Livro
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Wajãpi rena significa "recipiente", lugar onde vivem os Wajãpi. Este livro é um estudo do espaço habitado, na concepção e na prática deste grupo indígena, que vive no Amapá. Tem como objetivo ilustrar aspectos de sua organização territorial e espacial e a dinâmica de suas roças e habitações. Espera-se contribuir para o conhecimento das formas diferenciadas de produção do espaço e manejo de ambientes, desenvolvidas pela sociedades indígenas, na Amazônia
UntitledNos seus dois séculos de contato com os brancos, os Krahô têm vivido reviravoltas e inversões de situação: ora aliados dos fazendeiros, ora por estes massacrados em 1940; nos anos 50 seguiram um profeta que prometia transformá-los em civilizados e em 1986 empenharam-se em uma reivindicação que implicava justamente no oposto, na sua afirmação étnica: foram em 1986 ao Museu Paulista, em busca da recuperação do machado semilunar, caro a suas tradições. Assíduos viajantes às grandes cidades, cujas ruas e autoridades conhecem melhor que os sertanejos que os cercam, com freqüência telefonam a seus esquivos amigos urbanos a pedir miçangas, tecidos e reses para abate, indispensáveis à execução de seus ritos
UntitledHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
UntitledVoltado sobretudo para o estudo dos assentamentos, subsistência e cultura material dos Guató, o livro utiliza e problematiza um amplo repertório de fontes históricas e etnográficas, sobretudo do século XIX
UntitledNeste livro são apresentadas algumas das contribuições indigenas à cultura brasileira na área da botânica, da zoologia, da cultura material, da arte e da linguagem
UntitledO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
UntitledO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
UntitledDesde o contato oficial, em 1969, a aproximação com os não índios trouxe profundas mudanças sociais entre os Paiter. Estas, entretanto, não anularam sua índole guerrreira, que motivou a luta desse povo pelo reconhecimento e a integridade de seu território. Este, ao longo da história, foi terrivelmente ameaçado pela violência do Polonoroeste, a corrupção e omissão de órgãos governamentais, a invasão de moradores indevidos e a incidência de madeireiras e mineradoras. Lutando como podem contra essas adversidades, os Paiter procuram manter a vitalidade de suas tradições culturais, em que a sociedade é compreendida a partir de uma divisão em metades, de modo que os segmentos sociais, as atividades produtivas e a vida ritual constituem expressões do dualismo entre a aldeia e a mata, a roça e a caça, o trabalho e a festa - sendo as festas de troca de oferendas e os mutirões a elas associados os momentos culminantes do intercâmbio e da alternância entre essas metades
UntitledEsta coletânea trata da organização social do espaço doméstico de algumas sociedades indígenas brasileiras, o objetivo principal é fornecer dados etnográficos sobre a casa e sua construção, além de mostrar a percepção que tem os membros de uma determinada sociedade do espaço por eles habitado. Apesar dos artigos se deterem mais especificamente na descrição e análise da casa, todos apontam para a necessidade de se verificar como esta unidade espacial aparece na composição dos outros espaços reconhecidos pelo grupo em questão
UntitledWajãpi rena significa "recipiente", lugar onde vivem os Wajãpi. Este livro é um estudo do espaço habitado, na concepção e na prática deste grupo indígena, que vive no Amapá. Tem como objetivo ilustrar aspectos de sua organização territorial e espacial e a dinâmica de suas roças e habitações. Espera-se contribuir para o conhecimento das formas diferenciadas de produção do espaço e manejo de ambientes, desenvolvidas pela sociedades indígenas, na Amazônia
UntitledWajãpi rena significa "recipiente", lugar onde vivem os Wajãpi. Este livro é um estudo do espaço habitado, na concepção e na prática deste grupo indígena, que vive no Amapá. Tem como objetivo ilustrar aspectos de sua organização territorial e espacial e a dinâmica de suas roças e habitações. Espera-se contribuir para o conhecimento das formas diferenciadas de produção do espaço e manejo de ambientes, desenvolvidas pela sociedades indígenas, na Amazônia
UntitledNum tom trágico, conta a história da destruição dos povos Tupi da costa diante dos processos de doenças epidêmicas, escravização e confinamento em aldeias missionárias
UntitledLivro abordando aspectos da cultura xinguana
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