios Xavánte no Posto Redenção Indígena utilizadas contra os índios Karajá
Índios Javaé em cavalos no Posto Redenção Indígena
Campo do Posto Redenção Indígena
Campo do Posto Redenção Indígena
Campo do Posto Redenção Indígena
Índios com borracha produzida no Posto Indígena Major Amarante
O trabalho apresentado nesta publicação consiste em uma pesquisa das fontes historiográficas referentes aos índios Macuxi no vale do rio Branco, focalizando a sua presença de relevância significativa, na formação das fronteiras nacionais nesta região das Guianas, consolidada apenas em período, em pleno século XX, bastante tardiamente em relação aos outros limites territoriais brasileiros com os países de colonização ibérica já traçados, em linhas gerais, no Tratado de Madrid em 1750. O propósito do trabalho é a análise da ocupação colonizadora da região de campos no extremo norte do vale do rio Branco, abordando a expansão da pecuária, a instalação das agências indigenistas e a atuação das lideranças indigenas locais, constituintes dos fatores de peso, e decisivos no processo de formação das fronteiras nacionais. Os resultados da pesquisa revelam a ação dos colonos pecuaristas, assim como a atuação das agências indigenistas incidindo sobre o sistema político dos Macuxi e que o acoplamento destes mesmos projetos políticos distintos conferiu nexo peculiar e orientou a história do contato entre índios e componentes da sociedade nacional
Sans titreEm A Presença Indígena na Formação do Brasil há um recorte histórico dos povos indígenas que se diferencia do lugar-comum tradicionalmente trabalhado no ensino básico e superior brasileiro, justamente por contar esta história sem encerrá-la apenas nos aportes da dominação, colonização e “civilização”, onde o indígena estaria posto como o acidental, passivo, exótico e/ou passageiro. O livro parte da perspectiva de que os povos indígenas foram (e são) agentes importantes na formação da sociedade brasileira – territorial e politicamente – seja pela sua organização sociocultural e pelo uso e controle dos recursos naturais existentes, seja pelas formas de resistência à colonização.
Sans titreA pesquisa introduz a uma discussão sobre o território pertencente ao povo indígena Ofaié. Tradicionais caçadores e coletores do atual estado de Mato Grosso do Sul, a história desses antigos habitantes dos campos e regiões encharcadas da bacia do rio Paraná, ainda está para ser escrita. O pouco que sabemos sobre a ocupação do território onde esse povo vivia nos chegou através do olhar e das informações recolhidas pelos primeiros viajantes e suas expedições de caça e escravização de indígenas que deita; suas raízes na antiga capitania de Mato Grosso.; A trajetória desse povo, que na literatura erroneamente é chamado de Chavante, ainda é um caminho a ser descoberto. São os relatórios de Curt Nimuendajú, das Linhas Telegráficas do Marechal Cândido Rondon e do Serviço de Proteção aos Índios os documentos reveladores da experiência; humana que culminou praticamente com o extermínio da nação Ofaié
Sans titreOs Canela do Maranhão, um grupo Timbira (Jê), conhecem dos brancos a discriminação e a violência, mas também, desde a época do SPI (Serviço de Proteção aos Índios), a ajuda humanitária. A percepção cultural desta 'ajuda aos índios' pelos Canela é o foco principal deste estudo. A pesquisa, que inclui uma análise dos mitos dos Canela, sobretudo do mito de Aukê, focaliza como esses índigenas, tanto indivíduos como grupos socio-políticos, lidam com as idéias e os objetos de ajuda humanitária. Encontra uma maneira culturalmente específica de pensar e proceder - eles apropriam-se de elementos culturais desconhecidos, mas para eles de grande utilidade, e os transformam em elementos da própria cultura. Assim, os projetos humanitários, dentro do processo de mudança cultural ou dos processos de construção de cultura, identidade étnica e etnicidade, não causam um conflito entre 'tradicionalismo' e 'modernidade'. Na sociedade canela, a interação e a comunicação intercultural no contexto dos projetos humanitários ativam processos de apropriação individual e coletiva, contribuindo à heterogeneidade e continuidade cultural dos Canela
Sans titrePublicação realizada pelo Centro de Memória da Eletricidade no Brasil contendo 13 imagens do acervo do Museu do Índio. Dentre os capítulos produzidos, há referência dos trabalhos realizados pela Comissão Rondon e pelo Serviço de Proteção aos Índios
Sans titreÀ procura de um marco legal, essa é uma desculpa dos governos para não começar a discussão. O Estado é peça fundamental porque tem meios e conhecimento sobre a mineração sustentável, com uso de tecnologias limpas para serem usadas nas reservas indígenas, destacou. Para ela, um dos entraves na discussão da mineração em terras indígenas no Brasil ainda é o instituto da tutela indígena. Como para formar uma cooperativa ou empresa para explorar minérios é necessário ser cidadão e possuir RG e CPF, fica o estado adiando essa necessidade de integração do indígena, do reconhecimento com cidadão, com direitos e deveres
Sans titreEste livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas
Sans titreEste livro traz contribuições fundamentais e desbrava caminhos, juntando-se a alguns poucos que recentemente têm trilhado as pistas abertas por Capistrano de Abreu e seguidas por Sergio Buarque de Holanda. Ao fazê-lo, o Professor Elias Bigio considera de modo pleno o significado da presença e do trabalho indígenas, desconsiderado, mais implícito, em quase tudo que redundou no Brasil contemporâneo, em especial especial no Centro-Oeste e na Amazônia
Sans titreA primeira vista, trata-se de uma etnografia nos moldes clássicos sobre os Parakanã, povo tupi-guarani que vive entre os rios Xingu e Tocantins. No entanto, como as boas monografias clássicas, o alcance do livro vai muito além da descrição do objeto em si e traz aportes para a abordagem antropológica dos processos históricos vivenciados por sociedades indígenas. Ao se defrontar com o desafio de explicar porque dois ramos dos Parakanã – de origem comum porém cindidos no final do século XIX em decorrência de uma "briga por mulheres" – apresentavam, na época do contato (década de 1970), formas sociais "significativamente distintas", o autor procura "mostrar como as transformações foram produto da intersecção de determinações internas e externas, interesecção que se deu em situações históricas particulares, conformando e sendo conformada pela ação dos agentes". Transitando entre estrutura e processo, esta etnografia apresenta uma sofisticada apreciação das "formas na história" e da "história das formas", manejando com destreza documentos históricos, narrativas indígenas, observações pessoais e uma extensa bibliografia etnológica
Sans titreEste trabalho é uma incursão sobre a história de uma instituição destinada a corrigir e recuperar índios denominados criminosos - o Reformatório Agrícola Indígena Krenak - que funcionou no Estado de Minas Gerais entre as décadas de 60 e 70
Sans titreA partir de entrevistas realizadas entre os Kithaulhu, Sawentesu, Wakalitesu e Halotesu, a dissertação analisa a ocupação das terras da Chapada dos Parecis MT de uma perspectiva Nambiquara. A autora também lança mão de uma documentação bastante variada para entender a história do contato e do estabelecimento das atividades de seringueiros em terras Nambiquara
Sans titreRealiza um estudo sobre o contato entre índios e brancos no Paraná
Sans titreOs alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX
Sans titreO catálogo apresenta o projeto de "civilização" dos índios desenvolvidos de 1910 a 1967, a partir das atividades de contato, pelo Serviço de Proteção aos Índios - SPI, a agência governamental responsável pela política indigenista brasileira da época. Revela, também, as arriscadas ações dos agentes em suas expedições de atração e pacificação
Sans titreCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
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