Arnaldo Kulian e Raimundo Kulina testam os vasos de cerâmica para avaliarem qual deles é adequado para ser utilizado como buzina. Os hohori médios eram utilizados, sobretudo, como instrumento musical, uma espécie de buzina tocada nas festas (mariris) em que se aglomeravam pessoas de várias aldeias. Eram tocados pelos visitantes avisando que estavam chegando, mas também durante todo o período da festa. Eram tocados nas ocasiões dos Koiza, Ahie´e, Doshe´entre outras festas tradicionais dos Kulina. O vaso arredondado com a boca mais fechada é associado a um tubo de taboca. O tocador faz vibrar, soprando, o tubo de taboca dentro do vaso e este faz reverberar o som de buzina pelo espaço da aldeia e da mata.
Sin títuloMuseu do Índio
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Raimundo sopra o hohori, o fazendo vibrar, emitindo o som da buzina (Descrição da foto feita pelos pesquisadores indígenas: Raimodo sapel sowiko bananí karíralí roroliza. rolíroli narali raimodo).
Sin títuloBoborara. O boborara é um instrumento confeccionado a partir da taboca (zumi). É uma flatua do tipo transversal, muito tocada nas ocasiões em que a aldeia está em festa, seja nos mariris ou Ahie´e, seja nos rituais Koiza ou nos Doshe´e. Os homens jovens, sobretudo, têm o costume de tocar estas flautas para alegrar as festas na aldeia. Os iniciantes de pajé aprendem a produzi-las e a tocá-las com os mestres pajés que os iniciam. Esta flauta também está associada ao Tokorimekha Ahie´e, que é uma festa realizada no terreiro da aldeia nas noites em que os espíritos vêm cantar e dançar com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres e outras pessoas presentes na aldeia, escutam os espíritos tocando boborara lá no meio do mato. A história narrada sobre esta flauta informa que os jovens eram enviados para outras aldeias para convidarem as pessoas de longe para a festa em sua aldeia. Eles o faziam tocando o boborara. Os pajés são os principais especialistas na confecção e execução desta flauta, embora não sejam exclusivos.
Sin títuloHihiti: Raimundo mostra como é tocado o hihiti. O Hihiti é uma espécie de rabeca de uma corda só que tem a boca como caixa acústica. Ele é tocado sobretudo nos mariris de rami, isto é, durante as sessões de bebida do cipó ayahuasca. O Hihiti canta acompanhando e sendo acompanhado dos tomadores da bebida alucinógena. Os Kulina possuem exímios tocadores deste instrumento e seu aprendizado, assim como o aprendizado dos cantos de rami, isto é, dos cantos de ayahuasca, está associado à ingestão repetidas vezes da bebida acompanhada de um mestre que leva o aprendiz a descobrir o seu canto e seu modo de tocar. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimundo ríriti za. Ritiritinarali. Sapel karinarali).
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra as cerâmicas Asuriní, que já estiveram em exposição. À frente, Binin Bëchu.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. À frente, Dani e Damë, e atrás, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens qualificam o tenke, carcás, apontando uma parte da peça que ainda não havia sido identificada: é um pau ignígeno, usado para ascender fogueiras.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, Bëux registra as peças, enquanto Binin, Damë, Dani e Shapu as analisam.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani experimenta uma saia de miçangas produzida por outra etnia, momento que está sendo registrado também por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto. Enquanto isso, os outros jovens analisam e fotografam os cordões e pulseiras matis presentes no acervo do MI.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias.
Sin títuloDani Matis durante o evento Kupixawa, organizado pela etnia Huni Kuï e colaboradores, que ocorreu no Parque Lage - RJ, entre os dias 18 e 27 de julho. Os alunos foram levados no dia 24 de julho à sessão de filmes produzidos pela etnia organizadora, para terem contato com outros cineastas indígenas em ação. Dani conhece o livro “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, lançado durante esse evento do Povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão.
Sin títuloDani e Shapu Matis durante o evento Kupixawa, organizado pela etnia Huni Kuï e colaboradores, que ocorreu no Parque Lage - RJ, entre os dias 18 e 27 de julho. Os alunos foram levados no dia 24 de julho à sessão de filmes produzidos pela etnia organizadora, para terem contato com outros cineastas indígenas em ação. Dani conhece o livro “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, lançado durante esse evento do Povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão.
Sin títuloDani Matis durante o evento Kupixawa, organizado pela etnia Huni Kuï e colaboradores, que ocorreu no Parque Lage - RJ, entre os dias 18 e 27 de julho. Os alunos foram levados no dia 24 de julho à sessão de filmes produzidos pela etnia organizadora, para terem contato com outros cineastas indígenas em ação. Dani conhece o livro “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, lançado durante esse evento do Povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão.
Sin títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Shapu Sibó, Binin Bëchu, em seu momento de manusear o mouse, e Damë Bëtxum.
Sin títuloCebita, neta de Wemo, e Chiquinha, sobrinha de Wemo, vêem a foto de Kadada, falecido pai de Wemo, e observam a buzina de barro que ele toca.
Sin títuloSikima, marido de Wemo, e o senhor mais velho da aldeia Buaçu, vê a fotografia de seu falecido sogro e conversa com Sakire sobre os tempos antigos, em que os Madihá moravam no rio Cochichá. Ao fundo, Wemo e sua nora Kaina.
Sin títuloKomizi mistura a miçanga na cabaça enquanto crianças, homens e mulheres assistem ansiosos.
Sin títuloKomizi e Kubil distribuem as miçangas entre as mulheres da aldeia, que se aglomeram em frente à cabaça.
Sin títuloKomizi e Kubil tentam controlar a distribuição de miçangas enquanto as mulheres abrem seus saquinhos para que sejam enchidos com miçangas.
Sin títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Dani, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Binin Bëchu.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos. Binin Bëchu conhece cerâmicas de outras etnias.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Binin, Bëux e Dani, observam suas cestarias, enquanto Damë as registra.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, à extrema esquerda, acima, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis, junto a uma panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra uma antiga machadinha, produzida por antepassados de outra etnia.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de artefatos de outras etnias.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em sentido horário: Dani, Shapu Sibó, Bëux, Damë Bëtxum e Binin Bëchu.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, e qualificam as peças.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Shapu Sibó e Bëux observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, grava os curtas-metragens editados em DVD´s, para que os jovens possam levá-los para as suas aldeias. De frente para trás: Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum.
Sin títuloEnquanto João Ikobo limpa com a faca o casco do jabuti (para produzir um instrumento musical chamado teteko) sua mulher, Zupira, tece o algodão para fazer uma rede tradicional kulina, a powi.
Sin títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Rodrigo Piquet. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Sin títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Sin títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu SIbó, Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
Sin títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Sin títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Sin títuloJoão Ikobo trabalha no casco do jabuti, Zupira tece sua rede e João Onima anota em seu caderno as informações fornecidas sobre o instrumento musical por João Ikobo e Komizi: onde deixar o casco para que as formigas acabem de limpá-lo, onde encontrar o breu e os bambus para a flautinha de pã.
Sin títuloZupira imersa nas teias de algodão enquanto tece uma powi em seu tear manual.
Sin títuloKomizi com o rosto pintado de urucum e violeta genciana – pronto para ir para a mata.
Sin títuloBenjamim Kulina com o rosto pintado para ir para a mata.
Sin títuloKomizi faz e acerta os furos necessários para tirar boa sonoridade da flauta transversal.
Sin títuloKomizi assopra a flauta em processo de produção para testar sua sonoridade.
Sin títuloKomizi toca a flauta produzida e também canta os cantos da flauta.
Sin títuloZakari corta com terçado os pedaços que serão utilizados para fazer os arcos.
Sin títuloZakaria sentado em tronco com os arcos já prontos.
Sin títuloOs pesquisadores indígenas João Onima, Benjamim Kulina e Joaquim Kulina, além dos artesãos Komizi Kulina, Kubil Kulina e o mestre do hihiti, Zakaria, além do pesquisador responsável pelo projeto, fazem uma parada depois de quase uma hora de caminhada na busca pelo cipó utilizado na confecção do hihiti.
Sin títuloZakaria descasca o cipó hihiti madoni.
Sin títuloZakaria toca o hihiti para os pesquisadores gravarem.
Sin títuloKubil e Komizi escolhem peças de taboca para confeccionar seus instrumentos.
Sin títuloJoão Ikobo leva o casco até o local próximo do ninho de formigas.
Sin títuloDetalhe do casco do jabuti pendurado já infestado de formigas.
Sin títuloKubil testa a primeira flauta produzida e Zakaria ajusta o breu na extremidade da flauta que está confeccionando.
Sin títuloPesquisadores indígena, Joaquim Kulina, Benjamim Kulina e João Onima Kulina registram em vídeo, áudio e fotografia, Kubil confeccionando e tocando os totore.
Sin títuloCom a ponta do breu amolecida pelo fogo, é possível tirar um pouco de breu com a faca.
Sin títuloKaina com rosto pintado de urucum sendo desenhada pela filha com violeta.
Sin títuloNaiza com pintura facial: base de urucum e desenho de violeta gensiana.
Sin títuloNomiha com a cabeça enfeitada amassa a argila umedecendo-a com a água do igarapé.
Sin títuloBenjamim filma Marina, Momo, Wemo, Cebita e as crianças Tsueni, Kelsi, Neiva e Nomiha moldando peças de cerâmica na Oficina de cerâmica na casa de Momo.
Sin títuloTrês bolas de argila na bacia, duas amarelo-acinzentada e uma amarelo-avermelhada.
Sin títuloMomo, Wemo, Cebita, Marina (escondida) e as crianças Kelsi (e outras escondidas) moldam a argila.
Sin títuloKelsi prepara a argila para moldar uma peça.
Sin títuloWemo moldando a sua buzina de cerâmica.
Sin títuloWemo ajeitando a peça que está fazendo ao fundo e Thiaini ajeitando o prato que está fazendo em primeiro plano.
Sin títuloWemo acrescentando mais um rolinho de argila à sua peça.
Sin títuloDetalhe da confecção da buzina de Wemo.
Sin títuloMarina e Cebita moldam suas peças de argila e o filho de Cebita assiste à mãe.
Sin títuloFabiana, da equipe de museologia, apresenta para Raimundo e Benjamim no computador o site do Museu do Índio e do Projeto de Documentação de Linguas e Culturas, bem como os blogs em construção de outras etnias ligadas ao projeto.
Sin títuloZezé e equipe de museologia do Museu do Índio pousam para foto com Arnaldo Kulina, Raimundo Kulina, Felipe Agostini Kulina e George. (Descrição feita pelos bolsistas indígenas: Amonere Museu do Índio kha Zezé Arnaldo Raímodo hiwi).
Sin títuloMulher de Buaçu confecciona um hepiri, o antigo prato kulina, enquanto bebê dorme em seu colo. É interessante o detalhe de um ´za´ana nodi´, isto é, o miolo de uma folha de murmuru, usado para a confecção deste tipo de cesto.
Sin títuloMeninos de Buaçu carregam o bastão que servirá de chicote para a brincadeira do Kokotsi, organizada em Buaçu em 2012. Eles estão com o rosto pintado de urucum. Pousam para a foto segurando o bastão que é o miolo da bananeira.
Sin títuloMoça assenta-se em powi na varanda para pintar o rosto com urucum e jenipapo para uma festa na aldeia.
Sin títuloJoão Mainari, da aldeia Santo Amaro, usa como adereçouma tiara de miçangas para ir a uma grande reunião da aldeia Santa Júlia. Não foi possível identificar os padrões desenhados na tiara.
Sin títuloTerezinha e sua filha Marina, da aldeia Buaçu, modelam na varanda de casa peças de cerâmica: um hohori e um zipa pequenos.
Sin títuloTerezinha descasca o cipó tsahe (timbó) para confeccionar cestos paneiriformes chamados tsahe.
Sin títuloFamília de Buaçu se essquenta de manhã à beira de fogueira, que é o fogão da casa, enquanto Chiquinha esquenta o desjejum. O kakade está bem próximo da fogueira.
Sin títuloRapazes de Buaçu em excursão de caça ao rio Chandless fazem fogueira para preparar a janta. Eles utilizam um kakade (abano) para fazer o fogo.
Sin títuloKaino, filho de Kuma´a, de Ipiranga Velha, veste a braçadeira para mostrar como ela é usada. Foi ele quem forneceu a peça ao Museu do Índio. A braçadeira é confeccionada com algodão tirado dos roçados e fiado pelas mulheres Kulina. A tecelagem é feita com um tear manual produzido no momento da tecelagem, sempre pelas mulheres que são as conhecedoras das técnicas da tecelagem. Esta foi tecida por Kuma´a. A braçadeira é utilizada como adorno em momentos especiais, como grandes e importantes reuniões ou festas que reúnem muitas aldeias.
Sin títuloO irmão de Kaino também veste a braçadeira para pousar para foto e mostrar como ela é usada pelos Kulina.
Sin títuloO zupinehe Komizi, de Santa Júlia, toca a flauta boborara na mata, narrando a estória de sua origem. Ele afirma que um ser mítico produziu a boborara para chamar os outros madiha (gentes) para festejar em sua aldeia, a mando de seu tamine (chefe).
Sin títuloNadina confecciona o hepiri, produzido a partir do miolo da palmeira murmuru (za´ana nodi em língua kulina).
Sin títuloMenina e mãe (de Santa Júlia) sentadas nas bordas de um forno kulina de cozinha. Ao lado da menina, um kakade (abano) que serve para acender o forno. Ao lado da mulher, encontra-se um socador para amassar banana para cozinhar o principal prato da culinária kulina: uma massaroca de banana verde amassada.
Sin títuloSenhora mais velha da aldeia Santa Júlia agachada, utilizando o kakade (abano) para acender o fogo de cozinha.
Sin títuloArnaldo Kulina assina o livro da exposição ashaninka.
Sin títuloRaimundo Kulina experimenta uma das bandoleiras ashaninka. Elas chegam quase ao sua canela.
Sin títuloBenjamim fazendo filmagem da visita à Reserva Técnica do Museu do Índio. Ele está ornamentado com testeira de miçanga, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
Sin títuloRaimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.
Sin títuloArnaldo filma com celular as peças de cerâmica guajajara: canoas com pessoas remando.
Sin títuloRaimundo Kulina pega e observa cerâmica que parece uma bacia ou cesto (hepiri). Arnaldo, atrás observa.
Sin títuloRaimundo Kulina sopra heihei (buzina de rabo de tatu). De acordo com os Kulina, o heihei pinini (o cabo do heihei) está ornamentado com motivos de hidepe ori hanon (cobra do mato – não foi possível identificar a espécie). (Descrição dos pesquisadores indígenas: Raimodo reireiza rapponaralí. Tati sowiko.Banani Kari naralí).
Sin títuloRaimundo Kulina e Arnaldo Filho Kulina observando e escolhendo arcos e flechas de outros povos indígenas na reserva técnica do Museu do Índio. Raimodo Arnaldo. Boba ssissi kide tokerelaralí
Sin títuloArnaldo Filho Kulina ao lado de shashakora. Arnaldo traz uma máquina de retratos pendurada no pescoço. Benjamim registra a explicação com a filmadora. Eles se encontram na sala de museologia do Museu do Índio fazendo a qualificação do acervo kulina.
De acordo com a equipe de qualificação, antigamente os Madiha usavam o shashakora como cama. Ele é feito da folha da palmeira aricuri, chamada na língua kulina de birihari nodi. É confeccionado pelas mulheres e em geral compõem-se de duas partes fechando todo o chão para o casal. Ainda hoje ele é utilizado para fechar o chão sob o mosquiteiro. Dormem assim as mulheres e crianças nas redes e os homens no chão sobre o shashakora.