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              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A moreninha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / M141m / 1844 · Item · 1844
              Parte de Bibliográfico
              MACEDO, Joaquim Manuel de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81)Desana / M679 / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea de narrativas míticas é o segundo volume da coleção "Narradores Indígenas do Rio Negro. Memória, Identidade, Patrimônio cultural e Perspectivas para o futuro" lançada pela FORIN no seu programa de resgate e de revigoração da cultura tradicional dos vários povos que moram na região do rio Negro

              Diakuru (Américo Castro Fernandes)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S292m / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico

              Os mitos heróicos ocupam posição de destaque no conjunto das tradições culturais de muitas nações indígenas sul-americanas, ao exercerem a função primordial de exprimir o “valor social” da cultura do grupo e também de legitimar o padrão de comportamento tribal, os parâmetros morais e as instituições fundamentais da sociedade, além de fornecer aos membros do grupo o senso de unidade e de oposição a outros grupos. Ao lado da reflexão teórica, este estudo pioneiro detalha a análise do papel do herói-civilizador na vida religiosa e nos surtos messiânicos dos apapokúva-guarani, da presença do herói mítico entre os kaduvéo, e das relações entre a mitologia e o sistema de vida de outros povos, tais como os kaigáng, os borôro e os mundurukú

              SCHADEN, Egon (1913-1991)
              A Majestade do Xingu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / S419m / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              A Majestade do Xingu é uma história de imigrantes, de russos, de judeus, de comunistas, de índios, de Noel Nutels, de pequenos comerciantes, de várias formas de ser brasileiro, de pais e mães, de filhos e amigos, de diferentes qualidades de amor e ódio, de cartas que não escrevemos, de lutas contra a dor. Dando voz a um dono de armarinho que dispersou afetos entre miudezas empoeiradas, Moacyr Scliar enlaça todas as histórias neste romance. Elas às vezes nos fazem rir, sempre nos confrontam com uma melancolia irremediável e se incorporam à nossa experiência de leitores de forma definitiva

              SCLIAR, Moacyr
              A mãe do sonho
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C141m / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico
              CALADO, Ivanir
              A luta da erva: um ofício étnico no Oeste.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / R413l / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              A luta da erva recupera as narrativas dos brasileiros expropriados com o processo de colonização do Oeste Catarinense. Traz os embates subjacentes do passado e do presente. Apresenta-se enquanto contra-história, por ser sineticamente opsta à História Oficial do colonizador. A contra-história dos brasileiros é silenciosa, subalterna, sem registros, sem marcos públicos, salvo aqueles da história feito corpo dos atores e depositária nos fragmentos da memória. É construida por homens comuns, nas ações do dia-a-dia. Neste caso, abriu-se espaço, para que a minoria étnica, os brasileiros, se expressasse, relatando as coisas comuns, matéria da qual todos somos feitos

              RENK, Arlene
              A língua tapirape
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-809.81-5Tapirape / A447l / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico
              ALMEIDA, Antonio
              A língua do povo Myky
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-809.81Myky / M754l / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Essa obra é a primeira ampla descrição da língua Iranxe-Mỹky, língua indígena classificada como isolada, da qual só se conheciam dois breves trabalhos exploratórios (Holanda 1964, Meader 1967) realizados, então, com os Iranxe. Os Mỹky constituem um ramo do povo Iranxe que permaneceu sem contato com os não-índios até 1971. Ruth Monserrat apresenta, de modo sintético, o sistema fonológico e o funcionamento da ortografia Mỹky para, então, tratar detalhadamente da Morfossintaxe. Segundo a autora, “a maior riqueza formal da língua está concentrada no verbo”, estes divididos em “ativos, estativos e não-estativos”. A descrição da riqueza de categorias flexionais verbais da língua ocupa boa parte da obra, mas há também uma extensa e cuidadosa seção sobre o sistema flexional nominal. Os exemplos são copiosos e o livro ganha, ainda, uma rica seção de textos e, como anexo, um ótimo vocabulário.

              MONSERRAT, Ruth Maria Fonini
              A lenda da lua cheia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / E16 / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Lenda sobre a lua cheia narrada pelo grupo indígena Kaxinawá

              Eboli, Terezinha
              A investigação etnologica no Brasil e outros ensaios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39.001.5(81) / F399i / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”

              FERNANDES, Florestan
              A invenção das tradições
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.1 / H684 / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Os Autores Mostram Como a "tradicao" - Base do Nacionalismo e "prova" de um Especie de Antiga e Inatacavel Superioridade dos Povos - e uma Construcao, Algo Criado, Inventado

              HOBSBAWM, Eric
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / C355i / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena

              CASTRO, Eduardo Viveiros de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77 / T115i / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta a produção imagética da chamada Comissão Rondon, analisando-a como uma construção da imagem ''oficial'' do índio e formando uma etnografia visual sustentada em uma tríade sígnica na concepção de uma imagem-conceito do índio. Imagem-conceito que superpõe a idéia do índio como selvagem, pacificado e civilizado, do início ao fim dos trabalhos do cineasta e fotógrafo Major Thomaz Reis e estendem-se, após a sua morte, na publicação feita por Cândido Mariano da Silva Rondon de séries fotogramáticas da relação que se estabeleceu entre eles

              TACCA, Fernando Cury de
              A ilha do tesouro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-820(73)-3 / S843i / 1934 · Item · 1934
              Parte de Bibliográfico
              STEVENSON, Robert Louis
              A idéia de cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / E11i / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Engleton toma como base sua insatisfação quanto ao significado antropológico amplo e com o sentido estético rígido da cultura, e busca algo que a diferencie de outros conceitos fundamentais da Sociologia, por considerar em jogo o uso do conteúdo da alta cultura. Busca as transformações históricas pelas quais o termo passou e seus usos contemporâneos. Ao mergulhar na crise moderna da idéia de cultura, aborda os choques culturais, a dialética da natureza e da cultura, dialogando com Marx, Nietzsche e Freud, e aprofunda a visão com relação à homogeneização da cultura de massas, a função da cultura na estruturação do Estado-Nação e a construção de identidades e sistemas doutrinários

              EAGLETON, Terry
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614 / S827h / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata do movimento conhecido como eugenia, palavra inventada pelo cientista britânico Francis Galton em 1883 para representar as possíveis aplicações sociais do conhecimento da hereditariedade para obter-se uma desejada "melhor reprodução". Ao se debruçar sobre o movimento eugênico latino-americano entre 1910 e 1940, a autora desfaz mitos historiográficos, como a sua irrelevância frente ao movimento eugênico internacional e sua automática identificação com a eugenia nazista. Na experiência latina, a demanda por "regeneração nacional" e "aprimoramento racial" não gerou políticas de esterilização dos ditos "inaptos e inferiores", mas buscou caminhos originais e perversos para "civilizar" a América Latina e suas populações

              STEPAN, Nancy Leys
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / H673 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Pensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história

              MALERBA, Jurandir (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-929.9(81) / L979h / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Escrito pelo artista plástico e pesquisador de nossa história, Milton Luz, esse livro reveste-se da maior importância. Não só pela reprodução de nossa heráldica, mas também pelas explicações e comentários didáticos do autor. Ele assinala na introdução: "Cabe, pois, a todos nós, cidadãos brasileiros, o dever de cultuar e preservar nossas insígnias, conhecer-lhes as origens e seus significados

              LUZ, Milton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

              VAINFAS, Ronaldo
              A Guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A Confederação dos Tamoios, como ficou conhecido o movimento contra a dominação do colonizador português, iniciado pelos índios tupinambás, é considerada o primeiro levante popular brasileiro em nome da liberdade. O livro de Aylton Quintiliano registra esse momento histórico, ao relatar em detalhes a revolta que começava a moldar a mistura racial e social do povo brasileiro. Os insurgentes, que ficaram conhecidos como tamoios –os mais velhos, os donos da terra – ganham o destaque merecido, ao lado de figuras como Estácio de Sá, Villegagnon e Anchieta, em um momento no qual o Rio de Janeiro ainda não existia oficialmente como cidade

              QUINTILIANO, Aylton
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              QUINTILIANO, Aylton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / P984g / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si

              PUNTONI, Pedro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.732(72) / G891 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Quarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana

              GRUZINSKI, Serge
              A grammar of Kwaza
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 36Kwaza / V951 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico
              VOORT, Hein van der