Rio de Janeiro
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Jean-Baptiste Debret (1768-1848) viveu quinze anos entre os brasileiros. O produto desta longa permanência - os volumes de sua Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - é um convite à viagem pela mente desse artista, viajante por força do destino, filósofo por tradição, historiador por opção. Ao longo do trajeto, o leitor acompanha as histórias de índios, negros e brancos, e com elas a marcha da civilização no Brasil
LIMA, ValériaAs conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais. Pauta do dia? Sim, desde 1786; Muito antes do que se costuma imaginar, já se criticava no Brasil, de forma consistente e criativa, a destruição do meio-ambiente. Nomes como José Bonifácio e Joaquim Nabuco, entre vários outros, dedicaram-se ao debate ambiental e perceberam que a superação das práticas devastadoras passava necessariamente pela implementação de reformas socioeconômicas profundas, que rompessem com o legado do colonialismo: o tripé escravidão-latifúndio-monocultura; Analisando cerca de 150 textos da época, produzidos por mais de 50 autores, Um sopro de destruição reconstitui pela primeira vez, de maneira lúcida e abrangente, a crítica ambiental nos séculos XVIII e XIX, praticamente esquecida na história do pensamento social brasileiro. Um alerta para a questão ambiental no Brasil
PÁDUA, José AugustoInúmeras rebeliões e movimentos armados coletivos sacudiram a América portuguesa nos séculos XVII e XVIII. Esse livro propõe uma revisão das leituras tradicionais sobre o tema, mostrando como as lutas por direitos políticos, sociais e econômicos fizeram emergir uma nova identidade colonial
FIGUEIREDO, LucianoA imprensa periódica no Brasil existe há quase duzentos anos e sua trajetória acompanha e influencia a vida pública do país. Este livro percorre um século XIX ampliado, que começa em 1808 e se estende até princípios do século XX, com ênfase na década de 1820, que assistiu aos movimentos iniciais dos veículos impressos.Os autores destacam o surgimento da opinião pública, os principais periódicos, bem como suas formas de circulação, recepção e os pontos de contato com a literatura e com a história da imagem (caricatura e fotojornalismo)
MOREL, MarcoEsta dissertação consiste em uma revisão bibliográfica da literatura existente sobre os índios Kulina, povo falante de uma língua da família Arawá que habita as margens e planícies interfluviais da bacia drenada pelos rios Juruá e Purus, nos estados do Amazonas e Acre, e também no Peru
GORDON, FlávioO Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução social
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução social
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)A tese estuda as instituiçOes educacionais na Província do Pará entre 1850 e 1888, enfocando as escolas primárias e os internatos de formação profissional, incluindo uma discussão das políticas de educação de meninos índios
RIZZINI, IrmaO livro apresenta o resultado de pesquisas originais recentes sobre a história da instituição militar no Brasil e sua interação com a sociedade. Utilizando fontes inéditas ou pouco exploradas, essas pesquisas abrangem a origem social, os vínculos de sociabilidade, as hierarquias formais e informais, a participação em guerras e no processo de unificação territorial, os episódios de violência coletiva e as questões de gênero, incluindo a identidade masculina, o homossexualismo e a participação de mulheres nos contingentes
CASTRO, Celso (org)Por nação, entendemos a formação de identidades coletivas. A principal identidade coletiva, e a que tem merecido maior atenção dos estudiosos, é a que se constitui dentro do espaço nacional. Inclusive porque a historiografia existente está longe de chegar a acordo sobre sua natureza no século XIX. Mas a proposta aqui desenvolvida pretende abranger outras identidades coletivas. As candidatas mais óbvias são identidades étnicas, incluindo grupos de imigrantes forçados (africanos) ou espontâneos, as identidades religiosas, compreendendo as protestantes e africanas, e as identidades regionais, mais fortes, as últimas, no século XIX do que a própria identidade nacional. Cidadania, como distinta de nação, é concebida de maneira ampla, incluindo todas as modalidades possíveis de relação entre os cidadãos, de um lado, e o governo e as instituições do Estado, de outro, além de valores e práticas sociais definidoras da esfera pública
CARVALHO, José Murilo de (org)