Museu do Índio

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        Museu do Índio

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            Museu do Índio

              453 Descrição arquivística resultados para Museu do Índio

              453 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A cozinha de Terezinha
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130828_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Maria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Hohori: De acordo com os indígenas, os vasos de cerâmica do tipo hohori eram produzidos com tamanhos grandes, médios e pequenos, mais ou menos com um mesmo formato, como uma grande lâmpada. Os pequenos eram utilizados como brinquedos pelas crianças. Os médios eram utilizados para guardar pequenos objetos de decoração corporal, como tintas, urucum e genipapo, etc.

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.

              George Magaraia
              Adereços de miçanga
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141130_02 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Homens de várias aldeias se pintam e colcoam adereços de vários tipos, como grandes colares, tiaras, gargantilhas, pulseiras, etc, para participar de uma grande e importante reunião na aldeia Santa Júlia.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Andreia apresenta a exposição ashaninka e explica para os Kulina como ela foi concebida. Raimundo Kulina presta muita atenção e nos ajuda a pensar, ali mesmo, quais os objetos e imagens kulina seriam interessante de colocar em exposição naquele espaço. Ele procura experimentar todos os objetos da cultura ashaninka que estão a mostra no espaço.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_32 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A museóloga Andrea mostra uma máscara xinguana de palha do acervo do Museu do Índio para que os Kulina possam explicar para ela como é a máscara koama. Eles comparam o material, as técnicas de criação e a forma da máscara (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Adlea raimodo hinawi. No wei kanaralí raimodo za).

              George Magaraia
              Arnaldo descreve o Shashakora, a cama dos antigos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Filho Kulina ao lado de shashakora. Arnaldo traz uma máquina de retratos pendurada no pescoço. Benjamim registra a explicação com a filmadora. Eles se encontram na sala de museologia do Museu do Índio fazendo a qualificação do acervo kulina.
              De acordo com a equipe de qualificação, antigamente os Madiha usavam o shashakora como cama. Ele é feito da folha da palmeira aricuri, chamada na língua kulina de birihari nodi. É confeccionado pelas mulheres e em geral compõem-se de duas partes fechando todo o chão para o casal. Ainda hoje ele é utilizado para fechar o chão sob o mosquiteiro. Dormem assim as mulheres e crianças nas redes e os homens no chão sobre o shashakora.

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_20 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Hohori de taboca.Atualmente, nas festas, é utilizado um hohori feito inteiramente de taboca (zumi na língua kulina). A caixa acústica, que antes era feita pelo vaso de cerâmica, atualmente é feita com um pedaço de taboca mais grosso. Estes hohori são em geral pintados com diversos padrões encontrados em animais, assim como os hohori de cerâmica.

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_31 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo e Raimundo buscam identificar os padrões de grafismo reproduzidos nas peças de miçanga. Além dos padrões encontrados nas peles de animais, os Kulina identificam alguns grafismos como sendo padrões kaxinawá, etnia que divide a sua terra indígena (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo Raimodo sapel sowiko bananí. Karínaralí. Sapel sanai karí naralí).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulian e Raimundo Kulina testam os vasos de cerâmica para avaliarem qual deles é adequado para ser utilizado como buzina. Os hohori médios eram utilizados, sobretudo, como instrumento musical, uma espécie de buzina tocada nas festas (mariris) em que se aglomeravam pessoas de várias aldeias. Eram tocados pelos visitantes avisando que estavam chegando, mas também durante todo o período da festa. Eram tocados nas ocasiões dos Koiza, Ahie´e, Doshe´entre outras festas tradicionais dos Kulina. O vaso arredondado com a boca mais fechada é associado a um tubo de taboca. O tocador faz vibrar, soprando, o tubo de taboca dentro do vaso e este faz reverberar o som de buzina pelo espaço da aldeia e da mata.

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo filmando com celular as cerâmicas na reserva técnica do Museu do Índio. Ele está adornado com testeira de algodão colorida (Descrição dos pesquisadores indígenas: Arnaldo sapel Karí selula karinarílí. Ssíkí na atoni khide toraralí).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina experimenta o tradicional adereço ashaninka do tipo bandoleira. Ele é bem diferente dos adas kulina. É bem maior, com várias voltas grandes de contas vermelhas, feitas de sementes e adornado com penas coloridas de pássaros. As voltas de contas vão do ombro até a altura do joelho.

              Coletivo Kulina
              Arnaldo Kulina no Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina pousa para foto em frente ao prédio da administração do Museu do Índio.

              Coletivo Kulina
              Arnaldo mostra como a flauta Totore é tocada
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina mostra como se toca a flauta totore. Ele conta que fez muitas flautas quando era adolescente e lamenta que os adolescentes não se interessem mais pela flauta (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo wítalí za sapel wepe bananí. Tatíwitalí naza. Tole tole naralí).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina observa foto de menina ashaninka com pintura facial e roupas tradicionais. Ele vai imaginando como poderia ser uma exposição kulina, com pinturas faciais, com objetos interessantes e fotos bonitas de seu povo. Ele sugere um espaço dedicado às sessões de rami.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_21 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Boborara. O boborara é um instrumento confeccionado a partir da taboca (zumi). É uma flatua do tipo transversal, muito tocada nas ocasiões em que a aldeia está em festa, seja nos mariris ou Ahie´e, seja nos rituais Koiza ou nos Doshe´e. Os homens jovens, sobretudo, têm o costume de tocar estas flautas para alegrar as festas na aldeia. Os iniciantes de pajé aprendem a produzi-las e a tocá-las com os mestres pajés que os iniciam. Esta flauta também está associada ao Tokorimekha Ahie´e, que é uma festa realizada no terreiro da aldeia nas noites em que os espíritos vêm cantar e dançar com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres e outras pessoas presentes na aldeia, escutam os espíritos tocando boborara lá no meio do mato. A história narrada sobre esta flauta informa que os jovens eram enviados para outras aldeias para convidarem as pessoas de longe para a festa em sua aldeia. Eles o faziam tocando o boborara. Os pajés são os principais especialistas na confecção e execução desta flauta, embora não sejam exclusivos.

              George Magaraia
              Arnaldo toca a flauta Totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_22 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Totore: a flauta totore é muito utilizada durante todo tipo de festas e rituais: nos mariris, nos rituais Koiza e nos Doshe´e. Ela é confeccionada a partir dos gomos mais finos da taboca (zumi). Os maiores especialistas na confecção e execução destas flautas eram, antigamente, os jovens, mulheres e homens. Durante as festas, explicam os indígenas, meninos e meninas utilizavam-se das flautas totore para convidar os parceiros sexuais para encontros na mata. Os Kulina lamentam que os jovens atualmente não saibam mais confeccionar ou executar estas flautas, empobrecendo o universo sonoro das aldeias(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo totoleza. Tole tole narali sapel wepe bananí).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_12 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo aponta a direção por onde irá para buscar o zumi, isto é, a taboca fina, utilizada para fabricação das flautinhas que compõem o instrumento. Ele explica que tem delas bem perto de sua casa, no mato.

              Coletivo Kulina
              Artesão brinca tocando o totore que fez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_13 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi confeccionou uma flautinha com os restos rachados deixados por kubil e fica brincando e tocando sua flauta.

              Coletivo Kulina
              Artesão busca o zumi no mato
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_13 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo busca o zumi no mato, perto de sua casa.

              Coletivo Kulina
              Artesão esquenta o breu no fogo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_02A · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo esquenta no fogo o pedaço de breu que tem guardado.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_17 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo toca o instrumento, friccionando os dedos no breu, produz um som amplificado pelo casco de jabuti (quanto maior o casco maior amplificação, tenta explicar o artesão), e soprando as flautas em sincronia com o som da fricção.

              Coletivo Kulina
              Artesão passa a corda no oco do casco do jabuti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_15 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo passa a corda no oco do casco de jabuti. Esta corda é que conectará as partes do instrumento: o casco que vibra quando o dedo fricciona o breu e as flautas que acompanham a sonoridade do casco.

              Coletivo Kulina
              Artesão tira um pedaço do breu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_04 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe do breu na faca. Ele será usado na abertura do casco do jabuti.

              Coletivo Kulina
              Avó e netas arrancam macaxeiras para trazer para casa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20131204_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Zupira, de Santa Júlia, e netas vão ao roçado para arrancar algumas macaxeiras para trazer para o almoço. Como o roçado fica bem no meio do caminho na mata pelo qual nos conduzia Komizi quando buscávamos o koama (a máscara dos espíritos), ele brincou que a avó e as meninas eram os espíritos. Enquanto alguns cestos shapotos aguardam no chão cheios das raízes, outros vão se enchendo com o trabalho das mulheres.

              Coletivo Kulina
              Benjamim assopra buzina Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim Kulina, com chapéu de miçanga com motivos de jibóia (boria makha hanon), soprando hohori de cerâmica (da etnia Tukano) pintado com bonitos motivos não reconhecidos.

              George Magaraia
              Benjamim experimenta o arco de boca Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim Kulina tenta aprender com Raimundo o modo como se toca o Hihiti. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Benjami rírítíza rítíritínaralí. Mattoza sowi ko pamo e aníní).

              George Magaraia
              Benjamim filma a qualificação dos instrumentos musicais
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim Kulina registra com a filmadora a qualificação do acervo Kulina no Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Bejami fílmi za Fílma de toraralí. Mattoza sowiko pama naralo).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim fazendo filmagem da visita à Reserva Técnica do Museu do Índio. Ele está ornamentado com testeira de miçanga, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim Kulina filma Raimundo Kulina, que vê peças de cerâmica guajajaras. Atrás dele, estão os vasos de cerâmica vermelhos do Xingu.
              Benjamim está ornamentado com testeira de miçangas, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
              Raimundo está ornamentado com testeira, colar e pulseira de miçangas. A testeira é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon). O colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada na língua kulina zero makhani hanoni (não foi possível identificar o nome em português). O motivo principal dos desenhos do colar são padrões kaxinawá, segundo os Kuliina. A pulseira é adornada com duas figuras de araras (waha).

              George Magaraia
              Benjamim opera filmadora na sala de museologia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim sentado na escada da sala de museologia, operando filmadora. Atrás, na parede, desenhos de indígenas operando vários redes tradicionais de pesca. Ele está filmando a qualificação do acervo kulina feita por Arnaldo e Raimundo Kulina, junto à equipe de museologia do Museu do Índio

              George Magaraia
              Bolas de argila
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141125_03 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Três bolas de argila na bacia, duas amarelo-acinzentada e uma amarelo-avermelhada.

              Coletivo Kulina
              Buzina de rabo de tatu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150511_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo Kulina sopra heihei (buzina de rabo de tatu). De acordo com os Kulina, o heihei pinini (o cabo do heihei) está ornamentado com motivos de hidepe ori hanon (cobra do mato – não foi possível identificar a espécie). (Descrição dos pesquisadores indígenas: Raimodo reireiza rapponaralí. Tati sowiko.Banani Kari naralí).

              George Magaraia
              Carne tirada do jabuti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_08 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              A carne tirada do casco do jabuti para fazer o instrumento musical (vai direto para o fogo, pois é muito apreciada pelos índios.

              Coletivo Kulina
              Casco pronto e com a corda
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_16 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Casco pronto com as cordas que o conectam às flautas.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_02 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Cesto shapoto abandonado embaixo da casa se transforma em galinheiro. A mãe se alimenta com as filhas em sua casa. Abaixo, no solo, as galinhas usam o shapoto velho abandonado como ninho.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Enquanto João Ikobo (Santa Júlia) trabalha na criação de um Teteko, vários cestos de vários modelos, shapoto, tsahe, entre outros, aguardam amontoados a hora de Zupira – esposa de João Ikobo – ir com o marido e as netas para o roçado. Komizi assiste ao parente deitado em uma powi (tradicional rede de algodão kulina) e alguns jovens aprendem o processo de fabricação do Teteko. Antes de irem para o roçado, as mulheres juntam os cestos disponíveis e que serão necessários para os produtos que calculam trazer.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130808_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Na praia, à margem direita do rio Purus, na altura de Manoel Urbano, as famílias kulina acampam, permanecendo às vezes por muitos dias. Eles levam um rancho para se alimentar durante o tempo em que permanecem acampados na praia da cidade. Cachos de bananas, macaxeira são levados nas canoas em shapotos grandes. Também é levado carvão

              Coletivo Kulina
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsinte witsun xete, instrumento para tecer os witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), utilizados por todos os habitantes de uma aldeia. É usado junto aos teares, ambos os instrumentos essencialmente femininos e produzidos pelas próprias mulheres.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsinte, colher de madeira que serve para mexer a caiçuma enquanto esta esquenta ao fogo. É feita a partir do tronco da palmeira wani, pupunheira (Bactris gasipaes). É um instrumento de extrema importância para o universo feminino e é enterrado com a proprietária na hora de sua morte.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsinte witsun xete, instrumento para tecer os witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), utilizados por todos os habitantes de uma aldeia. É usado junto aos teares, ambos os instrumentos essencialmente femininos e produzidos pelas próprias mulheres.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsinte, colher de madeira que serve para mexer a caiçuma enquanto esta esquenta ao fogo. É feita a partir do tronco da palmeira wani, pupunheira (Bactris gasipaes). É um instrumento de extrema importância para o universo feminino e é enterrado com a proprietária na hora de sua morte.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tëtxuk, pote de cerâmica arredondado e base côncava. Este exemplar possui faces com feições antropomórficas modeladas em todo o entorno de suas paredes externas. Serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, tomada em grupo pelos homens diariamente no centro das malocas.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Mariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de madeira. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Mariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com a pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de penas de arara azul. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              semente negra arredondada utilizada pelas mulheres para polir as peças de cerâmica depois de modeladas e secas, antes de serem queimadas. As mulheres passam horas polindo suas peças com os nome matis, o que garante a qualidade de suas cerâmicas.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Masën, buzina, único instrumento musical matis da atualidade. Sua caixa de ressonância é feita de argila, onde estão pintados com urucum os motivos bëri bëri e também estão incisos os traços geométricos muxa, “tatuagens”, que demonstram a importância do artefato. Serve para convidar os mariwin para a maloca, ou chamar as pessoas para uma refeição abundante de carne. Serve também para qualquer outro tipo de situação em que se quer reunir os habitantes de uma aldeia na maloca central: reuniões políticas, festas ou emergências. Hoje em dia, é usado também nas escolas, para chamar os alunos para as aulas.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xucate, abano trançado. É um objeto poli funcional, já que além de servir como abano para avivar o fogo, também pode ser utilizado como prato, tampa de panela, assento feminino e, durante os rituais da etnia, para abanar os jovens em iniciação, como na cerimônia da tatuagem, na qual as mulheres abanam as faces dos jovens com o xucate, para aplacar as dores causadas pelas perfurações das tatuagens.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Ancha, prato ritual utilizado exclusivamente durante a cerimônia iniciatória da tatuagem, servindo exatamente como suporte para os espinhos de pupunheira (Bactris gasipaes) usados pelos tatuadores para a marcação das faces dos jovens.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Txuma, cuia de cerâmica, base côncava, que possui em sua borda uma aba unilateral, local em que tem preso um cordel feito de xapex (tucum). É usada para se tomar a bebida tatxik, consumida em grupo pelos homens diariamente no centro da maloca.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enawat, talhadeira feita com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal, enawat (“capivara”). Há exemplares semelhantes feitos, por sua vez, de dentes de cutia, chamados de madë xëta (“dentes de cutia”). É usado durante algumas das etapas da feitura das armas pelos homens: para talhar o orifício da zarabatana por onde passam os dardos, para afiar as flechas e fazer as flechinhas infantis.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tenke, aljava onde são levados os dardos da zarabatana e os outros instrumentos necessários para a caça com essa arma, como paina de samaúma e argila.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tear, feito a partir de um galho dobrado em formato triangular, que serve para a feitura dos witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), usados por todos os habitantes de uma aldeia.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tatxik nokoxkatê, ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente em grupo pelos homens no centro da maloca. É compartilhado por todos os homens durante uma roda da bebida.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tëtxuk, pote de cerâmica arredondado, base côncava e protuberâncias nas paredes externas. Serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, tomada em grupo pelos homens diariamente no centro das malocas.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_18 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsanut, concha lacustre utilizada pelas mulheres para a modelagem da argila durante a feitura de peças de cerâmicas. Cada mestra artesã possui uma coleção de tsanut, constituída de conchas dos mais diferentes tamanhos, que utilizam para a modelagem dos mais diversos artefatos de cerâmicas.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Adorno facial demux, ornamentos nasais feitos a partir dos espinhos retirados do interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Foi trazido também para a instituição um pedaço da casca dessa palmeira, com os espinhos negros in natura dentro.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_20 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xapex, rolo de fio feito de fio de tucum, matéria- prima usada para o trançado das mais diferentes classes de artefatos: adornos (witsun), redes (di), peneiras (sekte), entre outros.

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_21 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arco e flechas, arma que serve para a caça de grandes mamíferos terrestres, como queixadas (shawa), porquinhos do mato (unquin), e mais raramente antas (awat).

              Michelle Ludvichak
              Coleção de artefatos adquiridos pelo Museu do Índio/RJ
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_22 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xëkpan, arco e flechas infantil. Os próprios meninos costumam construir as suas flechinhas, que usam para treinar a sua mira e brincar com os amigos.

              Michelle Ludvichak
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141128_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Menina de Santa Júlia é deixada pela mãe na porta de casa, perto de fogueira onde também são deixados alguns shapotos que acabaram de chegar do roçado e os cachos de bananas que foram transportados neles. Na fogueira, algumas panela já começam a ferver para cozinhar as bananas. A menina brica com um dos cachorros que estavam deitados sob a fogueira para se aquecer. Muitas casas kulina não tem uma cozinha propriamente dita e tampouco um fogão. Em geral são casas de um grande cômodo apenas, às vezes aberto. Ou ainda há casas que tem apenas um quarto fechado e uma varanda aberta. Nestes casos, as mulheres fazem fogueiras no nível do solo, onde cozinham e se aquecem.

              Coletivo Kulina
              Detalhe da máscara de folhas de bananeira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_05 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe da máscara feita de folhas secas de bananeira da criança durante um Doshe´e (ritual de pescaria coletiva) na aldeia Santa Júlia.

              Coletivo Kulina
              Detalhe de mão amassando o barro
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141124_12 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de mãos de Nomiha amassando argila para cerâmica.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_01A · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Distribuição de miçangas para as mulheres na aldeia Santa Júlia. Em uma cabaça gigante, colocamos toda a miçanga, chamamos as mulheres com o heihei, a buzina do chefe. Na foto, Komizi e outros misturam a miçanga na cabaça.

              Coletivo Kulina