Manaus
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Publicação sobre o pensamento social brasileiro com enfoque na Amzônia
Bastos, Élide RugalO artigo enfoca a obra e o pensamento do antropólogo Eduardo Galvão
Bastos, Élide RugalO artigo aborda as atividades do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas de 1910 a 1932
Bastos, Élide RugalEra janeiro de 1835. O tapuio Filipe, conhecido como Mãe da Chuva, deu um tiro no peito de José Joaquim da Silva Santiago. Outro tiro, disparado por Domingos, o Onça, matou Bernardo Lobo de Souza. A primeira vítima era o comandante de armas e a segunda, o presidente da Província do Pará. Os corpos das duas maiores autoridades da Amazônia foram arrastados para o alojamento dos índios remeiros – um grande galpão, em Belém. Lá, durante mais de oito horas, tapuios conhecidos por estranhos apelidos – Gigante do Fumo, Onça do Mato, Sapateiro, Remeiro - desfilaram, chutando os cadáveres e cuspindo neles. Muitos chegaram a mijar na cova, um buraco aberto no cemitério da igreja das Mercês. A cabanagem começava
PINHEIRO, Luís Balkar Sá PeixotoA obra, dirigida a um público-alvo diverso, foi concebida para instrumentalizar pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, gestores e comunidade em seu trabalho na interface entre questão urbana, meio ambiente e saúde
Freitas, Carlos Machado deArtigo sobre as características ambientais domiciliares dos indígenas de Manaus
Freitas, Carlos Machado deEste trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas no período de 1910 a 1932. A partir dos conceitos de dispositivo de campo e de poder tutelar buscamos não apenas elaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na missão de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição de uma condição primitiva a um estado positivo através do que denominaram de processo civilizatório O objetivo maior é trazer para o presente reflexões críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as ações dos órgãos indigenistas (SPI; FUNAI)
MELO, JoaquimLivro sobre o ritual de passagem do povo indígena Mawé
Carvalho, Joelma Monteiro deEste projeto não tem a pretensão de ser uma obra acadêmica sobre arco e flecha dos povos indígenas da Amazônia. A ideia foi proporcionar ao leitor uma mistura de três retratos: reflexões autorais, fruto da vivência continuada da realidade indígena; textos jornalísticos construídos com histórias de personagens reais; e fotografias colhidas nas comunidades e aldeia da Amazônia
Adeodato, SérgioFolheto do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas
Dados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.; Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.
LOEBENS, Guenter FranciscoA composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular
REVILLA, JuanA composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular
REVILLA, JuanCompilação das colunas semanais de autoria do antropólogo Terri Valle de Aquino, denominadas "Papo de Índio", publicadas regularmente na imprensa acreana
AQUINO, Txai Terri Valle deOficina de cartografia realizada pelos índios Pirahã no contexto do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia coordenado por Alfredo Wagner Berno de Almeida, com discussões sobre os problemas da terra indígena e as reivindicações do povo indígena
Almeida, Alfredo Wagner Berno de (coordenador do projeto)O livro analisa, com base na relação saber-poder, as narrativas ocidentalizadas sobre os povos indígenas, que as destacaram como pessoas subalternas, selvagens, rudes, preguiçosas, indolentes e selvagens. Ao mesmo tempo em que visavam transformá-los em povos cristãos e em sujeitos que incorporassem um modo de ser, de viver e de pensar ocidentalizado
Aguiar, José Vicente de SouzaLivro de Alípio Bandeira que narra a saga dos povos indígenas habitantes do rio Jauapery, no Baixo Rio Negro
Bandeira, AlípioPráticas de pesquisas em comunidades tradicionais é resultado do curso de Especialização Sociologia das Interpretações do Maranhão: povos e comunidades tradicionais, desenvolvimento sustentável e políticas étnicas
MARTINS, Cynthia Carvalho (org)Documentário da viagem ao Rio Negro, no Amazonas, pela Inspetoria de Fronteiras, chefiada por Rondon. O filme mostra cenas em Manaus e manifestações dos estudantes do colégio dirigido pelos salesianos. Nas cenas seguinte vemos solenidade comemorativas da fundação desses colégios. Partem de barco pelo Rio Negro chegam em Barcelos. É mostrado salas de aula, estudantes fazendo exercício físico e ginástica. O filme mostra as atividades da missão, começando pela estação meteorológica, escola agrícola que apresenta suas plantações de arroz, mandioca, cana e laranja. Os estudantes trabalhando no trato com a terra. As jovens índias aprendem sobre horticultura, corte e custura. Mostra, ainda, cenas de assistência médica, sala de cirurgia e famárcia. Aparece também oficina de carpintaria, sapataria e olaria. Vemos, também, o dormitório dos estudantes índios internos, com suas redes. Mostra os índiosMakú. Em seguida mostra os rios com cachoeiras e os barcos descendo nas correntezas e vencendo os desafios da natureza. Observa-se também o Padre José distribuíndo brindes aos índios Makú, como forma de catequese. Aparecem os índios do rio Tiquié, índios distribuíndo adornos para festa. E os Tuyúka aparecem dançando
REIS, Luiz ThomazBaseado nos cadernos de campo do antropólogo, o livro reúne uma série de observações etnográficas realizadas em meados dos anos 70, quando Sampaio e Silva estava a serviço da Sudam. “Minha missão”, nas palavras do autor, “contemplava a constatação de quais eram os grupos indígenas existentes naquela área do [rio Tocantins], suas situações de contatos com a sociedade nacional inclusiva, além de proceder observações sobre mudanças socioculturais”. O resultado é o retrato de uma época crítica na história recente dos índios, confrontando-se a política integracionista e desenvolvimentista do Estado e o difícil desafio da sobrevivência étnica e física das populações indígenas face aos projetos de desenvolvimento
SILVA, Orlando Sampaio