Livro

Elements area

Taxonomy

Code

Scope note(s)

    Source note(s)

      Display note(s)

        Hierarchical terms

        Livro

          Equivalent terms

          Livro

            Associated terms

            Livro

              8524 Archival description results for Livro

              8524 results directly related Exclude narrower terms
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811) / N234 / 2006 · Item · 2006
              Part of Bibliográfico

              Coletânea bilingue composta por 25 histórias que narram as principais lendas mitológicas do povo Sakurabiat, que habita a reserva Rio Mequéns, em Rondônia. Apresenta também dados linguísticos e etnográficos sobre o grupo, do qual existem apenas 23 falantes. Acompanha CD-ROM com a narração oral e escrita das histórias tanto em português como em Sakurabiat

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani Mbia / P678d / 2007 · Item · 2007
              Part of Bibliográfico

              Neste trabalho, a autora procura abordar aspectos da dinâmica dos Guarani-Mbya, como xamanismo, mobilidade, relações de parentes e cosmologia. Inicialmente, compõe um mapa geral das duas aldeias mbya em que viveu, com o objetivo de tornar possível ao leitor visualizar os contextos locais em suas particularidades. Depois, aprofunda-se, dedicando-se à etnografia dos deslocamentos, do parentesco, de aspectos estruturais da multilocalidade mbya. Trata também da questão da não-durabilidade da vida humana, ligada ao tema da doença, analisa capacidades existenciais enviadas aos humanos pelos deuses, com atenção à noção de alma e dos nomes pessoais, finalizando com o tema da vida breve no comentário do tratamento, pela cosmologia mbya, da morte, da imortalidade e do destino incorruptível da pessoa na "Terra sem mal"

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-929.52 / D812n / 2006 · Item · 2006
              Part of Bibliográfico

              Na história da mulher brasileira, o nome de Nisia Floresta se impõe e ocupa as primeiras páginas, tanto pela coragem revelada em seus escritos como pelo ineditismo e ousadia de suas idéias. No tempo em que a grande maioria das mulheres vivia recolhida em suas casas sem nenhum direito, e o ditado popular dizia que "o melhor livro é a almofada e o bastidor", ela dirigia colégios para moças, colaborava em jornais e escrevia livros e mais livros defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravizados

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81)"1822/1889" / N117n / 2007 · Item · 2007
              Part of Bibliográfico

              Por nação, entendemos a formação de identidades coletivas. A principal identidade coletiva, e a que tem merecido maior atenção dos estudiosos, é a que se constitui dentro do espaço nacional. Inclusive porque a historiografia existente está longe de chegar a acordo sobre sua natureza no século XIX. Mas a proposta aqui desenvolvida pretende abranger outras identidades coletivas. As candidatas mais óbvias são identidades étnicas, incluindo grupos de imigrantes forçados (africanos) ou espontâneos, as identidades religiosas, compreendendo as protestantes e africanas, e as identidades regionais, mais fortes, as últimas, no século XIX do que a própria identidade nacional. Cidadania, como distinta de nação, é concebida de maneira ampla, incluindo todas as modalidades possíveis de relação entre os cidadãos, de um lado, e o governo e as instituições do Estado, de outro, além de valores e práticas sociais definidoras da esfera pública

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / A368t / 2000 · Item · 2000
              Part of Bibliográfico

              O Brasil no contexto do Atlântico Sul. Esta é a escala de análise do livro de Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne. A tese paradoxal do livro é a de que "o Brasil formou-se fora do Brasil". Como explicar isto? A explicação do professor Alencastro para este paradoxo não parte da formação do território colonial português na América do Sul, tal como tem praticado a historiografia brasileira para explicar a história colonial do país. Ela parte do espaço econômico e social que se consolidou na área Atlântica que cerca o trópico de Capricórnio, no hemisfério sul, entre a costa litorânea brasileira e a africana. Dentro deste espaço, a produção monocultora escravista portuguesa do continente sul-americano conectou-se durante cerca de três séculos à área ocidental africana, principal laboratório do "negócio negreiro". Foi neste contexto, segundo o autor, que nasceu o Brasil no século XVIII; 2Circulações, conecções, redes: todos os meios de intercâmbio e trocas intercoloniais são examinados e sintetizados neste inovador e ambicioso livro do professor Alencastro. De Luanda, passando pelo Rio de Janeiro em direção a Buenos Aires, as rotas do comércio negreiro português são reconstituídas; as guerras angolanas e o comércio português da cachaça são exumados; Lisboa é integrada no grande comércio negreiro do Atlântico Sul como "plataforma giratória das trocas entre Europa e a África" ; tudo para explicar a singularidade brasileira; 3Com abundância de exemplos que demonstram a erudita argumentação das teses de Alencastro, o livro confere um valor novo ao rol dos livros que sintetizam a formação do Brasil contemporâneo

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / H673 / 2006 · Item · 2006
              Part of Bibliográfico

              Pensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história

              Untitled
              Raízes do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / H722r / 2008 · Item · 2008
              Part of Bibliográfico

              Sérgio Buarque de Holanda se tornou um clássico entre os pensadores que trataram da formação histórica e cultural do Brasil. Sua obra Raízes do Brasil, ao lado de Casa-Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, e O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, figura como uma das mais importantes para o entendimento da construção social do Brasil; Holanda difere da perspectiva de autores como Freyre e Ribeiro, que enfatizam a importância da mestiçagem étnico-cultural para a configuração do povo brasileiro. Ele considera o elemento lusitano como predominante. Mesmo onde há mistura, esta teria sido devida mais a uma plasticidade portuguesa a adaptar e se adaptar a novos costumes do que a uma mescla de culturas. A seu ver toda a associação se deu com o predomínio e precedência dos colonizadores portugueses, perspectiva que diminui a grande importância dos outros elementos étnico-culturais, notadamente do aborígine nativo e do escravo africano

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-355.01 / C331f / 2005 · Item · 2005
              Part of Bibliográfico

              Depois do choque que foi o golpe militar de 1964, restou a incômoda pergunta: como ninguém foi capaz de prevê-lo e de resistir a ele, mesmo tendo se discutido tanto a respeito? É para investigar essa e outras questões – como a relação entre civis e militares, a história dos pracinhas da FEB, as características do Exército brasileiro e do próprio imaginário militar – que José Murilo de Carvalho, um dos principais pesquisadores sobre as Forças Armadas no Brasil, reúne diversos textos seus, publicados ao longo de trinta anos. Nesses trabalhos, o autor atribuiu grande importância à investigação de características organizacionais e aspectos internos da instituição militar, até então desconsiderados, o que representou uma grande renovação no estudo do tema

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / A636 / 2004 · Item · 2004
              Part of Bibliográfico

              Fruto maduro do Seminário Antropologia da Antropologia: Desafios e Perspectivas, realizado entre 26 e 28 de agosto de 2003, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da USP, este livro propõe-se a refletir sobre algumas das diversas possibilidades analíticas acessadas pelos antropólogos. Os ensaios que o constituem se alinhavam em torno da experiência: são relatos pessoais e intelectuais; situações de guerra em contextos distintos; militância política - tudo em simbiose com o percurso e a produção dos intelectuais, brasileiros e estrangeiros, aqui reunidos. Ainda que tome a antropologia como eixo e ponto de partida, visa lançar uma reflexão que transborda fronteiras disciplinares, pensando o cruzamento entre distintas áreas: antropologia, sociologia, história e literatura

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.1 / L638n / 2001 · Item · 2001
              Part of Bibliográfico

              Este livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-271.36(81) / D129 / 2007 · Item · 2007
              Part of Bibliográfico

              Andréa Daher analisa as características da missão francesa no Brasil - que buscava a cristianização e a ocidentalização dos selvagens -, a partir de um estudo da colônia do Maranhão. A autora compara os discursos dos capuchinhos franceses com os dois jesuítas portugueses e reflete com sutileza sobre os diferentes olhares desses colonizadores

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / F268t / 2008 · Item · 2008
              Part of Bibliográfico

              O Alto-Xingu é feito de misturas. Ele é o produto do encontro secular entre povos de origens e tradições diversas, que vieram a criar e compartilhar uma cultura comum. Da constelação xinguana fazem parte hoje povos dos três maiores agrupamentos lingüísticos das terras baixas da América do Sul: Aruaque, Carib e Tupi

              Untitled