Enquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvore. Zakaria tira os madoni.
UntitledMadihá
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Detalhe de Zakaria tirando os madoni da parte baixa do tronco de uma árvore, próximos a sua raiz. João anota as informações e Joaquim tira fotos do hihiti madoni.
UntitledBarra de cor
UntitledZakaria e Kubiu esculpem hastes de Hihiti. Ouvem-se sons de assovio vindo da mata. Ao mesmo tempo que os assovios, ouvem-se gritos de um animal.
UntitledKubiu toca o arco de boca Hihiti.
UntitledKomizi chega de novo. Pergunta se está tudo bonito. Como estão os Hihiti. Kubiu explica que o acontecimento dá peia no pajé - isto é, que Komizi tomou uma peia, está cansado. Zakaria toca o Hihiti. Komizi se aproxima, atravessa o igarapé e se junta ao grupo. Ele me puxa pelo braço e vamos até o Zakaria.
UntitledZakaria e Kubiu tocam o Hihiti ao mesmo tempo. Fica um som interessante. Komizi conversa, brincando. Eles pausam para umedecer a haste com saliva e voltam a tocar. Zakaria e Kubiu param de tocar e dizem que terminou. Kubiu diz que terminou e que agora vamos buscar o Totore. Descreve tudo o que vimos e fizemos até aquele momento.
UntitledJoão Ikobo tira as formigas do casco para poder pegá-lo. Ele pega o casco e bate para tirar as formigas. Ele explica o procedimento de deixar o casco para as formigas imparem-no de sua carne.
UntitledJoão Ikobo se despede e combinamos de ele nos chamra quando for buscar e fazer a cera, a resina do reco-reco. Ao cair da tarde.
UntitledKubiu mostra os pedaços de zumi que tirou no dia anterior e o pedaço de resina endurecida que usará para fabricar as flautas. Ele explica quais os procedimentos que serão necessários para a fabricação do Totore. Khibori passa carregando nas costas um shapoto e seu filho pequeno.
UntitledO grupo da Oficina do Totore chega na varanda da casa da filha de Kubiu. Marohe, que estava a beira do fogo se retira. Kubiu e Zakaria preparam os instrumentos para iniciar a fabricação da flauta. Dário também está participando hoje.
UntitledKubiu e Zakaria esculpem flautas Totore. Os homens conversam.
UntitledKubiu toca a flauta totore. Outra flauta faz um dueto com a flauta dele. Fica interessante. A outra faz um som mais agudo e a dele um pouco mais grave. O som de uma outra flauta ainda aparece. A filha de Kubiu assiste a tudo. Para encerrar, Kubiu fala um pouco sobre o que fez, de como ele tocou o Totore, 'toretore onaharo', para registrar. Ele fala um pouco das estórias associadas ao totore. Enquanto ele fala, uma flauta canta bem agudo.
UntitledMarohe, Beta e amiga molhadas com potinhos de minhoca, para pescar.
UntitledKomizi e Zakaria brincando. Dario faz um comentário e Zakaria joga Komizi, que já estava gritando no chão, no colo de homem da aldeia Tocandeira que está já há alguns dias em Santa Júlia. Eles levantam a camisa de Komiz e passam um creme em suas costas, esfregando. Todos riem.
UntitledZakaria e home de Tocandeira esfregam as costas de Komizi. Eles encontram um caroço. Zakaria brinca com a faca, sugerindo que vai arrancá-lo com ela. Todos riem.
UntitledKomizi, sentado na powi, Felipe, sentado ao lado de Zupira, que brinca com o cachorro, ao lado de suas netas, além de João Onima e outros, observam o trabalho de João Ikobo.
UntitledAlguém explica que agora ele vai sair para pegar o zumi, para fazer a flauta que complementa o casco de jabuti compondo o Teteko. Os próprios participantes da oficina enfatizam a importância de que alguém vá com João Ikobo para filmar o procedimento de tirar o zumi para a flauta de tubos. João Ikobo afia o terçado antes de partir. Jorge chega e se senta ao nosso lado.
UntitledIkobo e o grupo da oficina voltam para casa com os pedaços de zumi, que servirão para fazer os tubos da flauta de tubos que se anexa ao casco de jabuti para constituir o instrumento Teteko. Benjamim faz um breve comentário, confirmado por Ikobo.
UntitledGrupo da oficina de Teteko se aproxima da casaa de Ikobo. Benjamim faz um comentário. Eles entram na cozinha, onde Ikobo acabou de chegar e tira suas roupas. Felipe já está lá deitado na powi. Ikobo e os outros conversam.
UntitledBarra de cor
UntitledJoão Ikobo acerta com o terçado o tubo da flauta. O grupo da oficina conversa na cozinha de sua casa, enquanto ele trabalha. Zupira continua sentada na porta do quarto.
UntitledZupira traz para Ikobo um pedaço de barbante. Ele corta com o terçado e vai usar o barbante para amarrar a flauta. Ele deixa o barbante e continua a esculpir o tubo da flauta. Ele testa a sonoridade dos tubos. João tira algumas fotos. O reco-reco de casco de jabuti aguarda no chão.
UntitledJoão Ikobo esculpe os tubos da flauta com terçado.
UntitledJoão Ikobo testa a sonoridade da flauta (com dois tubos) e faz ainda alguns acertos em sua altura. Uma galinha atravessa a cena andando calmamente no meio da cozinha.
UntitledDetalhe de João Ikobo fazendo a amarração da flauta.
UntitledBenjamim continuando sua fala sobre o que espera da viagem e do trabalho. Ele também fala da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e da experiência de andar de avião.
UntitledArnaldo e Raimundo falando o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
UntitledViagem de taxi até o Museu do Índio.
UntitledMuseóloga abre outro corredor de cerâmicas, mas na verdade, nada tinha ali.
UntitledA equipe de museologia e os indígenas saem da Reserva Técnica das cerâmicas em direção à sala de conservação do acervo.
UntitledRaimundo experimenta uma flauta de tubos de bambu. Os Madiha se lembram que o instrumento musical utilizado em suas festas (principalmente no passado próximo) é uma composição de um reco-reco feito de casco de jabuti e uma pequena flauta com dois ou três tubos, um pouco menor do que a que Raimundo está experimentando aqui no Museu do Índio.
UntitledFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
UntitledA equipe de museologia conversa com os kulina a respeito da possibilidade de compra e transporte de objetos com plumárias.
UntitledMaria José pergunta se a criação de cerâmica é feita apenas com barro ou se as ceramistas utilizam, como é o caso em outras etnias, de outros materiais misturados no barro. Os Kulina afirmam que a técnica das mulheres kulina utiliza mesmo apenas o barro. Raimundo começa a explicar a respeito da escolha do barro e da moldagem da cerâmica. George narra a sua história de caça entre os Marubo (hilária).
UntitledArnaldo explica a utilzação dos shapoto pequeno: para as meninas pequenas trazerem produtos do roçado. Maria José pergunta sobre os produtos do roçado: banana, mandioca, cará, etc. Os shapoto maiores são de utilização de adultos. Maria José pergunta sobre o desenho e se há alguma significação especial. Os Kulina afirmam que não, apenas para decoração. Raimundo afirma algo sobre o hanoni do shapoto. Os shapoto, assim como os shashakora, são feitos com a folha da palmeira aricuri, birihari em kulina. Eles são confeccionados, assim como todos os artefatos feitos com este material, pelas mulheres.
UntitledFalam um pouco sobre a pintura no shapoto. Supõe-se que seja com jenipapo. Maria José pergunta sobre o algodão que arremata a costura do cesto. É karia kha, isto é, de branco. Desfiam as redes velhas para tirar o algodão. Maria José comenta sobre a técnica kalapalo de desfiar redes antigas para feitura de uma determinada máscara. Fabiana lembra que os Maxakali fazem o reaproveitamento intenso em seus fazeres. Maria José pergunta como é carregado o cesto, usando Fabiana de modelo. Os Madiha mostra que o shapoto é carregado pelas mulheres alçado na testa. Lembra-se da lata d´água na cabeça. Raimundo mostra como se articula a alça nas tramas do cesto. Fabiana fica carregando o cesto na testa como modelo.
UntitledExplicação e anotação da matéria prima do hepir: murmuru. A equipe pede o nome da folha na língua kulina: za´ana. A imagem é de Fabiana anotando e, depois, dos hepiri expostos sobre a mesa. Aparecem ainda George e outras pessoas da equipe de museologia. No fim da cena aparece a equipe kulina de qualificação.
UntitledMaria José e Fabiana colocam os cestos Topi e Tsahe em exposição para que os Kulina façam a sua qualificação. Benjamim filma a equipe de museologia do MI. Raimundo mostra as maneiras como o cesto pode ser carregado, por homens e mulheres. Homens e mulheres fabricam o cesto e homens e mulheres também o utilzam. Sobre o material, ele explica que o Tsahe, um dos cestos é feito de um cipó chamado em kulina tsahe, em português seria o cipó Timbó.
UntitledMaria José analisando os cestos de perto. Ela pergunta sobre a técnica de preparo do cipó para produção do texto. O nome em português dos cestos é Paneiro. Em kulina é o próprio nome do material: Tsahe e Topi.
UntitledA equipe de museologia busca identificar as artesãs dos abanos e dos cestos.
UntitledRaimundo toca o arco de boca kulina, o Hihiti.
UntitledRaimundo e Arnaldo explicam os usos dos Tsahe bedeni, os cestos pequenos. Eles explicam que os cestos neste tamanho podem servir para crianças carregarem ou como brinquedos. Podem servir ainda para guardar coisas em casa e ainda como casa de pequenos pássaros domesticados.
UntitledMaria José afirma que já estão todos cansados e sugere fazermos uma pausa para o almoço, para terminar a qualificação à tarde. Maria José tira uma dúvida a respeito da autoria dos cestos e Fabiana coloca em exposição os cestos Keruri, cestos de toucador.
UntitledRaimundo tenta identificar as tinturas usadas para colorir os keruri: amaidada. Raimundo explica que o keruri bedeni (o cesto pequeno) é usado pelas crianças para guardar bombom (balas). Ele explica que as adolescentes (zoato) usam os keruri médios para guardar suas coisinhas: material de pintura facial, batons, potes de urucum e jenipapo, potes de violeta gensiana, bem como seus colares e adereços de miçanga.
UntitledGeorge mostra para Raimundo o desenho na cerâmica, esperando que ele fale um pouco sobre o desenho. Andrea pergunta se os Kulina utilizam o Tipiti, instrumento indígena para secagem da mandioca para fazer farinha: eles não o conhecem. Arnaldo começa a explicar como a farinha era feita antigamente.
UntitledAs diferentes formas do tsiki, cerâmica: hohori (todos que tem no acervo são hohori). Arnaldo cita um vaso bem grande, para guardar água, mas não dá para entender qual seria o seu nome.
UntitledAndrea, Fabiana e Maria José. Benjamim filma a minha história do mingau de banana: quando ia ficando bravo, os madiha me traziam um pouco de bare pahane para acalmar. Os madiha explicam como o bare pahane é feito: banana, água, esquenta no fogo e macera a banana. É servido morno.
UntitledMaria José, George e Fabiana escutam a explicação de Arnaldo da estória do Totore: tocando chamando as meninas para namorar. Ele explica que não só os rapazes, mas também as moças, se souberem fazer o totore, faz, e então, durante o mariri, ela toca e chama o rapaz. Raimundo confirma que a moça também chamar o rapaz com o Totore. Arnaldo toca um pouco a flauta Totore. É assim. Fabiana confirma informações a respeito da flauta transversal, Boborara. Ela anota todas as informações fornecidas pelos indígenas em um caderno. George os fotografa e eu registro com um gravador de voz. Arnaldo também tenta tocar a flauta Boborara. Ele disse que está difícil. Raimundo explica como e quando a flauta Boborara é tocada. Segundo ele, é tocada nas festas, nos Koiza - usando de dia - , junto com hohori e teteko. Os tokorime também usam a flauta, mas de noite, no mato.
UntitledMaria José apresenta alguns modelos desenhados de máscaras indígenas para os Madiha identificarem alguma que seja semelhante ao koama. A máscara Koama é feita com a folha de jarina (zikhi).
UntitledFabiana e George tentam entender o que é esta máscara e Andrea tenta encontrar um desenho semelhante a ela no livro. Eu e os Madiha explicam todo o processo de fabricação e uso das máscaras koama.
UntitledO nome do tracajá em kulina é Tsibore.
UntitledTrançados: braçadeiras e bolsas. Raimundo veste uma linda braçadeira para mostrar para a equipe como ela é usada. Fica linda. Ele explica que é uma produção feminina para uso masculino.
UntitledAdas. Mochira, bolsas na língua kulina. Raimundo responde à Fabiana que algodão na língua kulina se chama wephe. A respeito da braçadeira, Benjamim explica que é Ada. As bolsas são produção feminina. Raimundo diz que são feitas de algodão. Fabiana pergunta se o algodão é comprado ou fiado pelas índias. Raimundo explica que os homens é que usam as bolsas. São usadas para colocar lápis, caderno, etc. Para colocar o dinheiro, quando tira lá na rua. O nome da bolsa seria mochira.
UntitledAnimaizinhos de madeira guarani. Menino brinca com os animais.
UntitledCasa Guarani
UntitledChapéus ashaninka. Fotos ashaninka.
UntitledAndrea lê um dos quadros da exposção, explicando como funciona a relação entre as peças e os textos informativos. Mostra também os desenhos de grafismos.
UntitledAndrea mostrando os chapéus ashaninka. Ela explica que são várias formas de expor: os chapéus na altura da cabeça, fotos dos próprios indígenas utilizando os chapéus, etc. Andrea mostra os cachimbos e o modo como foram expostos também.
UntitledAndrea explica para Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina, Benjamim Kulina e Felipe Agostini, a respeito de como a exposição ashaninka foi concebida e o que pode ser importante e interessante na montagem de uma exposição etnográfica.
UntitledAndrea faz uma digressão sobre as flechas indígenas. Segundo ela, as flechas são talvez a única espécie de artefatos presentes em todas as etnias ameríndias. Ela conta que as crianças identificam imediatamente as flechas aos ameríndios.
UntitledAndrea mostra uma roupa diferente e chama a atenção que as crianças ashaninka usam o kitarentse (a roupa tradicional ashaninka) adornadas com plumárias. Ela pergunta aos Kulina a respeito da utilização de plumárias em seus adereços. Arnaldo explica que os Kulina utilizam as plumárias apenas em adereços de cabeça. Na cena vemos Raimundo, delicada e calmamente, depositando os colares que estava experimentando nos bonecos da exposição.
UntitledO grupo atravessa o pátio do Museu do Índio se encaminhando em direção à sala guarani. Eles conversam, mas não se pode ouvir nada, pois a câmera faz uma tomada de longe.
UntitledBenjamim Kulina tenta responder sobre o que aprendeu com o trabalho no Museu do Índio.
UntitledBenjamim Kulina tenta responder sobre o trabalho realizado na Oficina de Edição e Montagem de vídeo. Ele fala do filme Boborara.
UntitledZohe pila o shatha com outros homens.
UntitledGrupo de pescadores sai de canoa do porto de Buaçu. Nekhi é o motorista. Sakire caminha pela praia com um balde e uma zagaia. O balde está cheio de shatha misturada com terra. Sakire explica o que é e para que será utilizada.
UntitledDuas canoas motorizadas sobem o rio para a pescaria. Ao fundo passa uma canoa descendo o rio.
UntitledA canoa do filmador também sobe o rio para a pescaria. Nesta canoa, estão Sakire e um rapaz. Sakire faz alguns gestos de indicação para o motorista.
UntitledO filmador chega na boca do igarapé e já tem duas canoas cheias de homens esperando para entrar. Benjamim narra. Quando o filmador chega, eles colocam as canoas em movimento. A canoa dirigida por Nekhi é a primeira a seguir subindo o igarapé.
UntitledJá no alto do igarapé, Riuta e Sakire jogam água dentro da canoa no shatha pilado. Benjamim narra. A outra canoa, mais adiantada no trabalho, já tira a água com veneno da canoa e joga no igarapé. Começa a chover. Benjamim narra. Os homens da outra canoa já testam suas zagaias.
UntitledO filho de Zewa joga e recolhe a zagaia com peixe várias vezes. Ele é o motorista da canoa de Benjamim, Sakire e Riuta. Ao fundo os homens da canoa de Chico e Dori também fisgam muitos peixes. Na água vemos muitos peixes boiando adormecidos. Alguns peixes tentam se salvar pulando nas margens. Os homens ficam empolgados. É praticamente uma coleta de peixes (ao invés de uma pescaria).
UntitledOs peixes boiam na água. Alguns tentam se salvar pulando na margem ou nos galhos. Os homens coletam os peixes com zagaia. O filho de Zewa vai coletando um por um, os que estão presos entre galhos em uma das margens. Ao fundo, uma canoa cheia de homens pescando com zagaia. Um rapaz recolhe os peixes dentro do rio com as mãos.
UntitledAs canoas descem o rio recolhendo os peixes, que boiam na água, sob o efeito do veneno. A canoa de Oroi e outros homens fecha todo o curso do igarapé e os homens jogam as zagaias para pegar os peixes. Manoe, de Ipiranga Nova também está nesta canoa.
UntitledCanoa de João Onima e Jurasi Zakade desce o igarapé. Eles gritam para as pessoas de baixo que os peixes estão descendo. O filho de Zewa, na canoa de Benjamim continua recolhendo peixes com zagaia.
UntitledCanoas continuam descendo o igarapé e se aproximam de sua boca. Os peixes continuam boiando na água. Uma canoa fecha o igarapé e seus homens recolhem os peixes com zagaia. Benjamim narra. Na outra canoa, estão Paisi, Zobiha, Joaquim e outros homens e rapazes de Buaçu.
UntitledTrês canoas se aproximam da boca do igarapé. A canoa de Paisi, a de Chico do Zé Bakho e a de Benjamim e Riuta. Sakire faz uma brincadeira e todos riem e continuam recolhendo os peixes.
UntitledCanoas passam enquanto muitas pessoas pescam com zagaia e com as mãos na boca do igarapé. Canoa de Paisi: Paisi, filho de Wire, Joaquim, Zobiha, Doto, Daniel Mirenu, filho do Simão e Sahino.
UntitledAuzira, rapaz na canoa na margem da boca do igarapé. Muitas pessoas pescando com zagaia e com mãos. Eriana e outras meninas e homens recolhem os peixes deixados na praia.
UntitledCanoas descem cheias de gente de volta para a aldeia. A canoa de Mauri desce para a aldeia, cheia de peixes. A canoa de Riuta, com Sakire, Benjamim e outros sobe, retornando até a boca do igarapé. Meninas nadam na margem do rio: Nomiha (filha de Benjamim) e Haniha (cunhada de Benjamim).
UntitledCanoa descendo o rio. Na praia acima de Buaçu.
UntitledCanoa vem se aproximando para aportar em Buaçu.
UntitledHodo e rapazes preparam os peixes na praia e jogando em um balde.
UntitledPraia vista da aldeia. De longe, várias pessoas na margem do rio preparando peixes. Homem sobe com balde a escadaria da aldeia.
UntitledDois barcos grandes parados no rio.
UntitledMontanha de tijolos no terreiro da aldeia Buaçu. Os tijolos são para a construção de um posto de saúde que atenderá os indígenas de todas as aldeias da boca do Chandless. Mãe e filha passam pelo terreiro carregadas de produtos do roçado: bananas, macaxeira e outros produtos.
UntitledOlhando a obra por dentro. Visão panorâmica de todo o conjunto que já foi levantado.
UntitledOperário madiha bebe água do filtro - é o filho de Davi, neto de Momo.
UntitledCaminho dos fundos da aldeia. Dois operários madiha vem de longe, trazendo uma grande telha de ameanto (ou material parecido).
UntitledContinuação da imagem anterior. Sob orientação dos operários não indígenas, os ooperários madiha encostam uma telha no beiral do telhado.
UntitledOperário de chapéu pousa para o filme e comenta que o trabalho está sendo registrado. Ao fundo a contrução e um operário empilha tijolos.
UntitledDe baixo vemos dois operários trabalhando na fixação da telha do posto de saúde.
UntitledUma vista lateral do posto em construção. Benjamim comenta do que se trata.
UntitledOperários não indígenas descarnam boi na varanda de minha antiga casa.
UntitledEnquanto isso, os operários madiha tiram barro do chão para levar para o canteiro de obras.
Untitled