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              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Índios do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M517i 3ed / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico

              Escrito em linguagem acessível, este livro apresenta informações funndamentais para a compreensão do funcionamento das sociedades indígenas. Em 15 capítulos, o autor fornece dados básicos a respeito de rituais, política, arte, parentesco e mitos e das relações dos indigenas com segmentos de nossa sociedade. É considerado um dos melhores livros já escritos para divulgação de conhecimentos acerca dos índios

              Sem título
              O indígena e a República
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82):981.07 / G135i / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Este livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas

              Sem título
              A oleira ciumenta
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664o / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Escrito entre dezembro de 1983 e abril de 1985, A Oleira Ciumenta é o mais recente trabalho de Lévi-Strauss. Neste livro ele percorre todo o pensamento mítico do continente americano, analisa a figura da ceramista (a oleira) e as relações deste seu ofício com a personalidade humana, em especial com o ciúme

              Sem título
              Antologia de lendas do índio brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S586a / 1969 · Item · 1969
              Parte de Bibliográfico

              Em Lendas do índio brasileiro Alberto da Costa e Silva, reuniu algumas das mais belas e significativas narrativas dos nossos índios. Histórias puras e incomparáveis, que inspiraram escritores como Mário de Andrade e Rual Bopp, e continuam a nos inspirar com sua riqueza e magia

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2/.4Guarani / C614f / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Nessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos

              Sem título
              Rede de dormir: uma pesquisa etnografica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.612.22 / C336r / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico

              Durante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise

              Sem título
              Xingu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.03(81=1-82) / N935x / 1985 · Item · 1985
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              A carta de Pero Vaz de Caminha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-806.90(81)-6 / C183c / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente

              Sem título
              Viagem filosofica ao Rio Negro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.4(81) / F383vfa / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Reúne e reorganiza os diários escritos por Alexandre Rodrigues Ferreira em sua viagem pela Capitania do Rio Negro durante a década de 1780, originalmente publicados no Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e reeditados, no século XX, pelo Museu Goeldi. Esta edição atualiza a ortografia e normatiza o uso de etnônimos, porém não se trata de uma edição crítica pela ausência de uma introdução ou de notas explicativas à luz de conhecimentos recentes a respeito dos temas e problemas levantados pelo texto de Ferreira. Inclui uma documentação complementar e índices remissivos

              Sem título
              Monções
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / H722m / 1945 · Item · 1945
              Parte de Bibliográfico

              Analisa, do ponto de vista da história social e econômica, um dos aspectos mais importantes da expansão geográfica do Brasil

              Sem título
              Dialética da colonização
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81) / B743d / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Colonização, culto, cultura. Três palavras que se aparentam pela raiz verbal comum. Colonização diz o processo pelo qual o conquistador ocupa e explora novas terras e domina os seus naturais. Culto remete à memória dos deuses e dos antepassados que vencedores e vencidos celebram. Cultura é não só a herança de valores mas também o projeto de um convívio mais humano. A cada conceito responde uma dimensão temporal: o presente, o passado e o futuro.; Em capítulos que vão de Anchieta à indústria cultural, Alfredo Bosi, o conceituado autor da clássica História concisa da literatura brasileira, persegue com sensibilidade as formas históricas que enlaçaram colonização, culto e cultura: Dialética da colonização é o resultado deste percurso sui generis na história do pensamento brasileiro

              Sem título
              Naufrágios e comentários
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.45 / N972na / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Álvar Nuñez Cabeza de Vaca (1492-?) foi um dos mais intrépidos e incomuns conquistadores da história colonial da América. Ao naufragar na Flórida em 1527, caminhou, descalço e nu, 18 mil quilômetros até o México, onde chegou em 1537.; Em 1541, nomeado governador do Rio da Prata, Cabeza de Vaca aportou na ilha de Santa Catarina – onde viveu alguns meses – e dali partiu, também a pé, rumo a Assunção, Paraguai, onde chegou em 1542. Durante toda sua vida aventureira – na Flórida, no Texas, no México, no Brasil e no Paraguai –, lutou em favor dos povos indígenas. E pagou caro por isso: foi preso e enviado para o exílio. Em Naufrágios e comentários, Cabeza de Vaca narra suas fantásticas aventuras e desventuras bem como suas infrutíferas tentativas de impedir o genocídio perpetrado pelos brancos na América

              Sem título
              Trem fantasma: a modernidade na selva.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-385(81) / H264t / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Partindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos

              Sem título
              Frutas comestiveis da Amazonia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.46/48(811) / C376f / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Catalogação de 167 espécies de frutas comestíveis da Amazonia, numa viagem fascinante entre árvores e frutas de abiu, uxi, bacuri, pupunha, açaí e tantas outras, em um mundo de sabores, poderes medicinais e o misticismo que índios e caboclos criaram em torno desses saborosos frutos. Um alerta para a preservação da flora e cultura amazônicas

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.45 / P459v / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              Baseado no relato de viagem do início do século XVI e numa pesquisa realizada na França, o livro reconstrói a fascinante história de Essomeriq, um índio Carijó (Guarani) que foi levado para a Europa pelos comerciantes franceses

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.07 / C331f / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              O que dizem sobre a história de um país os monumentos erguidos em praça pública? Ou as bandeiras e hinos nacionais? Ou, ainda, caricaturas e charges tiradas das páginas de um jornal? José Murilo de Carvalho mostra, com a sensibilidade característica dos bons pesquisadores, como esse material pode ser de grande utilidade para se decifrar a mitologia e a simbologia de um sistema político.Por meio de imagens, o autor nos oferece um curioso passeio pelo momento de implantação do regime republicano. Entre texto e ilustrações, aprendemos como os mitos de origem criados para a República, seus heróis, a bandeira verde-amarela e o nosso hino traduzem com fidelidade as batalhas travadas pela construção de um rosto para a República brasileira.Prêmio Jabuti 1991 de Melhor Ensaio e Biografia

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484ie 1979 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              Um estudo cientifico rigoroso e uma denúncia vigorosa do drama indígena brasileiro. Escrito com base em sua experiência de dez anos de observação direta da vida indígena, metade deles vividos em aldeias da Amazônia do Brasil Central. Outras fontes desta obra são os arquivos do SPI. Reconstitui e explica a história recente dos índios do Brasil

              Sem título
              Percorrendo manuscritos entre Langsdorff e D'Alincourt
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.4(81) / P428m / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              O texto descreve a trajetória metodológica percorrida pela pesquisadora Maria de Fátima G. Costa na determinação da autoria de um manuscrito apócrifo, dedicado ao estudo científico sobre Mato Grosso, até então atribuída ao Barão de Langsdorff, chefe da expedição russa que visitou o Brasil na primeira metade do século XIX, incluindo em seu roteiro a então província mato-grossense. Após complexo trabalho de investigação, concluiu-se ser o autor do manuscrito o sargento-mor e engenheiro Luiz D´Alincourt, que palmilhou essa região entre 1823 e 1830, coletando material para compor o “Mapa Estatístico de Mato Grosso”. Além do documento em questão, a obra incorpora, na introdução, artigo de autoria de Marcos Pinto e Boris Komissarov sobre o histórico da Expedição Langsdorff, assim como uma importante contribuição do Professor Nagib Saad (UFMT) acerca das observações do botânico Riedel sobre as plantas nativas. A pesquisa representa um relevante suporte para a compreensão do papel das expedições científicas na construção da paisagem regional do Estado-nação e na constituição do imaginário brasileiro do século XIX

              Sem título
              A perícia antropológica em processos judiciais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39:34 / P441a / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico

              A realização, em 1991, do “ Seminário Perícia Antropológica em Processos Judiciais”, por iniciativa da administração Roque Laraia, preencheu uma lacuna que agora se completa. Publicamos o livro com as diferentes comunicações e intervenções apresentadas naquele evento que, de forma definitiva, consagrou a colaboração entre os antropológos e os advogados, em particular os integrantes do Ministério Público. A questão básica está centrada nas diputadas judiciais em torno das terras indígenas, que se tornaram enfáticas após os direitos consagrados na Constituição Federal de 1988. O desafio posto aos antropólogos impunha maior compreensão da sistemática processual e da hermenêutica jurídica, pois era necessário produzir laudos que permitissem a tomada de decisão pelo julgamento em favor dos indígenas; Os resultados alcançados durante o Seminário, agora divulgados dão uma idéia do quanto se avançou. Vai longe aquela reunião realizada em Florianópolis, que pela primeira vez congregou antropólogos e advogados ( O índio Perante o Direito, 1980 ). Mas aos avanços alcançados correspondem novos desafios, expressos na divergência teórica e nos procedimentos processuais. Por tal razão, a cooperação entre os antropólogos e os advogados deverá se acentuar ainda mais, tornando rotina este tipo de atividade interdisciplinar

              Sem título
              Viajantes do maravilhoso: o novo mundo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.45 / G537v / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              A chegada de Colombo à América inaugura não apenas uma nova rota para o expansionismo ibérico, como também um espaço geográfico virgem a ser preenchido pelo imaginário europeu, numa época em que ver era menos importante que ter ouvido falar. Nesta América distante e desconhecida dá-se a apoteose do relato das maravilhas, que começara com os navegantes gregos e intensificara-se no final da Idade Média.; Este apogeu do maravilhoso coincide, porém, com o início de sua decadência, um processo por meio do qual, pouco a pouco, a experiência se impôs sobre a imaginação. A aventura dos viajantes do maravilhoso é narrada por Guillermo Giucci com elegância e erudição, a partir da análise dos relatos de Colombo, Cabeza de Vaca e Hans Staden

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)DESANA / R349a / 1971 · Item · 1971
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, escrito por um dos melhores etnólogos modernos, é uma obrigação para os especialistas, assim como leitores em geral interessados ​​em obter uma visão profunda da cosmologia de índios da Amazônia. It provides the reader with a model for symbolic interpretation of rituals, myths, deities, astronomical cycles and everyday life aspects of the Desana, an ethnic indigenous group that lives near the Colombian Vaupés River. Ele oferece ao leitor um modelo de interpretação simbólica de rituais, mitos, deuses, ciclos astronômicos e aspectos da vida cotidiana do Desana, um grupo étnico indígena que vive perto do rio Vaupés colombiano. The author uses a linguistic approach to analyze the detailed interviews with his informants, who are acculturated shamans, whom describe to minimum detail the symbolic meaning of their spiritual and material culture. O autor usa uma abordagem lingüística para analisar as entrevistas detalhadas com seus informantes, que são aculturados xamãs, que descrevem a mínimos detalhes o significado simbólico de sua cultura material e espiritual. The index is very useful for research of particular themes. O índice é muito útil para a pesquisa de temas específicos

              Sem título