Livro

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        Livro

          Termos equivalentes

          Livro

            Termos associados

            Livro

              8524 Descrição arquivística resultados para Livro

              8524 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.85(811) / W812 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Organizado pela antropóloga Flora Cabalzar, colaboradora do Programa Rio Negro do ISA, a publicação, em língua indígena e em português registra um conjunto de cantos, danças e benzimentos que marcam a vida cultural do povo Tuyuka, que habita a região do Alto Rio Negro, no noroeste amazônico. Os cerimoniais tem função primordial na vida comunitária dos Tuyuka. Influencia dietas alimentares em momentos cruciais, como o parto e o nascimento, a prevenção e cura de doenças, a atribuição dos nomes pessoais. Também evidencia as mudanças permanentes nas formas de expressão e transmissão de conhecimentos entre as gerações, assim como nas formas de habitação e ocupação do espaço ao longo do tempo. A publicação é fruto de parceria entre o ISA e a Associaçlão Escola Indígena Utapinopona Tuyuka.

              CÓDIGO de Catalogação anglo-americano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.32 / C669 parte 1 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O AACR2 teve a primeira edição lançada pela FEBAB em 1983 e 1985, e no presente momento disponibiliza a segunda edição atualizada e com novas informações proporcionando ao profissional de informação um instrumento atualizado para a catalogação de livros, multimeios e recursos de informação disponíveis na Internet. O livro, organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB )e publicado em co-edição com a Imprensa Oficial do Estado, traz as regras internacionais atualizadas para organizar o acervo de bibliotecas (livros e multimeios) e publicações on-line. Márcia Rosetto, presidente da FEBAB, explica que o Catálogo será utilizado em todos os países de língua portuguesa: "O livro serve de referência não só para bibliotecários, mas para todos os profissionais da informação que necessitam catalogar documentos de modo geral. Para catalogar um livro é preciso não só falar do autor e dados gerais da publicação, mas oferecer uma descrição completa para que ele seja bem recuperado pelos usuários nas bibliotecas, incluindo os catálogos on-line".

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811=1-82) / C112 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              A publicação é uma introdução à diversidade socioambiental da região do alto e médio rio Negro, no noroeste da Amazônia brasileira. É composta pelo mapa Terras e Comunidades Indígenas no Alto e Médio Rio Negro e por livro de textos com fotos, iconografia e mapas temáticos. Trata-se de uma publicação de referência que se destina, prioritariamente, a um público local de multiplicadores indígenas (lideranças, professores e agentes de saúde) e profissionais de instituições de serviços, públicas ou privadas, que atuam na região. Os mapas temáticos apresentam as famílias lingüísticas da região, etnias, classe de solo, povoados e paisagens florestais. Os textos tratam da diversidade cultural e lingüística do Rio Negro; conta uma história da ocupação daquela região e detalha a ecologia e o manejo ambiental no Alto e Médio Rio Negro. Conta ainda da história de chegada dos primeiros europeus e do contato como os povos nativos até a demarcação das terras indígenas em meados dos anos 1990

              Sem título
              Plantas úteis da Bacia Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.6(811) / R454p 2vol / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              A composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular

              Sem título
              E o patrimônio?
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.02 / P314 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Manual para administração de organizações indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-35.081 / M294 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se de um manual didático elaborado pela área de Gestão das Organizações dos Parceiros Locais do ISA em parceria com a Afinco - Administração e Finanças pelo Desenvolvimento Comunitário, para apoiar o trabalho de administração das associações indígenas no Brasil

              Sem título
              Uma jornada no tempo: das visões ao cachimbo sagrado.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-133 / T817j / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Autobiográfico e filosófico, o livro Uma jornada no tempo, de Luiz Filipe Tsiipré, relata as experiências vivenciadas pelo autor com povos indígenas – do Brasil e da América. A luta de Tsiipré pela garantia dos direitos dos índios brasileiros, as mensagens recebidas por intermédio de visões espirituais, as mudanças radicais em sua vida: todos esses fatos são narrados com detalhes em Uma jornada no tempo.

              Sem título
              Petróglifos Sul-americanos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902(81) / K76 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A mais importante fonte de documentação sobre as gravuras rupestres do alto Rio Negro. Trata-se da versão em português da obra publicada em Berlim, em 1907, com o título Südamerikanische Felszeichungen. Tradução João Batista Poça da Silva, organização e apresentação de Edithe Pereira (MPEG), inclui um texto de Aloisio Cabalzar (ISA) sobre a visão contemporânea dos povos indígenas do Rio Negro

              Sem título
              ORE i Nucümaügüü: histórias antigas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2Ticuna / O66 2vol / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As histórias ajudam a preservar a nossa língua. São um registro da língua. Essa é a importância das histórias gravadas e escritas na língua ticuna.; Contar histórias é uma arte. É como saber fabricar um remo, fazer uma peneira ou outra coisa. É preciso ensinar essa arte

              Sem título
              ORE i Nucümaügüü: histórias antigas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2Ticuna / O66 3vol / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A partir desse trabalho teremos escritas muitas histórias até hoje contadas oralmente. Agora é um tempo novo para os Ticunas. Nós já sabemos ler e escrever, e precisamos usar também esse conhecimento para manter a nossa cultura. Esses livros serão importantes para os alunos das escolas, para suas famílias, para as gerações do futuro. Eles terão em mãos sua própria História, o saber que nossos antepassados guardaram na memória

              Sem título
              Debret e o Brasil: obra completa 1816-1831.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B214d / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              A Capivara Editora apresenta o primeiro catálogo raisonné da monumental obra brasileira de Jean-Baptiste Debret, o mais famoso artista estrangeiro a pintar o Brasil no século XIX. Com 708 páginas e mais de 1.300 imagens, este volume ilustra a totalidade dos trabalhos do artista, que os autores conseguiram identificar e descrever como resultado de uma longa pesquisa.; As centenas de óleos, aquarelas, desenhos e gravuras, produzidas por Debret nos 15 anos passados no Brasil (1816-1831), estão reunidos neste volume, para permitir uma visão completa da obra do pintor que "inaugura entre nós a história da vida privada em imagens", na feliz expressão de José Murilo de Carvalho, autor do prefácio.; São mais de 200 obras inéditas, e quase todas as imagens estão reproduzidas em tamanho maior que em qualquer outra publicação sobre Debret. Só se conheciam até hoje nove quadros a óleo pintados pelo artista francês no Brasil, e este volume revela seis novas pinturas descobertas recentemente pelo autores.; É o maior livro já publicado sobre um artista do século XIX no Brasil e apresenta também 87 obras cuja atribuição a Debret foi rejeitada ou questionada pelo comitê de autenticação formado para este livro.

              Sem título
              Mitos indígenas: Betty Mindlin e narradores indígenas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663mi / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Bem longe do barulho e da agitação das cidades, envolvidos pela noite escura e pelos mistérios da floresta, os índios se reúnem em torno da fogueira para contar suas histórias - narrativas fantásticas que revelam seu cotidiano, suas crenças e suas interpretações para os enigmas da vida e da morte. Impossível ouvi-as e não reagir a elas com admiração e espanto, tão fascinante é o universo mítico dos povos indígenas brasileiros.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A presente edição brasileira da obra Dois Anos entre os Indígenas: Viagens no Noroeste do Brasil (1903-1905) de Theodor Koch-Grünberg; Outro aspecto igualmente digno de registro é o fato de que neste ano de 2005, a viagem que é documentada através da obra Dois Anos entre os Indígenas: Viagens no Noroeste do Brasil (1903-1905) completa seu centenário, o que sugere várias idéias aos leitores, entre as quais a de empreender, como sempre acontece com essas importantes expedições cientificas, a reconstituição dos trajetos percorridos, daí havendo a possibilidade de resultar várias conseqüências. Entre elas a de tornar possível constatar as mudanças que certamente ocorreram no espaço desses cem anos. Do ponto de vista dos povos indígenas a publicação se reveste de significado singular, pois torna possível a reconstrução histórica de sua organização social e identidade étnica, de seus movimentos em relação aos seus territórios e aos processos demográficos dos seus respectivos grupos, possibilitando na atualidade, verificarmos o que permaneceu, o que mudou, e mesmo o que, como temia na ocasião da viagem o próprio Koch-Grünberg desapareceria inexoravelmente.; Theodor Koch-Grünberg, como um leitor fascinado pela literatura dos viajantes, em especial por aqueles que deixaram relatos sobre os povos indígenas da América do Sul, vai buscar ser fiel a essa tradição dos belos livros de viagem. E esse é mais um aspecto que nos surpreende em relação ao fato de ter ficado sua obra inédita para nós durante todo esse tempo, resultando afinal em longa ausência para esse numeroso e crescente gênero de leitores.; Seu talento de excelente observador e narrador se manifesta em vários momentos e passagens da narrativa, capazes de deslumbrar o leitor quando associa seu estilo pictórico, ao rigor de suas descrições técnicas e cientificas.; Ele apresenta, em primeira mão, informações sobre a geografia, a mitologia e a cultura material e técnica das populações incluídas na narrativa da viagem, que seriam essenciais para fundamentar pesquisas e estudos de outros autores, entre os quais cabe mencionar Mário Andrade, Curt Nimuendajú e Nunes Pereira. No caso Mário Andrade, a leitura de Koch-Grünberg foi fundamental principalmente para duas de suas mais importantes obras: Macunaíma e Namoros com a medicina. Quando a Curt Nimuendajú, sua obra etnológica sobre a Amazônia dá, sob determinados aspectos, continuidade e aprofundamento a vários de seus estudos. Em Moronguetá, O Decamerão Indígena, Nunes Pereira tem na obra de Koch-Grünberg uma das suas fontes de documentação mais destacadas.; Há uma atenção especial do autor em destacar a situação da mulher nas sociedades indígenas em especial, sem esquecer entretanto de mencionar aspectos significativos da vida da mulher brasileira na região amazônicas. Destaca a atuação das mulheres indígenas na produção de artefatos de valor artístico e importância diferenciados, assim como sua participação nos processos que envolvem a organização social, as atividades rituais e as transações com outros grupos indígenas e com brancos.; Há nesse sentido, ao longo de sua obra, uma especial atenção para com o significado artístico e as técnicas de produção de artefatos indígenas como os teares usados na fabricação dos diferentes tipos de rede de dormir, da grande diversidade de artefatos utilizados na pesca, da variedade de objetos de cerâmica e de um modo particular com a produção de objetos rituais da dança e dos diferentes procedimentos mágicos, entre os quais dedicou especial empenho documental, aos instrumentos musicais, as máscaras, as cintas e outros adornos, e a própria pintura corporal.; É, portanto, necessário reconhecer que sua obra dedicou uma atenção especial ao significado da arte para os povos indígenas, sendo possível, através da documentação que reuniu e organizou nesse particular, identificar não apenas a complexidade de algumas dessas manifestações estéticas, mas a grande riqueza cultural dessas tão diferenciadas formas de expressão artística dos povos indígenas. O que significa dizer que sua obra passou a se constituir numa das referências essenciais para o conhecimento da cultura material e simbólica desses povos.; Um dado bastante significativo quanto ao seu interesse especial devotado à arte dos povos indígenas da Amazônia é o de haver escrito um livro intitulado Anjänge der Kunst im Urwald (Começos da Arte na Floresta) obra publicada em 1906 e que ainda espera ser traduzida para a língua portuguesa, o que muito contribuirá para evidenciar o papel que possuía a arte indígena para a formação do pensamento antropológico sobre os indígenas por ele estudados.; O momento de sua viagem (1903-1905) ocorre em pleno apogeu do ciclo da exploração da borracha e sua obra termina por se transformar também em vivo documento dos processos violentos que caracterizam a incorporação compulsória dos indígenas como trabalhadores escravos nas frentes de extração do caucho, participando dessas condições da expansão da fronteira do extrativismo, envolvendo de modo particular brasileiros e colombianos.; Sua compreensão da situação dos povos indígenas da Amazônia está informada por uma aguda percepção dos processos sociais e políticos que predominam na formação de tipo tradicional e patriarcal da sociedade regional com quem teve contato. Nesse sentido procura evidenciar que a situação dos indígenas é fortemente determinada pelos padrões de dominação tradicional predominantes, a partir dos quais ocorre regularmente o trabalho escravo indígena tanto na esfera da produção econômica extrativista quanto nas relações domésticas.; Há ao longo de suas obras sobre a América do Sul e em particular sobre o noroeste da região amazônica, observações detalhadas sobre a alimentação, a situação de saúde e as condições de existência das populações indígenas sofrendo o efeito do contato com os valores da civilização ocidental.

              Sem título
              Sexo e desigualdade: entre os Kamaiurá e os Cinta Larga.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / J95s / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Dois temperamentos de mulher, em dois povos indígenas de Mato Grosso. Quem é ela, como cada sociedade molda o feminino? Como se fosse um romance, 'Sexo e desigualdade' nos transporta para o quotidiano dos índios. Estamos dentro, seguindo as mulheres - o trabalho árduo entremeado com as horas de brincadeira ou preguiça, as reclusões, os cuidados com o corpo e a saúde, a nudez vestida de adornos, a festa dos banhos de rio, os namoros, a malandragem, as regras de comportamento, o afeto derramado, gente se pegando e abraçando, as crianças, as risadas, o proibido e o sensual, o casamento e o parentesco, a violência doméstica, a feitiçaria, o perigo do além e da doença, as aparições, a contínua ameaça invisível.; A mulher é igual aos homens? Pode ser pajé, vira chefe, atinge o domínio espiritual, decide a guerra? Está sendo submissa ou rebelde, quando desafia a ordem familiar, na fuga inesperada com um amado, ou com todas as outras mulheres, as que decidem viver sem homens, no mito das Amazonas? Só a experiência de uma antropóloga como Carmen Junqueira, com uma vida dedicada aos índios, é capaz da proeza de um livro que entrelaça com simplicidade fantasmas, rotina, labuta, mitos, magia, análise social, traduzindo o impacto de um outro modo de ser

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.21(81) / S729t / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Índio: grupo étnico em extinção ou povo não-alcançado? Missão da igreja: evangelização ou devastação cultural? Vale a pena mover pessoas, investir anos de treinamento e trabalho para alcançar uma pequena aldeia perdida em meio a milhares de quilômetros quadrados de mata? O que há de verdade na propaganda contrária a qualquer atividade religiosa entre grupos indígenas? Essas são algumas das questões que tornam De Todas as Tribos um livro desafiador.; Para o autor, a igreja precisa perceber sua vocação missionária e entender que sua atuação entre os povos minoritários não é mero capricho; antes, porém, uma responsabilidade bíblica premente, sendo sua indiferença um desvio missiológico e um enorme prejuízo para a propagação integral do evangelho.;

              Sem título
              Indios no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.356.4(=98) / I39 1999 v1 / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico
              Rodrigues Alves: apogeu e declínio do presidencialismo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Rodrigues Alves / F825r 2vol / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Biografia do presidente e historiador Rodrigo Alves, feita por um escritor que dispensa apresentações. Sobre ela Raymundo Faoro escreveu: "A biografia que Afonso Arinos dedicou a Rodrigo Alves tem a singularidade de procurar desvendar uma personalidade densa e esquiva, de pouca visibilidade ao olhar, ainda que discreto, do historiador." Essa obra tem como pano de fundo um período importante da história política do Brasil.

              Sem título
              Estado e administração: a corte joanina no Brasil.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-946.9 / C172e / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              O livro Estado e Administração: a corte joanina no Brasilfornece elementos sistematizados sobre a criação, a estrutura e as competências dos órgãos e cargos que se estabeleceram no Brasil após a vinda da família real e preenche uma importante lacuna sobre o ordenamento jurídico-administrativo brasileiro entre 1808 e 1822. A publicação aborda as principais instituições da estrutura política e administrativa vigente no período joanino e busca recuperar a cadeia histórica que liga estes elementos com a administração colonial. Além disso, o trabalho oferece um extenso artigo em que são examinados os traços gerais da administração joanina e uma ampla cronologia dos principais eventos político-administrativos da época

              Sem título
              Antropologia: ciência do homem: filosofia da cultura.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / G633a / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Escrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.

              Sem título
              A última viagem de Colombo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(7/8) / D912u / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O ano é 1500. Cristóvão Colombo, destituído do título de Almirante do Mar Oceano, está acorrentado numa prisão caribenha de onde se avista a colônia que ele fundou, desenvolveu e administrou durante oito anos. Menos de uma década após ter descoberto o Novo Mundo, o capitão caíra em desgraça, acusado pela corte real espanhola de mentiroso, judeu disfarçado e estrangeiro que tentara explorar em benefício próprio a riqueza das terras que descobrira. O navegador genovês, alto, de rosto sardento, nariz aquilino, cabelo outrora avermelhado, mas agora já grisalho, passa o dia orando e meditando, tentando não prestar atenção aos patíbulos da zona portuária, visíveis da janela de seu cárcere. Ele sonha com outra viagem, uma nova oportunidade de provar o seu valor. O que se segue é uma aventura das mais emocionantes - e hoje relegada ao esquecimento. O próprio Colombo diria mais tarde que a quarta expedição foi a sua maior e mais importante. Sem sombra de dúvidas, foi a mais traiçoeira. Nenhum dos quatro navios que ele levou na jornada rumo ao desconhecido retornou ao porto de origem. Colombo se defrontou com as piores tormentas que um explorador europeu jamais encontrou - teve de lutar pela sobrevivência em meio a motins, guerras e um naufrágio que o deixou abandonado numa ilha deserta durante quase um ano. Atrás dele vinham os inimigos enviados da Europa; pela frente, havia apenas uma incógnita.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / B236d / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Analisamos toda a evolução do Direito Indígena até o reconhecimento da Declaração Universal, como prova da luta incessante pelos direitos humanos, pela Dignidade da Pessoa Humana, de uma forma profunda e bem delineada.; Analisamos , também, os princípios constitucionais, bem como os quarenta e seis artigos que congregam tudo o que os autóctones vem pleiteando há duas décadas, sendo esclarecedor dos anseios dos povos indígenas.; O livro como trabalho técnico, bem demonstra e divulga as esperanças indígenas de todo o mundo, mostra seu purismo e a integridade dessas aspirações. A temática indígena, antes de ser discutida de forma discriminatória e sem consistência, merece ser bem analisada e divulgada, como forma de fomentar a discussão e o desenvolvimento, até na instância internacional, comprometendo todos os Estados que fazem parte da Organização das Nações Unidas.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.3 / U58 5vol / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-025.3 / U58 6vol / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              A adoção de padrões para a elaboração de documentos científicos é de fundamental importância para as Instituições de Ensino Superior. Por este motivo os bibliotecários do Sistema de Bibliotecas da UFPR procuram estudar continuamente este tema e assim acompanhar as alterações necessárias ao seu desenvolvimento, em âmbito nacional e internacional

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.3) / C117v / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Este libro incluye la traducción al español de dos textos clásicos sobre los pueblos makú (Die Maku de Theodor Koch-Grunberg (1906) y Vrjwillige onvriheid: de makú in West Amazonas de P. van Emst (1966). Adicionalmente se incluyen los textos de Renato Athias sobre territorialidad y relaciones interétnicas en el Río Negro, de Patience Epps sobre la escuela entre los Hupda, de Ana María Ospina sobre localización estática entre los Yuhup y tres textos de Gabriel Cabrera sobre un siglo de investigaciones entre los makú, sobre la filmografía de los pueblos makú y sobre la infancia entre los pueblos makú.

              Sem título
              GEOMORFOLOGIAE e meio ambiente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-551.4 / G298 / 1966 · Item · 1966
              Parte de Bibliográfico

              Esta obra aborda as relações entre Geomorfologia e Meio Ambiente - intemperismos em regiões tropicais, pedologia e geomorfologia, movimentos de massa, biogeografia e geomorfologia, desertificação e desenvolvimento sustentável, geomorfologia aplicada aos EIAS-RIMAS e degradação ambiental. Pela abrangência dos temas tratados, essa coletânea torna-se fundamental para os profissionais e estudantes preocupados com a atuação antrópica na superfície terrestre, a conseqüente degradação e como esses conhecimentos podem ser utilizados na melhoria da gestão ambiental

              O Brasil como problema
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369b / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              Sem título
              Falando dos índios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369f / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              Sem título
              Vida, minha vida
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369vi / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              Sem título
              Jango e eu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369j / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              Sem título
              Expedição Langsdorff
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / C397e / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Uma das mais reconhecidas expedições do século XIX, a do naturalista alemão começou em 1821, e só terminou oito anos depois, percorrendo 17 mil quilômetros. O barão reuniu artistas como o alemão Johann Moritz Rugendas e os franceses Aimé-Aidrien Taunay e Hercoles Florence, e o astrônomo e cartógrafo russo Néster Rubtsov. Pela primeira vez, a série de 28 mapas produzida por Rubstov será exibida no Brasil.; A fantástica viagem também foi trágica. Depois de uma febre, Langsdorff delirou na selva por semanas e perdeu a razão. Afetado pela doença, ele voltou para a Europa, onde viveu por 22 anos, até sua morte, em 1852. Não se lembrava de ter estado um dia no Brasil.

              Wanintesu: um construtor do mundo Nambiquara.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Nambikwara / C837w / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Tratando dos Nambiquara, povo indígena habitante do Noroeste do Mato Grosso, e amparada por anos de pesquisa e vivência do cotidiano Nambiquara, a autora desta tese de doutorado analisa o papel do pajé (Wanintesu), importante membro da sociedade Nambiquara, através de seu discurso, enquanto elemento central do sistema social deste povo. Ela mostra como este, o pajé, é o principal mediador da cultura do grupo, e em seu papel, performático (e não institucional), como ele representa a resistência à desterritorialização representada pelo esquecimento de si e pela adoção da cultura ocidental.; Longe de ser apenas um estudo etnológico, embora não o deixe de ser, este livro nos traz outra concepção de sensibilidade humana, tão cara aos Nambiquaras

              Sem título
              A cena do Dia do Índio na TV
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77(81) / B817c / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A comemoração do Dia do Índio no Museu do Índio é celebrada na mídia e faz circular discursos que fazem parte de um contexto histórico maior. Atinge os telespectadores ao retornar discursos fundadores de sua identidade por meio de sentidos fortemente presentes no imaginário nacional

              Sem título
              Brasil novo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323(81) / B813b vol.4 / 1930 · Item · 1930
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.12-6 / 1940 · Item · 1940
              Parte de Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

              Sem título
              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.12-1 / 1940 · Item · 1940
              Parte de Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M917p / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Os professores Lúcio Tadeu Mota do Departamento de História e Valéria Soares de Assis do Departamento de Fundamentos da Educação acabam de publicar o livro Populações indígenas no Brasil: histórias, culturas e relações internacionais.; Segundo os autores: "Após 500 anos de tentativas de abolir as populações indígenas, elas continuam existindo, recriando práticas ancestrais e reinvidicando sua sobrevivência como sociedades específicas. Assim, em uma perspectiva etno-historiográfica e antropológica, propomo-nos a apresentar alguns aspectos da história e das culturas das populações indígenas que ocuparam e ainda ocupam vastos territórios que hoje fazem parte do Estado Nacional brasileiro."

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77(81) / C672s / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Séculos Indígenas no Brasil: Catálogo Descritivo de Imagens" é uma obra de cultura nacional para a compreensão da majestosa árvore da formação étnica brasileira, cuja seiva a revigora na tradição milenar dos povos indígenas, palpitando em suas raízes. O livro mostra a imagem e a voz do índio brasileiro, a manifestação de seus pensadores através de conteúdo multidisciplinar profundo e didático

              Sem título
              Raízes do povo Xavante tradição e rituais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.03 Xavante / R161r / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O livro destaca o cotidiano e a importância dos principais rituais e tradições do povo Xavante da Aldeia Pimentel Barbosa no Mato Grosso, Brasil

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-372.47(=081) / F383m / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Madikauku - os dez dedos das mãos contribui pará o estudo da matemática emescolas indígenas do Brasil. O livro traz sugestões didáticas para os professoresdesenvolverem trabalhos de pesquisa e exercícios em educação matemática. Trata-sede uma proposta pedagógica, cuja finalidade é levar para a sala de aula a pluralidadede idéias matemáticas, expressas em atividades do cotidiano como, por exemplo, aconstrução de habitações e embarcações, ou a elaboração de projetos de auto-sustentação econômica. Madikauku mostra como transformar resultados matemáticosem conteúdos e material de ensino, sugerindo como transmitir esses conhecimentospara os alunos. A matemática é uma criação humana - A primeira parte do livro aborda as diferentesinvenções que, ao longo da história, as sociedades lançaram mão para classificar eordenar o mundo, dando-lhe sentido. Os povos desenvolveram modos próprios parase orientar no espaço, contar, calcular, reconhecer e medir as formas do universo. Emoutras palavras, existem formas culturalmente distintas de manejar quantidades,números, medidas, formas e relações geométricas.A maneira mais comum de se ensinar matemática dá a entender que números,cálculos, unidades de medida e concepções do espaço sempre existiram. Resta aos alunos entender a matéria e aprender a usá-la.; ;

              Sem título
              Atlas socioambiental terra indigena Te'yikue
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-374.1(084.4) / A881a / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              A cartografia é uma linguagem ilustrativa que permite mostrar a espacialização da ocupação de um território em diferentes temas e épocas. É por tanto uma ferramenta que, na forma de mapa ou Atlas, permite análises e reflexões, levando; ao conhecimento e orientando na tomada de decisões. Assim a pesquisa, que fundamenta este trabalho, busca validar o uso da cartografia na educação ambiental,como instrumento de gestão ambiental, em terras indígenas. Este trabalho relata o processo participativo que envolveu professores, alunos, lideranças e outros moradores; da Aldeia Te’ýikue, localizada na região sul do Estado de Mato Grosoo do Sul, bem como, professores e pesquisadores da Universidade Católica Dom Bosco-UCDB vinculados ao Programa Kaiowá/Guarani e ao Núcleo de Estudos e Pesquisas de Populações Indígenas-NEPPI, e que culminou na elaboração do “Atlas Sócioambiental da Terra Indígena Te’ýikue”. Contou com o apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente-FNMA, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, por meio dos recursos; financeiros provenientes do Projeto “Plano de Gestão Ambiental na Área Indígena de Caarapó”. A pesquisa desenvolvida teve por objetivo criar um instrumento de apoio ao trabalho desenvolvido nas escolas indígenas da Aldeia e de subsídio à comunidade indígena nas reflexões acerca do território e sua gestão ambiental. Estudou-se o espaço físico, legalmente delimitado como terra indígena e ocupado pelos Guarani e Kaiowá,; abrangendo aspectos históricos e socioambientais que, ao final, foram expressos na; forma de um Atlas composto de mapas, textos e outras ilustrações. Os mapas buscam; representar a localização, abrangência e distribuição das ocorrências na superfície física.; Textos e ilustrações complementam os dados mapeados. A metodologia empregada envolveu levantamento bibliográfico e de campo, utilização de imagens aéreas e orbitais, georreferenciamento e geoprocessamento de dados, e oficinas realizadas em Campo Grande, e principalmente, em Caarapó na Aldeia

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.485 / V795 2009 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Com este relatório o Conselho Indigenista Missionário quer; mais uma vez afirmar seu compromisso com os povos; indígenas no Brasil, na defesa de sua dignidade e de seus direitos inalienáveis e sagrados; Em 2010, o governo ignorou constantemente os povos; indígenas, seus apelos, seus protestos, seus projetos de vida; Atropelou os seus direitos e tem falhado na proteção de suas; comunidades. Belo Monte, alicerçada na ilegalidade, na força e; na negação de diálogo com as populações atingidas, é talvez o; mais emblemático, mas apenas um entre tantos casos

              Sem título
              Gestar e gerir
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-351(81) / L732g / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Povos Indígenas no Brasil 2006-2010
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P879 2006/2010 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              A série iniciada em 1980 chega ao décimo-primeiro volume trazendo na capa o líder kayapó Raoni Metuktire, contundente em suas críticas contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará. Desde os anos 1980, Raoni ergue sua voz contra o projeto que tornou-se obra símbolo do Programa de Aceleração do crescimento (PAC) no governo Lula e prossegue no governo Dilma Rousseff. Embora os Kayapó não sejam diretamente afetados pela barragem, a suspeita é que para garantir sua viabilidade econômica, outras usinas venham em seguida, alcançando então a área Kayapó. Esta edição de Povos Indígenas no Brasil 2006-2010 resume a situação indígena no período por meio 165 artigos assinados, 810 notícias extraídas e resumidas a partir de 175 fontes, 228 fotos e 33 mapas. Inclui pela primeira vez um caderno especial de 32 páginas com imagens de destaques. As informações estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais, totalizando 778 páginas que dão uma visão geral sobre 235 povos indígenas que vivem no Brasil e falam cerca de 180 línguas. Destes, 49 habitam também o outro lado da fronteira, em países que fazem limite com o Brasil

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / I21s 1936/2006 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Esses jongos, violas,círiose ofícios são bensculturais; vivose mantidos pelas pessoas que os praticam.; Preservá-losé valorizar seu conhecimento e; ação. A salvaguarda desses bensestá, portanto,; orientada para a valorização do ser humano e; para a melhoria dascondições sociais,culturais; e ambientais que permitem sua existência e permanência

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81=1-82) / S237r / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              No exercício de 2008 a direção da Funai deu início a implementação de ações do Plano Plurianual – PPA 2008/2011 do Governo Federal, destinada aos Povos Indígenas, elaboradas seguindo diretrizes e orientações que tem como objetivo trabalhar com os conceitos de Proteção e Promoção dos interesses dos Povos Indígenas, assumindo o caráter multissetorial das ações destinadas a essa população.; A definição dessas diretrizes surgiu como resultado da análise das deliberações resultantes da Conferência Nacional dos Povos Indígenas, realizada em 2006, que se constituiu na consulta mais ampla já realizada aos povos indígenas quanto às suas reivindicações e expectativas, evidenciando uma maior participação política, econômica e social junto à sociedade nacional, ao mesmo tempo em que sejam mantidas a proteção e promoção pelo Governo Brasileiro dos direitos territoriais, ambientais, culturais e a seu modo de vida

              Sem título
              Desidério Aytai e a Etnografia Nambiquara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Nambikwara / C837d / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              A cultura material de grupos indígenas no Brasil‚ bem como suas relações com o universo mítico e simbólico‚ constitui-se em uma temática pouco explorada por antropólogos e outros pesquisadores da área. Em que pese à existência de bibliografia especializada sobre o assunto‚ as lacunas são enormes em relação a cada uma das mais de duzentas sociedades indígenas existentes na atualidade. Assim‚ a publicação de obras que expressem esta parte tão significativa e supreendentemente ainda tão pouco conhecida por nós reveste-se de importância ímpar no cenário das pesquisas etnológicas no país.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / P314 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              . Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais

              Sem título