Livro
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O livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos
UntitledO trabalho apresentado nesta publicação consiste em uma pesquisa das fontes historiográficas referentes aos índios Macuxi no vale do rio Branco, focalizando a sua presença de relevância significativa, na formação das fronteiras nacionais nesta região das Guianas, consolidada apenas em período, em pleno século XX, bastante tardiamente em relação aos outros limites territoriais brasileiros com os países de colonização ibérica já traçados, em linhas gerais, no Tratado de Madrid em 1750. O propósito do trabalho é a análise da ocupação colonizadora da região de campos no extremo norte do vale do rio Branco, abordando a expansão da pecuária, a instalação das agências indigenistas e a atuação das lideranças indigenas locais, constituintes dos fatores de peso, e decisivos no processo de formação das fronteiras nacionais. Os resultados da pesquisa revelam a ação dos colonos pecuaristas, assim como a atuação das agências indigenistas incidindo sobre o sistema político dos Macuxi e que o acoplamento destes mesmos projetos políticos distintos conferiu nexo peculiar e orientou a história do contato entre índios e componentes da sociedade nacional
UntitledTraçando um amplo painel do Renascimento ao Romantismo, o autor sustenta que a degradação da imagem do outro foi acompanhado por uma crescente incompreensão da antropofagia. Grande especialista nos textos quinhentistas franceses a respeito do Brasil, Lestringant dedica alguns capítulos aos Tupinambá e à sua fortuna política e filosófica no pensamento europeu
UntitledA partir de um enfoque jurídico, o autor mostra a contradição histórica entre políticas de proteção e de assimilação. O livro sublinha a importância do período introduzido pela Constituição de 1988, abrindo espaço para a expressão e reconhecimento dos direitos coletivos
UntitledOs Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos
UntitledNessa obra, o autor retraça a biografia de Júlio de Castilho (1869-1903), célebre político do Rio Grande do Sul, e caracteriza o "castilhismo como uma filosofia política que, inspirada no positivismo, substituiu a idéia liberal do equilíbrio entre as diferentes ordens de interesses, como elemento fundamental na organização da sociedade, pela idéia da moralização dos indivíduos através da tutela do Estado". Síntese do pensamento castilhista, em que o autor discute os conceitos básicos da filosofia política de inspiração positivista, que dá forma a um modelo de governo não-representativo
UntitledAs diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio
UntitledFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
UntitledFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
UntitledBaseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
UntitledO livro é dividido em quatro partes que abordam as políticas de colonização, a construção de territórios, posse e conflito, e memória da luta pela terra. Na primeira parte da obra são abordadas as políticas públicas para a Amazônia e o Centro-Oeste, projetos de colonização e a comercialização dos “espaços vazios” nas décadas de 1950 e 60. Na segunda parte, destinada a levantar informações sobre a construção de territórios, são abordados o programa de colonização Terranova, o sonho de possuir a terra e os desejos de uma nova vida, e a reterritorialização da cidadania agrária na região.; A unidade que trata da posse e conflitos na região traz artigos sobre Tangará da Serra, contando a história da colonização privada ocorrida; a relação entre colonização e garimpos permeada pela violência e expropriação no norte do Mato Grosso; e os conflitos pela posse de terra em Jauru de 1980 a 1990. A última parte levanta questões como a construção de um novo espaço social com a participação dos parceleiros, as memórias das lutas através de relatos orais, e a ocupação das terras em Jauru
Das artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "A Tela Prateada" é dedicada à cidade de Fortaleza e recupera as primeiras exibições, os exibidores ambulantes, a Maison Art-Nouveau, primeira casa A projetar filmes na cidade, os saudosos Cine Magestic, Rex, Diogo, seguindo o rastro de seu desenvolvimento até final da década de 50, com a esperada inauguração do Cine São Luís. "No começo só tinha um projetor, você exibia uma cena, parava, exibia outra, fazia um intervalo
UntitledDas artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "Memória do Cinema: os Ambulantes no Brasil". Nele, Leite amplia esse contexto aprofundando a pesquisa sobre as exibições mambembes em todo o País, recuperando trechos das histórias dos primeiros exibidores e das sessões que organizaram.
UntitledA terceira caixa com três livros da coleção “Documentos para a história de Mato Grosso do Sul” O conjunto contém reedições de originais publicados no século passado dos volumes: Ulrico Schimidl no Brasil Quinhentista; Na Era das Bandeiras – Affonso Taunay; e À Sombra dos Hervaes – Virgílio Correa Filho; A coleção resgata a história de Mato Grosso do Sul. As obras, de grande valor científico e cultural, são consideradas raras pelo conteúdo apresentado, pela antiguidade e número de publicações existentes. “Esta coleção está selecionando livros e documentos impressos que são de fundamental importância para a escrita da história de Mato Grosso do Sul sob um olhar sul-mato-grossense”, Para o professor, a disponibilidade bibliográfica sobre o Estado foi feita sob o olhar paulista e mato-grossense e a coleção se propõe a mostrar um outro contexto do momento vivido
UntitledEm “Na Era das Bandeiras (1919)”, de Affonso Taunay, a história traz os registros detalhados do autor que “fez a primeira abordagem crítica científica que explica esse fenômeno que representou a ocupação da metade ocidental do País”, disse o professor Gilson Martins, responsável pela apresentação do livro. Filho do Visconde de Taunay, Affonso teve participação marcante na documentação do movimento bandeirista. Em 1922 chefiou as comemorações do centenário da Independência, e até o início da década de 1940 esteve à frente do Museu do Ipiranga. “Ele foi não só um grande historiador paulista, mas marcou o início da historiografia sul-mato-grossense, ao explicar como nos séculos 17 e 18 o Mato Grosso – e o hoje Mato Grosso do Sul – foram fazer parte do Brasil”, diz o professor
UntitledEsta abrangente publicação a respeito do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal é um retrato complexo de uma organização religiosa brasileira que utiliza duas plantas psicoativas como parte de seus rituais espirituais no Brasil, Estados Unidos e Europa. O foco do livro é a sua história, estrutura organizacional, conhecimento científico das plantas, crenças espirituais e uso ritual por adolescentes. Alianças entre a UDV e outras entidades religiosas, que utilizam a Hoasca como sacramento, são apresentadas. Este livro nos dá um insight de um complexo movimento social bem à frente de seu tempo.; O presente livro é produto de um congresso internacional que demonstra o amadurecimento institucional da UDV. Nele se apresentam as suas próprias visões de si mesmo e de questões de grande interesse público, como ciência, meio-ambiente, liberdade religiosa, dimensões do sagrado, neuropsicologia, uso de drogas psicoativas, educação, memória, beneficência, direito, relações entre Estado e sociedade
UntitledA publicação, que reúne artigos selecionados em uma chamada pública, propõe uma reflexão sobre as práticas, aprendizados e lições geradas através da execução de projetos apoiados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário na área de assistência técnica e extensão rural junto a povos indígenas. São 13 textos que buscam descrever as experiências governamentais na área, e dar subsídios a novos debates, diagnósticos e ações, mostrando como é possível apoiar e fortalecer iniciativas em assistência técnica para povos indígenas.
UntitledO livro divido em duas partes principais. Na primeira, dividida em dois capítulos, ela buscou oferecer ao leitor uma panorâmica dos problemas vividos pelos povos indígenas no momento pré-constituinte, a inserção do movimento indígena no conjunto maior dos movimentos sociais em luta pela construção de um regime ver dadeiramente democrático, plural e participativo, bem como as mobilizações destinadas à participação na feitura da nova Carta Constitucional do país. Na segunda parte ela narra, a partir de cada fase dos trabalhos da ANC, os embates em torno das propostas relativas aos direitos indígenas, os obstáculos encontrados em meio ao percurso e as estratégias utilizadas tanto pelos povos indígenas quanto por seus aliados, culminando com o texto finalmente aprovado
UntitledNeste documento é apresentado um Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos - e-ARQ Brasil, o qual estabelece requisitos mínimos para um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD), independentemente da plataforma tecnológica em que for desenvolvido e/ou implantado
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