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Trata-se de um texto introdutório à antropologia, extremamente atual, próprio ao mundo da globalização dos anos 90. Sua amplidão, que abrange análise das sociedades humanas desde a África Equatorial da Europa até a Oceania e América Latina, forma um roteiro muito acessível tanto para alunos e estudiosos da área e áreas afins como para o grande público
Sans titreO "Encontro" entre os missionários e os índios do Brasil, iniciado no século XVI, continua quinhentos anos depois e num mundo globalizado, este livro trata, de uma perspectiva antropológica, dessa história acidentada e das profundas transformações que esse encontro provocou e provoca em todos os envolvidos, particularmente com consequências inúmeras vezes trágicas para o grupo mais numeroso - os índios -, em todas as manifestações de sua historicidade, e se a antropologia é devedora da própria atividade missionária para constituir o seu olhar, ela também aqui pode se rever criticamente, tendo como palco para essa avaliação os problemáticos programas que, a partir dos anos 1970, são postos em prática junto aos aldeamentos indígenas pela Igreja Católica e pelos protestantes históricos e Pentecostais
Sans titreAborda o patrimônio cultural na perspectiva antropológica no Brasil. Discute a atuação dos antropólogos nos museus e nas atividades de gestão de políticas públicas e comunitárias ligadas ao tema. Avalia a necessidade do diálogo com outras disciplinas na definição do patrimônio e na elucidação de seus significados
Sans titreEm Saúde dos povos indígenas, a Associação Brasileira de Antropologia torna público um conjunto de estudos propositivos de uma reflexão crítica essencial sobre as relações entre o fazer antropológico, a implementação de políticas públicas de saúde e a participação dos povos indígenas nesse contexto. Ao fazê-lo, abordamos temas como a participação das organizações indígenas na formulação das políticas públicas e seu potencial transformador, as ligações dos intelectuais nativos - pajés, muitas vezes - com as formas de poder associadas à biomedicina, e a contribuição técnico-cientifica que o antropólogo, em seu trabalho cotidiano, traz para uma nova construção de nação e de cidadania no Brasil contemporâneo
Sans titreEm um mundo dominado por julgamentos de valor apressados e maniqueísmos perigosos, a antropologia representa uma possibilidade valiosa de reflexão sobre os fenômenos sociais. Nos ensaios reunidos em ‘A teoria vivida’, a autora põe em discussão tanto os caminhos atuais da antropologia quanto a tarefa de refletir sobre nossas categorias de senso comum e as práticas do cotidiano. O diálogo íntimo entre teoria e prática cria as condições indispensáveis para a renovação das idéias
Sans titreSão mais de 30 trabalhos que falam desde a herança de Galvão para o ensino e a pesquisa na Antropologia Social enquanto disciplina, caso do trabalho de Orlando Sampaio Silva, até os temas e as questões da antropologia amazônica que, apesar de não falarem diretamente do antropólogo homenageado na obra, estão com ele relacionadas em função da atuação de Eduardo Galvão no campo da etnologia e, também, pelo envolvimento dele com os aspectos políticos presentes, especialmente, na Amazônia. Mas não só nela
Sans titreAtravés de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
Sans titreArtigo de Roque de Barros Laraia sobre a demarcação de terras indígena e seus marcos legais
Sans titrePublicação contendo artigos produzidos por antropólogos filiados a Associação Brasileira de Antropologia
Sans titreRetoma nesse novo livro o debate sobre a relação entre cultura e história, e nos revela uma obra extraordinária em vários sentidos. Em primeiro lugar, porque estabelece um diálogo com o grego Tucídides – o primeiro historiador a romper com o relato mitológico e a introduzir a política e a economia no pensar histórico; Em segundo lugar, compara duas guerras distantes no tempo e no espaço – a Guerra do Peloponeso e a Guerra da Polinésia – para analisar como a cultura determina certos padrões de ação, que adquirem força histórica e podem acabar por decidir o rumo dos acontecimentos; Finalmente, por esclarecer como os indivíduos se revestem de valores simbólicos a ponto de se tornarem determinantes da ação histórica, como o fascinante episódio da história do beisebol norte-americano em 1951, e o fenômeno Elián Gonzales – único sobrevivente de um naufrágio de refugiados cubanos e que se tornou objeto de disputas internacionais
Sans titreBaseado sobretudo nos relatórios dos Diretores Gerais dos Índios e dos Presidentes da Província, este estudo mapeia várias questões subjacentes à política indigenista do Império. Em anexo, traz uma transcrição do "Parecer" de Ricardo Franco de Almeida Serra sobre os Guaikuru e Guaná (1803) e um ofício do Presidente da Província de MT sobre a criação da Diretoria Geral dos Índios (1846), com informações sobre os povos indígenas da Província
Sans titreEste livro é um convite à reflexão sobre as coisas da cultura. Foi projetado para estudantes que não estão se preparando para serem cientistas sociais, mas que têm antropologia no currículo de seus cursos; É também uma excelente escolha para quem quer conhecer a antropologia como complemento à sua formação ou para decidir-se por ela; Com uma linguagem clara e uma abordagem leve, sem fazer concessões em relação à complexidade dos conteúdos abordados, Rafael José dos Santos apresenta, neste primeiro volume da série Para quem não vai ser, os principais elementos da antropologia, suas correntes e conceitos fundamentais, formando um painel que explica como essa forma de conhecimento foi se constituindo, como é capaz de se atualizar constantemente e contribuir para a compreensão das questões sociais; Temos assim um guia para quem se inicia nesse campo do conhecimento, mesmo que não vá ser antropólogo
Sans titrePor que o Brasil ainda não deu certo? Quando chegou ao exílio no Uruguai, em abril de 1964, Darcy Ribeiro queria responder a essa pergunta na forma de um livro-painel sobre a formação do povo brasileiro e sobre as configurações que ele foi tomando ao longo dos séculos. A resposta veio com este que é o seu livro mais ambicioso, fruto de trinta anos de estudo ? uma tentativa de tornar compreensível, por meio de uma explanação histórico-antropológica, como os brasileiros se vieram fazendo a si mesmos para serem o que hoje somos. Uma nova Roma, lavada em sangue negro e sangue índio, destinada a criar uma esplêndida civilização, mestiça e tropical
Sans titreA autora mostra como os livros didáticos de história trazem conceitos equivocados que transmitem aos alunos ideias deturpadas a respeito do processo de colonização e dos povos indigenas
Sans titreA primeira vista, trata-se de uma etnografia nos moldes clássicos sobre os Parakanã, povo tupi-guarani que vive entre os rios Xingu e Tocantins. No entanto, como as boas monografias clássicas, o alcance do livro vai muito além da descrição do objeto em si e traz aportes para a abordagem antropológica dos processos históricos vivenciados por sociedades indígenas. Ao se defrontar com o desafio de explicar porque dois ramos dos Parakanã – de origem comum porém cindidos no final do século XIX em decorrência de uma "briga por mulheres" – apresentavam, na época do contato (década de 1970), formas sociais "significativamente distintas", o autor procura "mostrar como as transformações foram produto da intersecção de determinações internas e externas, interesecção que se deu em situações históricas particulares, conformando e sendo conformada pela ação dos agentes". Transitando entre estrutura e processo, esta etnografia apresenta uma sofisticada apreciação das "formas na história" e da "história das formas", manejando com destreza documentos históricos, narrativas indígenas, observações pessoais e uma extensa bibliografia etnológica
Sans titreDarcy Ribeiro é figura luminar entre os brasileiros que amadureceram após a Segunda Guerra Mundial. Antropólogo, educador, romancista e político tinha um grande desejo: formar cidadãos conscientes para termos uma sociedade mais justa e um país mais soberano
Sans titreA narrativa construída por Rubens F. T. de Almeida descreve as inter-relações que se estabelecem entre pesquisador e população estudada, ambos envolvidos com as ameaças, dilemas e estratégias que têm caracterizado a luta dos povos indígenas por sua integridade socio-cultural. Por isso, serve não só aos estudantes e professores de Antropologia, como também ao público em geral, uma vez que se fundamenta claramente em uma postura de compromisso político com os interesses dos indígenas
Sans titrePartindo da relação entre crescimento populacional dos recursos naturais, Marvin Harris mostra como as variedades do comportamento cultural podem ser vistas como uma adaptação a condições ecológicas particulares. O seu objectivo é analisar a evolução das formas culturais: mostrar como as culturas adoptam as suas formas características em resposta às alterações ecológicas
Sans titrePublicação sobre luta pelo território do povo indígena Kayabí
Sans titrePublicação com artigos sobre a demografia dos povos indígenas brasileiros
Sans titreEnsaio do antropólogo Claude Levi-Strauss sobre as culturas humanas
Sans titreNESTE LIVRO DISCUTE-SE AS CONTRIBUICOES DA TEORIA ANTROPOLOGICA E DOS DIALOGOS MULTIDISCIPLINARES ENVOLVENDO ANTROPOLOGIA EDUCACAO HISTORIA E LINGUISTICA PARA A REFLEXAO SOBRE AS CONDICOES PARA A EFETIVA IMPLEMENTACAO DOS DIREITOS EDUCACIONAIS E IDENTITARIOS DOS POVOS INDIGENAS
Sans titreEste livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena
Sans titreEsta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar
Sans titreO livro é dirigido, principalmente, para pesquisadores e profissionais de saúde interessados em diversidade étnica e cultural, assim como nos estudos que ajudem a compreender o mecanismo estruturante e mantenedor da discriminação racial no Brasil e América Latina, e o seu impacto sobre o bem-estar e a saúde dos grupos populacionais não-hegemônicos
Sans titrePor ocasião dos 50 anos da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), três professores titulares aposentados de universidades federais do Sul do Brasil reuniram a história regional dessa ciência na obra intitulada Memória da antropologia no Sul do Brasil. Cada capítulo traz um detalhado retrospecto de como a antropologia começou a ser feita no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, tornando-se, no conjunto, uma preciosa fonte de informação para aqueles que têm interesse em conhecer a evolução desses estudos não só nas instituições federais de ensino superior, mas também nos demais centros de pesquisa da região que se dedicam a essa área de conhecimento
Sans titreBaseado nos cadernos de campo do antropólogo, o livro reúne uma série de observações etnográficas realizadas em meados dos anos 70, quando Sampaio e Silva estava a serviço da Sudam. “Minha missão”, nas palavras do autor, “contemplava a constatação de quais eram os grupos indígenas existentes naquela área do [rio Tocantins], suas situações de contatos com a sociedade nacional inclusiva, além de proceder observações sobre mudanças socioculturais”. O resultado é o retrato de uma época crítica na história recente dos índios, confrontando-se a política integracionista e desenvolvimentista do Estado e o difícil desafio da sobrevivência étnica e física das populações indígenas face aos projetos de desenvolvimento
Sans titreRaça e assimilação (1932), um tratado antropológico de imensa repercussão e causou longas e eruditas polêmicas, principalmente porque, defendia a necessidade do caldeamento da raça negra, que julgava indispensável à integração do negro na sociedade universal, e Instituições políticas brasileiras
Sans titreOs textos reunidos no livro reproduzem o caminho do desenvolvimento da Antropologia, que nasceu com foco nas sociedades primitivas e depois se expandiu para as mais diversas áreas da sociedade moderna
Sans titreLivro contendo textos de autores clássicos da Antropologia
Sans titreO livro tem dois objetivos: dar uma contribuição às teorias das dramatizações e da ideologia; e, simultaneamente, realizar isso tomando como base o caso brasileiro
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