Livro

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              Ticuna: o livro dos peixes.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O68 / 2017 · Item · 2017
              Part of Bibliográfico

              Projeto desenvolvido a partir de 1998, em diversas oficinas realizadas durante o Curso de Formação de Professores Ticunas ou em períodos específicos, no Centro de Formação de Professores Ticunas-Torü Nguepataü, aldeia de Filadélfia, município de Benjamin Constant - AM. Com a orientação de Jussara Gruber, as oficinas destinaram-se à elaboração de textos, desenhos e pinturas, bem como ao registro de histórias da tradição, tendo expressiva participação de professores ticunas, narradores de diferentes aldeias e a presença eventual de jovens

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              Mundaréu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S623 / 2007 · Item · 2007
              Part of Bibliográfico

              Livro com lendas do grupo indígena Tikuna

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-616.9 / T989 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              A publicação é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do Plano integrado das Nações Unidas para o Estado do Amazonas (Amazonaids), com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das DST/Aids e hepatites virais nas escolas indígenas

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Item · 1988
              Part of Bibliográfico

              Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

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              Textos indigenistas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / N713t / 1983 · Item · 1983
              Part of Bibliográfico

              Ainda que não tenham sido todos escritos para um mesmo tipo de leitor —uns são dirigidos a particulares, outros ao Serviço de Proteção aos Índios e ainda alguns talvez redigidos para fins de publicação — os textos, de um estilo vivo, espontâneo, cheio da energia de um homem empenhado na defesa das sociedades que estudava; Desses relatórios, aquele cuja leitura se faz, provavelmente, com mais interesse é o referente a "Os Índios Parintintin do rio Madeira", onde Nimuendajú narra as atividades da frente de atração do SPI, dirigida por ele, que, finalmente, entrou em contato amistoso com aqueles índios. Essa atração serviu de motivo ao romance O instinto supremo, de Ferreira de Castro. O famoso autor de A selva, que trabalhara na sua juventude num seringal do rio Madeira, e que partilhara, com os patrões, gerentes e seringueiros da região, do temor e talvez do ódio aos Parintintin, ao escrever aquele romance, prometido a Rondon, baseou-se, entre outras fontes, no relatório de Nimuendajú

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F262n / 1998 · Item · 1998
              Part of Bibliográfico

              Estudo de antropologia histórica enfocando os movimentos étnicos na região de fronteira no rio Solimões. De especial interesse são as partes sobre a configuração das fronteiras no século XIX e início do século XX e sua relação com os povos indígenas locais. Há também um instigante estudo sobre a constituição dos estudos etnológicos no início do século XX, mostrando a relação entre as atividades missionárias e científicas de uma das principais fontes sobre a região, o padre C. Tastevin

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