Índio Guarani Kaiwá educado pela missão evangélica chamado Marçal de Souza no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledNegativo fotográfico
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Índia Guarani Kaiwá perto de um engenho de cana de açúcar no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledCrianças Caiuá do “Nhanderoga” (nossa casa) tomando banho com os filhos dos missionários.
UntitledÍndios Guarani Kaiwá, dança religiosa (Toré). Em frente ao rancho do Paí - chefe religioso
UntitledÍndios Guarani Kaiwá, dança religiosa (Toré). Em frente ao rancho do Paí - chefe religioso
UntitledUm índio centenário. É o Paí (chefe religioso) dos índios Kaiwá, nos Posto Francisco Horta.
UntitledMenina Guarani Kaiwá Moema, aluna da escola dominical.
UntitledNhanderoga (nosa casa) de índio Kaiwá, quando iniciou-se o trabalho da Missão Evangélica Kaiwá, que trabalhou nela por dois anos e três meses.
UntitledÍndia Guarani Kaiwá com criança no colo
UntitledDois ranchos de índios Terena. Estes são mais desenvolvidos e falam bem o português.
UntitledCasa indígena de uma família Guarani Kaiwá do Posto indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledFamília Guarani Kaiwá em frente a casa indígena
UntitledFamília Guarani Kaiwá em frente a casa indígena
UntitledFamília Guarani Kaiwá em frente a casa indígena
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledFamília Guarani Kaiwá em frente a casa indígena
UntitledInício da cerimonia religiosa dentro do rancho, saindo depois para fora.
UntitledInício da cerimonia religiosa dentro do rancho, saindo depois para fora.
UntitledUm índio centenário. É o Paí (chefe religioso) dos índios Kaiwá, nos Posto Francisco Horta.
UntitledNhanderoga (nosa casa) de índio Kaiwá, quando iniciou-se o trabalho da Missão Evangélica Kaiwá, que trabalhou nela por dois anos e três meses.
UntitledDois ranchos de índios Terena. Estes são mais desenvolvidos e falam bem o português.
UntitledÍndia Guarani Kaiwá com criança no colo
UntitledÍndia Guarani Kaiwá com criança no colo
UntitledNo Posto Indígena Francisco Horta, um grupo de índios Guarani Kaiwá
UntitledÍndio Guarani Kaiwá educado pela missão evangélica chamado Marçal de Souza no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledÍndio Guarani Kaiwá educado pela missão evangélica chamado Marçal de Souza no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledÍndia Guarani Kaiwá perto de um engenho de cana de açúcar no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledCasa indígena de uma família Guarani Kaiwá do Posto indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledLíder religioso coberto de ornamentos para uma cerimônia religiosa no Posto Indígena Francisco Horta
UntitledDossiê do álbum Posto Indígena Francisco Horta
UntitledCrianças Caiuá do “Nhanderoga” (nossa casa) tomando banho com os filhos dos missionários.
UntitledUm rancho de índio Kaiwá, estilo primitivo, isto é, quando iniciou-se o trabalho da Missão Evangélica Kaiwá.
UntitledUm rancho de índio Kaiwá, estilo primitivo, isto é, quando iniciou-se o trabalho da Missão Evangélica Kaiwá.
UntitledMenina Guarani Kaiwá Moema, aluna da escola dominical.
UntitledÍndia Guarani Kaiwá com criança no colo
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