Livro
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O livro apresenta um panorama das coleções plumárias do acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos plumários entre os indígenas e sua comunicação em exposições de divulgação científica. O sentido da arte plumária para seus produtores é o de pôr em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito. Apreciar este rico acervo, imobilizado e em conjunto, permite contrastá-lo e perceber as mudanças de estilos e finalidades e as transformações da própria sociedade indígena quando em contato com outras etnias ou com o branco. Dispostos assim no tempo, esses artefatos nos fazem ver que os índios têm história e que ela foi sempre a história do contato
UntitledReedição de alguns trabalhos de Darcy Ribeiro. Somam uma experiência e vivência de campo junto a tribos indígenas, que atravessam o difícil caminho do contato e ajustamento com as frentes de expansão nacional, em seu processo de avanço e conquista de territórios tribais
UntitledBerta, abro este diário com seu nome. Dia a dia escreverei o que me suceder, sentindo que falo com você. Ponha sua mão na minha mão e venha comigo. Vamos percorrer mil quilômetros de picadas pela floresta, visitando as aldeias índias que nos esperam, para conviver com eles, vê-los viver, aprender com eles. Assim começam os diários de campo nos quais Darcy Ribeiro, entre 1949 e 1951, anotou o que viu e ouviu nas duas expedições que fez às aldeias Kaapopr, na fronteira entre o Pará e o Maranhão. Toda a riqueza cultural desses índios está registrada aqui - com o auxílio de um belíssimo material iconográfico - de maneira simples e apaixonada. Ouvimos, junto com o jovem e entusiasmado Darcy, a descrição que os índios fazem de seus costumes, de seus antepassados próximos, de suas origens míticas. E, à medida que nos envolvemos com o relato, da grande perda que representa para todos nós a destruição violenta dessas sociedades
Untitled“A imagem visual que nos ocorre mais espontaneamente quando pensamos em índios é a de figuras nuas empenachadas. Ao lado dos arcos e flechas, esta nudez emplumada os tem caracterizado sempre como o atributo mais peculiar.”
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