Tumã faz as muxa, tatuagens, de sua máscara de mariwin, usando para isso uma faca não indígena, chamada de duë. Depois, coloca a peça novamente na fogueira para continuar a sua pré-queima.
Sem títuloMatis
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Plano-detalhe do pote que Tumã está produzindo. A artesã fala na língua.
Sem títuloTumã mostra para a equipe de filmagem como se toca o masën, buzina tradicional matis, que também serve para chamar os mariwin, e é comumente tocado pelos homens. Fala mais sobre o artefato na língua.
Sem títuloAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Sem títuloAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Sem títuloTumã vai ajeitando os pedaços de lenha da sua fogueira.
Sem títuloNo ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.
Sem títuloImagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.
Sem títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sem títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sem títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloO artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.
Sem títuloBinin corta com o machado um tronco fino, para assim fazer um apoio no qual subirá para poder extrair da árvore a parte de cima da madeira cortada.
Sem títuloBinin coletando cipó.
Sem títuloBinin esculpe os dois pedaços de madeira com o facão. Fala na língua.
Sem títuloBinin agora utiliza o facão para esculpir a madeira. Fala na língua. Começa a alimentar a fogueira montada embaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo.
Sem títuloBinin utiliza o facão para esculpir a madeira.
Sem títuloBinin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando sua envergadura mais reta possível.
Sem títuloBinin amarra os dois pedaços de madeira com cipós.
Sem títuloBinin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.
Sem títuloEm cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.
Sem títuloDetalhe das mãos e do rosto de Binin esculpindo a madeira com a faca sem ponta.
Sem títuloBinin amarra os dois pedaços de madeira, um ao outro, com cipós. Depois, continua esculpindo-os com a faca sem ponta. Fala na língua.
Sem títuloTumã busca uma clareira na mata para iniciar o trabalho. Retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando os fiapos de madeira grudados neles. Vai contando sobre os demux na língua.
Sem títuloTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração.
Sem títuloImagem de Binin Chunu arrumando as matérias-primas para a próxima etapa de construção da sua zarabatana, e detalhe das matérias-primas utilizadas na feitura das flechas por Tumi Tuku.
Sem títuloDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio.
Sem títuloTumi Tuku cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha.
Sem títuloEnquanto Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, Binin Chunu inicia o processo de amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas.
Sem títuloTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais.
Sem títuloOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Sem títuloTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Os homens conversam.
Sem títuloImagem em contraluz de Tumi Tuku passando cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Detalhe das matérias-primas utilizadas para a confecção das flechas. Fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku faz a decoração das suas flechas. Conta, em português, como aprendeu a fazer as flechas. Binin Chunu afia a sua faca para começar a próxima etapa da confecção de sua zarabatana.
Sem títuloBinin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.
Sem títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Sem títuloDetalhe das mãos e do rosto de Binin Chunu esculpindo o bocal de sua zarabatana com uma faca, duë. Fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku alisa o mamu, cera de abelha cozida, que passou na taboca da flecha com a mão. Inicia a próxima etapa, e desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando o cabo de sua faca. Conversa na língua com Binin Chunu.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku acertando as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku acertando as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDe volta à pequena maloca, Tumi Tuku continua esculpindo as hastes de madeira, agora com a sua faca sem ponta.
Sem títuloDe volta à pequena maloca, Tumi Tuku continua esculpindo as hastes de madeira, agora com a sua faca sem ponta.
Sem títuloDe volta à pequena maloca, Tumi Tuku continua esculpindo as hastes de madeira, agora com a sua faca sem ponta.
Sem títuloTumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.
Sem títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Sem títuloBinin Chunu esculpe com um facão e uma faca o bocal de sua zarabatana. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Depois, alisa o mamu com a mão. Auxilia o amigo no esculpimento do bocal da zarabatana.
Sem títuloTumi Tuku acerta as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku acerta as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku mede o bambu que será a ponta da flecha com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca do artefato.
Sem títuloOs Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.
Sem títuloQualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.
Sem títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloBinin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.
Sem títuloBinin coleta mais cipó. Fala na língua.
Sem títuloBinin utiliza o facão para esculpir a madeira.
Sem títuloDepois de amarrados, Binin continua a esculpir os dois pedaços de madeira com a faca sem ponta.
Sem títuloBinin saindo da aldeia para extrair a madeira com a qual fará sua zarabatana. Leva consigo um machado e um facão. Fala na língua.
Sem títuloBinin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.
Sem títuloBinin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.
Sem títuloBinin chega a uma clareira, onde continua o processo de construção da sua arma.
Sem títuloBinin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível.
Sem títuloTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Sem títuloTumã analisa os espinhos que ficam dentro da casca da árvore do patauá, isan, para ver se estão bons para se produzir o adorno. Fala na língua.
Sem títuloTumã retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando-os dos fiapos de madeira.
Sem títuloTumã junta todos os espinhos que coletou e fala sobre os demux na língua.
Sem títuloBinin Chunu enrola o cipó chamado nopo, que irá utilizar em uma das etapas da construção de sua arma.
Sem títuloDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas, primeira etapa na construção desses artefatos. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku enquanto faz a decoração de suas flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra.
Sem títuloEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Sem títuloEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Sem títuloTumi Tuku continua cortando penas de mutum, wesnit, enquanto Binin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, em uma das duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana.
Sem títuloBinin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.
Sem títuloOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Sem títuloTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Sem títuloBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.
Sem títuloBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas.
Sem título