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              32 résultats directement liés Exclure les termes spécifiques
              Cultura Kamaiurá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-397(81=1-82) / J95c / 2008 · Pièce · 2008
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Pièce · 1993
              Fait partie de Bibliográfico

              Excelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) Wayana / V445b / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              O Belo é a Fera constitui uma etnografia da experiência estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia oriental. As vias abertas pelos especialistas na transmissão dos conhecimentos wayana conduziram ao entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos; Mas o acto criativo não se confina a esta intervenção, participando de todo o universo indígena pela intensa valorização dos elementos criados. Com ele formulam-se tanto os princípios de alteridade, com expressão nas “anacondas” ou nos “jaguares”, quanto os da estética, pois efectivamente, “o belo é a fera” que se torna mais bela quanto mais feroz

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              Hetohoky: um rito karajá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / L732h / 1994 · Pièce · 1994
              Fait partie de Bibliográfico

              Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros

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              Os Caduveo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kadiwéu / B674c / 1945 · Pièce · 1945
              Fait partie de Bibliográfico
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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / L179a / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              O quarto volume da série Historiando a Arte Brasileira, assinado pela; etnóloga Els Lagrou, apresenta ao leitor um rico exame das concepções; ameríndias sobre arte, mostrando como nesses universos a categoria está; associada não exatamente à contemplação estética, mas à produção de corpos e; pessoas. Tal enquadramento nos aproxima do pensamento ameríndio, descentrando; o olhar ocidental, mas ao mesmo tempo suscita, em razão da complexidade; etnográfica e sutileza analítica, assim como pela riqueza das imagens que; acompanham o texto, a seguinte questão: ao serem reapropriados em outros; contextos socioculturais e institucionais, objetos e imagens não podem também; servir a propósitos de contemplação estética? Trata-se de um belo texto, que; nos faz percorrer, sob o permanente risco de sermos seduzidos, esse; fascinante e poderoso universo da arte indígena amazônica

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              Kusiwa: pintura corporal e arte gráfica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-CA-7.031.3(81):391.91Wayampi / G173k / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Para as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.91 / G736g / 2000 · Pièce · 2000
              Fait partie de Bibliográfico

              A pintura e o grafismo dos grupos indígenas brasileiros chamaram a atenção de cronistas, viajantes e inúmeros estudiosos, mas apenas recentemente passaram a ser entendidos como manifestações simbólicas e estéticas centrais na vida desses povos. Esta rica iconografia aplicada em diferentes suportes – pedra, cerâmica, entrecasca, papel e, com maior freqüência, no corpo humano – é estudada neste livro em ensaios fartamente ilustrados, de autoria de especialistas que demonstram como no contexto tribal, mais que em qualquer outro, a arte funciona como meio de comunicação, expressando a concepção da pessoa, a categoria social e material e outras mensagens referentes à ordem cósmica

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              Kene
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(=081:81) / C733k / 2000 · Pièce · 2000
              Fait partie de Bibliográfico
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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / M986 / 2003 · Pièce · 2003
              Fait partie de Bibliográfico

              A vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati

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              Urihi a: a terra floresta Yanomami.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-633.88 / A333u / 2009 · Pièce · 2009
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro traz uma visão geral sobre o conhecimento florístico dos Yanomami com base em dados coletados em diferentes partes de seu território e em diferentes períodos. Um texto do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa abre a publicação, que traz informações sobre diferentes aspectos da etnobotânica de seu povo. Em suas 207 páginas, o leitor terá acesso a informações sobre como as plantas da floresta são parte intrínseca da cultura Yanomami, sendo utilizadas na alimentação, na construção de casas e artefatos, na ornamentação corporal, para a cura e o xamanismo. A apresentação de dados científicos é somada a informações na língua nativa, em um cuidadoso trabalho de diálogo entre o conhecimento gerado pela ciência e o saber tradicional. A publicação faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas entre os Yanomami pelo Programa Rio Negro, do ISA, e é leitura obrigatória para todos interessados nas relações entre povos indígenas e o meio ambiente

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              Viagem ao mundo indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / G892v / 1997 · Pièce · 1997
              Fait partie de Bibliográfico

              Este primeiro volume da Coleção Pawana nos apresenta noites enluaradas, preparativos para a festa de um menino Ukewái que vai tornar-se rapaz, a atividade das mulheres Xikrin que se reúnem para pintar o corpo - um gesto de afeto que exige muita técnica. Há também a corrida de toras na aldeia Xavante, que inclui a busca da palmeira de Buriti e a importância que os índios atribuem ao conhecimento dos mais velhos. Há o rito de passagem da infância da menina para a puberdade e como os índios Kadiwéu comemoram o Dia do Índio. Desenhos de índios de várias tribos

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.91Wayampi / G173k / 2002 · Pièce · 2002
              Fait partie de Bibliográfico

              Para as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988 · Pièce · 1988
              Fait partie de Bibliográfico

              Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kadiweu / R484k / 1980 · Pièce · 1980
              Fait partie de Bibliográfico

              Reúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional

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