Livro
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Publicação contendo dados dos povos indígenas do Paraguai
UntitledUm dos campos de resistência e de formulação de alternativas é o multiculturalismo, tema deste volume, no qual são analisadas as políticas identitárias e os direitos coletivos dos povos indígenas e das mulheres, os movimentos regionais de emancipação e de luta pela igual dignidade das orientações sexuais, o pluralismo jurídico e as concepções multiculturais dos direitos humanos
UntitledEste livro traz contribuições fundamentais e desbrava caminhos, juntando-se a alguns poucos que recentemente têm trilhado as pistas abertas por Capistrano de Abreu e seguidas por Sergio Buarque de Holanda. Ao fazê-lo, o Professor Elias Bigio considera de modo pleno o significado da presença e do trabalho indígenas, desconsiderado, mais implícito, em quase tudo que redundou no Brasil contemporâneo, em especial especial no Centro-Oeste e na Amazônia
UntitledDe forma pioneira e abrangente, o autor apresenta uma "história social das línguas na Amazônia num período de trezentos anos", percorrendo um rico manancial de fontes escritas. O livro aborda a transformação do quadro etnolingüístico, mostrando o processo de formação da língua geral e a introdução da língua portuguesa no contexto da diversidade lingüística ameríndia. O autor salienta não apenas o papel do sistema de exploração da mão-de-obra na interação de línguas diversas, como também demonstra a importância das "políticas de línguas" dos missionários e do Estado nesta história. Por fim, o livro acompanha a trajetória da língua geral no século XIX, revelando um delicado quadro marcado tanto pela persistência localizada quanto pelo declínio geral face ao avanço do português
UntitledUma vasta bibliografia e uma análise minuciosa dos fatos históricos sustentam a obra, com o apoio, também, de pesquisas antropológicas
UntitledPublicação sobre os povos indígenas no período colonial brasileiro
UntitledColetânea de textos sobre a arte indígena do cerrado brasileiro
UntitledPublicação com artigos sobre a demografia dos povos indígenas brasileiros
UntitledOs projetos de Estado para os povos indígenas se estendem pelos séculos de colonização portuguesa e brasileira nessa porção de terra que hoje denominamos Brasil. Neste processo os recursos, o trabalho e o legado dos povos indígenas têm sido objeto de propostas e especulação por parte dos invasores da terra, convertidos em ocupantes e, muitas vezes, até mesmo em "amigos dos índios". Contudo esses planejamentos oficiais jamais levaram em conta os projetos de futuro formulados pelos povos indígenas. Os ensaios sobre a idéia de "etnodesenvolvimento" aqui reunidos, ao contrário, apostam que somente com a participação dos índios se pode rumar em direção à transformação das bases dessa política. É sempre bom, porém, lembrar que tal caminho, transformado em políticas públicas, pode, caso seus principais interessados não sejam seus agentes privilegiados, recair no desvario das bem-intencionadas ações de exploração e domínio
UntitledFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
UntitledAo adotar a Convenção 169 sobre Povos Indígenas e Tribais, a 76°- Conferência Internacional do Trabalho (Genebra, junho de 1989) observou que em muitas partes do mundo estes povos não gozam dos; direitos humanos fundamentais na mesma proporção que o resto da população, reconhecendo suas aspirações a assumirem o controle de suas próprias instituições, seu modo de vida e seu desenvolvimento; econômico; A nova Convenção, que revisa normas anteriores da Organização Internacional do Trabalho(OIT), especialmente a Convenção 107 (1957), se aplica aos povos indígenas em países independentes; cujas condições sociais, culturais e econômicas os distinguem de outros setores da coletividade nacional e a aqueles povos em países independentes considerados indígenas por sua descendência; Os conceitos básicos da Convenção são o respeito e a participação. Respeito à cultura, à religião, à organização social e econômica e à identidade própria: a premissa de existência perdurável dos povos; indígenas e tribais (a Convenção 107 presumia sua integração)
Untitled"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país
O livro reúne cinco textos adaptados de palestras, entrevistas e lives realizadas entre novembro de 2017 e junho de 2020
UntitledA relação entre as categorias "etnia", "região" e "nação" tem se mostrado essencial desde a era da formação dos Estados nacionais. Essa relação aponta para realidades outras como a de identidade e a de contextos espaciais e/ou fronteiriços. Nessa perspectiva que implica multiplicidades diversas é que se insere a coletânea intitulada Fronteiras e Espaços Interculturais. Essa obra surge de criteriosa seleção e organização de textos feita pelos autores, que inclui resultados parciais de pesquisas produzidas no âmbito do Projeto Etnicidade, Região e Nação
UntitledA obra compila artigos publicados no "Jornal do Comércio", em 1915. É uma visão coetânea aos feitos desbravadores de Rondon. Neste volume, estão descritas as expedições para o reconhecimento do traçado e construção de linhas telegráficas, explorações geográficas e riqueza dos sertões do noroeste mato-grossense, populações indígenas e seus contatos e relações entre elas e a Comissão Rondon e, por fim, a Expedição Roosevelt para determinação do curso do rio da Dúvida.
Artigo sobre os índios na Amazônia nos séculos XVII e XVIII
UntitledEm um plano mais geral, abordam-se aqui os projetos voltados para os povos indígenas e sua interface com políticas públicas na aplicação de recursos ou mesmo no que se refere à execução de ações. São decisivas, entre outras, reflexões sobre a construção e a execução de programas de apoio, a definição da regulamentação e das formas de trabalho desses programas, e a participação de diversos atores no processo. Já em dimensão local, ganham relevância análises etnográficas de projetos em comunidades indígenas executados por elas próprias, pelas organizações que as representam, por ONGs de apoio ou por órgãos oficiais, incluindo-se nesse campo de descrições, reflexões e interpretações realizadas pelas comunidades ou organizações indígenas, isto é, a rede de relações estabelecidas, as perspectivas de cada um dos atores e os processos socioculturais e políticos vividos durante e depois da vigência desses projetos
UntitledEste estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional
UntitledPublicado originalmente em 1955, é um misto de relato de viagem e reflexão antropológica do destacado etnólogo francês, cuja passagem pelo Brasil nos anos de 1930 foi fundamental na sua formação. Guardadas as especificidades contextuais, o livro proporciona uma excelente introdução à temática indígena e ao lugar dessa discussão no mundo contemporâneo. Com o passar do tempo, também passa a proporcionar uma espécie de documento histórico
UntitledRessalta a figura de Xicão Xukuru, de Pernambuco, líder de seu povo na luta pela posse das terras da etnia. Ele participou de forma decisiva da mobilização indígena no período em que se deu a Constituinte (1987/1988). Foi morto a tiros em maio de 1998. Desta vez estão sendo oferecidos prêmios de R$ 24 mil para 100 projetos de comunidades indígenas que realizem ações de fortalecimento cultural
A publicação é uma coletânea de exposições e artigos que abordam as interfaces entre biodiversidade, tecnociência, povos tradicionais e propriedade intelectual. Resulta de um seminário organizado pelo ISA em 2005 que contou com a participação de instituições de pesquisa, ONGs, organizações e lideranças indígenas, quilombolas, andirobeiras, raizeiros e representantes governamentais do Brasil, bem como de pessoas que atuam no tema em outros países como Peru, Colômbia, Costa Rica, Filipinas, Moçambique, Estados Unidos, França, Alemanha e Itália
UntitledApesar de uma organização um pouco difícil de acompanhar, o livro traz uma quantidade muito expressiva de documentos manuscritos do Arquivo Histórico Estadual em Goiânia e do Arquivo do Museu das Bandeiras em Goiás Velho. A documentação é bastante variada, abrangendo o período anterior à criação da Capitania até o final do Império. Em alguns casos, o organizador faz apenas um resumo do documento e, em outros, reproduz o documento na íntegra. A documentação refere-se a 15 grupos distintos, 14 aldeamentos, 14 presídios e diversos temas relacionados à política indigenista. Trata-se, enfim, de um guia indispensável para pesquisas sobre as populações indígenas de Goiás nos séculos XVIII e XIX
UntitledDécimo volume de uma série iniciada em 1980 pelo Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI) e continuada pelo Instituto Socioambiental (ISA), a nova edição do livro Povos Indígenas no Brasil (2001-2005) traz um resumo comentado das políticas indigenistas, oficiais e não-governamentais e da política propriamente indígena no período. A publicação, apoiada em uma extensa rede de colaboradores voluntários, traz 178 artigos assinados, centenas de notícias extraídas e resumidas a partir de 125 fontes, além de cerca de 200 imagens fotográficas e 36 mapas. Todas essas informações e análises estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais
O livro volta-se para as políticas e ações indigenistas, desenvolvimentistas e de proteção social elaboradas em âmbitos nacionais e internacionais e, dessa perspectiva, diversos temas relativos à saúde, educação, território, desenvolvimento e direitos são enfatizados. Considerando um constraste entre América Latina, representada por Brasil e México, e América Anglo-Saxã, representada pelos EUA, o livro proporciona uma perspectiva comparativa das oportunidades e dos obstáculos à promoção da igualdade em sociedades plurais e assumidamente democráticas
UntitledEste livro se propõe a auxiliar no processo de formação continuada de professores da educação sobre a temática indígena
UntitledA publicação é uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizada por Ailton Krenak em Portugal entre 2017 e 2019
UntitledO autor propõe uma política indigenista à altura das necessidades atuais dos povos indígenas, política que reconheça que ?os índios são diferentes, de nós e entre si, e não há promoção de igualdade sem reconhecimento do direito à diferença.
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