Matis

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              473 Description archivistique résultats pour Matis

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê, Shawa (bermuda marrom), e os cachorros que acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Elas levam seus cestos e folhas cheios de argila.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              As mulheres começam a modelar a argila. Tumã (saia rosa) modela a sua peça com o auxílio de um tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Bësson (bermuda azul, à extrema direita), Enawat, Tëkpa (bermuda azul) e Shawa trançam os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional. Tëkpa trouxe o seu macaquinho de estimação.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã faz os olhos de sua máscara e depois alisa a sua parede interna com a concha tsanut.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_03C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              A artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Prática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_05 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Imagem dos jovens jogando bola na aldeia. No final da tarde, diariamente, é comum ver algum grupo jogando futebol na aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_01C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Debaixo de chuva, de volta à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de seus artefatos, as artesãs começam a trabalhar as folhas para a fazerem os seus xucate. Enawat vai quebrando os braços de sua folha para o lado. Tëkpa faz o mesmo, enquanto Shawa as observa. Bësson também está no local.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã faz as perfurações de sua máscara de mariwin, que seguem o ciclo ornamentálico matis. Depois de pôr os mananukit, os kwiashak, esses uma espécie de adornos que só os mariwin possuem, e o deshankete, perfura o demux nas abas de seus nariz.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai colocando os dardos envenenados para secar, apoiando-os em cima de um pequeno tronco que pegou anteriormente para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada. Detalhe das mãos da artesã realizando a atividade. Shawa junta-se ao grupo e irá começar a produzir a sua witsun. Mede o comprimento da mesma passando fios de tucum pelo seu próprio pulso. Dani tece a sua witsun masculina e está acompanhada de sua filha. A atividade ocorre na maloca.

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              Mastigando mandioca para fazer caiçuma.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_02B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Dentro da maloca, mulheres mastigam a mandioca que cozinhou ao fogo para fazerem a caiçuma. Depois de mastigada, a bebida é deixada em panelas para fermentar. A feitura da caiçuma é um trabalho eminentemente feminino e coletivo.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Os jovens tentam fazer com que as mulheres também levem golpes dos mariwin. Esses interagem com as pessoas através de gestos. Um dos mariwin vai embora.

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              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              As mulheres voltam aos seus lugares e continuam a mastigar a mandioca para a feitura da caiçuma. Conversam com os homens que tomam tatxik sobre a visita dos mariwin.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato. Enquanto isso, faz o polimento do seu masën, buzina, usando a semente tonkete, instrumento específico para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_10 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu masën, buzina, utilizando para isso uma duë, faca não indígena. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. Enquanto isso, sua máscara de mariwin passa pelo processo de pré-queima, realizado com a peça individualmente em uma pequena fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_16 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumã limpa os seus tsanut, conchas que as mulheres matis usam como instrumentos para a feitura de suas cerâmicas. Mostra toda a sua coleção para a equipe de filmagem e explica para a antropóloga Carolina Lopez que o conjunto de tsnaut de uma artesã serve para a feitura de cerâmicas dos mais variados tamanhos, desde as pequenas até as muito grandes. Guarda sua coleção na bolsinha trançada que possui especificamente para isso. Volta a polir o seu masën, buzina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_25 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo na fogueira. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos começam a aparecer. A artesã mexe nas peças com o galho, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo.

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3087 / 1988 · Pièce · 1988
              Fait partie de Bibliográfico

              O caderno de imagens é um trabalho concebido pelo Museu do Índio e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que tem por objetivo constituir um recurso didático para os professores utilizarem em sala de aula

              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20131002_01 · Pièce · 2013
              Fait partie de Arquivístico

              No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
              Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_05 · Pièce · 2014
              Fait partie de Arquivístico

              Imagens de arcos do acervo da instituição. É possível ouvir no áudio do arquivo Maria José Sardella pedindo para os jovens amarrarem corretamente as partes constituintes do tenke, carcás matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_01 · Pièce · 2014
              Fait partie de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_02 · Pièce · 2014
              Fait partie de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_03 · Pièce · 2014
              Fait partie de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_07 · Pièce · 2014
              Fait partie de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_06 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_04 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin posiciona o apoio que está fazendo na árvore da qual está extraindo a madeira, e pega mais um pedaço de tronco para adicionar ao mesmo. Vai buscar cipó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhes das serragens caindo do entalhe e de Shapu Sibó filmando a cena.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível. Esquenta mais a madeira, para torná-la mais flexível ainda.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Ao fundo, é possível ver Shapu Sibó, bolsista do ProDocult Matis, também fazendo o registro das oficinas. O artesão começa a colar as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Continua a preparar as penas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_28 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_13 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_22 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_24 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01S · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Txami, outro darasibo, ancião, junta-se aos homens na pequena maloca que serve como oficina para a feitura de seus artefatos. Tumi Tuku acerta as bordas da ponta de bambu, paca, de sua flecha com o enawat, talhadeira feita de dente de capivara. Todos conversam.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu repete o processo de jogar um pouco de argila, água e depois movimentar para frente e para trás o galho dentro da arma, só que agora pela outra saída do orifício. Na imagem, uma das filhas do artesão e sua amiga.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.

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