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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817.3=1-82) / R672e / 1998 · Pièce · 1998
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos

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              Kumeuaua: la filo de la gangalo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / S463 / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              Conto indígena na língua Esperanto de Tibor Sekelj sobre as aventuras de um curumin da etnia Karajá chamado Kumeuaua

              Sans titre
              Iny rybè tyyrti: letramento Karajá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Pièce · 2014
              Fait partie de Bibliográfico

              A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural

              Hetohoky: um rito karajá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / L732h / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / C686s / 1995 · Pièce · 1995
              Fait partie de Bibliográfico

              A conquista da Amazônia - Nelson Rockefeller e o Evangelismo na Idade do Petróleo. Durante aproximadamente quatro décadas, dois homens, cada um movido por um interesse, dedicaram-se a uma das mais complexas e espetaculares empreitadas de todos os tempos - conquistar a Amazônia. Nelson Rockfeller, herdeiro de um império petrolífero, e Cameron Townsend, um líder protestante visionário, uniram recursos e estratégias para combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas. Por trás do esforço de ambos, formou-se uma rede de interesses políticos e econômicos que resultou num dos episódios mais escandalosos da política imperialista americana, com ataques à natureza, patrocínio de ditaduras, genocídios, exploração predatória de riquezas naturais e espionagem

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              Iny Karajá: povo do rio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-CA-39(81=1-82)Karajá / W552i / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico

              Catálogo produzido no âmbito do Projeto Índio no Museu, terceira edição, com os Iny Mahãdu

              Sans titre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-MD-811.87 / I63 · Pièce · 2014
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O presente Caderno de Atividades acompanha a Cartilha de Letramento Karajá, INỹ RYBÈ TYYRTI, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. O livro apresenta à criança Karajá, o sistema gráfico usado para a transcrição da língua Karajá, que consiste de um alfabeto com 6 vogais e 14 consoantes. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.

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              Contos indígenas brasileiros
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / M965 / 2005 · Pièce · 2005
              Fait partie de Bibliográfico

              Livro contendo contos representativos de diversos povos indígenas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Pièce · 2014
              Fait partie de Bibliográfico

              A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural

              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-MD-811.87 / I63 · Pièce · 2014
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. Esta cartilha resultou de uma revisão e reestruturação de cartilha anterior, publicada em 1990, pelo Museu do Índio, que serviu como base para a presente edição. Um caderno de atividades, à parte, acompanha a cartilha, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.

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              Iny Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / W552i / 2012 · Pièce · 2012
              Fait partie de Bibliográfico
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              Ritxoko
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / S586 / 2015 · Pièce · 2015
              Fait partie de Bibliográfico

              Livro contendo seis artigos tendo como eixo central a boneca cerâmica Karajá

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              Beleza e saber: plumária indígena.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / C982b / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              Catálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / M217 / 2019 · Pièce · 2019
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(817.3) / L732d / 2001 · Pièce · 2001
              Fait partie de Bibliográfico

              Este estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional

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              Cartilha Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82)(075.2)karajá / C322 / 1990 · Pièce · 1990
              Fait partie de Bibliográfico
              A Arte e o artista na sociedade Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / C837a / 1978 · Pièce · 1978
              Fait partie de Bibliográfico

              Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

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