Livro
29 Description archivistique résultats pour Livro
O conteúdo deste livro foi discutido e estabelecido com a participação dos Wayana e Aparai durante a realização de oficinas sobre cerâmica nas aldeias Para-Para, Bona e Jolokoman no período compreendido entre 2014 a 2016. Nestas ocasiões, os participantes realizaram ilustrações e documentação fotográfica, assim como produziram textos nas línguas wayana e aparai e, posteriormente, as transcrições e correções. Esta publicação representa, portanto, o fruto de um trabalho coletivo de autores e pesquisadores indígenas que são creditados no início deste livro, cuja finalização coube aos organizadores e incluiu sugestões de Denise Fajardo
Sans titreEstudiosa do povo Nambiquara, a autora trata no livro da intrínseca e inseparável relação entre os universos material e sobrenatural da sociedade Nambiquara. Para dar visibilidade ao tema, são apresentados desenhos dos artefatos destes índios, acompanhados de sua explicação simbólica. São apresentados os Artefatos Nambiquara por categoria artesanal (terminologia na língua indígena e em língua portuguesa), ao todo, 75 desenhos, seguidos da respectiva explicação
Sans titreA vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati
Sans titrePequenas histórias apresentam os mitos de criação de artefatos que estão presentes no cotidiano dos grupos indígenas que moram na Chapada dos Parecis - MT e, através destes podemos conhecer alguns dos seus modos de viver e compreender o mundo
Sans titreA publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Prodocult Krahô. O projeto, em parceria com a associação Centro Cultural Kàjre e com o grupo audiovisual Mentuwajê Guardiões da Cultura da aldeia Pedra Branca, surge da demanda dos Krahô em aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do Cerrado.
Sans titre