Matis
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Catálogo da exposição "Filhos da Terra" realizada no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro entre os dias 5 de dezembro de 2013 a 19 de janeiro de 2014. As fotografias foram realizadas com 16 povos indígenas entre 1978 e 1991 em diversos contextos, desde reportagens jornalísticas, a missões técnicas, projetos de documentação e de pesquisa acadêmica
Sem títuloNo ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.
Sem títuloImagem das bonequinhas karajá, que chamaram a atenção dos jovens matis durante a visita ao arcevo museológico.
Sem títuloQualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Binin Bëchu explica a Celso Maldos para que é utilizado o maxilar de macaco preso na estrutura de bambu do tenke. Esse serve para alocar o barro utilizado para a sustentação e equilíbrio dos dardos quando assoprados. A técnica de utilização de bolinhas de barro nos dardos da zarabatana é uma técnica de caça própria dos Matis.
Sem títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sem títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sem títuloBinin explica na língua qual os tipos de árvores que podem ser usados para fazer uma zarabatana, enquanto esculpe os pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando um facão.
Sem títuloImagem de Binin andando na trilha, levando consigo os pedaços de madeira que extraiu e seus instrumentos.
Sem títuloBinin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para esculpir os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhe da fogueira que o artesão montou embaixo do jirau.
Sem títuloDetalhe da face e das mãos de Binin enquanto esculpe a madeira.
Sem títuloDetalhe das mãos de Binin coletando uma planta especificamente usada para se afiar a talhadeira de dente de cutia, chamada madë xëta.
Sem títuloBinin afia a sua talhadeira e continua a esculpir na madeira o orifício por onde serão soprados os dardos.
Sem títuloBinin sobe no apoio.
Sem títuloBinin procura materiais na mata.
Sem títuloBinin constrói um pequeno jirau no local, usando galhos finos e cipó, e ascende uma fogueira embaixo do mesmo. Continua esculpindo a madeira com a sua faca sem ponta.
Sem títuloBinin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pelo fogo.
Sem títuloTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Sem títuloTumã encontra a árvore da qual se retiram os espinhos do demux, a palmeira isan, patauá. Corta um pedaço da casca com o facão.
Sem títuloTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Sem títuloTumi Tuku começa a fazer as suas flechas. Prepara a palha que usará para a decoração. Detalhe das matérias-primas usadas para a confecção das flechas.
Sem títuloImagem dos dois artesãos, Binin Chunu e Tumi Tuku, durante as atividades de construção de suas armas, que ocorreram principalmente dentro de uma pequena maloca, na Aldeia Tawaya.
Sem títuloTumi Tuku termina de passar cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Pega fio de paina de samaúma e começa o processo. Detalhe das mãos do artesão.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku enquanto faz a decoração de suas flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra.
Sem títuloEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Sem títuloTumi Tuku faz a decoração das suas flechas.
Sem títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio.
Sem títuloTumi Tuku afia sua faca sem ponta e continua cortando penas de mutum, wesnit, ajustando as bordas das mesmas.
Sem títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio.
Sem títuloTumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Ao fundo, é possível ver Shapu Sibó, bolsista do ProDocult Matis, também fazendo o registro das oficinas. O artesão começa a colar as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Continua a preparar as penas.
Sem títuloTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.
Sem títuloTumi Tuku terminando a confecção da parte de trás de suas flechas.
Sem títuloTumi Tuku começa a fazer as suas flechas. Detalhe do artesão preparando as palhas que usará para a decoração. Detalhe das matérias-primas usadas para a confecção das flechas. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku inicia o processo de decoração da parte de trás de suas flechas, utilizando fio de paina de samaúma. Enquanto isso, Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Sem títuloBinin Chunu constrói o instrumento que utilizará para o processo de selagem das metades do corpo de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Sem títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.
Sem títuloBinin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, nas duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana. Detalhe do espaço da pequena maloca que os homens utilizam como ofcina para a feitura de seus artefatos.
Sem títuloBinin começa a amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana, usando primeiramente um cipó comum em pontos específicos ao longo de sua extensão. Os homens conversam na língua.
Sem títuloBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas.
Sem títuloBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua.
Sem títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Sem títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi.
Sem títuloTumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Sem títuloOutro ângulo, visto de cima, de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida. Os homens conversam na língua. Tumi Tuku conversa com a antropóloga Carolina Lopez, em português.
Sem títuloTumi Tuku, fora da pequena maloca, esculpe hastes de madeira com o seu facão.
Sem títuloTumi Tuku enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas. Nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpindo.
Sem títuloTumi Tuku esculpe uma haste de madeira já encaixada ao corpo da flecha com a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sem títuloTumi Tuku esculpe a haste de madeira já encaixada ao corpo da flecha com a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sem títuloTumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, no encaixe das hastes de madeira das flechas que acabou de esculpir, e depois as passa pela fogueira que Binin Chunu ascendera anteriormente. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Binin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku ajeita as penas de suas flechas e observa a envergadura das mesmas.
Sem títuloTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida
Sem títuloTumi Tuku esculpe hastes de madeira com a sua faca sem ponta. Binin Chunu fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas. Nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpindo. Enquanto vai observando a envergadura da flecha, vai acertando o encaixe da haste. Repete o processo com outra flecha em confecção. Binin Chunu e Carolina Lopez conversam na língua. Imagem da fogueira que Binin Chunu acendeu.
Sem títuloTumi Tuku passa uma das pontas de bambu na qual esculpiu o orifício de encaixe pela fogueira acesa na pequena maloca.Passa cera de abelha cozida (mamu) na parte do bambu que contém o orifício. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDetalhe do rosto de Tumi Tuku enquanto este conversa com Binin Chunu. O artesão está repetindo o mesmo trabalho que fez, agora com outra flecha: enrola linha de paina de samaúma em torno do bambu, e então passa a haste de madeira encaixada no corpo de uma das tabocas pela fogueira.
Sem títuloTumi Tuku observa a envergadura de sua flecha, já pronta. Pega outra, na qual irá repetir o trabalho de esculpimento das bordas.
Sem títuloBinin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Joga mais água dentro do orifício e continua o movimento com o galho. Fala na língua.
Sem títuloBinin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.
Sem títuloBinin Chunu anda pela trilha, levando de volta a sua zarabatana para a pequena maloca que os homens usam como oficina para a construção de seus artefatos.
Sem títuloDe volta à pequena maloca, Binin Chunu prepara a zarabatana para mais uma etapa de sua confecção, uma nova selagem na sua superfície externa.
Sem títuloEm uma fogueira que acendeu, Binin Chunu coloca cacos de cerâmica velha para esquentar. Esquenta também um pedaço de mamu, cera de abelha cozida. Passa o pedaço de mamu quente sobre uma parte da extensão da sua arma. Depois, em cima dessa mesma área, passa pedaços da cerâmica quente. Assim, o mamu derrete ainda mais sobre a superfície da zarabatana, realizando-se uma espécie de selagem externa. Alterna a passagem de cera quente e de cacos de cerâmica por cima da mesma.
Sem títuloEm meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira e começa a ensinar aos alunos como cortar a matéria-prima.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira com suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Sem títuloCom as flechinhas já prontas, os alunos e o professor Damã Jacinaldo andam pela trilha, em direção à outra clareira.
Sem títuloUm dos meninos tenta extrair mais madeira.
Sem títuloOs alunos continuam a esculpir as suas próprias flechinhas usando as suas facas e facões. O professor Damã Jacinaldo continua a esculpir o arco que está produzindo.
Sem títuloEnquanto esquenta cinzas em uma panela na fogueira, Binin Chunu irá começar o processo de encaixe do bocal em sua zarabatana. O artesão talha a ponta de sua arma, onde irá encaixar o bocal, que foi pintado de urucum. Imagem das flechas de Tumi Tuku, três já prontas e três em processo de confecção.
Sem títuloBinin Chunu passa a ponta da zarabatana que está talhando pelo fogo. Continua esculpindo a mesma.
Sem títuloBinin Chunu corta pedaços de uma folha para fazer a decoração de sua arma.
Sem títuloBinin Chunu faz a decoração de sua arma usando pedaços de folhas e cipó pintado com mamu, cera de abelha cozida.
Sem títuloKuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.
Sem títuloNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Sem títuloKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Sem títuloKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Sem títuloKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Sem títuloKuini passa, novamente, a parte do artefato em que colocou o mamu, cera de abelha cozida, pela brasa. Dá um último ajuste no material com a ponta dos dedos e conclui a produção de seu ralador.
Sem títuloTumã e Bësson dirigem-se para uma trilha onde irão buscar um igarapé para realizar a extração da argila.
Sem títuloAs mulheres seguem andando na trilha, buscando algum igarapé ou alagadiço que tenha argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) é seguida por Tumã (saia preta e branca), Tumã (saia rosa), Enawat e seu bebê, Tëkpa e Shawa.
Sem títuloAs mulheres seguem andando na trilha, buscando algum igarapé ou alagadiço que tenha argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) é seguida por Tumã (saia preta e branca), Tumã (saia rosa), Enawat e seu bebê, seu outro filho Binin, Tëkpa (bermuda jeans) e Shawa. Três cachorros seguem as mulheres durante toda a atividade.
Sem títuloTumã (saia branca e preta) e Bësson (saia azul florida) analisam um igarapé, mas não aprovam a qualidade da argila contida no mesmo. Continuam buscando argila de qualidade, seguidas por Tumã (saia rosa), Enawat e seu bebê, seu outro filho Binin, Tëkpa, um dos cachorros que acompanha as mulheres e Shawa.
Sem títuloDepois de cerca de 40 minutos de caminhada, as artesãs vão chegando à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã, Binin, Enawat e seu bebê e Tumã. As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila e chegam até a construção de paxiúba que serve como local para a confecção de seus artefatos. Shawa chega logo depois.
Sem títuloShawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha. Bësson senta-se perto do grupo. Tumã (saia rosa) e Tëkpa (bermuda jeans) cuidam das cinzas que estão esquentando ao fogo. Binin, filho de Enawat, acompanha as mulheres durante a atividade. As mulheres conversam entre si e com a antropóloga Carolina Lopez.
Sem títuloAs artesãs Bësson (saia azul florida), Tëkpa (bermuda jeans) e Tumã (saia preta e branca) analisam a argila de um agaladiço para ver se é de boa qualidade para a produção de cerâmicas. Não a aprovam, e junto com Tumã (saia rosa), Shawa (bermuda marrom) e Enawat, com o seu bebê Binin no colo, continuam a busca na trilha. O outro filho de Enawat, o menino Binin, acompanha as mulheres.
Sem títuloTumã (saia preta e branca) trança uma espécie de cesto, utilizando uma folha que extraiu na hora mesmo. Através desse, irá realizar o transporte da argila para a aldeia. Tumã (saia rosa) também trança o seu cesto. Após colocar a sua argiladentro do cesto que trançou, Tumã (saia preta e branca), com uma faca, extrai pedaços da casca de uma árvore, para assim as mulheres produzirem as alças de seus cestos, como o faz Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa). O menino Binin, filho de Enawat, que está com o seu outro filho no colo, acompanha as mulheres durante toda a atividade. Shawa e Tëkpa também possuem os seus montes de argila, que levam embalados em folhas. As mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.
Sem título