Rio Branco
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Elaborado a partir de discussões e reflexões sobre temas de interesse de representantes indígenas, lideranças, professores, agentes agroflorestais, agentes de saúde, o livro teve como material de apoio o primeiro Resumo Explicativo do Zoneamento Ecológico Econômico- ZEE. A intenção é trabalhar com a gestão territorial e ambiental, o uso dos recursos naturais e a relação das populações indígenas com o meio ambiente ao longo da sua história, por meio dos conhecimentos dos diversos povos indígenas do Acre.
OCHOA, Maria Luiza Pinedo (org)O texto e as atividades incluídos neste material didático de pós-alfabetização foram elaborados, em 1993, pelos professores-índios do Projeto de Autoria da CPI/AC, durante seu 12º Curso de Formação Pedagógica. A primeira parte deste material se destina a crianças e jovens que desejam ou têm que interagir com o "branco" em suas aldeias. A segunda parte visa atender as necessidades comunicativas de jovens e adultos de um modo geral mais influentes na língua-alvo, que precisam se expor a situações de contato com os "brancos" nas cidades
O Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.
Comissão Pró-Índio do AcrePublicação contendo aspectos da Terra Indígena Mamoadate
Rua da cidade de Boa Vista
Cachoeira do Cojubim no rio Branco
Este material didático recolhe os trabalhos de alguns agentes agroflorestais em atividades de levantamento e sistematização dos recursos naturais para a pesquisa da área de Ecologia Indígena, durante curso de formaçãos no ano de 1998. É uma proposta de trabalho para incentivar, entre os estudantes da floresta a observação e pesquisa sobre as trasnformações do meio ambiente como uma das importantes aprendizagens nos novos tempos de estudo das comunidades indígenas.
Material recolhido de trabalhos que agentes agroflorestais fizeram nas atividades de levantamento e treinamento de pesquisa na área de Ecologia Indígena
Jaminawa, Cláudio Melendes Wane DawaNeste livro são reunidos vários registros de reflexões e informações dos professores formados pelo Programa de Educação <Uma Experiência de Autoria>. São registros que foram escritos em diários de classe, em cadernos de cursos, em folhas soltas de papel, e gravados em reuniões comunitárias, ou da OPIAC, em conversas informais e entrevistas
COMISSÃO PRÓ-ÍNDIOO livro foi escrito e ilustrado por agentes agroflorestais durante seu curso de formação, quando refletiram, através de textos e desenhos, a interrelação entre o homem e a natureza, especialmente pensando o lugar das árvores frutíferas nativas e exóticas, na cultura de cada grupo e no desenvolvimento do ecossistema. Registraram também fundamentos e técnicas relacionadas à experiência de construção de viveiros de produção de mudas, sementeiras, cercas vivas, abertura de berços, plantio de árvores e seu manejo.
MANCHINERI, Paulo EmílioO livro reúne um conjunto de textos e exercícios voltados à aquisição e ao desenvolvimento da língua portuguesa oral e escrita, tendo como conteúdoalguns temas que pertencem ao universo de interesses dos alunos e professores indígenas do Acre. Os textos e atividades didáticas incluídos neste material foram elaborados pelos professores indígenas que participam do programa de educação da Comissão Pró-índio do Acre na área de estudo das Líbguas Indígenas e do Português.
Embarcação transportando gado no rio Branco
Embarcação Major Amarante do Serviço de Proteção aos Índios
Embarcação em Rio Branco
Embarcação encalhada no Rio Branco
Embarcação José Bonifácio em Rio Branco
Embarcação Felipe Camarão subindo o rio Branco
Embarcação José Bonifácio atracada em Santa Fé
Embarcação José Bonifácio atracada no porto de Boa Vista
Homens na embarcação Lobo de Almada encalhada no rio Branco
Embarcações no rio Branco
Embarcações no rio Branco
Embarcações atracadas no porto de Caracarahy em Rio Branco
Embarcações do Serviço de Proteção aos Índios atracadas em Rio Branco
Embarcações encalhadas no rio Branco
Embarcações em Rio Branco
Embarcações Lobo de Almada e Felipe Camarão subindo o rio Branco
Embarcações Lobo de Almada e Felipe Camarão subindo o rio Branco
Desse livro o poeta Cassiano Ricardo escreveu: "Formação Histórica do Acre vai figurar entre as melhores obras de revelação e de interpretação de situações brasileiras. Como o sertão baiano teve Os Sertões, o sul do Brasil, Populações Meridionais do Brasil, o nordeste, Casa Grande e Senzala, o sudoeste amazônico tem, agora, Formação Histórica do Acre. [.] O livro é uma grande saga, não só acreana, mas amazônica".
TOCANTINS, Leandro"Historinhas Indígenas da Floresta" é mais um livro didático criado pelos professores indígenas durante atividades de formação em magistério visando atender às necessidades dos alunos das suas escolas. O livro apoia o aprimoramento de competências linguístico-cognitivas gerais, promovendo o desenvolvimento da capacidade de compreensão e expressão de variados tipos de textos orais e escritos produzidos em línguas indígenas e em língua portuguesa.
Historinhas Indígenas da Floresta" é mais um livro didático criado pelos professores indígenas durante atividades de formação em magistério visando atender às necessidades dos alunos das suas escolas. O livro apoia o aprimoramento de competências linguístico-cognitivas gerais, promovendo o desenvolvimento da capacidade de compreensão e expressão de variados tipos de textos orais e escritos produzidos em línguas indígenas e em língua portuguesa.
COMISSÃO PRÓ-ÍNDIOHomens empurrando embarcação no rio Branco
Homens puxando embarcação na cachoeira do Bem-Querer em Rio Branco
O livro Huni Meka, cantos do Nixi Pae, conhecido também como ritual do cipó, faz parte do trabalho de pesquisa que vem sendo realizado por alguns professores sobre as tradições musicais do povo Huni Kui, ou Gente Verdadeira. Em sua maior parte, este livro está escrito em hãtxa kui, ou Língua Verdadeira, uma das nove línguas da família Pano existentes no Acre
Regimento de uso das terras indígenas do grupo Kaxinawá
Nesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional
Livro com mitos do grupo indígena Katukina
Shoviti, Noke [et.al.]O livro, organizado pela assessora da CPI/AC Maria Djacira Maia, dá continuidade à pesquisa da arte gráfica kaxinawá apresentando as diversas formas de usos do kene e os seus variados tipos. Ele traz também as histórias de origem desses desenhos, os registros visuais dos processos de feitura dos objetos da cultura material com kene dos Huni Kui. Está dividido em três capitulos: no capítulo I, é apresentada a história de origem do algodão e de como o povo Huni Kui aprendeu os diferentes kene e seus segredos. O capítulo II trata do uso e tipos de kene utilizados na pintura corporal, classificada por gênero e idade, e as músicas a elas associadas. No Capítulo III, são apresentadas as imagens, os nomes e classificação dos kene
LIMA KAXINAWÁ, Joaquim Paulo deO livro "Plano de Gestão Ashaninka" traz os acordos e as intenções elaboradas pela comunidade Ashaninka do rio Amônea. Esses acordos se referem a diversas temáticas como o uso dos recursos naturais (caça, pesca e plantas), planejamento da aldeia, saúde, vigilância e fiscalização, relação com o entorno, entre outras
Este livro é resultado de uma pesquisa iniciada pelo professor Edson Ixã Kaxinawá, em 1996, sobre os saberes e curas das plantas medicinais, na Terra Indígena Kaxinawá do rio Jordão, município do Jordão, Acre. Percebendo que entre seu povo, poucos velhos mantinham esse conhecimento, com sua pesquisa, ele busca dar continuidade a esse saber. A partir de conversas e entrevistas com os mais velhos kaxinawá, as informações foram sendo organizadas, de acordo com a doença e o nome da espécie de planta que cura, bem como as dietas das mulheres e dos homens, das crianças e adultos, e os cuidados quando a criança ainda está na barriga da mãe.
Ixã Kaxinawá, Edson MedeirosRio Branco
Rio Branco
Shenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
MONTE, Nietta LindenbergPlano de gestão territorial e ambiental da Terra Indígena Mamoadate
Este é mais um livro do "Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena" desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.
Comissão Pró-Índio do AcreVista de São Marcos do rio Branco