Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Paresi
511 Description archivistique résultats pour Paresi
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Várias reportagens:; 19/04/2006 - Super Tudo / TVE Brasil / 01'10";; 19/04/2006 - RJTV 1º Edição / Globo / 03'07";; 19/04/2006 - Jornal do Meio Dia / CNT / 02'00";; 19/04/2006 - Informe Rio / Record / 01'51";; 19/04/2006 - Jornal Futura / Futura / 03'20";
Legenda da foto: Índio Paresi Toloiry que serviu de guia da comissão Rondon
Sans titreLegenda da foto: Rondon dando presentes aos índios Paresi
Sans titreLegenda da foto: Aldeia dos índios Paresi de Lagoinha, todos vestidos com roupas dadas pela comissão
Sans titreÍndia Paresi registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Sans titreRondon distribuindo presentes aos índios Paresi registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Luiz Thomaz Reis
Sans titreÍndias Paresi em redes registradas pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Sans titreÍndias Paresi em rede registradas pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Sans titreÍndios Paresi na aldeia registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Sans titreÍndios Paresi em embarcação no rio Papagaio registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreRondon com índios Paresi registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Paresi estudando registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Crianças Paresi fazendo exercícios de ginástica sueca registradas pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreRondon com índios Paresi registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Paresi em frente a casa indígena registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Vista do Núcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Escola Paresi e banda de música
Sans titreNúcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças Paresi em aula de música com o professor Hermogenes Corrêa
Sans titreÍndia Paresi, aluna do núcleo de Utiariti
Sans titreÍndia Paresi, aluna do núcleo de Utiariti
Sans titreÍndio Paresi com armadilha para caçar emas do cerrado
Sans titreReza de waloko. Reza quando banha com waloko (espuma) durante a festa
Sans titreCanto de chegada de txeyru no terreiro. Roubo das flautas de Kaymare
Sans titreCanto de amore meia noite (maior flauta, grande). Neta viu justa-conta (árvore) do vô dela, brilhando. Kyzokare (avô) e Tomayero (menina)
Sans titreChegada no terreiro. Flauta de Kalaytewe ta chegando, bebedor de chicha de fruta
Sans titreMesma música de txeyru cantada no ritmo de ualalosé
Sans titreCanto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar
Sans titreReza de zeratyalo. Como surgiu o algodão (enfeites da flauta), pena de arara vermelha, cascavel, surucucu são cuidadores da flauta
Sans titreReza de zero. Nare saindo com flauta zero, dançando, cantando bem bonito. Wazare ficou triste, não saiu tão animado
Sans titreCanto de amore. Pessoal chegando das aldeias Mataloza, Kotyaza, Alohete
Sans titreReza de oferecimento para amore. Oferecendo beiju, chicha, tatu, para amore e teixykhare. Pra ser dono tem que cuidar bem, a família toda
Sans titreCanto de zolane meia noite. Takazaurero tinha um filho, Zozomakwane (bebê), mãe acanhou leite materno, por isso bebe criou asas e saiu voando
Sans titreZolane madrugada. Ema andando na beira do rio e sucuri sondando. Correu, escutando assobio da sucuri. Ganharam flecha dele
Sans titreZolane entrada, gafanhoto, terceiro canto
Sans titreZolane meia-noite, sequencia da história de Xinikalore, Waidiatyare
Sans titreZolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Joãozinho sogro de antonio. Haliti wayese. Caçando pra festa, recebem as pessoas. Comeram sem oferecer, yakane subiu e comeu a todos
Sans titreZolane madrugada, Kazaulonehena, Mayzolo e Zamore (morros sagrados, lugares sagrados de onde chamam para curar)
Sans titreXihali. Amorekokoytoli. Gaviãozinho vindo pra pegar pintura, desenho. Kokoy
Sans titreChegada de iyamaka para tomar chicha no terreiro. Onekinwhaeta. Debaixo do rio, vem vindo, tomando chicha de abacaxi e não fica embriagado
Sans titreWakomone descendo com pozinho (xirixiriroré, faquerero, olokomayho) da pedra de quando rachou pedra com o raio, respeitar a festa para tomar chicha debaixo da figueira
Sans titreIyamaka madrugada. Enokwa (céu). Zokowikwa, Halatakwa weteko (aldeia de Enore)
Sans titreDos antigos. Alaulydio
Sans titreKolayberone, Matayahore
Sans titreCanto de zolane
Sans titreCanto de zolane
Sans titreCanto de iyamaka
Sans titreCanto historia de Wazare amanhecendo
Sans titreZozolokero (mãe). Bebê ficou sem espírito. Enore colocou o espírito e criou ele de novo. Enore diz que ele só vai sobreviver junto com ele. Mãe só fica fazendo chicha e oferecendo
Sans titreEnoharese pintando borduna debaixo da figueira. Duas meninas vem vindo fugindo da mãe da água. Makalikwalo e Makuyalo (nome das meninas). Colocou elas como um esteio, no alto, Enoharese cuidando embaixo. Mae dagua (Himesezaulohare) vem vindo atrás. Bateu borduna na agua e matou ela. Meninas pediram pra ficar com ele, que salvou elas. Ele aceitou, mas condição de ficar fazendo chicha e oferecendo porque salvou a vida delas. Foram morar com Enore
Sans titreCanto de saída de zolane do jeito que os antigos cantavam . Meu pai, meu tio, meu avô já dormiram. Estou com sono, vamos dormir
Sans titreXinikalore. História da onça. Irmãos viviam com a avó. Decidiram vingar a morte dos pais que a onça e o gavião tinham comido. Velha era cega. Alama, costela grudada no jatobá. Sangue da onça, queimaram a casa, criou os Nambikwara e os negros. Toakayhore, subiram no carretel flechando a figueira
Sans titreEheroware, dono dos desenhos. Netos azedaram peixe e pediram para ele descer do céu e ensinar os desenhos. Comer na vasilha para não esquecer os desenhos. Kamayhie só que aprendeu pois comeu na vasilha. História de tohidy e abali
Sans titreToakayhore (1º vivente). Toaka (folha). O cunhado, Eheroware, perguntou sobre o espírito que manda
Sans titreZalatoré. Pessoas invadindo, levou miçangas, pode passar. Koxikwahete, Marikwahete (aldeias). Zalatoré escapou da guerra, trocaram mulher para acabar com a guerra
Sans titreIyamaka dos antigos. Zoymanare. Flauta de pedra, mulher podia ver, era igual brinquedo
Sans titreCanto de tiyrama, Korekwahete, Morekwahete
Sans titreCanto de amore. Arara ajuntando terra pra marcar território, fazendo um morro. Halawa, kalo (arara vermelha)
Sans titreChegada dos festeiros (manati), pedindo respeito, convidando, recebendo, dando conselho. Harekahare vai fazer o convite nas outras aldeias. Conversa entre dono de festa e festeiros é cantada, musicada, ritmada
Sans titreCanto de zolane amanhecendo
Sans titreFilme sobre a história e produção da cestaria tradicional produzido no âmbito do Projeto de Documentação da Cultura Haliti-Paresi
Sans titreDepoimentos de mestres Haliti-Paresi sobre o registro das artes verbais
Sans titreAnalisa a contextualização da instalação de linhas telegráficas em Minas Gerais a partir da inauguração da República Brasileira em 1889 e a articulação política de Rondon no Estado e a nível federal
Sans titreAmanhecendo. Gavião foi vingar a morte matando a cobra. Desenhos na pele com jenipapo
Sans titreAmanhecendo. Tinha um pasarinho (bombinha) cantando. Zatyama. Kokotero
Sans titreReza do zolane oferecendo chicha. Dois irmãos que não erram flechadas, as rezas contam a história deles, de cada um deles. Foram lá no céu, pra testar, colocaram uma anta pra ele flechar, ratinho virou anta
Sans titreReza de xihali. Beouro-pessoa, genro dele matou ele, sobrou só três, por isso só tem três xihali que tocam juntos
Sans titreCanto da história de Wazare saindo da pedra. Himazahare. Zokozokoiro
Sans titreWarere saiu da Chapada do Itamarati, depois que juntou com haliti. Iranxe saiu com flauta zero
Sans titreCanto de amore do final, terminando, guardando na casa de flautas. Já ganharam carne, beiju, vai guardar. Antes do zolane pedindo respeito ao zolane, dando conselho. História do roubo de iyamaka, mulherada rouba flautas de Kaymare (lua), as mulheres Zozolokero, Taywenamalo, Kozaulotyolo
Sans titreCanto de zolane saindo da casa. Na roça, nambuzinho (pássaro) cantando, amanhecendo. Zolozolo (abelha). Urucum ta plantado, florescendo, beija flor chegando e chupando a flores
Sans titreZolane entrada, final da entrada, oferecimento
Sans titreZolane meia-noite. Toakayhore
Sans titreZolane madrugada, Tawenamalo, Zozolokero, Kaymare, Taemaylozozonekero. Mãe embebedou o filho Kaymare e fugiu com sua iyamaka
Sans titreHistória de Kaymare e Oloyalo. Mexeu na irmã, queria matar, fugiu
Sans titreIyamaka chegando na porta da casa
Sans titreCanto de zeratyalo
Sans titreMenina com saudade de Waymare, que é um pássaro, espírito
Sans titreEntrada de zolane na casa. Kalaytewe, "que bicho ta entrando de noite? No escuro? Nosso tio Kalaytewe entrando meia noite, tem o nariz vermelho igual caju"
Sans titreXinikalore
Sans titreCanto de imokolo
Sans titreCanto de zolane
Sans titreCanto de zolane
Sans titreCanto de iyamaka
Sans titreWazare historia ponte de pedra
Sans titreUrubuzinho (tidyaure) que gosta de comer marimbondo. Foi na festa, experimentando chicha pra ver se é bom. Pegaram varinha de iyamaka iohoho e foram experimentar junto com seu tio
Sans titreSaída de zolane do jeito dos antigos. Yakane invadia muito. Vamos quebrar a travessa deles e acabar com eles. Bateu raio. Assim acabaram as enchentes
Sans titreYolaware, construtor de hati. Tem o cipó para amarrar. Corda de tucum não dá. Pediu pra wayare, chegou, destruiu a casa. Os passarinhos botaram as penas no lugar, tudo misturado. Construíram a casa de novo
Sans titreZokowie, matador de peixe, caçava, matava peixe com flecha. Wayare, seu avô, pediu um peixe, ele não deu. Pediu para os peixes subirem o rio. Onemakoretaza (nome da água). Flechou o dourado no rabo, fugiu com a flecha dele. Foi atrás e encontrou o dono (“rei”) dos peixes Kotamohykidyare. Vingaram e mataram ele. Peixes fugiram. Zokowie disse que o pai ia vingar sua morte, pai pegou só os ossos (canto, história triste)
Sans titreCasinha de jararaca, tinha uma cabeça de yakane atrás escondida. Não pode ver, proibido, mulher não pode ver, só homem
Sans titre