Rio de Janeiro

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              213 Descripción archivística resultados para Rio de Janeiro

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.22 / M382v / 2007 · Unidad documental simple · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, a autora deslinda alguns dos segredos da formação do Estado no Brasil oitocentista. Ela percebe que no Conselho de Estado havia diálogo entre o pensamentodo governo e os interesses dos grupos dirigentes e suas vastas redes clientelares provinciais. Acompanhando o dia-a-dia daquela espécie de assembléia de notáveis, é demonstrada a possibilidade de coexistência de aspectos informais com as estruturas formais de ordenamento político e social

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-070(81) / M839p / 2003 · Unidad documental simple · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A imprensa periódica no Brasil existe há quase duzentos anos e sua trajetória acompanha e influencia a vida pública do país. Este livro percorre um século XIX ampliado, que começa em 1808 e se estende até princípios do século XX, com ênfase na década de 1820, que assistiu aos movimentos iniciais dos veículos impressos.Os autores destacam o surgimento da opinião pública, os principais periódicos, bem como suas formas de circulação, recepção e os pontos de contato com a literatura e com a história da imagem (caricatura e fotojornalismo)

              Sin título
              Anchieta: dívida de papel.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Anchieta / M921a / 2000 · Unidad documental simple · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Marcus Alexandre analisa a vida e obra de José de Anchieta, a saga do padre missionário e sua importância no contexto histórico brasileiro. Mostra a difícil tarefa de delinear a fronteira entre a ficção e a história

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R94(81).043 / V129 / 2001 · Unidad documental simple · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Este é o primeiro dicionário histórico que abre um espaço mais amplo e adequado para a temática indígena. Os verbetes, organizados em ordem alfabética, refletem admiravelmente as tendências historiográficas atuais. Os índios aparecem tanto em verbetes biográficos (Antônio Paraupaba, Araribóia, Tibiriçá, Zorobabé, entre outros), quanto em artigos mais gerais (índios, Tupinambá), como em recortes episódicos (holandeses, Guerra dos Bárbaros). A maioria destes verbetes é assinada por Ronaldo Vainfas e Ronald Raminelli

              Sin título
              O homem e a serra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-911.5(815.3) / L228h / 1963 · Unidad documental simple · 1963
              Parte de Bibliográfico
              Sin título
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Unidad documental simple · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).013 / G195 / 2004 · Unidad documental simple · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A História da província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo, foi a primeira obra publicada em língua portuguesa sobre o Brasil. Sua primeira edição data de 1576 e, além de inaugurar a historiografia e a geografia brasileiras - uma preocupação consciente de seu autor -, foi pioneira também ao apresentar a nova terra como um local aprazível e habitável, e não como um exótico palco de aventuras e perigos; Ainda hoje, é um texto saboroso, vivo e surpreendente. Trata-se do relato de um viajante do Renascimento. Homem multifacetado e empreendedor, conhecedor do latim, Gândavo foi excelente historiador, atento aos aspectos botânicos, zoológicos, etnológicos e geológicos. Descreve engenhos, vilas e aldeias indígenas, bem como elementos da fauna e da flora locais ainda fantásticos a um primeiro olhar europeu. Registra ainda expedições aos sertões em busca de ouro, caracterizando um Brasil entre o selvagem e o civilizado, em que índios, colonos e jesuítas se enfrentam no desafio de habitar a terra; Esta nova edição traz o texto modernizado - a partir do original de 1576 - por Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz, responsáveis também pelas inúmeras notas esclarecedoras. Um verdadeiro esmero, completado pelo fac-símile de diversas páginas da edição original

              Sin título
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Unidad documental simple · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              Sin título
              Nova história militar brasileira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-355.48(81) / N935 / 2004 · Unidad documental simple · 2004
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta o resultado de pesquisas originais recentes sobre a história da instituição militar no Brasil e sua interação com a sociedade. Utilizando fontes inéditas ou pouco exploradas, essas pesquisas abrangem a origem social, os vínculos de sociabilidade, as hierarquias formais e informais, a participação em guerras e no processo de unificação territorial, os episódios de violência coletiva e as questões de gênero, incluindo a identidade masculina, o homossexualismo e a participação de mulheres nos contingentes

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / P125s / 2002 · Unidad documental simple · 2002
              Parte de Bibliográfico

              As conseqüências sociais, econômicas e políticas da devastação das florestas, erosão e esgotamento dos solos, degradação do clima, extinção das espécies animais e vegetais. Pauta do dia? Sim, desde 1786; Muito antes do que se costuma imaginar, já se criticava no Brasil, de forma consistente e criativa, a destruição do meio-ambiente. Nomes como José Bonifácio e Joaquim Nabuco, entre vários outros, dedicaram-se ao debate ambiental e perceberam que a superação das práticas devastadoras passava necessariamente pela implementação de reformas socioeconômicas profundas, que rompessem com o legado do colonialismo: o tripé escravidão-latifúndio-monocultura; Analisando cerca de 150 textos da época, produzidos por mais de 50 autores, Um sopro de destruição reconstitui pela primeira vez, de maneira lúcida e abrangente, a crítica ambiental nos séculos XVIII e XIX, praticamente esquecida na história do pensamento social brasileiro. Um alerta para a questão ambiental no Brasil

              Sin título
              [Histórica]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Histórica - 1972 - 2 · Unidad documental simple · 1972
              Parte de Bibliográfico