Matis

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        Matis

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            Matis

              473 Descrição arquivística resultados para Matis

              473 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20131004 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
              Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_08 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.

              Sem título
              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_04 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sem título
              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_05 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sem título
              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_08 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin agora utiliza o facão para esculpir a madeira. Fala na língua. Começa a alimentar a fogueira montada embaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe das mãos de Tumi Tuku acertando as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_35 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150426_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe com um facão e uma faca o bocal de sua zarabatana. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Depois, alisa o mamu com a mão. Auxilia o amigo no esculpimento do bocal da zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_04 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Os Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_06 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.

              Sem título
              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_06 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe das mãos de Tumi Tuku enquanto faz a decoração de suas flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_29 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

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