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              123 Descrição arquivística resultados para Livro

              123 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Anais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398(042.3) / C749 v. 1 / 1951 · Item · 1951
              Parte de Bibliográfico
              Anais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398(042.3) / C749 v.3 / 1951 · Item · 1951
              Parte de Bibliográfico
              Antologia do folclore brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398(81) / C336a / 1943 · Item · 1943
              Parte de Bibliográfico

              Os dois volumes da Antologia do Folclore Brasileiro , de Luís da Câmara Cascudo, formam um painel sem similar sobre aspectos do folclore e da etnografia brasileira, através da reunião de cem textos de autores brasileiros e estrangeiros, vários deles de acesso extremamente difícil

              Cascudo, Luis da Camara
              Canto Metafísico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-78.031 / S618c / 1981 · Item · 1981
              Parte de Bibliográfico
              SIQUEIRA, Baptista
              Dicionário do folclore brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R398(81)(03) / C336d 1954 / 1954 · Item · 1954
              Parte de Bibliográfico

              Espécie de súmula de mais de quarenta anos de estudo e pesquisa apaixonada do folclore e da etnografia brasileira, a obra é também uma síntese viva e palpitante, através de milhares de verbetes, das superstições, crendices, mitos, danças, lendas, práticas mágicas adotadas e vividas pelo povo brasileiro em seu cotidiano

              Cascudo, Luis da Camara
              Festas e tradições populares do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398(81) / M827f / 1946 · Item · 1946
              Parte de Bibliográfico

              Clássico dos estudos da cultura popular do Brasil; descrição das tradições e festas do Brasil do século XIX. No dizer de Sílvio Romero, prefaciador, trata-se de um estudo do povo "nas efusões da alma, nas energias do sentimento [.] Documentos autênticos, porque neles vivem a grande alma deste país; porque neles canta e folga, ou geme e chora este misto de entusiasmo e melancolia, de saudade e intrepidez, que é o gênio lusitano transfigurado na América." As festas e tradições populares são descritas em um rico pano de fundo histórico; um painel sobre a vida quotidiana, a atmosfera social, o trabalho, com informações sobre a arquitetura do Brasil da época

              MORAES FILHO, Mello
              História oral e memória: a cultura popular revisitada.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930 / M778h / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              A história oficial está nos livros e nos documentos, nos filmes e nos discursos de dirigentes. Mas ao lado do que a escrita e a imagem registraram, existe uma outra visão dos acontecimentos que pode ser recuperada através da memória. Os episódios significativos dos anos 20,30 e 40 de nossa história são percorridos nas lembranças das pessoas. Conhecemos assim um outro Vargas, uma outra visão da ditadura, uma outra perspectiva da intervenção do Estado, das perseguições, comícios, morte de João Pessoa, combates e campos de luta. Mais que isto, conhecemos uma outra maneira de "construir" a história; O livro apresenta ainda um minucioso e didático manual de orientação para aqueles que quiserem utilizar a história oral como técnica de pesquisa

              MONTENEGRO, Antonio Torres
              Jangada: uma pesquisa etnográfica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39:639.2(81) / C336j / 1957 · Item · 1957
              Parte de Bibliográfico

              Embarcação mais antiga do mundo, com 30 mil anos de vida, "primeira fórmula consciente do navio dirigido por mão humana", a jangada navegou por todos os mares da antiguidade. Os povos marítimos a conheceram e a utilizaram como veículo de pesca e de heroísmos.; Os portugueses a encontraram na Índia, de onde transplantaram o termo para o Brasil. O veículo era de uso cotidiano do índio brasileiro (chamado de igapeba ou piperi), registrado e descrito por Pero Vaz de Caminha, em sua carta, com o nome de almadia

              Cascudo, Luis da Camara
              Nação e cidadania no Império: novos horizontes.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81)"1822/1889" / N117n / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Por nação, entendemos a formação de identidades coletivas. A principal identidade coletiva, e a que tem merecido maior atenção dos estudiosos, é a que se constitui dentro do espaço nacional. Inclusive porque a historiografia existente está longe de chegar a acordo sobre sua natureza no século XIX. Mas a proposta aqui desenvolvida pretende abranger outras identidades coletivas. As candidatas mais óbvias são identidades étnicas, incluindo grupos de imigrantes forçados (africanos) ou espontâneos, as identidades religiosas, compreendendo as protestantes e africanas, e as identidades regionais, mais fortes, as últimas, no século XIX do que a própria identidade nacional. Cidadania, como distinta de nação, é concebida de maneira ampla, incluindo todas as modalidades possíveis de relação entre os cidadãos, de um lado, e o governo e as instituições do Estado, de outro, além de valores e práticas sociais definidoras da esfera pública

              CARVALHO, José Murilo de (org)
              O Folklore
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398 / G334f / 1950 · Item · 1950
              Parte de Bibliográfico
              GENNEP, Arnold Van
              O reisado alagoano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.33(813.5) / B817r / 1953 · Item · 1953
              Parte de Bibliográfico
              BRANDÃO, Théo
              O saci verdadeiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / J48 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O Saci Pererê – personagem do folclore brasileiro imortalizado por Monteiro Lobato – não tem uma perna só, não é negro nem usa carapuça. Quem contradiz um dos maiores nomes da nossa literatura é Olívio Jekupé, índio guarani e autor do livro. Ex-aluno de Filosofia da Universidade de Londrina e da Universidade de São Paulo, Jekupê registrou a versão indígena da lenda

              JEKUPÉ, Olívio