Zolykixiho, irmão mais novo tendo relação com a própria irmã. Queriam mata-los. Fugiram. “quem esta fazendo o cesto bonito pendurado?”. Pode entrar. Entraram. Pegou fogo porque tinham pecado. Escaparam do fogo e seguiram. Viram passarinho, flechou ele, mas errou, flecha caiu em cima da cobra. Guri foi atrás da flecha, gritou, jogaram ele para cobra comer. Correu, cansou. Deixou o outro irmão, cobriu, pediu pra queimar que ira virar milho. Correu, encontrou o avô, mudou de aldeia, queimou o irmão. Criou milho do dente, cara do saco, amendoim da unha, urucum do sangue, cebola do olho, cabaça da cabeça, cana dos braços. Ossada criou todas as plantas. Kolayberone (irmão mais velho). Mazerohoko (avó do menino que virou milho)
UntitledMato Grosso
9983 Archival description results for Mato Grosso
Entrada de zolane. Um velho, entrando na casa da velha, sem pedir licença, com uma flautinha. Avó (Alaulydio)
UntitledIyamaka dos antigos. Velho cego, mulher dele chamada Mazero. Comeram a anta dele, ficou bravo, fechou a casa, mulherada passou frio
UntitledCanto da formiga, zokozoko
UntitledMadrugada
UntitledCanto de xihali
UntitledCanto de zolane. Halo-halo, viram a arvore, pessoal chorando
UntitledCanto de imokolo, Matinhaye engulido por Zoloizokemae
UntitledCanto de entrada de zolane na casa. Iyanakakware
UntitledFilme produzido no âmbito do Projeto de Documentação da Cultura Haliti-Paresi
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledRegistro da preparação e participação dos indígenas no desfile cívico do município de Tangará da Serra/MT.
UntitledAprendeu com João Batista Zoloizomae
UntitledLegenda da foto: Os Paresi recebem com alegria os presentes dados por Rondon
UntitledLegenda da foto: Depois que os integrantes da comissão distribuiram as roupas aos índios Paresi, a aldeia parecia uma cidade
UntitledLegenda da foto: Índia Kozarini, do grupo Paresi
UntitledLegenda da foto: A festa das Rodas de Ikê, chamada "Marido", um dos rituais dos índios Bororo
UntitledLegenda da foto: Expedição científica Roosevelt-Rondon entre 1913 e 1914
UntitledEstação telegráfica de Barra do Bugres registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
UntitledLegenda da foto: Descanço dos expedicionários sob a sombra de uma gigantesca árvore que contrastava com a rara vegetação do planalto
UntitledLegenda da foto: Rondon, Roosevelt e outros integrantes da comissão em almoço junto ao Salto Belo, foi a surpresa que Rondon preparou para o eminente hóspide
UntitledLegenda da foto: A barraca de Roosevelt era sempre visitada pelos índios Nambikwára, alguns já usavam as roupas dadas de presente pela a expedição
UntitledLegenda da foto: Em sinal de confraternização, os índios Kepkiriwát fizeram um jantar festivo para os expedicionários
UntitledLegenda da foto: Grupo de Índios Baepuat encontrados pela comissão na localidade de Barão de Malgaço em Mato Grosso
UntitledAlbum de fotografias produzido pela Comissão Rondon, referente a serviços de Mato Grosso até o Amazonas
A Embarcação Oyapóc em Ladário
UntitledA Embarcação Oyapóc no Rio Paraguai
UntitledConstrução de linha telgráfica ramal Campo Grande - Ponta porã
UntitledUm dos participantes da caçada mostra a onça parda capturada por eles
UntitledAlbum de fotografias produzido pela Comissão Rondon, referente a serviços de Mato Grosso até o Amazonas
Legenda da foto: Trabalhadores da comissão erguendo os postes da linha telegráfica
UntitledLegenda da foto: Rondon chefiando uma turma de locação para a construção do ramal Caceres - Mato Grosso
UntitledLegenda da foto: Carretas para o transporte dos postes da linha telegráfica
UntitledLegenda da foto: Grupo de oficiais do 8º batalão de Infantaria do exército em Cuiabá, 1907
UntitledLegenda da foto: O salto da Mulher no Rio Sacre
UntitledLegenda da foto: Índios "Parecis uaimarês", hoje denominados Paresi, visitam o acampamento da construção da linha tlegráfica da cabeceira dos Veados
UntitledLegenda da foto: Integrantes da comissão reunidos no acampamento para o hasteamento da bandeira
UntitledLegenda da foto: Rondon visita uma aldeia nambikwára no ranchão, além do Juruena em 1908 e é observado pelo restante da comissão
UntitledLegenda da foto: O tenente José Paulo e sua turma no serviço de derrubada da mata virgem
UntitledVista da Vegetação à margem do rio Paraguai
UntitledTrabalhadores da comissão observando um grande cipó que tem forma de uma escada na mata da Canga
UntitledLegenda da foto: Vista de parte do forte Príncipe da Beira, no Rio Guaporé. Esta fotografia, junto com duas outras, fazem o panorama do forte
UntitledLegenda da foto: Vista parcial da cidade de Cuiabá em 1907. Esta fotografia, junto com outras duas, fazem parte de uma vista panorâmica da cidade
UntitledChegada do brigadeiro de avião sendo recebido pelo padre e toda a população de Meruri, índios Bororo tocando instrumentos musicais, índios adultos e crianças cumprimentando o brigadeiro. Visitam em companhia do diretor do SPI, Modesto Donatini sede da misão religiosa, índios tocam hino nacional e a bandeira é hasteada, freiras educando índias, padres supervisionando exercícios físicos dos índios, índios adultos e crianças recebendo presentes dos visitantes, índia com filho no colo, brigadeiro recebe presentes dos índios, a aldeia, visitantes se preparando para partir
UntitledCerimônia fúnebre dos índios Borôro, situado no Vale do São Lourenço, em Mato Grosso. Enterro primário, lavagem e enfeite dos ossos, e enterro definitivo. Cenas dos índios Borôro dançando no pátio da aldeia; Rolo 6.1- contratipo, 35mm, 184m, 7 min; Rolo 6.2 - contratipo, 35mm, 222m; 8 min; Rolo 7 - contratipo, 35mm, 377m; 14 min; Rolo 8.1 - contratipo, 35mm, 252m; 9 min; Rolo 8.2 - contratipo, 35mm, 167m; 6 min
UntitledDocumentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
UntitledMato Grosso apresenta sistema hidrográfico mais rico e variado do Brasil. O rio “Saueminar”, o papagaio é um dos grandes em volume d’água, sua travessia é feita em balsa. O Salto do Utiariti, que é uma queda d’água desemboca neste rio. O transporte desta região é feito em bois. Em Juruena vemos a família da nação indígena Nambikwára atraídos pela missão religiosa Santa Terezinha do Mangabau. Imagem dos índios e dos seus utensílios. Imagem de um índio chefe de família construindo o “Sisu” pequeno abrigo temporário diferente das malocas são usados para caçar e guerrear com as tribos adversárias. Imagem do chefe da tribo. Imagens das crianças indígenas com seus animais preferidos como o macaco. Imagem dos índios preparando seu bolo predileto “Orienê Eso” feito de mandioca, esse bolo é passado de mão em mão antes do cozimento. Imagem das índias praticando natação numa piscina improvisada. Imagem dos índios vestindo trajes de chita. Imagem de Zé Maria, o mais temido atirador Nambikwára. Imagem dos índios praticando arco e flecha. Imagem da borduna, espada utilizada pelos pequenos índios. Imagem do rio Juína e de uma balsa atravessando esse rio. Imagem de Campos Novos (notável pelo clima) baluarte da civilização do interior mato grossense, na qual as erosões deram origem a Serra do Norte, imagem de casas da região. Imagem da planície de Vilhena focalizando as casas e o pequeno aeroporto. Imagem da cidade de Três Buritis. Imagem do cruzeiro comemorativo da 1º missa em 26/02/1936. Imagem do Rio Roosevelt. Imagem do trecho da estrada para Barão de Melgaço. Imagem do povoado. Imagem da sede da Estação Telegráfica
UntitledVegetação de Mato Grosso, homens descendo o rio Pimenta Bueno, rico em água e fauna, casas peculiares da região amazônica, estação telegráfica com o mesmo estilo das casas, rio Jí-Paraná, ilhota do Pandu, corredeiras da Primavera, embarcações atravessando o rio, habitante das selvas, índios Txukahamãe da região do Pimenta Bueno, índios fazendo a passagem do rio, homem flechando o peixe no canal da corredeira, homens caçando uma anta, maloca da tribo dos índios Massacá ou Aikaná na margem direita do rio Pimenta Bueno, dois índios tomam “maxucú”, imagem dos índios descrevendo-as, imagem da Cachoeira de Barro, imagem de “Porto do Chopimguá” onde homens executam serviço de prospecção para ouro e diamante, derrubada de um apinzeiro, imagem de habitações rústicas, imagem da Cascata XV de Novembro e Porto Ipiranga
UntitledO filme mostra o progresso da Cidade de Cuiabá, localizada no Brasil Central. Uma cidade bem estruturada, preocupada com o futuro dos seus habitantes. A cidade fica as margens do rio Cuiabá, e tem na navegação fluvial um importante pólo para o desenvolvimento do comércio, e também por intermédio desse rio, que Mato Grosso vem prestando sua colaboração preciosa, exportando grande quantidade de borracha; Resumo das Cenas: (Trilha Sonora) Legenda: "O Serviço de Proteção aos índios Apresenta " / Legenda: "Cuiabá, A Cidade Verde" / Legenda: "Cinegrafia De: Nilo Oliveira Vellozo" / (Voz Off) Trabalhadores na beira do rio, na navegação fluvial / Ponte / Trabalhadores carregam caixas de borrachas a serem transportadas / Avião / A cidade l Palmeiras / Praga / Carros / Pessoas passeando pela cidade / Praga / Coronel Alencar / sede da Secretaria Geral / Maquinas diversas / Pessoas trabalhando nas máquinas / Sede do palácio da Justiça / Sede dos Correios e Telégrafos / Pessoas trabalhando / O Cine Teatro / O Grande Hotel / Restaurante / Igreja Católica / Padres na porta da Igreja / Centro de Saúde Santa Casa / Homens e Mulheres na Inauguração do Centro De Saúde l Bebes são consultados / Distribuição de Leite / Criança sendo tratada / Criança tratada de paralisia infantil dá os primeiros passos / Adultos são consultados / Paciente no dentista / Sede do palácio da instrução / Alunos demonstram o bom condicionamento físico na quadra de esportes
UntitledCrianças Umutina chamadas Ikodo, Joaquim e a menina Hodoto
UntitledCasa indígena dos casais Umutina Jarepá Matarepatá e Mitoponepá Uarepatá
UntitledAve chamada tuiuiú ou jaburu em frente a casa indígena dos Umutina
UntitledAve mutum pertencente aos índios Umutina
UntitledAve mutum pertencente aos índios Umutina
UntitledÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
UntitledÍndia Umutina chamada Uarepatá fiando algodão com fuso manual
UntitledÍndio Umutina chamado Joaquim a espera de peixe para flechar
UntitledÍndio Umutina chamado Joaquim a espera de peixe para flechar
UntitledÍndia Umutina na barragem divisória da lagoa pescando com redes
UntitledÍndio Umutina flechando os peixes atordoados pela seiva espumosa
UntitledÍndio Umutina doente deitado e amarrado na casa indígena sobre esteira de palha de buriti
UntitledMáscara de dança Hatori no terreiro preparado especialmente para sua confecção perto da casa de festa
UntitledÍndios Umutina ornamentando máscaras para dança Hatori com colares, brincos e diademas
UntitledÍndio Umutina chamado Jukuepa apreciando os preparativos para a festa Hatori
UntitledDançarinos Umutina entram nas máscaras suspensas sobre os postes, tendo as saias de palha amarradas na cintura com um comprido cipó e as mulheres aproximam-se das máscaras representando espíritos falando palavras carinhosas
UntitledDançarinos Umutina entram nas máscaras suspensas sobre os postes, tendo as saias de palha amarradas na cintura com um comprido cipó e as mulheres aproximam-se das máscaras representando espíritos falando palavras carinhosas
UntitledDançarinos Umutina entram nas máscaras suspensas sobre os postes, tendo as saias de palha amarradas na cintura com um comprido cipó e as mulheres aproximam-se das máscaras representando espíritos falando palavras carinhosas
UntitledDançarinos Umutina entram nas máscaras suspensas sobre os postes, tendo as saias de palha amarradas na cintura com um comprido cipó e as mulheres aproximam-se das máscaras representando espíritos falando palavras carinhosas
UntitledAs máscaras indígenas são tiradas dos postes, encontrando se prontos os dançarinos para a procissão
UntitledPasseata das máscaras indígenas representando espíritos no grande terreiro de festas. As mulheres acompanham o cortejo e por último vem o festeiro, o índio Umutina Haxipá, cantando no ritmo do chocalho
UntitledPasseata das máscaras indígenas representando espíritos no grande terreiro de festas. As mulheres acompanham o cortejo e por último vem o festeiro, o índio Umutina Haxipá, cantando no ritmo do chocalho
UntitledPasseata das máscaras indígenas representando espíritos no grande terreiro de festas. As mulheres acompanham o cortejo e por último vem o festeiro, o índio Umutina Haxipá, cantando no ritmo do chocalho
UntitledPasseata das máscaras indígenas representando espíritos no grande terreiro de festas. As mulheres acompanham o cortejo e por último vem o festeiro, o índio Umutina Haxipá, cantando no ritmo do chocalho
UntitledPasseata das máscaras indígenas representando espíritos no grande terreiro de festas. As mulheres acompanham o cortejo e por último vem o festeiro, o índio Umutina Haxipá, cantando no ritmo do chocalho
UntitledAs máscaras Hatori são recolhidas na casa de festas após as danças e penduradas nos postes
UntitledParte superior de máscara Hatori dos índios Umutina
UntitledÍndio Umutina chamado Mitoponepá preparando brincos e diademas de penas
UntitledÍndio Umutina chamado Mitoponepá preparando brincos e diademas de penas
UntitledA casa de festa Zari e as máscaras Hatori se recolhendo após apresentação
UntitledA casa de festa Zari e as máscaras Hatori se recolhendo após apresentação
UntitledCasal indígena Alice Paresi e índio Umutina chamado Bacalana com seu filho
UntitledAve dos índios Umutina chamada Mutum-carijó
UntitledÍndio usando a máscara Hatori entrando na casa de festas chamada Zari
UntitledMáscara hatori armada com arco e flecha atravessam o campo em direção aos festeiros
UntitledAs mulheres Umutina colocam balaio no meio do terreiro que representam antas, caititu e outros animais em que os mascarados hatori atiram neles com suas flechas
UntitledÍndio Umutina chamado Jacuepa pinta seu neto Jacuepa Curicá com tinta de jenipapo
UntitledÍndio Umutina chamado Barukolotó com seu filho Jucuepa Curicá preparando milho
UntitledOs índios Umutina no interior da casa de festas chamada Zari preparam enfeites e símbolos de palha de buriti para o ritual de culto aos mortos chamada Atilakakáno
UntitledOs índios Umutina no interior da casa de festas chamada Zari preparam enfeites e símbolos de palha de buriti para o ritual de culto aos mortos chamada Atilakakáno
UntitledÍndio Umutina chamado Atukwaré coloca o bárepódo, a coroa dos velhos, na cabeça do índio Jarepá
UntitledÍndio Umutina chamado Haripá enfeita os dançarinos da festa do Atilakakano na casa de festas Zari
UntitledÍndio Umutina chamado Haripá enfeita os dançarinos da festa do Atilakakano na casa de festas Zari
UntitledRitual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Atilakakano
UntitledRitual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Atilakakano
UntitledRitual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Atilakakano
UntitledRitual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Atilakakano
UntitledRitual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Atilakakano
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