Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
COSTA, Maria Heloisa FenelonLivro
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Catálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Cury, Marília XavierLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
MUNDURUKU, DanielHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
LIMA FILHO, Manuel FerreiraCatálogo produzido no âmbito do Projeto Índio no Museu, terceira edição, com os Iny Mahãdu
WHAN, ChangEste livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. O presente Caderno de Atividades acompanha a Cartilha de Letramento Karajá, INỹ RYBÈ TYYRTI, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. O livro apresenta à criança Karajá, o sistema gráfico usado para a transcrição da língua Karajá, que consiste de um alfabeto com 6 vogais e 14 consoantes. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.
ProDoclin Karajá-InyA cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural
Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. Esta cartilha resultou de uma revisão e reestruturação de cartilha anterior, publicada em 1990, pelo Museu do Índio, que serviu como base para a presente edição. Um caderno de atividades, à parte, acompanha a cartilha, trazendo exercícios para a prática e a fixação dos grafemas apresentados, empregando-se, preferencialmente, vocábulos com referentes concretos, como nomes de animais e itens da cultura material Karajá. * Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Karajá.
ProDoclin Karajá-InyConto indígena na língua Esperanto de Tibor Sekelj sobre as aventuras de um curumin da etnia Karajá chamado Kumeuaua
SEKELJ, TiborO livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá
Maia, Marcus [et. al.]Este estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional
LIMA FILHO, Manuel FerreiraO livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos
ROCHA, Leandro MendesCatálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Fortaleza entre os dias 21 de agosto a 26 de outubro de 2014
Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Salvador entre os dias 18 de dezembro de 2014 a 8 de fevereiro de 2015
Com observações feitas em campo nos anos de 1966, 1968 e 1969, o autor examina os efeitos do contato indio/branco entre so Karaja, num estudo sério e muito bem documentado, particularmente sobre a atuação do então SPI
TAVENER, Christopher GLivro contendo seis artigos tendo como eixo central a boneca cerâmica Karajá
Silva, Telma Camargo da (organizadora)A conquista da Amazônia - Nelson Rockefeller e o Evangelismo na Idade do Petróleo. Durante aproximadamente quatro décadas, dois homens, cada um movido por um interesse, dedicaram-se a uma das mais complexas e espetaculares empreitadas de todos os tempos - conquistar a Amazônia. Nelson Rockfeller, herdeiro de um império petrolífero, e Cameron Townsend, um líder protestante visionário, uniram recursos e estratégias para combater o comunismo que se espalhava pela América Latina e evangelizar as populações indígenas. Por trás do esforço de ambos, formou-se uma rede de interesses políticos e econômicos que resultou num dos episódios mais escandalosos da política imperialista americana, com ataques à natureza, patrocínio de ditaduras, genocídios, exploração predatória de riquezas naturais e espionagem
Colby, GerardConto de histórias tradicionais do povo Karajá
Povo Iny da Aldeia Fontoura