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              Acta final
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.027 / C749c acta final / 1965 · Pièce · 1965
              Fait partie de Bibliográfico
              Sans titre
              Memória do SPI
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / F866m / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico
              Sans titre
              O indígena e a República
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82):981.07 / G135i / 1989 · Pièce · 1989
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484ie 1979 / 1993 · Pièce · 1993
              Fait partie de Bibliográfico

              Um estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / A636 / 1981 · Pièce · 1981
              Fait partie de Bibliográfico

              Os artigos desta coletânea tratam de aspectos da questão indígena no Brasil e na América Latina. Escritos em diferentes épocas, procuram mostrar, de um modo ou de outro, a violência que sempre presidiu à relação do "civilizado" com o índio. Deixam ainda claro como o indigenismo oficial, por ação ou omissão, cuidou de abrir caminho para a implantação do capitalismo em detrimento dos interesses e necessidades indígenas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / T786 / 2000 · Pièce · 2000
              Fait partie de Bibliográfico

              David Treece, ao contrário da corrente critica que não viu mais do que exotismo e evasão na imagem romântica do índio, sustenta que o indianismo, longe de ser uma representação divorciada de seu contexto histórico mais imediato, constituiu uma reflexão problemática e persistente sobre a formação simbólica e sociopolítica do Estado nacional. Mais do que a reposição tediosa de um mesmo modelo, a literatura do período produziu distintas figurações do índio, em consonância não só com o papel a ele conferido no processo da colonização, mas também em sintonia com o jogo político e social do próprio século XIX. Examinando um vasto corpus de análise, e apoiando-se em disciplinas afins, como a sociologia, a história e a antropologia, Treece traz à cena todo um elenco de autores e obras menos comentados pela historiografia oficial, redimensionando por completo a visão dessa vertente literária e o alcance do debate político-ideológico a ela associado

              Sans titre
              Ata final
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.027 / C749c / 1985 · Pièce · 1985
              Fait partie de Bibliográfico
              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.2) / B592l / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro traz contribuições fundamentais e desbrava caminhos, juntando-se a alguns poucos que recentemente têm trilhado as pistas abertas por Capistrano de Abreu e seguidas por Sergio Buarque de Holanda. Ao fazê-lo, o Professor Elias Bigio considera de modo pleno o significado da presença e do trabalho indígenas, desconsiderado, mais implícito, em quase tudo que redundou no Brasil contemporâneo, em especial especial no Centro-Oeste e na Amazônia

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817) / P879p / 2001 · Pièce · 2001
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro organizado por Bruna Franchetto e Michael Heckenberger vem suprir e atualizar uma importante lacuna na etnologia brasileira contemporânea: os povos do Alto Xingu, objetos de estudos realizados desde as expedições de Karl Von de Steinem, em 1884, até as etnografias acumuladas, particularmente, nas décadas de 1960 e 1970, logo após a criação, em 1961, do Parque Nacional do Xingu. Esses povos têm, entretanto, estado ausentes de uma discussão etnográfica e de políticas indigenistas atuais, principalmente, tendo em vista o importante processo de transformações que tem ocorrido no Parque durante a última década, com a retirada progressiva da Funai da prestação de serviços assistenciais às suas comunidades, que vêm se reorganizando para fazer face às novas formas de relação com a sociedade nacional que hoje se lhes apresentam

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              Etnodicéia Uruéu-au-au
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Uru-éu-wau-wau / L583e / 1995 · Pièce · 1995
              Fait partie de Bibliográfico

              Escrito em tom de denúncia, o livro conta a envolvente história deste povo de língua tupi-guarani e mostra que a história recente dos povos indígenas de Rondônia só pode ser compreendida à luz do papel do Estado brasileiro e suas políticas para o desenvolvimento econômico da região. O autor percorre uma vasta quantidade de depoimentos e documentos, com destaque para os arquivos do SPI e da Funai, relatando uma dramática seqüência de agressões ensejadas pelas frentes de expansão extrativista

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / I39t / 1998 · Pièce · 1998
              Fait partie de Bibliográfico

              Os textos contidos nesta coletânea dão conta de um longo processo de investigação, realização por João Pacheco de Oliveira e pela equipe de pesquisa constituída no Departamento de Antropologia do Museu Nacional ( UFRJ ) de 1985 a 1993, através do qual a dimensão fundiária do problema indígena foi desvendada. As instâncias de poder, o cotidiano da ação administrativa e as estruturas de conhecimento que suportam a prática indigenista em processo de territorialização são submetidas nesses textos à análise antropológica acurada, permitindo não apenas o avanço do conhecimento, mas também a crítica social cientificamente fundada e novos elementos para uma ação técnica consistente

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-AV-325.45(811.3) / F866p / 2007 · Pièce · 2009 [2007]
              Fait partie de Bibliográfico

              Os alvos principais da Comissão de Inquérito eram as ações protecionistas e as iniciativas do inspetor Bento Martins Pereira de Lemos, chefe da IR1. O relatório final dessa Comissão é um dos raros documentos históricos em que é manisfestada pelos depoentes, de forma sistemática, oposição à política indigenista implementada na Amaônia pelo SPI. Por outro lado, a gestão de Bento de Lemos na Inspetoria do Amazonas e Acre foi uma das poucas em toda a história do SPI a produzir densos relatórios anuais sobre a ação indigenista, expondo também, sistematicamente, a amplitude dos problemas e iniciativas que envolviam esses agentes sosciais no inicio do séc. XX

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P222 / 2014 · Pièce · 2014
              Fait partie de Bibliográfico

              O foco da obra é a região denominada zona tampão - espaço hoje localizado no sul da Bahia, norte do Espírito Santo e leste de Minas Gerais, no qual confluíram medidas políticas e administrativas visando a manter uma barreira natural de controle do acesso às zonas de mineração, e que veio a se constituir em refúgio para os grupos indígenas Tupinikin, Kamakã-Mongoió, Aimoré, também chamados Gren ou Botocudo, Maxakali e subgrupos dessas nações

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45 / E83 / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Os projetos de Estado para os povos indígenas se estendem pelos séculos de colonização portuguesa e brasileira nessa porção de terra que hoje denominamos Brasil. Neste processo os recursos, o trabalho e o legado dos povos indígenas têm sido objeto de propostas e especulação por parte dos invasores da terra, convertidos em ocupantes e, muitas vezes, até mesmo em "amigos dos índios". Contudo esses planejamentos oficiais jamais levaram em conta os projetos de futuro formulados pelos povos indígenas. Os ensaios sobre a idéia de "etnodesenvolvimento" aqui reunidos, ao contrário, apostam que somente com a participação dos índios se pode rumar em direção à transformação das bases dessa política. É sempre bom, porém, lembrar que tal caminho, transformado em políticas públicas, pode, caso seus principais interessados não sejam seus agentes privilegiados, recair no desvario das bem-intencionadas ações de exploração e domínio

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              O Xingu dos Villas Bôas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / X7 / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta obra é uma ediçao do material contido no site O Xingu dos Villas Boas, criado pelo Portal Estadão. No livro, está contada a saga dos irmãos que, em 1943, assumiram o comando da expedição Roncador-Xingu, desbravando de forma pacífica o Brasil Central e revelando ao país e ao mundo a face de povos indígenas até então desconhecidos. Para a realização do projeto, o sertanista Orlando Villas Boas juntou seus arquivos aos da Agência Estado, e garantiu a participação generosa de amigos e admiradores. O resultado foi a reunião de cerca de 300 imagens, muitas delas inéditas, depoimentos exclusivos e perfis de todas as tribos que habitam o Parque do Xingu e a afirmação de que o sonho dos irmãos - de preservar a cultura desses povos e o próprio ambiente na região - não foi em vão.; ;

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / O48 / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Além de reproduzir integralmente os diários de campo escritos nos anos de 1950, este livro inclui, de maneira interessante, comentários reflexivos do autor enquanto releitor de seus próprios diários, assim apresentando um duplo registro da experiência de campo do etnólogo. Tanto os diários quanto os comentários proporcionam uma leitura prazeirosa, não apenas pelo estilo agradável do autor como pelos detalhes e incidentes descritos e comentados. Acompanha um pequeno dossiê fotográfico, de caráter etnográfico e pessoal

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / H489 / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              Terceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história

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              Os índios e a ordem Imperial
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / M838i / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Apresenta o indigenismo e o conjunto geral de valores, normas e modos de ação prática adotados pelo valores, normas e modos de ação prática adotados pelo governo em relação aos índios. Apresenta a política indigenistas tanto em aspectos ideológicos e jurídico-formais quanto em caráter de ação prática e concreta

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(817.3) / A643 / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              Fruto de uma tese de doutorado defendida na UFPE, o livro abarca a atribulada história dos povos indígenas que, no século XVIII, enfrentaram o avanço da presença colonial na região do rio Tocantíns. A autora traz inúmeros aportes documentais que permitem elucidar o protagonismo de homens e mulheres Akroá, Karajá e Xakriabá (entre outros) nos embates violentos, na negociação de acordos de paz e na constituição de um espaço colonial para os índios. É de grande interesse a utilização de textos e depoimentos de obscuros estadistas, de sertanistas semi-analfabetos e de outros personagens que ilustram o encontro nem sempre feliz entre a política indigenista de Lisboa e as práticas locais do sertão. O livro inclui mapas ilustrados, com destaque para um manuscrito da Biblioteca Pública de Évora que mostra representações pictóricas de índios e aldeias

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / G216 / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta tese busca compreender a construção dos relacionamentos entre os índios estabelecidos no sul da América e os portugueses. Estes, durante a segunda metade do século XVIII, empreenderam uma vigorosa tentativa de expansão das suas fronteiras com o fim de aumentar os seus domínios americanos. Para viabilizar tal expansão, os portugueses valeram-se do expediente de buscar entabular relações amistosas com as populações indígenas, para com isto possibilitar o seu estabelecimento na região. Além entabular relações amistosas com as populações indígenas, os portugueses também buscavam atrair para os seus domínios os índios vassalos do Rei de Espanha, principalmente os habitantes das missões jesuíticas situadas na margem oriental do rio Uruguai. Com tal estratégia, pretendiam aumentar as suas forças na região e, paralelamente, debilitar as espanholas. Para atrair os índios, os lusitanos desenvolveram uma série de políticas, chamadas genericamente de "bom tratamento", as quais deveriam convencê-los da superioridade dos portugueses em relação aos espanhóis. Perceber, portanto, como os índios que eram alvo destas disputas por vassalos utilizaram aquelas políticas para satisfazer os seus próprios interesses é a principal questão colocada neste trabalho

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / P436 / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              Esta publicação tem por objetivo apresentar, comentar e discutir algumas leis que tratam da relação entre pessoas, comunidades e meio ambiente. Nossa intenção foi escrever um manual que pudesse responder às dúvidas mais freqüentes que surgem no dia-a-dia em relação à legislação que trata de áreas protegidas, sejam elas terras indígenas ou unidades de conservação. Por meio de perguntas e respostas buscamos reunir informações que possam ser úteis para aquelas pessoas que vivem nessas áreas ou em seu entorno

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              Protagonismo indígena na história
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S729 / 2016 · Pièce · 2016
              Fait partie de Bibliográfico

              O artigo apresenta reflexões sobre as políticas para os índios da América formuladas pelos Impérios ibéricos, problematizando-as para além das demandas e questões europeias

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92RONDON / L732s / 1990 · Pièce · 1990
              Fait partie de Bibliográfico

              A idéia inicial deste trabalho era realizar um estudo da trajetória social de Cândido Mariano da Silva Rondon como inserido na categoria de "engenheiro-militar", trabalho que encontrava algum suporte em partes de minha dissertação de mestrado. Naquela pesquisa, utilizando informações constantes em artigo de Walnice Nogueira Galvão (1984) sobre a trajetória de Euclides da Cunha, colega de turma de Cândido M. da S. Rondon, procurei relacionar os condicionantes de uma formação escolar específica com certas tomadas de posição intelectuais e políticas.

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              Índios Maxakali: resistência ou morte.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)MAXAKALI / I39 / 1980 · Pièce · 1980
              Fait partie de Bibliográfico

              O volume constitui, de certa maneira, uma homenagem ao falecido Marcos Magalhães Rubinger, cuja carreira de professor e pesquisador, na Universidade Federal de Minas Gerais, foi bruscamente interrompida logo no início do Movimento de 1964, que o levou à prisão e ao exílio, o que sem dúvida contribuiu para sua morte prematura em 1975.; Ainda que os três textos tenham todos por tema o contato interétnico, em pouca coisa se sobrepõem e podem ser tomados como complementares, uma vez que lidam com aspectos diferentes das relações entre os Maxakalí e os brancos

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              A crise do indigenismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / O48c / 1988 · Pièce · 1988
              Fait partie de Bibliográfico

              Publicação contendo conferências, artigos e entrevistas do antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira

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              Ensaios em antropologia histórica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O48e / 1999 · Pièce · 1999
              Fait partie de Bibliográfico

              Importante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-25:325.45(81) / S944c / 1985 · Pièce · 1985
              Fait partie de Bibliográfico

              É uma antropologia de ensaios críticos. Só a partir de uma autocrítica honesta, lúcida e corajosa da missão pode-se criticar, com garantias de credibilidade, a política indigenista oficial e o comportamento anti indigena da sociedade envolvente; Esta antologia de textos variados tem sua unidade interna de pensamento, expressa uma visão coerente do mundo indígena e dos seus contrários, do tempo presente e da fé cristã de Teologia Indigenista

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M543p / 2000 · Pièce · 2000
              Fait partie de Bibliográfico

              A noção de terra indígena vem dos anos 50, durante os debates sobre a criação do Parque Indígena do Xingu. Pretendia-se destinar aos índios uma parcela muito extensa do território nacional, que deveria ser resguardada da presença dos brancos. A preservação da cultura indígena tornava-se, assim, uma política nacional. A autora apresenta, neste livro, atores de múltipla origem, índios de diferentes culturas, sertanistas, antropólogos, militares, cientistas, políticos, fazendeiros, responsáveis por uma intrincada trama histórica que ainda se desenvolve

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484u / 1974 · Pièce · 1974
              Fait partie de Bibliográfico

              Reedição de alguns trabalhos de Darcy Ribeiro. Somam uma experiência e vivência de campo junto a tribos indígenas, que atravessam o difícil caminho do contato e ajustamento com as frentes de expansão nacional, em seu processo de avanço e conquista de territórios tribais

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              Panará: a volta dos índios gigantes.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Panara / A767p / 1998 · Pièce · 1998
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Panará, também conhecidos como Krenakore, foram oficialmente contatados em 1973, quando a estrada Cuiabá-Santarém estava em construção e cortava seu território tradicional na região do Rio Peixoto Azevedo. A violência do contato ocasionou morte de 2/3 de sua população, em razão de doenças e massacres. À beira do extermínio, em 1975 foram transferidos pela Funai para o Parque Indígena do Xingu. Depois de 20 anos exilados, os Panará reconquistaram o que ainda havia de preservado em seu antigo território, onde construíram uma nova aldeia. Além dessa vitória, alcançaram um feito inédito na história dos povos indígenas e do indigenismo brasileiro, quando em 2000 ganharam nos tribunais, contra a União e a Funai, uma ação indenizatória pelos danos materiais e morais causados pelo contato. Tal vitória, se não lhes apaga as tristes marcas de sua história, projetam-lhes para um futuro mais digno

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614(811) / G234p / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Povos Indígenas e a Construção das Políticas de Saúde no Brasil está dividido em nove capítulos, que cobrem temas como caracterização sócio-antropológica dos povos indígenas, antecedentes e contextos da política de saúde indígena, análise de dados relativos aos serviços de saúde e à epidemiologia de agravos infecciosos e crônico não-transmissíveis, controle social e desafios e perspectivas do modelo gestor e assistencial. Conta ainda com quatro anexos, com mapas, análises epidemiológicas adicionais e indicações bibliográficas sobre temas específicos.; Dentre os vários pontos que merecem destaque no livro, chama a atenção a imbricação entre a implantação do subsistema de atenção à saúde indígena e a produção de dados epidemiológicos, demográficos e de uso de serviços. Garnelo e colaboradores analisam dados oriundos do SIASI (Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena), operado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e alimentado pelas equipes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos em todo o país

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