Rio de Janeiro
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Edição brasileira de uma seleção das cartas constantes da compilação em três volumes feita por João Lúcio de Azevedo entre 1925 e 1928 (republicados em Lisboa em 1997). Acrescenta-se uma excelente introdução de João Adolfo Hansen junto com algumas notas esclarecedoras que complementam as de Azevedo. As cartas abrangem o período de 1626 a 1697 e estão divididas em três partes, por destinatários: cartas a outros jesuítas, cartas à Corte e cartas a particulares. Várias cartas tratam dos índios (há, inclusive, uma carta que responde à missiva do Principal Guaquaíba), porém é necessário percorrer o volume com paciência, por falta de um índice detalhado
ANCHIETA, José deSão 22 cartas escritas entre 1542 e 1569, todas relacionadas com o projeto da França Antártica. A estas foram adicionadas outras duas cartas de Nicolas Barré, companheiro de Villegagnon, escritas da Baía de Guanabara em 1556, e fragmentos da “Histoire des martyrs persecutez et mis à mort pour la vérité de l’Évangile” do calvinista Jean Crespin, que trata das relações dos membros da igreja com Villegagnon; O texto tem 128 páginas, além de uma carta inédita de Villegagnon, cujos originais pertencem ao Museu Naval do Rio de Janeiro, e, adicionalmente, dois mapas franceses do século XVI, do cartógrafo Vaux de Claye, um deles sobre a Baía da Guanabara e outro sobre as costas do nordeste do Brasil. Todas as cartas são comentadas pelo embaixador Vasco Mariz, especialista em Villegagnon
VILLEGAGNON, Nicolas Durand de 1510-1571A carne tirada do casco do jabuti para fazer o instrumento musical (vai direto para o fogo, pois é muito apreciada pelos índios.
Coletivo KulinaO livro tem dois objetivos: dar uma contribuição às teorias das dramatizações e da ideologia; e, simultaneamente, realizar isso tomando como base o caso brasileiro
MATTA, Roberto daHistória do período colonial brasileiro que permite avaliar a magnitude do empreendimento representado pela ocupação territorial naqueles primeiros séculos. Clássico da historiografia brasileira
ABREU, J. Capistrano de (João Capistrano de)Foi somente em 1534, trinta anos depois de Pedro Álvares Cabral tomar posse do Brasil em nome da Coroa lusa, que Portugal decidiu realizar a partilha do vasto território localizado na margem oriental do Atlântico, até então virtualmente abandonado, em enormes lotes - as capitanias hereditárias. Foram agraciados com essas terras 12 capitães-donatários, a maior parte conquistadores que haviam lutado na Índia e na África. A saga fascinante desses homens que vieram ocupar e colonizar o Brasil de 1530 a 1550 é o tema de Capitães do Brasil, de Eduardo Bueno, terceiro volume da coleção Terra Brasilis. Com seu texto ágil e cativante, o jornalista Eduardo Bueno mostra que o fracasso do projeto como um todo não impediu que o legado das capitanias hereditárias fosse duradouro. A estrutura fundiária do futuro país, a expansão da grande lavoura canavieira, a estrutura social excludente, o tráfico de escravos em larga escala, o massacre dos indígenas - tudo isso se incorporou à história do Brasil após o desembarque dos donatários. O fracasso das capitanias entrelaça-se às agruras que o destino reservou para os capitães do Brasil. O autor nos leva a acompanhar de perto suas vidas extraordinariamente ricas em aventuras e seu desfecho infeliz. Um deles morreu em naufrágio, outro devorado pelos Tupinambás, um terceiro foi enviado para a Inquisição
BUENO, EduardoCanudos', de Euclides da Cunha, é um livro-reportagem que retrata a vida do sertanejo nordestino. Um complemento à leitura de 'Os Sertões'
CUNHA, Euclides daEste livro faz parte de uma série que pretende apresentar ao público registros de parcelas significativas do vasto corpus mítico-musical com o qual se relacionam povos indígenas falantes da língua maxakali
TUGNY, Rosângela Pereira deEste livro faz parte de uma série que pretende apresentar ao público registros de parcelas significativas do vasto corpus mítico-musical com o qual se relacionam povos indígenas falantes da língua mMxakali
TUGNY, Rosângela Pereira deOs Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos
TUGNY, Rosângela PereiraOs Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos
TUGNY, Rosângela PereiraLivro que apresenta os cantos do repertório mõgmõgka dos povos gaviões-espíritos. Os autores dos cantos são os pajés, os jovens professores bilíngues, os ilustradores, as mulheres e as lideranças tikmü`un, povos falantes da língua Maxakali, que hoje vivem em quatro terras ao nordeste de Minas Gerais. Também compóe o trabalho um DVD ilustrado contendo os cantos gravados durante os rituais e um filme sobre o longo processo de gravação deste repertório que acompanham o volume
Tugny, Rosângela Pereira (estudo, organização & versão final)Breve estudo sobre a vida e obra do principal articulador do SPILTN, bem fundamentado numa pesquisa documental e bibliográfica. O trabalho enfoca sobretudo os projetos junto aos índios do Mato Grosso durante as primeiras décadas do século XX.
BIGIO, Elias dos SantosO ensaio principal que dá título ao livro traça uma rota nova na historiografia brasileira. Nem Varnhagen havia tratado com tanta maestria da questão dos caminhos coloniais e do povoamento do território que, já em 1530, entre o Maranhão e Santa Catarina, era dividido em 12 capitanias. Para Capistrano, o movimento de penetração e o povoamento fizeram-se de quatro centros. São Vicente, Salvador, Pernambuco e Rio de Janeiro. Ao influxo destes quatro núcleos deve-se a formação territorial e populacional brasileira. O avanço para o sertão, a submissão dos índios, as ligações interiores, apesar das asperezas do caminho, o movimento bandeirante, que não é só paulista, a criação do gado, a descoberta do ouro, a comunicação direta entre o Rio e São Paulo, estabelece o predomínio carioca, a vitória sobre os emboabas, tudo isto visto com uma visão integrada, como não se fizera antes
ABREU, J. Capistrano de (João Capistrano de)Mostra as tentativas dos jesuítas espanhóis de estabelecer uma via de comunicação permanente pelo rio Paraguai, no século XVIII
LOBO, Eulalia Maria LahmeyerO caderno de imagens é um trabalho concebido pelo Museu do Índio e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que tem por objetivo constituir um recurso didático para os professores utilizarem em sala de aula